Casa das Marias

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Casa das Marias Espaço voltado a Sabedoria Ancestral Feminina, onde se encontram todas as mulheres ( Donzelas, Mães, Anciãs). Temos o propósito de ser livre e feliz!

28/09/2026

Casa das Marias e o Sagrado Feminino
Onde adentramos , trabalhamos e vivrnciamos do Sagrado ao Profano .

Se você se acha capaz de se entregar a essa caminhada , me chama aqui no particular para um bate papo, comenta ou chama no WhatsApp (18)99642-4550

28/09/2026

TEM UMA PERGUNTA TE ASSOMBRANDO?

Aquela que você repete em silêncio.
Aquela que ninguém consegue responder.
Aquela que você tenta esquecer, mas volta para a sua cabeça quando a noite chega.

Talvez você não precise de uma longa consulta.

Talvez precise apenas de uma pergunta.

Uma pergunta lançada às cartas.
E a coragem de olhar para a resposta.

Porque o oráculo não existe para alimentar ilusões.
Ele existe para abrir caminhos onde os olhos ainda não alcançaram.

Pergunte.
As cartas respondem.

🃏 Casa das Marias — Leitura Oracular
Uma pergunta também pode abrir um portal.

Chama no Direct ou (18)99642-4550

23/09/2026

Hoje a roda vira.
E eu não venho celebrar flores.
Venho celebrar aquilo que precisou apodrecer para que outra coisa pudesse nascer.
A primavera não é inocente.
Antes da flor existe a raiz.
Antes da raiz existe a decomposição.
Antes do nascimento existe uma coisa escura, úmida, sem nome, mastigando a própria morte.
É ali que Lilith mora.
Mãe Serpente.
Não a serpente domesticada dos altares, mas aquela que rasteja pelo ventre da terra, entra nas frestas, morde o calcanhar dos deuses e desaparece levando consigo o segredo que eles queriam manter enterrado.
Lilith não carrega uma tocha.
Ela carrega a chama negra.
E chama negra não serve para iluminar caminho.
Serve para incendiar aquilo que foi construído sobre medo, obediência e mentira.
No caminho luciferiano, o fogo não vem para nos salvar.
Vem para nos tornar perigosamente conscientes.
Lúcifer acende a centelha.
Lilith sopra sobre a brasa.
E aquilo que queima não é o corpo.
É a coleira.
A primavera, então, torna-se um rito de passagem.
A roda gira sobre ossos antigos.
O que morreu alimenta o que nasce.
O que foi enterrado retorna em outra forma.
A pele velha se rompe.
E a serpente não olha para trás.
Porque serpente nenhuma pede perdão por deixar para trás aquilo que já não lhe pertence.
Eu gosto dessa primavera.
A primavera que cheira a terra molhada, a sangue antigo, a folhas esmagadas sob os pés.
A primavera que não pergunta se estamos preparados.
Ela simplesmente abre a carne da terra e faz nascer.
Lilith conhece esse movimento.
Morrer.
Apodrecer.
Desejar.
Descer.
Rasgar a pele.
Subir novamente.
Não existe pureza nisso.
Existe potência.
Existe o ventre escuro onde o sagrado e o profano param de fingir que são inimigos.
Hoje a roda gira.
E eu não peço luz.
Eu acendo a minha própria chama no escuro.
Porque algumas verdades só podem ser encontradas depois que os olhos aprendem a enxergar dentro do abismo.
Lilith está lá.
Com a boca cheia de serpentes, as unhas enterradas na terra e a chama negra respirando entre os dentes.
Ela não vem nos ensinar a ser bons.
Ela vem perguntar:
quanto de você ainda está ajoelhado diante daquilo que já deveria ter queimado ?
Então deixe a primavera entrar.
Mas deixe entrar como incêndio.
Que ela arrebente as raízes mortas, rasgue as peles antigas e devolva ao mundo tudo aquilo que você teve coragem de arrancar do submundo.
A roda girou.
A serpente mudou de pele.
O fogo permanece.
E Lilith, Mãe da Noite, Mãe Serpente, Senhora daquilo que não se ajoelha,
continua sorrindo no escuro.

Rita Salvador ✍
22/09/2026

20/09/2026

Bruxaria - um curta-metragem de
eddine.art

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Sangue velho... nova alma... Da escuridão eu me levanto...

Eu chamo de volta os anos perdidos

Eu expulso a carne murcha

Através do fogo, pela sombra, pela arte

Minha juventude renasceu

Das cinzas para a vida

Da morte para a forma

A magia conquista o tempo

A magia vence a morte

Não me importo com os deuses antigos.

Eu mesmo sou o poder

As estrelas caem à minha vontade

poder... nas minhas mãos, a eternidade...

Eu levanto-me... corpo velho, alma eterna...

Eu não sou o que fui

Eu sou o que eu faço

Minha juventude teve seu preço

12/09/2026

SEU PORÃO MERECE UMA LUZ.
Há coisas lá que você precisa ver.
Todo mundo tem um porão.
Não é no fundo da casa. É no fundo de você.
A psicologia chama de inconsciente.
Jung chamava de sombra.
É lá onde você jogou tudo que não soube lidar quando era pequeno: o choro que te mandaram engolir, a raiva que te disseram que era feia, o abuso que você normalizou, o amor que você mendigou.
Você trancou. Achou que enterrando, morria.
Não morreu.
Criou m**o.
Criou raiz.
E é por isso que hoje você tropeça na mesma pedra, com nomes diferentes.
Não é azar.
É o porão vazando pela sala.
Você tem medo de acender a luz porque acha que vai encontrar um monstro lá.
Não vai.
Você vai encontrar uma criança sentada no escuro, esperando você voltar pra buscar ela.
É o conceito de SANKOFA que falamos: voltar pra resgatar o que é seu.
Acender a luz no porão não é pra te envergonhar.
É pra te devolver as chaves da sua própria casa.
Luz não é pra julgar o que tá lá.
É pra finalmente VER.
Ver que aquela mania de agradar todo mundo é o medo de ser abandonado de novo.
Ver que essa raiva que explode do nada é a raiva de anos que você engoliu calado.
Ver que esse amor que te humilha ainda te prende porque no porão, amor e dor aprenderam a morar juntos.
Seu porão não precisa de reforma.
Precisa de coragem.
Precisa que você desça com uma vela na mão e diga: "eu vim ver".
Porque enquanto você não ilumina o porão, é ele que governa a casa inteira.

Rita Salvador ✍
12/08/2026


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Presidente Prudente, SP
19035010

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