Consultório da Dra. Savana Chevitarese

Consultório da Dra. Savana Chevitarese Dra. Savana Chevitarese é especialista em psiquiatria, apaixonada por ajudar seus pacientes a encontrar equilíbrio e bem-estar. Como terapeuta, Dra.

Com sólida formação e vasta experiência, dedica-se ao movimento MEV, focando no controle do estresse. Savana Chevitarese é uma médica dedicada e experiente, especializada em psiquiatria e saúde mental, com vasta formação e várias especializações. Ela atua no campo da Medicina do Estilo de Vida (MEV), focando no pilar do stress, proporcionando um cuidado integral e personalizado aos seus pacientes.

Savana utiliza abordagens inovadoras para promover o bem-estar emocional e mental, ajudando a melhorar a qualidade de vida e o equilíbrio dos seus pacientes.

02/07/2026

"A teoria do barco vazio"

Tem dores que a gente sente como ataque, quando na verdade eram só passagem.

A vida encosta em nós o tempo todo. Gente distraída, respostas tortas, ausências, atrasos, palavras que chegam sem cuidado. E quase sempre a primeira vontade é transformar isso em sobre nós.

Mas nem tudo que toca você está tentando te ferir.

Às vezes o outro só está cheio demais de si.
De pressa.
De medo.
De cansaço.
De bagunça.

E quando a gente entende isso, algo importante muda: o mundo deixa de parecer uma sala cheia de inimigos e passa a parecer um lugar cheio de pessoas em luta.

Isso não apaga o que doeu. Mas impede que você faça do comportamento do outro uma identidade sua.

Nem toda ausência te diminui.
Nem toda dureza te define.
Nem todo impacto precisa virar ferida.

Talvez parte da paz esteja exatamente aí:
em parar de vestir como sentença aquilo que era só desordem alheia. 🧠🤍

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26/06/2026

Porque se isso for verdade, o que essa frase faz com tudo que já doeu?

Cada perda vira prova.
Cada abandono vira veredito.
Cada amor que não ficou vira evidência de algo errado em você.

E de repente você não está só sofrendo.
Você está sendo julgada por sofrer.

A dor deixa de ser dor e vira sentença.
E a pior parte é que você mesmo assina embaixo.

Porque é mais fácil acreditar que você falhou do que aceitar que a vida simplesmente machucou sem pedir licença. Que tem gente que abandonou sem motivo que caiba numa explicação bonita. Que tem amor que veio pela metade não porque você era pouco, mas porque a outra pessoa não tinha mais do que isso para dar.

Transformar ferida em culpa é uma das coisas mais cruéis que o pensamento humano faz com a gente. E quase sempre acontece em silêncio, sem que ninguém perceba, porque parece humildade quando na verdade é autoabandono.

Você não recebeu pouco porque merecia pouco.
Às vezes, simplesmente não chegou o suficiente.

E existe uma diferença enorme entre essas duas coisas. 🧠🤍

Comenta aqui se essa voz já falou dentro de você.

15/06/2026

Teve um dia em que eu entendi que algumas ausências não fazem barulho, mas mudam tudo por dentro.

Porque crescer também é isso: perceber que nem sempre vai existir alguém para te recolher exatamente do jeito que você precisava. E, sinceramente, isso dói mais do que muita gente consegue dizer em voz alta.

Cansa ter que ser forte quando tudo o que o coração queria era descanso. Cansa precisar se sustentar nos dias em que você mesma se sente instável. Cansa aprender, na prática, que nem todo colo continua disponível para sempre.

Mas talvez essa seja uma das partes mais difíceis e mais verdadeiras da vida. Em algum momento, a gente para de procurar um lugar perfeito lá fora e começa, com muita dificuldade, a aprender como se acolher por dentro.

Não porque isso substitui o afeto. Mas porque isso salva. E salva de um jeito silencioso, lento e profundamente humano. 🧠🤍

Se essa frase falou com você, deixa um 🤍.

