19/08/2026
Não sou uma empreendedora que espera o vento soprar a favor. Sou como a águia: voo alto, enxergo além do óbvio e bato asas rumo ao horizonte — mesmo quando as tempestades tentam me desviar da rota.
Para a águia, o voo não é sobre força bruta, mas sobre inteligência térmica: saber onde o ar sustenta, quando planar para preservar energia e quando acelerar com precisão cirúrgica. Assim é minha jornada nos negócios. Cada decisão é um movimento calculado, cada queda é apenas uma corrente ascendente que me impulsiona mais longe. Meu horizonte não é uma linha de chegada, mas um convite diário para redesenhar os limites do possível.
Nessa altitude, porém, eu não voo sozinha. Todo guerreiro tem uma fonte inspiradora, o meu está no topo Janguiê Diniz. Ele é a prova irrefutável de que as asas não enferrujam com a idade, mas se fortalecem com a experiência e a teimosia de quem se recusa a pousar. Enquanto muitos se aposentam nas certezas, ele desafia o calendário e bate asas com a fúria de um aprendiz. Sua obstinação não é teimosia vazia; é a sabedoria de quem já rodeou o mundo e ainda assim escolhe remar contra a corrente todos os dias, apenas pelo prazer de descobrir o que existe além da próxima montanha.
Ele não me guia — ele me desafia. Ensina que o voo da águia não é solitário; é inspirado por aqueles que, mesmo cansados, insistem em mostrar que o céu nunca é grande demais. Sou empreendedora porque acredito no amanhã. Hoje Fisioterapeuta, amanhã Terapeuta Ocupacional.
O futuro não tem limite para que possa dá meus vôos ao horizonte.