Juliana Garcia - Psicologia Clínica

Juliana Garcia - Psicologia Clínica Atendimento psicológico para adolescentes e adultos. Nosso objetivo é identificar e tratar as causas e traumas que podem afetar suas atividades.

Psicóloga Clínica
Graduada em Psicologia em 2004
Terapeuta EMDR desde 2011
Terapeuta Brainspotting desde 2012
Diretora Fundadora da Associação Brasileira de Brainspotting em 2013
MBA em Gestão de Pessoas nas Organizações em 2014
Tesoureira da Associação Brasileira de Brainspotting de 2013 a 2016
Vice-Presidente da Associação Brasileira de Brainspotting com mandato de 2017 a 2019

O luto não é um ponto final, mas uma travessia que exige compreensão, tempo e, acima de tudo, um espaço seguro para ser ...
09/08/2026

O luto não é um ponto final, mas uma travessia que exige compreensão, tempo e, acima de tudo, um espaço seguro para ser sentida.

Honrar a primeira edição da nossa Jornada do Luto foi testemunhar a coragem de quem se permitiu olhar para a dor e transformá-la em um novo signif**ado.

Vimos vidas sendo reorganizadas, memórias sendo acolhidas e o desabrochar de uma nova esperança. Foi um processo profundo e emocionante que reforçou uma verdade essencial: o luto precisa ser compreendido para ser integrado.

Por isso, é com o coração transbordando gratidão que anuncio a abertura da 2ª Edição da Jornada do Luto.

Neste novo ciclo de 8 encontros semanais, divididos em 4 módulos fundamentais, caminharemos juntos pelo:

1️⃣ Direito de Sentir: validando cada emoção.
2️⃣ Legado e Memória: transformando a ausência em presença.
3️⃣ Cuidado com o Agora: respeitando o seu ritmo individual.
4️⃣ Novos Signif**ados: reconstruindo a rota com propósito.

Se você sente que é o momento de dar um lugar seguro à sua dor e permitir que a vida floresça novamente, eu convido você a fazer parte deste grupo.

Quer saber mais detalhes e garantir sua vaga?

Comente JORNADA aqui embaixo e eu entrarei em contato diretamente com você pelo direct para conversarmos sobre essa travessia.Vamos juntos ressignif**ar?

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06/08/2026

Renê Freitas with Let Repost
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Os homens de antigamente erravam, sim.
Traíam, se ausentavam, deixavam marcas difíceis.
Mas muitos, mesmo no erro… ainda eram honrados.

Não tiravam a mulher de casa.
Não escondiam patrimônio.
Não negavam os anos vividos, por mais dolorosos que fossem.

Hoje, o que vemos são homens que saem do casamento apagando a história.
Negando a união.
Querendo deixar quem esteve ao lado deles por décadas com as mãos vazias.

Não é sobre saudade do passado.
É sobre a falta de caráter no presente.

Você também tem visto esse tipo de comportamento? Comenta aqui.

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Existe um tipo de luto que muitas vezes não é reconhecido, não tem rituais de despedida, nem velório. É o luto pela ausê...
03/08/2026

Existe um tipo de luto que muitas vezes não é reconhecido, não tem rituais de despedida, nem velório. É o luto pela ausência.

E a ausência paterna, seja ela física ou emocional, é uma ferida profunda que pode ecoar por toda a vida.

Para muitas pessoas, a figura paterna é um pilar de segurança, apoio e identidade. Quando esse pilar está ausente, o vazio que se instala pode gerar sentimentos complexos: abandono, rejeição, raiva, tristeza e uma busca incessante por preenchimento.

Essa dor, por ser invisível aos olhos da sociedade, muitas vezes é silenciada. Mas ela é real. E precisa ser validada.

É um luto legítimo, que merece espaço para ser sentido, compreendido e elaborado.

Se você viveu ou vive essa ausência, saiba que sua dor é válida. Você não está sozinha. É possível ressignif**ar essa experiência e construir uma vida plena, mesmo com as marcas que a ausência deixou.

Permita-se sentir. Permita-se buscar apoio. Permita-se curar.

Compartilhe nos comentários: Você já sentiu um luto que não teve velório?

Como você o nomearia?

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Minha alma tem a estrutura das montanhas: firme, antiga e habituada aos ventos fortes. Tornei-me uma mulher de muitos re...
03/08/2026

Minha alma tem a estrutura das montanhas: firme, antiga e habituada aos ventos fortes. Tornei-me uma mulher de muitos recomeços porque entendi que a vida não é uma linha reta, mas um ciclo eterno de desabrochar.

