03/08/2026
Parte 13
O corpo sempre deixa pistas. A questão é saber confirmá-las antes de qualquer intervenção.
Após a correção da pelve, seguimos para a avaliação da cervical. Iniciamos com a liberação da musculatura suboccipital para reduzir as tensões locais e permitir uma análise mais precisa da mobilidade.
Na sequência, realizamos os te**es de Jackson e Dekleyn, associados à avaliação do padrão de disfunção em FRS, para identificar a restrição presente e, principalmente, verificar se existiam condições seguras para uma manipulação cervical.
Na terapia manual, segurança vem antes da técnica.
Cada teste realizado tem um propósito: confirmar o diagnóstico, excluir contraindicações e garantir que a intervenção seja indicada para aquele paciente.
Manipular não é apenas executar uma técnica. É tomar uma decisão clínica baseada em uma avaliação criteriosa.