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Psicólogo ECG Psicólogo EDUARDO CASTILHO GRANDE - CRP-06/17637/J

Sua mente também precisa de cuidados.  A saúde mental é uma dimensão essencial da vida humana, e pesquisas recentes em p...
04/08/2026

Sua mente também precisa de cuidados.
A saúde mental é uma dimensão essencial da vida humana, e pesquisas recentes em psicologia e neurociência mostram que nossas emoções, pensamentos e comportamentos estão profundamente ligados ao funcionamento biológico do cérebro. O estresse contínuo, por exemplo, pode afetar áreas responsáveis pela memória, pela regulação emocional e pela tomada de decisões, impactando diretamente a forma como lidamos com desafios do dia a dia.

Cuidar da mente signif**a reconhecer limites, compreender sinais de sobrecarga e desenvolver estratégias que favoreçam o equilíbrio emocional. A psicoterapia, amplamente estudada e validada, tem demonstrado capacidade de promover mudanças reais na forma como o cérebro processa experiências, fortalecendo habilidades de enfrentamento e ampliando a resiliência.

Assim como o corpo precisa de descanso, movimento e alimentação adequada, a mente também necessita de atenção, espaço e acolhimento. Investir em saúde mental não é um ato de fragilidade, é uma escolha consciente de cuidado, prevenção e responsabilidade consigo mesmo.

Se você tem sentido dificuldade para lidar com emoções intensas, pressões externas ou a sensação de estar sempre no limite, buscar apoio profissional pode ser um passo transformador. Sua mente merece cuidado, e você merece bem-estar.

Referências:

1. Harvard Medical School.
Harvard Health Publishing. How stress affects the brain. 2024.

2. KASHYAP, Himani; MEHTA, Urvakhsh Meherwan; REDDY, Rajakumari P.; BHARATH, Rose Dawn. Role of Cognitive Control in Psychotherapy: An Integrated Review. Indian Journal of Psychological Medicine, v. 45, n. 5, p. 462–470, 2023.

3. Messina, I.; Sambin, M.; Palmieri, A.; Viviani, R.
Neurobiological effects of psychotherapy: Mechanisms of change and implications for clinical practice. Clinical Psychology Review, 2016.

No filme Colcha de Retalhos, a jovem Finn está paralisada pelo medo do casamento enquanto observa um grupo de mulheres c...
10/07/2026

No filme Colcha de Retalhos, a jovem Finn está paralisada pelo medo do casamento enquanto observa um grupo de mulheres costurar sua colcha de bodas, revelando suas próprias histórias de vida. Essa dinâmica serve como uma metáfora perfeita para a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) explicada em três pontos:
​1. As Linhas das Crenças Centrais: As dores e traumas vividos pelas mulheres da família funcionam como a base de dados de Finn. Ao absorver esses relatos, ela internalizou a crença profunda de que o amor inevitavelmente machuca e o casamento sufoca.
​2. A Distorção Cognitiva do Futuro: Tomada pela incerteza, a protagonista foca nos casamentos falidos ao seu redor e assume que o dela seguirá o mesmo padrão. Na TCC, chamamos isso de catastrofização e previsão de futuro, distorções em que prevemos o pior sem evidências concretas.
​3. Reestruturação Cognitiva: O grande estalo do filme ocorre quando Finn percebe que, embora a colcha venha do passado de outras pessoas, o design final e a decisão de como usá-la são dela. O processo terapêutico é igual. Não mudamos as vivências que recebemos, mas podemos questionar seus signif**ados e costurar pensamentos mais funcionais.
​A sua mente também é uma colcha de retalhos. Você tem o poder de escolher quais fios quer manter e quais padrões quer transformar.

🎬Referência do Filme:
​COLCHA de retalhos. Direção: Jocelyn Moorhouse. Produção: Sarah Pillsbury e Mally Fonseca. Intérpretes: Winona Ryder, Anne Bancroft, Ellen Burstyn e outros. Roteiro: Jane Anderson. Estados Unidos: Universal Pictures, 1995. 1 filme (116 min), son., color.
📚​Referência Teórica da TCC:
​BECK, Judith S. Terapia cognitivo-comportamental: teoria e prática. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2021.

27/06/2026

A arte sempre encontra caminhos que a razão não alcança.
No vídeo de hoje, compartilho uma reflexão sobre como música, literatura, pintura e outras formas de expressão podem dialogar com nossas emoções, pensamentos e comportamentos, e como essa relação, vista pela lente da Terapia Cognitivo-Comportamental, pode abrir espaço para autoconhecimento e saúde mental.

A arte nos atravessa, nos organiza, nos revela.
E quando aprendemos a nos aproximar dela com consciência, ela se torna uma aliada poderosa no nosso processo de cura e transformação.

Se a arte toca você de alguma forma, este vídeo é um convite para olhar para isso com mais profundidade.

Eduardo Castilho Grande
CRP: 06/17637/J

Referências:
ANDRADE, Elisabete Agrela de; SILVA, Mônica de Fátima Freires da.
Arte como estratégia de cuidado para a saúde mental. Cordis: Revista Eletrônica de História Social da Cidade, p. 108‑125, 2023.