Minha segurança incomoda apenas a quem ainda teme o próprio reflexo. Minha força? Ela não nasceu pronta; foi forjada no silêncio de cada vez que o chão me recebeu e eu decidi que o céu era o meu lugar.

Mulher, não desista da sua própria alegria. O mundo tenta nos dobrar, mas nós fomos feitas para dançar sob a chuva.

Voei baixo para aprender o caminho, mas agora habito as alturas da minha própria autoconfiança.

Sou a mulher que incomoda porque não pede licença para viver, nem desculpas por ser inteira.

Minha história é feita de quedas, e que com certeza se parece com a sua história e de tantas outras mulheres.

Se a vida te derrubou, use o chão como impulso. Se o mundo te silenciou, deixe que sua felicidade seja o som mais alto.

Recomece quantas vezes forem necessárias, até que a única coisa que reste seja a certeza de que você se tornou quem sempre merece ser.

02/08/2026

Momentos mais que especiais, de uma semana com a minha irmã passando ferias aqui em casa.

Ha 22 anos moro longe da minha familia, mas a distância nunca foi um fator pra distância, nos fazemos presente de um jeito ou de outro.

As vezes eu vou, outras vezes eles veem, em alguns momentos viajamos e nos encontramos em algum lugar, e assim compartilhamos a vida.

Irmãos dividem fases cruciais das nossas vida, na infância compartilhamos descobertas e traumas, momentos que superamos outros que nos marcam.

Depois, crescemos, seguimos caminhos distintos em busca de estudo, carreira e sonhos, mas mesmo assim seguimos compartilhando vida, só que a partir desse momentos, isso passa a ser escolha.

Escolhemos continuar compartilhando fase e vida.

Hoje nos despedimos, mas ja ja estaremos juntos de novo.

A vida é feita de momentos, que possamos ter afeto e sabedoria para viver todos os momentos, seja riso solto ou choros necessários.

Obrigada por todos os momentos Adriana Garcia amo.

Esses últimos dias me fizeram refletir sobre o que realmente importa quando falamos de tempo.Muitas vezes, a correria do...
27/07/2026

Esses últimos dias me fizeram refletir sobre o que realmente importa quando falamos de tempo.

Muitas vezes, a correria do dia a dia nos faz acreditar que precisamos de "mais horas", mas a verdade é que o que nossos filhos e relacionamentos mais precisam é da nossa presença real.

Qualidade de tempo não é sobre a duração, mas sobre a intensidade da conexão. É sobre aquele momento em que o celular f**a de lado, as preocupações silenciam e o foco está totalmente ali, no toque, no olhar, na escuta.

Nesta última semana do mês, convido você a olhar para a sua agenda não apenas com foco em produtividade, mas com foco em presença.

Estar inteira em pequenos momentos vale muito mais do que estar "ao lado" por horas com a mente em outro lugar.

A maternidade e a vida acontecem no agora. Que possamos escolher, todos os dias, investir na qualidade do tempo que oferecemos a quem amamos e a nós mesmas.

Agora me conta. Qual foi o último momento em que você se sentiu verdadeiramente presente hoje?

Muitas vezes, a maternidade é vista como um caminho de doação absoluta, onde as necessidades da mãe f**am sempre em segu...
22/07/2026

Muitas vezes, a maternidade é vista como um caminho de doação absoluta, onde as necessidades da mãe f**am sempre em segundo plano.

Mas a verdade é que você não consegue oferecer o seu melhor se estiver exausta, sobrecarregada e desconectada de si mesma.

O autocuidado na maternidade não é um luxo, é uma necessidade básica. Não se trata apenas de momentos de lazer, mas de reconhecer seus limites, validar suas emoções e reservar um espaço para nutrir a mulher que existe para além da mãe.

Quando você cuida da sua saúde mental, você se torna uma mãe mais presente, equilibrada e inspiradora.

Lembre-se: seus filhos não precisam de uma mãe perfeita, eles precisam de uma mãe inteira. E para estar inteira, você precisa se priorizar de vez em quando.

Permita-se pausas. Permita-se ajuda. Permita-se ser cuidada também.

Compartilhe nos comentários: O que você fez por você hoje, por menor que tenha sido?

