Essa foi, por muitos anos, a pergunta da Psiquiatria. Mas no trabalho de seus melhores profissionais, o foco se deslocou de uma ótica de doença para uma perspectiva positiva da saúde. E é nisso que acredito, cada vez mais. Esse estado de doença é formado por várias camadas: um cérebro que está adoecido, uma pessoa que não está conseguindo levar a vida em paz e harmonia com seus valores. Dessa form
a, os medicamentos têm um papel crucial, mas devem ser acompanhados de uma abordagem global. Só assim essa pessoa poderá desenvolver a capacidade em concretizar seus potenciais e encontrar o seu bem-estar. Ela aprenderá, enfim, a guiar de forma saudável e sustentável a sua própria vida, através de métodos de compreensão e manutenção de sua sanidade básica ao longo de sua jornada no mundo.