Clínica Paula Albuquerque

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10/05/2026

Mãe é sinônimo de amor, cuidado, força e acolhimento 💖✨

Neste Dia das Mães, homenageamos todas aquelas que dedicam suas vidas a cuidar, ensinar e transformar o mundo com carinho e dedicação todos os dias 🌷

Que nunca faltem amor, saúde e momentos especiais ao lado de quem faz a vida mais especial 💕

A Clínica Paula Albuquerque deseja um Feliz Dia das Mães para todas as mamães! 👩‍👧‍👦💐

11/04/2026

O HPV (papilomavírus humano) é altamente prevalente e está diretamente associado a diversos tipos de câncer, principalmente o câncer do colo do útero. No mundo, são cerca de 570 mil novos casos por ano e mais de 300 mil mortes. No Brasil, esse é o 3º câncer mais incidente entre mulheres, com aproximadamente 17 mil novos casos e 7 mil óbitos anuais.

Estudos mostram que a infecção por HPV pode atingir mais de 50% dos jovens, sendo muitos casos causados por tipos de alto risco oncogênico. Além disso, mesmo após o tratamento de lesões de alto grau (NIC 2 e 3), há risco de recorrência de até 17%, além de aumento do risco de câncer ao longo da vida.

Diante disso, o Ministério da Saúde passou a recomendar a vacinação contra o HPV também como prevenção secundária, especialmente para mulheres que já realizaram procedimento de excisão eletrocirúrgica por alça (LEEP). A vacina pode ajudar a:
Reduzir a recorrência das lesões;
Prevenir novas infecções;
Evitar novos procedimentos;
Diminuir complicações ginecológicas e obstétricas.

Recomendações e aspectos operacionais para implementação
Público-alvo:
Mulheres tratadas por lesões intraepiteliais cervicais de alto grau (NIC 2+ e AIS).

Indicação:
Vacinação para esse grupo independentemente da idade.

Momento da vacinação:
No mesmo ano do procedimento, podendo ser realizada no período perioperatório ou até 12 meses após o tratamento.

Esquema vacinal:
Três doses (0, 2 e 6 meses).

Local de aplicação:
Unidades de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), mediante prescrição médica e registro diagnóstico correspondente ao CID.

Registro:
Registrar na estratégia especial de vacinação, com CID correspondente ao diagnóstico (NIC 2, NIC 3 ou AIS) = Lesão Intraepitelial Escamosa de Alto Grau ou Adenocarcinoma In Situ).

Aspectos operacionais:
articulação entre os serviços que realizam diagnóstico e tratamento das lesões cervicais e as unidades de vacinação, para encaminhamento das mulheres elegíveis;
orientação às equipes de saúde sobre a indicação da vacinação nesse grupo e a necessidade de rastreamento a longo prazo;
oferta da vacinação

Moderno, prático e com eficácia semelhante à pílula, o anel va**nal segue pouco conhecido e subutilizado no Brasil. O mo...
23/02/2026

Moderno, prático e com eficácia semelhante à pílula, o anel va**nal segue pouco conhecido e subutilizado no Brasil. O motivo não é falta de benefício clínico: ausência no SUS, barreiras culturais, custo e mitos ainda travam a adoção do método. explica as vantagens, uso correto e motivos que afastam as mulheres do anel.

O anel va**nal é um método anticoncepcional hormonal que é inserido pela própria mulher na va**na e libera hormônios de forma contínua, garantindo contracepção ao longo do ciclo de uso. Mesmo sendo um método seguro e ef**az, ainda é pouco conhecido e pouco utilizado no Brasil.

