Adriana Franklin Psi

Adriana Franklin Psi Psicóloga Clínica e psicoterapeuta.

“Se avexe não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada.”A ansiedade nos faz querer viver o amanhã antes da hora.A...
05/03/2026

“Se avexe não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada.”

A ansiedade nos faz querer viver o amanhã antes da hora.

A mente cria cenários, problemas, respostas e medos para algo que ainda nem aconteceu.
Mas a verdade é simples:
o futuro é sempre uma possibilidade, nunca uma certeza.

Amanhã pode trazer mudanças, surpresas, caminhos novos…
ou apenas um dia comum.
E está tudo bem.

A vida não precisa ser controlada o tempo todo.

Às vezes, o maior gesto de saúde emocional é aprender a confiar no tempo.

Respire.
Viva o hoje.
E deixe o amanhã chegar quando for a hora.

Adriana Franklin
Psicóloga – CRP 02/7190

Contato: (81) 99269-6394

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Homens também são vítimas de narcisistas?Sim. Homens podem viver relações marcadas por manipulação, controle, desvaloriz...
05/02/2026

Homens também são vítimas de narcisistas?

Sim. Homens podem viver relações marcadas por manipulação, controle, desvalorização, culpa constante e abuso psicológico. O sofrimento existe, mas muitas vezes é invisibilizado.

O preconceito faz com que homens tenham ainda mais dificuldade de reconhecer e falar sobre isso, por medo de parecerem fracos, incapazes ou “menos homens”.

Independe de gênero?

✔ Sim, independe de gênero.
Pessoas com traços narcisistas podem se relacionar de forma abusiva com homens, mulheres ou em relações homoafetivas.
O que muda não é o abuso em si, mas:
a forma como ele se manifesta
e como a vítima é socialmente autorizada (ou não) a pedir ajuda

👉 Mas isso não invalida o sofrimento masculino.

Homens sofrem — apenas falam menos e são menos acolhidos quando falam.

Características comuns em homens vítimas de narcisistas:

•Dificuldade de reconhecer que estão sendo abusados
•Culpa constante (“o problema sou eu”)
•Isolamento emocional
•Desvalorização contínua
•Medo de não serem acreditados
•Vergonha de buscar ajuda
•Queda de autoestima e identidade

Muitos só procuram ajuda quando já estão profundamente esgotados emocionalmente.
Importante dizer

Violência psicológica não escolhe gênero, mas a sociedade escolhe quem pode sofrer em silêncio.

A terapia é um espaço onde homens e mulheres podem:

•nomear o abuso
•resgatar a autoestima
•reconstruir limites
•recuperar a própria identidade

Buscar ajuda não diminui ninguém.
Pelo contrário: é um ato de coragem.

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O divórcio de um narcisista não encerra automaticamente os efeitos do abuso emocional. O pós-divórcio pode ser desafiado...
02/02/2026

O divórcio de um narcisista não encerra automaticamente os efeitos do abuso emocional.

O pós-divórcio pode ser desafiador, mas com apoio, limites e cuidado psicológico, é possível retomar a própria vida com mais clareza e dignidade.

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Essa é uma pergunta muito comum — e muito honesta. 🤍De forma geral, não é possível sustentar uma felicidade saudável ao ...
30/01/2026

Essa é uma pergunta muito comum — e muito honesta. 🤍

De forma geral, não é possível sustentar uma felicidade saudável ao casar com alguém narcisista, especialmente quando há traços marcantes de falta de empatia, manipulação, controle e desvalorização do outro.

No início, a relação pode parecer intensa, encantadora e até ideal. Mas, com o tempo, a dinâmica costuma se tornar desigual: as necessidades do narcisista vêm sempre em primeiro lugar, enquanto o parceiro aprende a se adaptar, se calar e se diminuir para manter a relação. A “felicidade”, quando existe, costuma ser breve, condicionada e à custa da própria saúde emocional.

Relacionamentos saudáveis se constroem com empatia, diálogo, responsabilidade afetiva e capacidade de reconhecer erros. Quando esses elementos não estão presentes, o que se mantém não é felicidade — é sobrevivência emocional.

A terapia ajuda a compreender essa dinâmica, diferenciar amor de dependência emocional e resgatar a própria autonomia. Você não precisa se anular para ser amada(o).

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Casar com uma pessoa narcisista pode se tornar uma experiência emocionalmente desgastante e confusa. No início, a relaçã...
27/01/2026

Casar com uma pessoa narcisista pode se tornar uma experiência emocionalmente desgastante e confusa.

No início, a relação costuma ser intensa, envolvente e marcada por idealização. Com o tempo, porém, surgem o controle, a manipulação, a desvalorização constante e a falta de empatia. 🤍

No casamento, o narcisista tende a colocar suas necessidades acima de tudo, invalida sentimentos, distorce fatos, transfere culpas e faz o outro duvidar da própria percepção. A parceria deixa de ser um espaço de apoio e passa a ser um campo de tensão, onde a autoestima vai sendo minada aos poucos.

Muitas pessoas permanecem nesse tipo de relação por medo, dependência emocional, esperança de mudança ou por acreditarem que estão exagerando. Esse é um dos efeitos mais dolorosos da dinâmica narcísica: o desgaste silencioso da identidade e da autonomia emocional.

A terapia é fundamental para quem vive ou viveu um casamento assim. É no espaço terapêutico que se torna possível nomear o abuso emocional, reconstruir a autoestima, fortalecer limites e resgatar a própria voz. Amor não deveria causar medo, confusão ou anulação.