AURÉLIO, Salete Martens et al.
Impacto da música e da arte na saúde mental: abordagens terapêuticas emergentes. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 7, p. 640‑657, 2024.

VALLADARES‑TORRES, Ana Cláudia Afonso; MARIANO, Giovanna Pereira de Sá.
Avaliação da satisfação e da repercussão das atividades em Arteterapia: projeto‑piloto na saúde mental. Revista AATESP, v. 16, n. 2, p. 4‑25, 2025.

SOUZA, Vera Lúcia Trevisan de; DUGNANI, Lilian Aparecida Cruz; REIS, Elaine de Cássia Gonçalves dos.
Psicologia da Arte: fundamentos e práticas para uma ação transformadora. Estudos de Psicologia (Campinas), v. 35, p. 375‑388, 2018.

03/06/2026

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo”, escreveu Fernando Pessoa. Pela TCC, essa frase fala menos de fantasia e mais das crenças que moldam o que achamos possível. No consultório, vejo que muitas pessoas não sofrem pela falta de sonhos, mas pelos pensamentos automáticos que surgem quando um sonho aparece: não sou capaz, isso não é para mim, vou falhar. Esses pensamentos não são fatos, são interpretações aprendidas. Na TCC, não apagamos o sonho, questionamos a crença que o limita. Perguntas simples abrem espaço: que evidências eu tenho, existe outra forma de interpretar, eu diria isso a alguém que amo. Quando mudamos a forma de pensar, mudamos a forma de agir e a vida começa a se mover.

EDUARDO CASTILHO GRANDE
PSICÓLOGO
CRP: 06/17637/J

REFERÊNCIAS:
Beck, Judith S. – Terapia Cognitivo-Comportamental: Teoria e Prática.
Editora Artmed.
PESSOA, Fernando. Ta*****ia. In: PESSOA, Fernando. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.


27/05/2026

Quarenta e cinco anos separam essas duas versões de mim. De um lado, a inocência, o começo de tudo, os olhos cheios de promessas. Do outro, a maturidade, a gratidão e a certeza de que cada linha do tempo valeu a pena.
​Celebrar meu aniversário olhando para quem eu já fui me faz perceber que nunca estamos sozinhos; carregamos nossa história viva dentro de nós.
​Hoje o meu abraço mais apertado vai para o menino que eu fui, e o meu brinde vai para o homem que me tornei. Obrigado, vida! 🥂🎈

20/05/2026

Às vezes, a gente se perde dentro da própria cabeça e Agneta mostra exatamente isso.
O filme (disponível na netflix) revela como nossos pensamentos moldam o que sentimos e fazemos, do jeitinho que a Terapia Cognitivo-Comportamental explica.
Quando a personagem confronta suas memórias e crenças, ela faz o mesmo movimento que a TCC propõe: questionar, ressignif**ar e se reconstruir.
No fim, f**a o lembrete de que mudar a forma de pensar também muda a forma de viver.

Eduardo Castilho Grande
Psicólogo
CRP-06/17637/J

09/05/2026

🗯Viver em uma bolha: quando a mente cria muros invisíveis!

Às vezes a gente não percebe, mas vive dentro de uma "bolha psicológica", um espaço confortável onde só entram ideias que confirmam o que já pensamos.
Isso tem nome: viés cognitivo. E ele funciona como um filtro que distorce a realidade sem que a gente perceba.

A bolha aparece quando:

- Você só presta atenção no que confirma suas crenças
- Evita situações que poderiam te mostrar algo diferente
- Interpreta tudo pelo mesmo ângulo, mesmo quando há outras possibilidades

É como se a mente dissesse: “melhor não mexer nisso, pode ser desconfortável”.

Mas aqui vai a parte importante:
Essa bolha não é quem você é. É só um padrão. E padrões podem ser mudados.

EDUARDO CASTILHO GRANDE
PSICÓLOGO - CRP 06/17637/J

Referência:
Rollwage, M., et al. (2023). A common factor underlying individual differences in confirmation bias. Nature Human Behaviour.

28/04/2026

Muitas vezes, a procrastinação é confundida com falta de vontade, mas a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nos mostra que o buraco é mais embaixo: é uma tentativa do cérebro de fugir de um desconforto emocional.

Quando você pensa "isso é difícil demais", sua mente busca um alívio imediato (como o celular). O problema? Esse alívio dura pouco e a ansiedade volta ainda maior.

O ciclo é:
1️⃣ Tarefa pendente ➡ 2️⃣ Medo/Ansiedade ➡ 3️⃣ Fuga (Alívio) ➡ 4️⃣ Culpa e + Ansiedade.

Quebrar esse ciclo exige mais do que "gestão de tempo", exige regulação emocional e micro-passos.

Você se sente preso nesse ciclo hoje?

13/04/2026

Às vezes, o relacionamento dá sinais de que precisa de cuidado, mas a rotina, o cansaço e o medo de "parecer grave demais" fazem o casal adiar essa conversa.

A psicoterapia de casal não é sobre apontar culpados. É sobre entender o que está acontecendo entre vocês, fortalecer a comunicação e reconstruir a conexão.

Se este vídeo fez sentido, talvez seja o momento de olhar para o relacionamento com mais carinho.

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