Acesso e custo: o anel não é oferecido gratuitamente pelo SUS.
No SUS, as mulheres têm acesso a pílulas, injeções, DIU de cobre, pr*********os e, mais recentemente, implante.
Nas farmácias, o custo costuma variar entre R$ 60 e R$ 100 por mês, o que pode pesar no orçamento.
Para usar o anel, a mulher precisa colocar o dispositivo com as próprias mãos.
Mitos e desinformação: dúvidas e crenças equivocadas afastam possíveis usuárias, como:
“O anel vai se perder dentro do meu corpo” (isso não acontece, porque a va**na é um canal fechado)
“Vou sentir o anel o tempo todo”
“O anel pode cair se eu fizer força ou for ao banheiro”
“Meu parceiro vai sentir o anel durante a relação”

A principal vantagem está na forma de liberação hormonal: o anel libera pequenas quantidades de hormônio de forma contínua e constante, ajudando a manter níveis hormonais mais estáveis. Isso pode contribuir para melhor controle do ciclo menstrual, diminuição de efeitos colaterais como enjoo, dor de cabeça e mal-estar (em algumas mulheres), uso de doses menores de hormônio. Destaco aqui que pode melhorar a lubrif**ação e ajudar a evitar ressecamento — efeito esperado, já que o hormônio age localmente.

Quando bem colocado, o anel costuma ser confortável, seguro e não interferir na rotina nem na vida sexual da maioria das mulheres. A entrada da va**na é mais sensível, mas a parte interna tem menor sensibilidade; por isso, quando o anel f**a mais interno, ele se ajusta ao corpo e tende a não incomodar.

Fonte: FEBRASGO

🎭✨ Carnaval é tempo de alegria… e também de cuidado!Aproveite cada momento com responsabilidade e proteção 💛A ca*****ha ...
13/02/2026

🎭✨ Carnaval é tempo de alegria… e também de cuidado!

Aproveite cada momento com responsabilidade e proteção 💛
A ca*****ha é essencial para prevenir DSTs e garantir que a folia termine só com boas lembranças 💃🏽🕺🏽

Cuide da sua saúde íntima o ano inteiro — prevenção nunca sai de moda! 🩺💖

Câncer de ovário - Apesar de menos prevalente que outros tipos de câncer ginecológico, como o do colo do útero, o câncer...
07/02/2026

Câncer de ovário - Apesar de menos prevalente que outros tipos de câncer ginecológico, como o do colo do útero, o câncer de ovário continua sendo um dos mais letais. Conhecido por sua evolução silenciosa, o tumor frequentemente é diagnosticado em estágios avançados, o que reduz drasticamente as chances de cura.

Câncer do colo do útero - Estima-se que, até 2030, haverá 411 mil mortes por causa do câncer do colo do útero - contra 349 mil em 2022. O fator de risco mais importante para o desenvolvimento deste câncer é a presença do vírus HPV. No Brasil, os números assustam: cerca de 19 mulheres morrem, por dia, por causa do câncer do colo do útero.

Câncer de endométrio - também chamado de câncer do corpo do útero, pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em mulheres na pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal nesse período deve ser cuidadosamente avaliada. Entre sinais e sintomas estão sangramento uterino anormal persistente (fora do período menstrual, após relação sexual ou principalmente na pós-menopausa); aumento do volume abdominal; dores pélvicas persistentes.

O câncer de v***a é um dos tipos mais raros de câncer ginecológico, atingindo a região externa do aparelho reprodutor feminino — incluindo grandes e pequenos lábios, clitóris e períneo. É mais frequente em mulheres após a menopausa e pode estar associado à infecção pelo HPV. Doenças dermatológicas crônicas e imunossupressão também podem contribuir para o seu desenvolvimento.

Apesar de raro, o câncer de va**na é causado principalmente pela infecção por alguns tipos do HPV. Entre os fatores de risco estão a idade acima de 60 anos e o tabagismo. Entre os sinais e sintomas, pode haver sangramento va**nal intermitente ou após relação sexual; Secreção va**nal anormal; Dores pélvicas (que podem piorar após relação sexual)

Adotar um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e, claro, realizar consultas regulares ao ginecologista para exames como Papanicolau e teste de HPV são atitudes cruciais na prevenção do câncer ginecológico.

