julianattavares.psi

julianattavares.psi Psicóloga Clínica 📍
CRP 02/21493 Ψ
Base Fenomenológica Existencial 🍃
E-mail: [email protected] 📝
Público Alvo: Adolescentes e Adultos 👥

20/08/2020

"... que a liberdade seja nossa própria substância." 🍃🌷

RESPEITO. Para poder exercer a liberdade de SER.LIBERDADE.Para garantir a possibilidade de AMAR.AMOR.Para fazer TUDO val...
29/06/2020

RESPEITO.
Para poder exercer a liberdade de SER.

LIBERDADE.
Para garantir a possibilidade de AMAR.

AMOR.
Para fazer TUDO valer a pena.

Que o AMOR possa quebrar os rótulos, os paradigmas e as correntes da indiferença e do preconceito. E que todxs possam viver de forma autêntica, sem reservas e com a liberdade de caminhar em busca da simples possibilidade de poder EXISTIR. ❤️

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Juliana Tavares - CRP 02/21493 🌈

É fato que nada esteve tão em voga na contemporaneidade como o fenômeno das relações humanas. E o processo de quarentena...
23/06/2020

É fato que nada esteve tão em voga na contemporaneidade como o fenômeno das relações humanas.

E o processo de quarentena parece ter intensificado a discussão sobre a fragilidade dos vínculos afetivos, uma vez que o cenário da líquida vida moderna nos coloca diante de possibilidades de convívio nunca experimentadas. Nosso mundo encontra-se marcado por um profundo paradoxo existencial: ora objetificamos as relações interumanas e transformamos o outro em mercadorias potencialmente descartáveis, ora nos colocamos excessivamentes próximos a ponto de engolir ou sermos engolidos por aqueles que nos cercam. Dar conta deste movimento de ambivalência não é fácil, mas é possível.

Penso que apropriar-se do nosso modo de ser através do exercício do autoconhecimento viabiliza oportunidades de compreensão das relações que estabelecemos não só conosco, mas também com outrem e com o mundo. Tomar consciência de quem somos, através do processo de psicoterapia nada mais é do que perceber quais os caminhos possíveis para o resgate de uma convivência legítima e afetuosa com os entes que fazem parte da nossa teia de vinculações.

Mergulhar nesse universo de possibilidades é apenas o início de um trabalho terapêutico que pode desvelar o verdadeiro sentido do seu modo de ser no mundo.



Juliana Tavares - CRP 02/21493 🌻

Recentemente fomos tomadxs por um vendaval de acontecimentos que, de certa forma desorganizaram nossos afetos e percepçõ...
10/06/2020

Recentemente fomos tomadxs por um vendaval de acontecimentos que, de certa forma desorganizaram nossos afetos e percepções. Primeiro, o descomunal episódio do novo Coronavírus. Nossas rotinas foram desconstruídas da noite para o dia; nossas emoções foram reviradas dentro de uma gaveta existencial que aparentemente se mostrava bem organizada e o medo foi o sentimento que fez (e talvez ainda faça) morada constante em nossas vidas. Este cenário de crise sanitária continua causando espanto e por muitas vezes, temor. Mas estamos aprendendo a ressignificar. Seguimos em busca de novas possibilidades de existir.

No decorrer desta pandemia, instaura-se um pandemônio. De ordem política, social, cultural, econômica. Não havia visto nada semelhante durante pouco mais de 30 anos de vida. Um desgoverno negacionista que minimiza fatos e reduz a existência dx outrx à quase nada. Uma sociedade majoritariamente ra***ta e elitista, que em atos de imensa atrocidade e negligência ceifam uma vida, ao mesmo tempo em que extirpam as perspectivas de crescimento de tantas outras. Um panorama impensável, eu diria. Ainda assim seguimos firmes na caminhada, entendendo que posicionar-se diante de todos esses fatos é urgente e necessário!

Mas o que poderia ser comum em todos esses contextos? Eu respondo a vocês:

E-S-P-E-R-A-N-Ç-A!

E não falo sobre uma esperança romântica, utópica e até fantasiosa. Me refiro a esperança que nos fez/faz chegar até aqui. A esperança que representa luta e resistência, que nos impulsiona e nos permite persistir mesmo em meio a tantos obstáculos. A esperança proativa, que nos faz seguir adiante. Porque como bem mencionou o Professor Zeferino Rocha: esperança não é esperar, é caminhar. Que muito em breve tudo isso possa fazer sentido pra gente e que este temporal de acontecimentos nos faça enxergar o óbvio: o OUTRO.

Juliana Tavares - CRP 02/21493 🌻

Nos últimos tempos tenho visto inúmeros discursos que falam sobre solidão e solitude. Às vezes até me surpreendo com o m...
26/05/2020

Nos últimos tempos tenho visto inúmeros discursos que falam sobre solidão e solitude. Às vezes até me surpreendo com o movimento de fuga da solidão, que grande parte da sociedade contemporânea tem feito: estar na zona de conforto e alimentar um sentimento de falsa positividade é mais sensato do que habitar o espaço de confronto com a realidade que ali se apresenta.

No entanto, o confronto com emoções e experiências negativas é de certa forma uma possibilidade de engradecimento da existência. Conviver com a solidão e com a solitude é algo imprescindível. É a partir destas vivências que encontramos caminhos e oportunidades para acolher o nosso modo de ser.

Mas de que forma podemos compreender estas duas tonalidades afetivas?

A solidão é uma experiência enraizada no modo de ser humano e nos oferece duas perspectivas de compreensão:

Solidão como cultivo de si (solitude): a solidão como cultivo de si é a oportunidade que o sujeito encontra para estabelecer um diálogo silencioso de si consigo mesmo. Como pensava Hannah Arendt, é nesta ocasião que o indivíduo pode transformar-se numa espécie de "dois-em-um". Solidão traduzida como solitude é a busca por autoconhecimento; é poder familiarizar-se com seus próprios sentimentos; é permitir acessar o "infinito particular" da sua maneira de existir no mundo.

Solidão como perda de si (desolação): a solidão como perda de si remete à ideia de impossibilidade. É, por muitas vezes, não conseguir encontrar refúgio em si mesmo. É procurar preencher um vazio existencial que é só seu, através das relações que estabelece com o outro e com o mundo. Esta dimensão negativa da solidão costuma implicar dor e sofrimento ao sujeito e pode ser vivenciada de diversas maneiras e em variados graus. É inerente à condição humana, mas ainda assim, possível de ser vivida.

Reitero que tanto a solitude como a desolação são vivências que fazem parte do dia-a-dia de todx e qualquer indivíduo. Confrontar os aspectos da solidão é escolher a legitimidade, fortalecendo assim a sua caminhada existencial! E se em algum momento tudo isso parecer difícil, busque ajuda: faça terapia!

Juliana Tavares - CRP 02/21493 🌻

“Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crue...
19/05/2020

“Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”

O trecho acima citado corresponde ao que preconiza o artigo Nº 5 da Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Além da luta antimanicomial, esta é outra importante discussão produzida pelo dia 18 de maio – data também escolhida para representar o combate ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes.

Calar-se diante de qualquer forma de violência e coerção contra crianças e adolescentes é mais do que infringir a lei: é tornar-se cúmplice de atos arbitrários e hostis, que provocam imensa dor e mal estar naquelx que é coagidx.

Transgredir as barreiras do silêncio é compromisso de todxs!

Juliana Tavares - CRP 02/21493 🌻

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