Dra. Patricia Santana Ribeiro

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Dra. Patricia Santana Ribeiro Atendimento em Pediatria em Presidente Prudente, com olhar integrativo e foco em uma infância desmedicalizada.

Médica, escritora, mãe do Mateus e proprietária da Dengo Vacinas.

03/10/2026

Aonde nossos pés não conseguem chegar, nossos joelhos chegam. 🙏🏻

Ser mãe é também entregar a Deus aquilo que não podemos controlar.

Ore. Esteja presente. Olhe nos olhos. Acredite.
Nunca desista de um filho.

Compartilhe com uma mãe que precisa ouvir isso hoje.

Filomena Camilo você é muito especial♥️

Você já ouviu alguém dizer:“Dá semente de mamão.”“Dá alho.”“Dá mastruz.”“Dá semente de abóbora que elimina vermes.”Esses...
02/10/2026

Você já ouviu alguém dizer:
“Dá semente de mamão.”
“Dá alho.”
“Dá mastruz.”
“Dá semente de abóbora que elimina vermes.”

Esses fitoterápicos realmente aparecem na tradição popular e alguns também são estudados por possível ação vermífuga.

Mas eu preciso te dizer uma coisa:
natural não signif**a que pode dar para todo mundo!

Principalmente quando estamos falando de crianças.

Algumas plantas possuem compostos bioativos, podem ter efeitos no organismo, podem causar efeitos adversos e podem até ser tóxicas quando usadas da forma errada.

Por isso, a Pediatria Integrativa não vamls trocar remédio por planta, vamos ampliar o olhar.
É avaliar a criança, entender os sintomas, investigar quando necessário, cuidar do intestino, da alimentação, da higiene, da imunidade, do ambiente e da família.

Fitoterápicos podem ser aliados em alguns contextos, mas precisam ser usados com critério e orientação profissional.

O caminho mais seguro não é o excesso de medo, nem o excesso de confiança no “natural”. O caminho é o equilíbrio.

Ciência, natureza e responsabilidade caminhando juntas.

Com carinho,
Dra. Paty Pediatra

30/09/2026

Conhecer os sinais precoces de autismo não é procurar um diagnóstico em cada comportamento do bebê. É aprender a observar o desenvolvimento com mais atenção.

Nas consultas de puericultura, avaliamos muito além da fala: o olhar, a comunicação, os gestos, a interação social, o brincar, o desenvolvimento motor, as respostas aos estímulos, o comportamento e a aquisição de novas habilidades.

Um sinal isolado não signif**a autismo. O que importa é observar a criança como um todo e acompanhar sua trajetória de desenvolvimento ao longo do tempo.

E não precisamos esperar a fala atrasar ou os sinais f**arem mais evidentes para começar a observar.

Percebeu algo diferente? Alguma habilidade que não apareceu no período esperado ou que surgiu e depois desapareceu? Converse com o pediatra.

Avaliar precocemente não signif**a antecipar um diagnóstico. Signif**a não atrasar um cuidado quando ele for necessário.

Acompanhar o desenvolvimento também é prevenção.

Você já conhecia esses sinais precoces? Tem alguma dúvida sobre autismo e desenvolvimento infantil? Me conta aqui nos comentários. 👇

Uma fruta grátis pode parecer pouca coisa. Mas, quando olhamos para a infância, pequenos estímulos repetidos podem ensin...
29/09/2026

Uma fruta grátis pode parecer pouca coisa. Mas, quando olhamos para a infância, pequenos estímulos repetidos podem ensinar muito.

O programa oficial se chama Free Fruit for Kids, da rede australiana Woolworths. Ele começou em 2015 com uma proposta simples: crianças podem pegar gratuitamente uma fruta fresca, como banana, maçã, pera ou mexerica e para comer enquanto acompanham a família nas compras. No último ano fiscal divulgado, foram mais de 32 milhões de frutas distribuídas na Austrália e Nova Zelândia.