Fonte: FEBRASGO

No Brasil, os números seguem alarmantes: em média, cerca de 19 mulheres morrem todos os dias em decorrência do câncer do...
30/01/2026

No Brasil, os números seguem alarmantes: em média, cerca de 19 mulheres morrem todos os dias em decorrência do câncer do colo do útero, doença causada pela infecção do HPV. “É o 1º câncer que mais mata mulheres até os 36 anos de idade no país e o 2º tipo de câncer que mais mata mulheres até os 60 anos.

O cenário global também preocupa: se nada mudar, o número anual de mortes por câncer do colo do útero pode chegar a cerca de 410 mil até 2030, contra aproximadamente 350 mil mortes em 2022 no mundo. Para especialistas, a tendência só será revertida com a combinação efetiva de vacinação, rastreamento organizado e tratamento oportuno.

Entre as principais estratégias de prevenção está o rastreamento. O exame citopatológico, conhecido como Papanicolau, segue como método seguro e ef**az e permite identif**ar lesões precursoras muitas vezes antes de qualquer sintoma. Já o teste molecular para detecção do DNA do HPV vem ganhando espaço e, em processos de transição, tende a substituir gradualmente o Papanicolau em diferentes contextos, ampliando a sensibilidade do rastreio e favorecendo o diagnóstico precoce.

O mais importante é não f**ar sem rastrear. Mulheres e pessoas com colo do útero devem manter acompanhamento regular com profissionais de saúde e seguir as orientações locais do serviço (SUS e rede privada), garantindo investigação adequada e encaminhamento rápido quando houver resultado alterado.

Além do rastreamento, a prevenção começa cedo com a vacinação contra o HPV, capaz de reduzir drasticamente o risco de desenvolver câncer do colo do útero e outras doenças associadas ao vírus.

É sempre importante lembrar que esse câncer pode ser evitado: vacina e rastreamento salvam vidas. Quando a prevenção funciona, reduzimos não só a mortalidade, mas também tratamentos complexos e suas consequências para a saúde e a qualidade de vida.

Por fim, um chamado para que famílias, escolas, serviços de saúde e gestores atuem juntos: vacinar adolescentes, manter o preventivo em dia e facilitar o acesso ao cuidado são medidas concretas que podem evitar mortes que hoje ainda acontecem diariamente no Brasil.

Fonte: FEBRASGO

Chamamos a atenção para dois sinais que não podem ser subestimados: dor abdominal persistente e aumento progressivo do v...
17/01/2026

Chamamos a atenção para dois sinais que não podem ser subestimados: dor abdominal persistente e aumento progressivo do volume abdominal em meninas e adolescentes. Esses sintomas, frequentemente atribuídos a cólicas, distensão ou “gases”, podem ser os primeiros indícios de tumores ovarianos, a neoplasia ginecológica mais comum nessa faixa etária. O diagnóstico precoce é determinante para ampliar as chances de cura, que podem chegar a 80%.

No atendimento primário, o aumento abdominal é a principal queixa que sugere massa ovariana. Na urgência, o quadro costuma se manifestar como dor abdominal intensa, podendo estar associado à torção ovariana ou ruptura de cistos. Muitas vezes, o tumor é identif**ado justamente durante a investigação desse episódio agudo.

Os cistos simples de ovário são comuns na infância e adolescência e, embora geralmente benignos, podem crescer, torcer e exigir intervenção. A diferenciação entre cistos funcionais, tumores benignos e neoplasias malignas depende de ultrassonografia e, quando necessário, de avaliação por serviços especializados em oncologia pediátrica e ginecologia da infância e adolescência.

Dor pélvica, distensão abdominal e irregularidade menstrual fazem parte das queixas comuns da adolescência. No entanto, sinais como dor persistente, crescimento abdominal, sensação de massa e sintomas associados (náuseas intensas, perda de peso, mal-estar importante) devem motivar investigação imediata com ultrassonografia e, diante da suspeita, encaminhamento adequado.