11/06/2026

Tem hora que a dor não avisa. Ela só chega. Aperta o peito, trava a garganta, embaralha tudo. E o que a gente faz? Tenta segurar. Tenta não ocupar espaço com o próprio sofrimento.

Como se sentir fosse inconveniente.

E a gente aprende cedo demais que é melhor engolir. Que choro incomoda. Que dor demais assusta. Que é mais fácil colocar a mão na boca e esperar passar.

Por anos, a gente segura. Até o corpo cobrar o que a voz não disse: a insônia que não tem explicação, a tensão que não sai dos ombros, o aperto no peito que o cardiologista descartou mas que você sente todo dia.

Eu conheço esse lugar.

E é exatamente por isso que, quando alguém chega até mim assim, sem conseguir organizar o que sente, só sabendo que está doendo, eu não começo pelos rótulos. Começo pela escuta. Porque cada dor tem uma origem. E é a sua que vai guiar tudo.

Você não precisa chegar arrumada, com palavras certas ou explicação pronta. Pode chegar como está. A gente vai olhando junto, com calma. 🧠🤍

Se você se viu aqui, me chama no direct.

11/06/2026

Tem uma tristeza muito específica em perceber isso. Não é só sobre ter sido deixada. É sobre notar que, em muitos momentos, você entregou presença, cuidado, intenção e afeto para gente que nunca ficou do mesmo jeito.

E isso vai mexendo com a gente por dentro. Faz a pessoa começar a se perguntar se ama demais, se se apega demais, se espera demais. Quando, na verdade, talvez só tenha escolhido com o coração aberto demais para quem nunca soube sustentar isso de volta.

O corpo sente essa conta. A mente tenta explicar. E o coração continua voltando para lugares onde quase nunca foi prioridade. Isso desgasta a confiança, embaralha a autoestima e faz a pessoa confundir reciprocidade com esperança.

Mas existir esse padrão não significa que há algo errado com o seu amor. Às vezes, significa só que você ofereceu profundidade a pessoas que estavam disponíveis apenas pela metade. E isso diz mais sobre a limitação delas do que sobre o seu valor.

A terapia começa muito aí: quando você para de transformar rejeição em defeito pessoal e começa a enxergar o que de fato aconteceu. Com clareza. Com dor. E com menos culpa. 🧠🤍

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09/06/2026

Tem uma tristeza muito específica em perceber isso. Não é só sobre ter sido deixada. É sobre notar que, em muitos momentos, você entregou presença, cuidado, intenção e afeto para gente que nunca ficou do mesmo jeito.

E isso vai mexendo com a gente por dentro. Faz a pessoa começar a se perguntar se ama demais, se se apega demais, se espera demais. Quando, na verdade, talvez só tenha escolhido com o coração aberto demais para quem nunca soube sustentar isso de volta.

O corpo sente essa conta. A mente tenta explicar. E o coração continua voltando para lugares onde quase nunca foi prioridade. Isso desgasta a confiança, embaralha a autoestima e faz a pessoa confundir reciprocidade com esperança.

Mas existir esse padrão não significa que há algo errado com o seu amor. Às vezes, significa só que você ofereceu profundidade a pessoas que estavam disponíveis apenas pela metade. E isso diz mais sobre a limitação delas do que sobre o seu valor.

A terapia começa muito aí: quando você para de transformar rejeição em defeito pessoal e começa a enxergar o que de fato aconteceu. Com clareza. Com dor. E com menos culpa. 🧠🤍

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08/06/2026

Tem hora que a dor não avisa. Ela só chega. Aperta o peito, trava a garganta, embaralha tudo. E o que a gente faz? Tenta segurar. Tenta não ocupar espaço com o próprio sofrimento.

Como se sentir fosse inconveniente.

