10/09/2019
Passar por momentos de sofrimento faz parte da estrada da vida de todas as pessoas. Angústia, culpa, insegurança, frustação, tristeza...São todos sentimentos que provocam sofrimento no ser humano. Sofrer não é certo nem errado, não é sinônimo de fraqueza. Porém cada indivíduo experimenta o sofrimento ao seu modo. Aspectos familiares, sociais, culturais e religiosos afetam nossa percepção e como lidamos com o sofrer.
A depressão é caracterizada quando o sofrimento se torna crônico, quando a saúde é ameaçada pelo estado emocional, e muitas vezes se torna difícil achar uma saída ou uma solução por conta própria. Existem formas de classif**ar e tratar a depressão dependendo da intensidade dos sintomas e nem sempre medicações são a primeira escolha. Atividade física, psicoterapia ou simplesmente consultas médicas regulares são suficientes para reverter quadros depressivos leves ou moderados, em muitos casos.
Estudos importantes na área da saúde mental apontam que quanto mais precoce for o início do acompanhamento do paciente com depressão, menor vai ser a chance de desenvolvimento de quadros graves e de suicídio. Entender e valorizar seus sentimentos, não ter vergonha de procurar ajuda profissional com médicos e psicólogos qualif**ados, são atitudes tão importantes quanto se alimentar bem ou fazer atividade física.
Através do olhar integral e do cuidado continuado, o médico de família é habilitado para diagnosticar e acompanhar o paciente que se encontrar em sofrimento emocional, além de orientar medidas comportamentais, uso de medicações e encaminhar para outros especialistas os casos mais complexos ou que precisem de cuidado conjunto.
Cuide da sua mente e das suas emoções. Afinal, o que poderia ser mais importante do que estar de bem consigo mesmo?