03/08/2026
Dor abdominal, diarreia persistente, distensão, fadiga e perda de peso podem fazer parte da Doença de Crohn.
Mas existe um ponto importante no acompanhamento desses pacientes: a ausência de sintomas, sozinha, não é suficiente para afirmar que a doença está controlada.
A inflamação pode continuar ativa mesmo quando o paciente se sente bem. Por isso, o tratamento atual das doenças inflamatórias intestinais não olha apenas para a melhora clínica.
O acompanhamento pode incluir exames laboratoriais, marcadores fecais e avaliação endoscópica e/ou por imagem, de acordo com cada caso.
O objetivo é buscar um controle mais profundo da doença: melhora dos sintomas, redução objetiva da inflamação e cicatrização da mucosa. Esse acompanhamento é importante porque a Doença de Crohn também está associada a risco nutricional, perda de massa muscular e deficiências de micronutrientes, inclusive em fases aparentemente mais estáveis.