Mas o que mais me chamou atenção não foi o número. Foi o ambiente que eles decidiram criar para a criança.

Como pediatra integrativa, meu olhar não f**a apenas no “o que essa criança come?”. Eu gosto de investigar também: o que ela vê? O que está disponível? O que está ao alcance das mãos? O que os adultos comem perto dela? Quais alimentos aparecem como algo natural no cotidiano?

Porque formar hábitos alimentares não é simplesmente dizer: “coma uma fruta porque faz bem”.

É fazer com que alimentos de verdade façam parte da vida da criança, com naturalidade, repetição e exemplo.

Inclusive, uma análise sobre o próprio programa encontrou benefícios que iam além daquela fruta consumida durante as compras, incluindo estímulo a comportamentos alimentares mais saudáveis e familiarização com frutas.

E essa reflexão não vale apenas para supermercados.

Olhe para o ambiente da sua criança.
A fruta está visível? Está acessível?
O ultraprocessado ocupa mais espaço e chama mais atenção?
Ela vê os adultos comendo aquilo que esperam que ela coma?

Não precisamos buscar perfeição e nem transformar cada refeição em uma batalha. Precisamos entender que o ambiente também educa.

E talvez essa seja a parte mais bonita dessa iniciativa: em vez de apenas ensinar a criança a escolher melhor, alguém pensou em tornar uma boa escolha mais presente no caminho dela.

Obrigada pela reflexão Diego Ingrassia

Autismo em meninas: precisamos falar sobre isso. Nem sempre os sinais são tão evidentes. Às vezes, a menina que é vista ...
24/09/2026

Autismo em meninas: precisamos falar sobre isso.

Nem sempre os sinais são tão evidentes. Às vezes, a menina que é vista como “quietinha”, “obediente” ou que “não dá trabalho” pode estar fazendo um esforço enorme para se adaptar e esconder suas dificuldades.

Isso não signif**a que toda menina tímida ou tranquila seja autista. Signif**a que precisamos ampliar nosso olhar para o desenvolvimento e reconhecer os sinais que merecem investigação.

Porque identif**ar precocemente não é rotular. É compreender, acolher e oferecer o suporte necessário no momento certo.

Você já tinha ouvido falar sobre essa apresentação do autismo em meninas? Me conta nos comentários.

E compartilhe este post com outros pais e educadores. Essa informação pode ajudar uma menina a ser percebida mais cedo.

18/09/2026

Quando está escrito “infantil” na embalagem, é natural imaginar que aquele produto foi pensado para ser uma boa escolha para a criança. Mas nem sempre é tão simples.

O relatório do IDEC citado no vídeo analisou 12 produtos destinados a bebês e crianças pequenas. Em 8 deles, foram identif**ados diferentes tipos de resíduos.

Entre as substâncias encontradas estão:
• Agrotóxicos, como glifosato, glufosinato, bifentrina, deltametrina, pirimifós-metílico, tebuconazol e triciclazol
• Sanitizantes, como BAC, BAC-C12 e BAC-C14
• Insumos farmacêuticos ativos, como fipronil, fluazuron e lufenuron
• Outros compostos, como butóxido de piperonila e 2-fenilfenol

O produto com a maior variedade apresentou resíduos de sete agrotóxicos diferentes, além de um aditivo.

Isso não signif**a que você precise se culpar pelo que já ofereceu ao seu filho. Signif**a que precisamos olhar com mais atenção para aquilo que está dentro das embalagens, mesmo quando elas trazem palavras como “infantil”, “fortif**ado” ou outras promessas.

Na alimentação das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida, quanto menos dependência de pacotinhos e ultraprocessados, melhor.

Voltar ao simples também é uma forma de cuidado: menos pacotinhos, mais comida de verdade. Desembale menos e descasque mais.

16/09/2026

Quando uma criança vive em um ciclo de otite, sinusite, amigdalite e outras infecções respiratórias, não basta pensar apenas em tratar o próximo episódio.

