13/05/2020
Quando nasce um filho, nasce uma mãe.
Quando nasce uma mãe, nasce a humanidade.
Ela consegue experimentar tanto dos sentimentos do mundo e ainda sim, é capaz de suportá-lo.
As vezes uma mãe é escolhida e não fez a escolha, tantas outras é planejado e o desejo se preenche.
Outras chora a dor de não querer, outras as lágrimas por ainda não ser.
Afinal, o que pode ser, ser mãe?
Se toda palavra parece pobre diante de tamanha responsabilidade?
Se pra um filho toda sua necessidade não se transcreve também nas palavras, se toda luta que ela passa também não pode ser descrita.
Então, o que pode ser, ser uma mãe?
Me questiono se a conclusão e a ideia de quem criou esse ser não é exatamente esse: sentir!
Não dá pra descrever o todo de uma mãe, mas dá pra sentir. Quem é filho sabe. Quem é mãe também.
Mãe é o caminho de passagem para o destino de quem nós somos.
Mãe é a escola da vida, que ensina, repreende e educa.
Mãe é o sim e o não.
Mãe não troca de papel e suas escolhas afetam toda a vida de um ser humano.
Mãe tantas vezes amada, tantas outras incompreendida.
Mãe é firmamento e horizonte. Rio profundo.
Mãe é socorro, amparo, em outras precisa ser distância e direção.
Mãe pode dar a mão mas também precisa soltar.
Mãe pode fazer mas nem sempre deve.
Mãe, pelo seu nascer onde não tem manual, nem instrução de certezas, obrigada por TUDO que foi capaz e conseguiu fazer.
Às que se foram mas nunca irão embora, porque mãe é um sopro de VIDA eterno no coração.
E aos que sentem não ter tido esse papel, reconheça. Independente de como foi o seu mãe, ELA NOS TORNA (é isso, é um fato!). Uma homenagem a todas as mães, de suas inúmeras versões, potencialidades e amor. Em especial, a minha. Feliz domingo! Feliz dia das mães!
Com amor, Lívia! 💕
Marque ou mande pra sua pessoa!