Diego Silveira

Diego Silveira 🔹Através da Osteopatia e da Ergonomia, ajudo pessoas no processo de cura.

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10/08/2026

Ter pé plano não significa, automaticamente, que você terá dor ou precisará de tratamento.

O mais importante é entender como esse pé distribui as cargas e participa da sua caminhada.

Nem sempre tratamos a estrutura. Muitas vezes tratamos a função.

Feliz Dia dos Pais! ❤️Pai é amor que acolhe, exemplo que ensina e presença que o coração leva para a vida inteira. Te am...
09/08/2026

Feliz Dia dos Pais! ❤️
Pai é amor que acolhe, exemplo que ensina e presença que o coração leva para a vida inteira. Te amo! 🥹❤️

08/08/2026

Sentir como se houvesse uma pedra dentro do sapato é uma queixa bastante comum em pessoas com Neuroma de Morton, mas não é um sintoma exclusivo dessa condição.

Dor na região anterior do pé pode ter diferentes causas, e cada uma delas exige uma abordagem específica.

Por isso, antes de pensar no diagnóstico, é importante entender como o seu pé está funcionando e distribuindo as cargas durante a caminhada.

07/08/2026

Nem toda alteração estrutural precisa ser ‘corrigida’. O que precisamos entender é se ela está associada a dor, perda de movimento ou limitação das atividades.

É por isso que avaliação vem antes de tratamento.

03/08/2026

Parte 14 Final
O tratamento só termina depois da reavaliação.

Após identificar a disfunção cervical em FRS à direita e confirmar que o paciente apresentava condições seguras para a intervenção, realizamos a técnica de AVBA para restaurar a mobilidade da região.

Mas a etapa mais importante veio depois.

Repetimos os te**es referenciais e reavaliamos todos os achados que direcionaram o tratamento. Afinal, uma técnica só pode ser considerada eficaz quando a avaliação confirma que o corpo realmente mudou.

Esse é o ciclo de um atendimento baseado em raciocínio clínico:

Avaliar → Identificar → Tratar → Reavaliar.

Foi exatamente essa sequência que nos permitiu acompanhar a evolução do Paulo, entendendo como cada intervenção influenciou o funcionamento do corpo como um todo, e não apenas a dor no joelho.

Quem reavalia evolui o paciente.
Quem não reavalia apenas espera que a técnica funcione.

03/08/2026

Parte 13
O corpo sempre deixa pistas. A questão é saber confirmá-las antes de qualquer intervenção.

Após a correção da pelve, seguimos para a avaliação da cervical. Iniciamos com a liberação da musculatura suboccipital para reduzir as tensões locais e permitir uma análise mais precisa da mobilidade.

Na sequência, realizamos os te**es de Jackson e Dekleyn, associados à avaliação do padrão de disfunção em FRS, para identificar a restrição presente e, principalmente, verificar se existiam condições seguras para uma manipulação cervical.

Na terapia manual, segurança vem antes da técnica.

Cada teste realizado tem um propósito: confirmar o diagnóstico, excluir contraindicações e garantir que a intervenção seja indicada para aquele paciente.

Manipular não é apenas executar uma técnica. É tomar uma decisão clínica baseada em uma avaliação criteriosa.

03/08/2026

Parte 12
Nem toda disfunção desaparece sozinha. Algumas precisam ser corrigidas para que o corpo volte a distribuir as cargas de forma eficiente.

Após confirmar, através da avaliação, a posterioridade do ilíaco direito, partimos para a correção utilizando a técnica de AVBA.

O objetivo não é apenas reposicionar uma articulação, mas restaurar a mobilidade, reduzir as tensões compensatórias e permitir que o sistema musculoesquelético volte a funcionar de maneira mais equilibrada.

Lembre-se: essa correção não foi realizada por protocolo. Ela foi consequência de uma sequência lógica de avaliação, reavaliação e confirmação dos achados clínicos.

Na prática clínica, a técnica é apenas a etapa final.

O verdadeiro diferencial está em saber quando, por que e para quem ela deve ser aplicada.

É isso que transforma uma intervenção manual em um tratamento baseado em raciocínio clínico.

03/08/2026

Parte 11
A dor no joelho era apenas o começo da investigação.

Ao realizar o teste de Downing, confirmamos a presença de um ilíaco em posterioridade à direita. Mas o mais importante não é encontrar a disfunção… é entender por que ela continua presente.

Foi aí que o raciocínio clínico mostrou mais uma peça desse quebra-cabeça.

Pela avaliação, percebemos que o músculo psoas provavelmente estava contribuindo para manter essa alteração, funcionando como um fator de fixação da disfunção ilíaca.

É por isso que, muitas vezes, uma correção isolada não se sustenta. Se a estrutura que mantém a compensação não for tratada, o corpo tende a retornar ao mesmo padrão.

Na fisioterapia, não basta corrigir uma articulação. É preciso identificar o que está perpetuando a disfunção.

É isso que transforma um tratamento temporário em um resultado mais consistente.

03/08/2026

Parte 10
Tratar o joelho sem reavaliar a cadeia é interromper o raciocínio antes da resposta.

Depois de restaurar a mobilidade da tíbia e corrigir as restrições rotacionais, seguimos avaliando a patela, realizando liberações para otimizar sua mobilidade e garantir um melhor funcionamento da articulação.

Na sequência, reavaliamos a articulação femorotibial, que se apresentou livre de disfunções após as correções realizadas.

Mas o tratamento não termina quando o joelho melhora.

Como a avaliação inicial já havia mostrado alterações na cadeia de compensação, avançamos para a articulação sacroilíaca, iniciando o teste de Downing para investigar se ainda existiam restrições capazes de manter a sobrecarga sobre o membro inferior.

Cada correção precisa ser seguida por uma nova avaliação.

É assim que o fisioterapeuta deixa de tratar estruturas isoladas e passa a tratar o corpo como um sistema integrado.

03/08/2026

Parte 9

Corrigir um movimento não é o objetivo. O objetivo é devolver função.

Depois de restaurar a anterioridade da tíbia, seguimos avaliando outro detalhe importante: a rotação da tíbia.

O Paulo apresentava uma restrição de rotação interna, com predominância da rotação externa. Essa pequena alteração pode comprometer a biomecânica da articulação e influenciar diretamente os movimentos que mais utilizamos no dia a dia.

Por isso, antes de pensar na flexão e extensão do joelho, é fundamental normalizar os micromovimentos articulares.

Quando os micromovimentos estão livres, os macromovimentos acontecem com mais eficiência, menos compensações e menor sobrecarga sobre os tecidos.

É esse olhar para os detalhes que faz diferença na prática clínica.

O movimento que você enxerga é apenas a consequência. O verdadeiro problema, muitas vezes, está naquilo que poucos profissionais avaliam.

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