Fabiana Barbosa Psicóloga

Fabiana Barbosa Psicóloga Minha missão é construir um mundo melhor começando por você.

Espaço para troca de informações e aprendizados com o propósito de plantar sementes de melhoria do ser humano. Comportamento humano, coaching de vida, coaching executivo, liderança, psicoterapia, brainspotting, melhoria de desempenho.

03/08/2026

A VIDA NÃO ACONTECE DENTRO DA SUA CABEÇA.

Hoje não teve nada grandioso.

Teve Brida pela manhã.
Teve chácara.
Teve amigas.
Teve conversa, risada, passarinho, natureza.
Teve até eu entrando na lagoa para arrancar alga do fundo.

E teve vida.

Vida acontecendo enquanto a minha mente tinha menos espaço para fazer aquilo que ela sabe fazer tão bem: criar histórias.

A gente passa tempo demais tentando resolver a vida pensando.

Revendo o que já aconteceu.
Antecipando o que talvez aconteça.
Organizando mentalmente o que ainda precisa ser feito.

E, enquanto isso, pode deixar passar justamente a única parte da vida que realmente existe: o agora.

Estar presente não significa esvaziar a cabeça ou parar de pensar.

Significa perceber quando a mente nos sequestra para lugares que não existem naquele momento e conseguir voltar.

Para a conversa.

Para as pessoas.

Para o corpo.

Para a natureza.

Para uma lagoa cheia de algas que alguém precisava arrancar. 😂

É uma das coisas que ensino no A Mente Mente: você não precisa acreditar, acompanhar ou resolver cada pensamento que aparece.

Porque a mente vai continuar contando histórias.

Só não deixe que, enquanto você escuta todas elas, a vida passe do lado de fora.

Hoje eu fiz questão de estar nela. E você, o que viveu hoje?

01/08/2026

A mente não é sua inimiga.

Quando ela prevê que tudo vai dar errado, manda você evitar alguma coisa, exige perfeição ou diz que é melhor esperar mais um pouco, muitas vezes ela está tentando fazer aquilo para o qual foi treinada: proteger você.

O problema é quando proteção vira limitação.

Quando você começa a tratar pensamentos como fatos, medo como ordem e desconforto como sinal de que precisa desistir.

Eu também precisei aprender a perceber isso.

E talvez essa seja uma das razões pelas quais o A Mente Mente seja tão importante para mim.

Ele reúne conhecimentos e ferramentas que eu gostaria de ter aprendido muito antes.

Não para ter uma vida sem medo, ansiedade, tristeza ou pensamentos difíceis.

Mas para aprender a lidar melhor com tudo isso e não entregar à minha mente todas as decisões da minha vida.

A mente não mente para machucar você. Ela tenta proteger você. Só que, às vezes, acaba protegendo você da própria vida.

É justamente essa relação com a mente que eu ensino no A Mente Mente.

Se você quer conhecer o curso, escreva EU QUERO nos comentários ou acesse o link para saber mais.

27/07/2026

Verona foi fácil, né, meus amores. 😂

Uma pequena sacada italiana, viagem, cenário diferente e eu toda plena pendurando minhas roupinhas e falando sobre apreciar as coisas simples da vida.

Agora quero ver fazer isso na sacada de casa.

E é justamente aí que mora o aprendizado.

Porque presença não pode depender de a paisagem ser bonita o suficiente para a gente querer estar nela.

Hoje eu estava ali, colocando roupa para secar, e percebi o quanto tenho aprendido a apreciar também esses pequenos serviços de cuidado com a minha casa.

Isso não foi muito natural para mim.

Eu fui educada para estudar, trabalhar, produzir, conquistar.

Não exatamente para olhar para uma roupa lavada, uma cozinha organizada ou uma casa sendo cuidada e enxergar valor nisso.

Durante muito tempo, tarefas domésticas vinham acompanhadas de resistência.

“Tenho que fazer isso.”

“Que saco.”

“Queria estar fazendo outra coisa.”

E olha a mente entrando em cena outra vez.

Porque a tarefa precisa ser feita de qualquer maneira.