A maternidade é uma jornada de transformações profundas, descobertas e, muitas vezes, de desafios silenciosos.É comum se...
21/07/2026

A maternidade é uma jornada de transformações profundas, descobertas e, muitas vezes, de desafios silenciosos.

É comum sentirmos a pressão de "dar conta de tudo", de sermos a mãe perfeita, a esposa dedicada, a profissional exemplar.

Mas, nessa busca incessante, onde f**a o espaço para a sua própria saúde mental?Buscar apoio profissional não é um sinal de fraqueza, mas um ato de coragem e sabedoria.

A psicoterapia oferece um espaço seguro e acolhedor para você processar suas emoções, validar suas dores e redescobrir sua força. É um investimento em você, que reflete diretamente na qualidade da sua relação com seus filhos e com o mundo.

Ter um profissional ao seu lado para caminhar por essas águas, muitas vezes turbulentas, permite que você ressignifique experiências, estabeleça limites saudáveis e cultive uma maternidade com mais leveza e consciência.

Você merece ser cuidada. Você merece ter um espaço só seu.Lembre-se: cuidar de você é a melhor forma de cuidar de quem você ama.

Se você sente que este é o momento de buscar esse apoio, eu estou aqui para te acompanhar. Clique no link da bio para agendar sua sessão.

Em meio às exigências do dia a dia, muitas vezes nos vemos tentando carregar o mundo nas costas, silenciando dores e emo...
17/07/2026

Em meio às exigências do dia a dia, muitas vezes nos vemos tentando carregar o mundo nas costas, silenciando dores e emoções para parecer fortes.

Mas a verdade é que a força genuína reside também na vulnerabilidade, na capacidade de reconhecer que não precisamos dar conta de tudo sozinhas.

Se você se sente sobrecarregada, confusa ou simplesmente precisa de um lugar para desabafar sem julgamentos, saiba que este é um espaço seguro para o seu sentir.

Aqui, sua dor é validada, suas emoções são acolhidas e seu processo é respeitado.Não há problema em pedir ajuda. Não há vergonha em buscar apoio.

Pelo contrário, é um ato de coragem e amor-próprio. Permita-se soltar um pouco do peso, respirar e encontrar o amparo que você merece.

Lembre-se: você não está sozinha nessa jornada. E ter um espaço para compartilhar o que se passa dentro de você é o primeiro passo para a cura e o bem-estar.

Compartilhe nos comentários: O que você mais precisa acolher em si hoje?

Essa semana, minha filha esteve fora, jogando basquete com o time. Sete dias. Sete dias em que a casa ficou um pouco mai...
16/07/2026

Essa semana, minha filha esteve fora, jogando basquete com o time. Sete dias. Sete dias em que a casa ficou um pouco mais silenciosa, a rotina um pouco diferente.

E, em meio à saudade e ao orgulho imenso de vê-la trilhando o próprio caminho, uma reflexão profunda me veio: o luto invisível na maternidade.É um luto que não tem velório, não tem flores, mas que dói.

Dói a cada etapa que nossos filhos conquistam autonomia, a cada passo que dão em direção à própria vida. É o luto pela criança que não é mais bebê, pelo adolescente que se torna adulto, pelo ninho que, aos poucos, vai se esvaziando.

É o luto por uma fase que se encerra, por uma versão de nós mesmas que se transforma.E, como psicóloga, sei o quanto é crucial validar essa dor. Não é egoísmo, não é falta de amor. É um processo natural de desapego e redefinição.

Mas, mais do que isso, é um convite. Um convite para olharmos para nós mesmas, para a vida que construímos para além da maternidade. Para os nossos próprios sonhos, hobbies, projetos e paixões.

Ter uma vida preenchida, com nossos próprios interesses e propósitos, não nos torna menos mães. Pelo contrário, nos torna mulheres mais inteiras, mais felizes e, consequentemente, mães mais presentes e inspiradoras.

É dar espaço para que eles voem, sabendo que temos nosso próprio chão para pisar.Minha reflexão para você hoje é: o que você tem cultivado em seu jardim particular?

Como você tem nutrido a mulher que existe para além da mãe? Dar esse espaço aos filhos é também dar espaço a si mesma, sendo amparo e apoio nessa nova fase, tanto para eles quanto para você.

Compartilhe nos comentários: Você já sentiu esse luto invisível? Como você tem preenchido seu próprio espaço?

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