09/08/2026
Aquele que me dá chão para seguir,
coragem para escolher
e força para ocupar o meu lugar.
Aquele que me ensina que:limite também é cuidado.
Que direção também é liberdade.
Que dizer “não” pode ser uma forma de dizer “sim” a mim mesma.
Talvez esse masculino, também, carregue as marcas dos homens que vieram antes de nós.
O que recebemos.
O que faltou.
O que aprendemos a repetir.
E aquilo que hoje podemos transformar.
Neste Dia dos Pais, mais do que olhar apenas para o pai que ‘tivemos’. Podemos olhar para o masculino que habita em nós.
Que força masculina você recebeu?
Qual precisou construir sozinha?
E qual agora deseja integrar?
Porque talvez amadurecer seja isso:
reconhecer de onde viemos
sem deixar de escolher quem queremos ser e
para onde vamos.