Só que, quando eu acrescento resistência ao que já precisa ser feito, além da tarefa, eu ganho sofrimento de brinde.

Tenho aprendido outra possibilidade.

Fazer o que precisa ser feito sem brigar o tempo inteiro com o fato de que precisa ser feito.

E, em alguns momentos, até apreciar.

Não porque lavar roupa virou o grande acontecimento da minha vida.

Mas porque a minha vida também está acontecendo enquanto eu lavo roupa.

Talvez apreciar as coisas simples seja exatamente isso.

Não precisar estar em Verona para perceber que existe vida acontecendo na sacada de casa.

Porque uma mente presente não precisa de uma paisagem extraordinária.

Ela aprende a não perder a vida comum enquanto espera pelos momentos extraordinários.

25/07/2026

Sentir medo não significa que você precisa fugir.

Sentir raiva não significa que você precisa atacar.

Sentir ansiedade não significa que você precisa evitar.

E estar desmotivada não significa que você precise desistir do que é importante para você.

A emoção é real e merece ser validada.

Mas validar uma emoção é diferente de entregar a ela o poder de decidir o que você vai fazer.

Emoções são sinais.

Elas trazem informações sobre aquilo que estamos vivendo, sobre nossas necessidades, nossos limites, nossas perdas e até sobre aquilo que valorizamos.

O problema começa quando transformamos esse sinal em uma ordem.

A raiva pode dizer: “algo aqui me feriu”.

Mas sou eu quem decide como responder.

O medo pode dizer: “isso parece perigoso”.

Mas sou eu quem avalia se existe realmente um perigo ou apenas desconforto diante do novo.

A tristeza pode pedir recolhimento.

Mas sou eu quem precisa perceber quando esse recolhimento começa a me afastar da vida.

Regulação emocional não é parar de sentir.

É conseguir reconhecer o que você sente, validar essa experiência, regular a intensidade da emoção e, então, escolher uma ação coerente com a vida que você quer construir.

A emoção pode ocupar o banco do passageiro.

Só não precisa dirigir o carro.

Sentir é humano. Escolher como agir é uma habilidade.

24/07/2026

Durante muito tempo, eu achei que só merecia me parabenizar quando alcançasse um grande resultado.

Quando terminasse tudo.

Quando estivesse perfeito.

Quando pudesse dizer: “Agora sim.”

Só que existe um problema nessa lógica.

Se o cérebro só recebe reconhecimento no final da caminhada, ele percorre todo o caminho acreditando que ainda não fez o suficiente.

E isso desgasta.

Desanima.

Faz muita gente desistir antes mesmo de chegar.

Esses dias, depois da viagem, eu precisava reorganizar a minha casa.

Parecia uma missão enorme.

No primeiro fim de semana, a minha maior conquista foi arrumar uma única gaveta.

E eu fiz questão de me dar um parabéns.

Na semana seguinte, consegui reorganizar um cômodo inteiro.

Foi ali que percebi, mais uma vez, que a motivação não aparece primeiro.

Ela cresce à medida que reconhecemos cada pequeno passo.

É assim que fortalecemos a autoconfiança.

É assim que ensinamos ao cérebro que somos capazes.

No trabalho.

Na casa.

No esporte.

Nos relacionamentos.

Na vida.

A mente vai dizer que ainda é pouco.

Que ainda falta muito.

Que não vale comemorar.

Mas a mente mente.

Quem aprende a celebrar os pequenos passos chega mais longe do que quem espera apenas pelas grandes vitórias.

Porque pequenos passos também mudam destinos. 🤍

Se essa mensagem fez sentido para você, escreve EU CONSIGO nos comentários.

Talvez esse seja o primeiro pequeno passo que a sua mente precisava dar hoje.

13/07/2026

Quem diria que um dos momentos mais especiais da minha viagem seria... pendurar roupas no varal de uma pequena sacada em Verona.

Anos atrás, isso seria motivo de reclamação.

Eu provavelmente estaria pensando:

“Não acredito que estou na Itália e preciso perder tempo lavando roupa.”

Sim.

Eu já fui essa pessoa.