A orientação é clara: dor que não passa e barriga que aumenta não podem ser tratadas repetidamente como cólica menstrual. É preciso examinar, solicitar imagem e referenciar.

O cuidado de meninas e adolescentes em contexto oncológico deve incluir orientação em saúde sexual, uso de pr*********os e atualização vacinal, especialmente a vacina contra o HPV, fundamental para prevenir cânceres do trato ge***al no futuro.

Ver a criança ou adolescente como um todo signif**a incluir a saúde reprodutiva, a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e o planejamento da vida adulta desde o início do tratamento.

Fonte: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2280-febrasgo

Apesar de surgirem na mesma região anatômica são doenças distintas, com comportamentos, sintomas e tratamentos diferente...
15/01/2026

Apesar de surgirem na mesma região anatômica são doenças distintas, com comportamentos, sintomas e tratamentos diferentes. A primeira diferença está na anatomia. A v***a é a parte externa do ge***al feminino, onde há pelos, e é composta pelo monte de Vênus, grandes lábios, pequenos lábios e clitóris. Já a va**na é o canal interno que liga a v***a ao colo do útero. Tumores externos são classif**ados como câncer de v***a; já os que surgem no canal va**nal são cânceres de va**na.

O câncer de v***a costuma ter crescimento mais lento e causar sintomas perceptíveis, enquanto o câncer de va**na, geralmente mais agressivo, pode evoluir silenciosamente e ser detectado apenas no exame ginecológico de rotina.

Na v***a, o ginecologista observa manchas, feridas e irregularidades e, se necessário, realiza a vulvoscopia para ampliar a visualização da área suspeita. Feridas que não cicatrizam por mais de três semanas e associadas a prurido devem ser biopsiadas. Já o diagnóstico do câncer de va**na depende do exame especular, que permite visualizar todas as paredes do canal va**nal. Se houver suspeita, são realizadas colposcopia e biópsia. Após a confirmação, exames de imagem como ultrassom, ressonância magnética, tomografia e PET-CT complementam e orientam o tratamento.

Os tratamentos variam conforme o estágio da doença. No câncer de v***a, a cirurgia é o tratamento padrão nos estágios iniciais, podendo incluir retirada da lesão e, em alguns casos, dos linfonodos inguinais. Para tumores maiores ou avançados, combinações de radioterapia e quimioterapia podem reduzir a doença antes de uma eventual cirurgia. Já no câncer de va**na, apenas tumores muito pequenos (menores que 2 cm) costumam ser operados; para os demais, a radioterapia associada à quimioterapia é o tratamento mais comum.

A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais. A vacinação contra o HPV, o acompanhamento regular com o ginecologista e a atenção às mudanças no corpo são medidas essenciais. Conhecer a própria v***a e procurar atendimento diante de qualquer alteração é um passo decisivo para identif**ar precocemente lesões que podem salvar vidas.

Fonte: FEBRASGO

O exame ginecológico de citologia, conhecido como Papanicolau, é uma das principais estratégias - assim como o teste mol...
12/01/2026

O exame ginecológico de citologia, conhecido como Papanicolau, é uma das principais estratégias - assim como o teste molecular para detecção do DNA do HPV - para o achado precoce de lesões precursoras do câncer do colo do útero, muitas vezes antes mesmo do surgimento de sintomas. A identif**ação dessas alterações em fases iniciais é fundamental para a redução da mortalidade, especialmente considerando que o câncer do colo do útero ainda figura entre as principais causas de morte por câncer em mulheres jovens no Brasil.

Durante muitos anos o exame Papanicolau salvou muitas vidas por detectar o câncer de colo uterino em suas fases pré-cancerosas, evitando-se assim a transformação maligna. No entanto, nos últimos anos, diversos estudos científicos vêm demonstrando que o teste de DNA do HPV (isto é, o teste que detecta o DNA do vírus causador do tumor) é muito mais sensível na detecção das lesões pré-malignas e malignas, quando comparado à citologia. Dessa maneira, diversas entidades internacionais, bem como o Brasil, vêm recomendando sua utilização. Entretanto, nas localidades onde este teste de HPV ainda não está disponível recomenda-se a coleta da citologia.

