11/05/2025
Ser mãe pela primeira vez é como nascer de novo —
em outra pele, outro tempo, outro amor.
É descobrir um universo inteiro dentro do peito,
onde cabem o medo, a coragem, a entrega e uma ternura que não se explica.
A maternidade é vento que bagunça e acalma,
é silêncio no olhar e tempestade no coração.
É perder o fôlego e encontrá-lo no primeiro sorriso,
é aprender que cansaço e amor podem caminhar de mãos dadas.
Catarina me ensina que cada dia é um recomeço,
um convite a ser mais paciente, mais forte, mais humana.
E mesmo entre fraldas, choros, birras, mamadas e incertezas,
há beleza.
Há vida florescendo em cada gesto simples.
Neste Dia das Mães, deixo meu abraço a todas que vivem esse amor que transforma,
que se desdobram, se refazem, se doam.
Que mesmo exaustas, seguem com o coração inteiro.
Feliz Dia das Mães — a todas nós, que somos abrigo, poesia e força.