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A morte de Orelha, um cachorro comunitário cuidado e respeitado pela vizinhança, não é apenas um crime contra um animal....
27/01/2026

A morte de Orelha, um cachorro comunitário cuidado e respeitado pela vizinhança, não é apenas um crime contra um animal. É um alerta sobre a violência crescente e sobre sinais psicológicos que não podem ser ignorados.

A crueldade contra animais está frequentemente associada à banalização da violência, à falta de empatia, à desresponsabilização pelos próprios atos e ao prazer no domínio sobre o mais vulnerável.

Quando jovens atravessam limites dessa forma, não se trata de “brincadeira”, impulso ou contexto social — trata-se de um comportamento grave que exige responsabilização e intervenção.

Violência não surge do nada. Ela é construída quando limites não são ensinados, quando a dor do outro é desumanizada e quando atos cruéis não encontram consequências. Ignorar esses sinais é permitir que a violência se amplifique e se desloque para outras vítimas.

Proteger os animais é também proteger a sociedade. Falar sobre empatia, ética, responsabilidade e saúde mental é urgente. Silenciar é colaborar.

Justiça por Orelha. 🐾

Que esse caso nos convoque à ação, à denúncia e ao cuidado com a vida em todas as suas formas.

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O que ninguém te contou sobre dizer “não”.Dizer “não” não é falta de amor, é limite.Mas muitas pessoas aprenderam que se...
23/01/2026

O que ninguém te contou sobre dizer “não”.
Dizer “não” não é falta de amor, é limite.

Mas muitas pessoas aprenderam que se impor é egoísmo, que agradar é obrigação e que o próprio desconforto deve sempre ficar em segundo plano.

Por trás da dificuldade de dizer “não”, quase sempre existe medo:
medo de rejeição, de abandono, de conflito ou de decepcionar. Assim, a pessoa vai se adaptando, cedendo, se silenciando — até se perder de si mesma.

Aprender a dizer “não” é um processo. Exige autoconhecimento, fortalecimento emocional e, muitas vezes, ajuda profissional para ressignificar culpas antigas e padrões que machucam.

A terapia é um espaço seguro para compreender esses limites, reconstruir a autoestima e aprender que dizer “não” ao outro pode ser, finalmente, dizer “sim” para si.

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✨ 5 sinais de que está na hora de buscar terapia ✨Nem sempre o sofrimento aparece de forma clara.Às vezes, ele se manife...
20/01/2026

✨ 5 sinais de que está na hora de buscar terapia ✨

Nem sempre o sofrimento aparece de forma clara.

Às vezes, ele se manifesta no cansaço constante, nas emoções difíceis de controlar, nos relacionamentos que vão se desgastando ou naquela sensação silenciosa de estar apenas sobrevivendo.

Reconhecer esses sinais não é fraqueza.
É um gesto de cuidado consigo mesmo(a).

A terapia é um espaço seguro de escuta, acolhimento e construção de novos caminhos — para compreender o que dói, fortalecer recursos internos e resgatar o sentido de viver com mais equilíbrio emocional.

💚 Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).

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Esse quadro fala de silêncio, mas também de resistência.Na violência psicológica dentro das relações afetivas, o silênci...
19/01/2026

Esse quadro fala de silêncio, mas também de resistência.

Na violência psicológica dentro das relações afetivas, o silêncio quase nunca é escolha — é imposto. 🌫️

A violência psicológica não deixa marcas visíveis no corpo, mas fere profundamente a identidade, a autoestima e a percepção de si.

Ela aparece em desqualificações constantes, manipulações, controle, humilhações veladas, invalidação dos sentimentos, ciúmes excessivos e no uso da culpa como forma de domínio. Aos poucos, a pessoa vai se calando, duvidando de si, perdendo a própria voz.

Muitas vezes, quem vive esse tipo de violência acredita que está exagerando, que é sensível demais ou que “não é tão grave”. Esse é um dos efeitos mais cruéis da violência psicológica: fazer a vítima desacreditar da própria experiência.

Falar sobre isso é romper o ciclo. A terapia é um espaço seguro para nomear o que foi vivido, reconstruir a autoestima, resgatar limites e fortalecer a autonomia emocional. Não se trata de fraqueza, mas de sobrevivência e cuidado.

Assim como nesse quadro, silenciar pode ser um momento de escuta interna — mas nunca de anulação. Violência não é amor. Controle não é cuidado. Medo não é vínculo.

Quadro pintado por mim.

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A melancolia dos dias de domingo é uma sensação comum, ainda que pouco falada.Para muitas pessoas, o domingo carrega um ...
18/01/2026

A melancolia dos dias de domingo é uma sensação comum, ainda que pouco falada.

Para muitas pessoas, o domingo carrega um silêncio diferente, uma mistura de cansaço emocional, vazio e antecipação ansiosa da semana que começa. Quando o ritmo desacelera, os pensamentos aparecem — e nem sempre são leves. 🤍

Esse sentimento pode estar ligado à solidão, a frustrações acumuladas, ao medo do futuro ou à dificuldade de estar consigo mesmo sem distrações. Em vez de descanso, o domingo se torna um espelho das insatisfações, das perdas e do que ainda dói.

A melancolia não é fraqueza, nem ingratidão. Ela é um sinal de que algo precisa ser olhado com mais cuidado e escuta. Ignorá-la ou tentar preenchê-la a qualquer custo pode aumentar o sofrimento ao longo do tempo.

A terapia oferece um espaço seguro para compreender essas emoções, dar nome ao que se sente e construir novas formas de atravessar esses momentos com mais consciência e acolhimento.

Cuidar da saúde emocional é também aprender a habitar os silêncios.

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