Quando uma pessoa pública questiona a importância desse exame, é fundamental reforçar à população que, sim, o Papanicolau tem fundamento e é um exame importante para a detecção precoce do câncer do colo do útero. Ainda que algumas mulheres possam se sentir desconfortáveis com o exame, vale explicar que o teste molecular para detecção do DNA do HPV - sendo implementado de forma gradual - utiliza a mesma forma de coleta do Papanicolau. O benefício destes te**es será sempre maior que qualquer desconforto.

Ainda que o rastreamento adequado, aliado à vacinação contra o HPV e ao acompanhamento regular com profissionais de saúde, é essencial pra prevenção e o diagnóstico precoce das doenças ginecológicas. O câncer do colo do útero é um dos poucos tipos de câncer cuja causa é bem estabelecida: a infecção pelo vírus HPV. Dessa forma, a vacinação contra este vírus, que previne o contágio, aliada a citologia ou teste de HPV — tem potencial para reduzir signif**ativamente a incidência dessa doença.

Fonte: FEBRASGO

Recentemente, após reunião com especialistas, o FDA anunciou o início da remoção dos alertas das bulas dos produtos de t...
08/01/2026

Recentemente, após reunião com especialistas, o FDA anunciou o início da remoção dos alertas das bulas dos produtos de terapia hormonal (TH) para menopausa. Após a publicação do estudo WHI em 2002, alertas importantes foram incluídos nas bulas dos medicamentos utilizados na menopausa, gerando medo e insegurança entre mulheres e entre profissionais de saúde, reduzindo drasticamente a prescrição, levando muitas mulheres a interromper ou não iniciar o tratamento hormonal, perdendo benefícios importantes.

O WHI avaliou mulheres com média etária de 63 anos, o que não reflete o grupo etário ideal para iniciar a TH. Com o avanço científico, está claro que os riscos são maiores quando a TH é iniciada tardiamente. Recomenda-se o início nos primeiros 10 anos pós-menopausa ou antes dos 60 anos, além da individualização do tipo, da dose, da via de administração e avaliação dos riscos individuais.

A TH segue exigindo uma avaliação cuidadosa. Quando bem indicada, os riscos são mínimos e os benefícios incluem melhora dos sintomas, redução de osteoporose, fraturas e eventos cardiovasculares.

É fundamental esclarecer que a atualização do FDA refere-se especif**amente a formulações hormonais amplamente pesquisadas, aprovadas e acompanhadas por agências regulatórias, com perfil de segurança e eficácia bem estabelecido.

Assim, ginecologistas consideram a decisão do FDA um avanço de extrema importância, reforçando que a retirada dos alertas não signif**a liberação para uso irrestrito, assim como, a utilização de formulações ou vias de administração não aprovadas pelas agências regulatórias, mas sim a necessidade de prescrição criteriosa, segura e alinhada às melhores evidências.

É fundamental que os médicos estejam atualizados. A retirada dos alertas é certamente um grande avanço, assegurando às mulheres o direito ao tratamento da menopausa, mas deve seguir o rigor do avanço do conhecimento científico e das recomendações de prescrição correta e segura.

Fonte: https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2284-esclarecimento-da-febrasgo-sobre-a-retirada-dos-alertas-das-bulas-de-terapia-hormonal-da-menopausa

31/12/2025

✨🎆 Feliz 2026!
Que este novo ano chegue com mais cuidado, mais saúde, mais acolhimento e muitos recomeços felizes.
Seguimos com o mesmo propósito: cuidar de você com amor, respeito e excelência em cada etapa da sua vida.
Obrigada por caminhar conosco. Que 2026 seja leve, saudável e cheio de motivos para sorrir 🤍🌸

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Recife, PE

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