14/05/2026
A classificação da doença renal crônica proposta pelo KDIGO vai muito além de “olhar a creatinina”. Ela combina duas informações fundamentais: a taxa de filtração glomerular (TFG) e a albuminúria.
A partir dessa combinação, surge o famoso “mapa de calor” da doença renal crônica, que ajuda a estimar o risco de progressão da doença, eventos cardiovasculares e até mortalidade.
De forma geral: 🟢 quanto mais “frio” o mapa, menor o risco; 🔴 quanto mais “quente”, maior a necessidade de um acompanhamento e tratamento intensivos.
Claro que pacientes no mesmo quadrante podem evoluir de maneiras diferentes, mas entender em que posição o paciente se encontra ajuda muito na tomada de decisão e na definição do quanto devemos agir para reduzir o risco de desfechos graves.
Mais do que classificar, o objetivo é identificar risco cedo e atuar antes da progressão.