E a gente aprende cedo demais que é melhor engolir. Que choro incomoda. Que dor demais assusta. Que é mais fácil colocar a mão na boca e esperar passar.

Por anos, a gente segura. Até o corpo cobrar o que a voz não disse: a insônia que não tem explicação, a tensão que não sai dos ombros, o aperto no peito que o cardiologista descartou mas que você sente todo dia.

Eu conheço esse lugar.

E é exatamente por isso que, quando alguém chega até mim assim, sem conseguir organizar o que sente, só sabendo que está doendo, eu não começo pelos rótulos. Começo pela escuta. Porque cada dor tem uma origem. E é a sua que vai guiar tudo.

Você não precisa chegar arrumada, com palavras certas ou explicação pronta. Pode chegar como está. A gente vai olhando junto, com calma. 🧠🤍

Se você se viu aqui, me chama no direct.

05/06/2026

Ninguém acorda um dia e decide desistir de tudo de uma vez. Acontece devagar. Discretamente. Em escolhas pequenas que ninguém nota de fora.

É a roupa que deixou de importar. O espelho que virou inimigo. A música que a pessoa escolhe quando quer sentir o que não consegue nomear. A foto que não tirou mais porque não se reconhecia em nenhuma delas.

É o amor que parou de fazer sentido. O sonho que ficou esquecido numa gaveta. A família presente no corpo, mas ausente no olhar.

Desistir raramente parece desistência. Parece cansaço. Parece rotina. Parece só mais um dia arrastado que virou mais um mês, e mais um ano, e de repente já faz tempo que ninguém sabe dizer quando foi a última vez que se sentiu vivo de verdade.

A maior tragédia não é a morte biológica. É passar anos inteiros existindo sem habitar a própria vida.

Se alguma coisa nesse texto falou com você, isso não é coincidência. É sinal. E sinais merecem atenção. 🧠🤍

Comenta aqui o que você parou de fazer quando deixou de se cuidar.

28/05/2026

Tem dias em que a gente continua no automático, mesmo por dentro estando exausta. Sorrindo por fora, resolvendo tudo, tentando dar conta de tudo, enquanto por dentro só queria parar um pouco e respirar sem culpa.

Nem sempre a força vem de um lugar bonito. Às vezes, ela vem da falta de escolha. Vem de quem aprendeu a engolir o choro, a esconder o peso, a seguir em frente mesmo quando ninguém percebe o quanto isso custa.

E é justamente aí que mora a dor mais silenciosa. Quando a pessoa parece bem, mas está só sobrevivendo. Quando responde "tá tudo bem" porque não sabe mais como pedir colo.

Que nunca nos falte sensibilidade para enxergar além das palavras. Porque nem toda dor grita. Algumas só se escondem atrás do cansaço, do silêncio e de um sorriso treinado.

E você também não precisa sustentar tudo sozinha. Descansar não é fraqueza. Ser cuidada também faz parte de estar viva. 🧠🤍

21/05/2026

.savanachevitarese

Nem sempre o silêncio é paz. Às vezes, é só o jeito que a pessoa encontrou para não desabar em público.

Tem dor que não faz barulho. Ela pesa no peito, aperta a garganta, muda o jeito de olhar, mas continua escondida atrás de um "tá tudo bem" dito por sobrevivência.

E quase sempre é assim que muita gente passa pelos dias mais difíceis: funcionando por fora, desmoronando por dentro.

O problema é que, quando ninguém percebe, a pessoa começa a achar que precisa aguentar sozinha mesmo. E aí a dor não só existe, ela se isola.

Falar sobre o que machuca não é drama. É começo de cuidado. É o primeiro movimento de quem cansou de se abandonar em nome da força.

Se esse silêncio tem sido pesado demais, talvez o que falte não seja mais resistência. Talvez falte acolhimento. E isso também é saúde mental. 🧠🤍

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Endereço

Rua Xavier Marques, 107/Graças
Recife, PE
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