A pessoa que vivia mais dentro da própria mente do que dentro da própria vida.

Ali, em Verona, foi diferente.

Enquanto pendurava cada peça, eu olhava para aquela vista e pensava:

“Que privilégio estar aqui.”

A tarefa era exatamente a mesma.

O que mudou foi a forma de vivê-la.

É isso que uma mente presente faz.

Ela não elimina os desconfortos da vida.

Ela impede que a nossa mente transforme um pequeno desconforto em sofrimento.

A vida não é feita apenas de grandes momentos.

Ela acontece enquanto lavamos roupa.

Esperamos um trem.

Fazemos uma fila.

Tomamos um café.

Conversamos com alguém.

Quem aprende a estar presente descobre que até as coisas simples podem se tornar preciosas.

Foi justamente por acreditar nisso que nasceu o A MENTE MENTE. Porque a mente mente.

E quando você deixa de acreditar em todas as histórias que ela conta, começa a viver a vida que está acontecendo de verdade.

Se você quiser aprender a viver mais a vida e menos as histórias que a mente conta, escreva EU QUERO nos comentários. Eu envio todas as informações sobre a última turma do *A MENTE MENTE*na versão original.

03/07/2026

Quando gravei esse vídeo, achei que estava apenas fazendo uma brincadeira.

Uma leoa.

Cansada.

Assustada.

Mas ainda de pé.

Depois descobri que esse monumento é uma homenagem às mulheres que viveram a guerra.

E tudo ganhou um novo significado.

No consultório, vejo isso com muita frequência.

As pessoas chegam dizendo:

“Nem foi tão grave.”

“Acho que estou exagerando.”

“Eu não deveria me sentir assim.”

Mas, quando olhamos com atenção para a história que elas viveram…

Perdas.

Lutos.

Pressões.

Doenças.

Violências.

Responsabilidades.

Mudanças.

Muitas vezes, o que elas chamam de exagero é apenas uma resposta humana a experiências muito difíceis.

É por isso que a validação emocional é tão importante.

Validar não é concordar.

É reconhecer que existe uma história por trás daquela emoção.

Que o cansaço faz sentido.

Que o medo faz sentido.

Que as lágrimas fazem sentido.

Talvez a pergunta não seja:

“Por que você está tão cansada?”

Talvez seja:

“Depois de tudo o que você viveu, como não estaria?”

Acolher a própria história é um dos primeiros passos para cuidar da saúde mental.

Porque, às vezes, o mais surpreendente não é o quanto você está cansada.

É o fato de ainda estar de pé.

A leoa que habita em mim saúda a leoa que habita em você.

01/07/2026

Eu já falo há muito tempo que a mente mente.

Mas, às vezes…

ela também esquece. 😂

Depois de dias viajando, mudando de país, de rotina, de horários e até de bolsa, consegui perder justamente o documento que eu mais precisava.

O passaporte.

Na hora bateu o desespero.

A mente começou a fazer o que ela sabe fazer muito bem.

Criar cenários.

“Perdeu.”

“Roubaram.”

“Vai estragar a viagem.”

Passei a noite revendo cada passo que tinha dado.

Dormi mal.

E, ironicamente, dormir mal piora justamente uma das habilidades que eu mais precisava naquele momento: a atenção.

Felizmente, tudo indica que o passaporte ficou no carro alugado e estou indo buscá-lo.

Mas essa história me lembrou de algo importante.

Ter atenção não é simplesmente querer prestar atenção.

Nossa capacidade de atenção muda quando estamos cansados, privados de sono, emocionalmente sobrecarregados ou vivendo muitas mudanças ao mesmo tempo.

Por isso, cuidar da saúde mental também é cuidar do sono.

Do descanso.

Da organização.

E de criar estratégias para compensar aquilo que a mente, às vezes, não consegue fazer sozinha.

No fim das contas, essa história não foi só sobre um passaporte.

Foi mais uma lembrança de que a mente merece cuidado.

Porque, quando a gente cuida dela, ela também cuida da gente.
E me conta uma coisa…

Qual foi o maior perrengue que a sua atenção já te fez passar?

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