Vale olhar para a frequência com que ela adoece, o uso recorrente de antibióticos e, principalmente, entender se existe algo que pode ser feito para reduzir essas recorrências.

É nesse contexto que estratégias como o Broncho-Vaxom podem entrar na avaliação de algumas crianças. Mas ele é apenas uma parte do cuidado.

Quando falamos de imunidade infantil, precisamos olhar também para vacinação, alimentação, sono, microbiota e para a história daquela criança.

Não existe uma fórmula para a criança “parar de f**ar doente”. Existe investigação e uma estratégia individualizada.

Talvez você esteja cansada de tentar.Cansada de conversar e não se sentir compreendida. De esperar atitudes diferentes. ...
13/09/2026

Talvez você esteja cansada de tentar.

Cansada de conversar e não se sentir compreendida. De esperar atitudes diferentes. De olhar para a pessoa que escolheu e já não reconhecer a mesma conexão.

Depois que os filhos chegam, marido e mulher muitas vezes deixam de se enxergar. Tornam-se apenas pai e mãe, administrando tarefas, contas, horários e noites mal dormidas. E o amor vai f**ando escondido em algum cantinho da casa.

Mas nem sempre o amor acabou. Às vezes, ele está sufocado pelo cansaço, por expectativas não compreendidas e por feridas que nunca foram verdadeiramente conversadas.

Nem toda crise signif**a o fim. Algumas são convites para amadurecer, rever atitudes, buscar apoio e aprender uma nova maneira de caminhar juntos.

Um casamento não se reconstrói com orgulho, cobranças ou disputas para descobrir quem tem razão. Ele começa a ser restaurado quando alguém baixa as armas, escuta com o coração e reconhece também as próprias falhas.

E o perdão faz parte desse caminho. Perdoar não apaga o que aconteceu, mas impede que a dor continue conduzindo nossas escolhas. Se você ainda não consegue, não se condene. Leve essa dificuldade para Deus e peça ao Espírito Santo que visite os lugares do seu coração que ainda doem.

Ore pelo seu casamento, mas também pela sua maturidade, pelas suas palavras e pela sua capacidade de acolher. Agradeça pela história construída e pelas pequenas coisas que o cansaço fez você deixar de perceber.

Se ainda existem amor, respeito, segurança e vontade dos dois, não tenham vergonha de buscar ajuda. Reconstruir também é um ato de coragem.

Não falo de relações marcadas por violência, abuso ou humilhação. Nesses casos, proteger a si mesma e aos filhos deve vir primeiro.

Mas, se a sua história ainda tem raízes vivas, talvez ela não precise ser arrancada. Talvez precise de cuidado, tempo, verdade, perdão, oração e água nova.

Que Deus lhe dê serenidade para não desistir, em um dia ruim, daquilo que ainda pode florescer por muitos anos. 🤍

Salve para reler com calma e compartilhe com alguém que esteja precisando de esperança.

10/09/2026

Novo conteúdo! Prático! E quero opinião de vocês!

Não é só o que seu filho consome que importa, a forma como alguns nutrientes são combinados também pode influenciar o aproveitamento pelo organismo.

🥚 A vitamina D é lipossolúvel, por isso refeições que contenham alguma fonte de gordura favorecem sua absorção.

🍊 No caso do ferro de origem vegetal, combinar a refeição com fontes de vitamina C pode aumentar sua absorção. Ex.: feijão + laranja, lentilha + limão.

🥛 Já grandes quantidades de cálcio junto às principais fontes de ferro podem reduzir seu aproveitamento. Por isso, dependendo da necessidade da criança, podemos organizar esses alimentos em momentos diferentes.

💊 E quando falamos de suplementação infantil, dose, horário e combinações precisam ser pensados individualmente. Mais suplemento não signif**a necessariamente mais saúde.

O objetivo é fazer o nutriente chegar ao organismo e ser bem aproveitado.

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Rua Tenente Nicolau Maffei 1320
Presidente Prudente, SP
19010900

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