Paula Naldi - Psicóloga Perinatal e Parental

Paula Naldi - Psicóloga Perinatal e Parental Psicóloga Perinatal e Parental (CRP 06/78004) Cursos, palestras e grupos terapêuticos.

Apoio e preparação para gestantes, casais e famílias para parto e pós-parto; Apoio Amamentação; Apoio psicoterapêutico para tentantes, gestantes, mãe-bebê.

18/05/2026

Muitas reflexões aqui do lado de dentro que resolvi expandir, dar voz e quero muito que sua voz mulher mãe seja somada também.

Esse projeto chama Mães que inspiram e meu primeiro chamado é pra você mulheres mães (não importa idade da cria) e gestantes.

Duas perguntas rápidas e que você escolhe como quer participar. Coleta até domingo e volto aqui pra gente continuar nessa troca e reflexões!

Link na Bio e vou deixar nos stories também.

Vamos juntas? 💛

Domingo foi o Dia das Mães. Mas o que ele movimentou ainda está aqui.Minha mãe separou essas fotos pra mim. Cada uma del...
12/05/2026

Domingo foi o Dia das Mães. Mas o que ele movimentou ainda está aqui.
Minha mãe separou essas fotos pra mim. Cada uma delas é uma conquista, dela e minha. E hoje, como mãe, eu olho pra elas com um orgulho e uma admiração que cresceram de um jeito que eu não sei explicar direito.
Vi ela me segurando com uma semana de vida. Vi ela me amamentar. Vi todos os nossos momentos: os de celebração e os que ficaram nas entrelinhas.
E vi a formatura dela. Aquela que aconteceu depois de tudo, depois do recomeço, depois de décadas de sonho guardado. Que mulher!
Tenho me dado conta de como sou abençoada pelos exemplos que carrego. Mulheres que superaram, que recomeçaram, que cuidaram, que foram atrás, que transformaram da maneira que era possível, mesmo quando era difícil.
Hoje eu ressignifico muita coisa, claro!! Mas tenho escolhido me conectar cada vez mais com essa força. Com tudo que elas, minha mãe, minhas avós plantaram em mim sem perceber.
E que agora, de alguma forma, eu passo pra Maya.🙏🏼🤍

29/04/2026

No dia 17/04, durante a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) do Iguatemi Ribeirão Preto, eu e minha parceira Luciana Tripoloni criamos um espaço para algo simples, porém ainda raro: parar, escutar e se perceber.

Entre trocas e reflexões, um tema essencial: saúde mental no trabalho.

Ambientes saudáveis não acontecem por acaso.

Eles são construídos, principalmente por quem lidera.

Assista ao vídeo e veja um pouco do que vivemos nesse encontro. 🤍

Se esse tema também precisa ganhar espaço na sua vida ou na sua empresa, podemos conversar.

Material para realizar o REELS palestra realizada no Iguatemi na Semana da SIPAT com o tema: Saúde Mental - sinais que você aprendeu a ignorar.

Saúde mental na sua empresa ainda é tratada como “cuidado”?Esse é um ponto que merece atenção.Porque, hoje, esse tema já...
16/04/2026

Saúde mental na sua empresa ainda é tratada como “cuidado”?

Esse é um ponto que merece atenção.

Porque, hoje, esse tema já não está mais apenas no campo do cuidado.

Ele também é uma responsabilidade organizacional prevista em lei.

A NR-1 deixou claro: riscos psicossociais precisam ser gerenciados.

👉 Não é mais benefício.
👉 É responsabilidade.

E, em muitas organizações, esse tema ainda é tratado de forma individual.

Quando, na prática, ele é estrutural.

Na clínica, o que aparece não são só diagnósticos.

São pessoas esgotadas.

Sem escuta.

Sustentando dinâmicas que, ao longo do tempo, podem contribuir para o adoecimento.

E isso não para no trabalho.

Atravessa relações.
Famílias.
Saúde.

Existe um padrão, especialmente entre mulheres e mães já no limite.

Mas o ponto central é outro:

Sem preparo adequado da liderança, dificilmente a saúde mental se sustenta de forma consistente nas organizações.

E quando o ambiente não sustenta, o impacto aparece.

A pergunta não é mais se sua empresa vai olhar para isso.

É o quanto ela está preparada para agir.

Se esse tema já começou a aparecer no seu contexto, o próximo passo não é apenas discutir — é estruturar.

Tenho apoiado organizações na leitura desses cenários e na construção de caminhos possíveis dentro da realidade de cada organização.

Se fizer sentido para o seu momento, podemos conversar.
Paula Naldi
Psicóloga Perinatal e Parental

Você não está só cansada.Você pode estar no automático. No último post, falei sobre a exaustão.Mas existe algo que suste...
13/04/2026

Você não está só cansada.

Você pode estar no automático. No último post, falei sobre a exaustão.

Mas existe algo que sustenta esse ciclo e que quase não é percebido: a desconexão do corpo.

Quando você não se escuta, você não identifica limites.

Só continua.

E é assim que o modo sobrevivência se instala, de forma sutil e constante.

Esse é um ponto que aparece com muita frequência na prática, não só no consultório, mas também em ambientes profissionais, onde sustentar tudo vira padrão… e se perceber deixa de ser prioridade.

Por isso, reconectar não é sobre parar tudo.

É sobre voltar a se perceber no meio do dia.

E, muitas vezes, esse é o primeiro passo para sair do automático de forma mais consistente.

Em que momento do seu dia você percebe que está no automático?

Tenho levado essa reflexão também para empresas e grupos, em encontros e palestras sobre saúde emocional e consciência corporal. Se fizer sentido para você ou sua equipe, me chama para conversarmos.

**Nem todo cansaço é visível.**E o mais difícil…é aquele que ninguém reconhece.Durante muito tempo, o cuidado com os fil...
27/03/2026

**Nem todo cansaço é visível.**

E o mais difícil…
é aquele que ninguém reconhece.

Durante muito tempo, o cuidado com os filhos foi romantizado como algo naturalmente pleno.
Como se fosse só amor, entrega e força.

Mas, na prática, não é só isso.

Na escuta clínica, o que aparece é mais silencioso:

Uma sensação constante de invisibilidade.

Invisibilidade nas próprias necessidades.
Invisibilidade no cansaço acumulado.
Invisibilidade na sobrecarga de sustentar tudo — sem pausas reais.

O burnout parental não começa de repente.

Ele se constrói aos poucos.
No excesso contínuo.
Na falta de descanso verdadeiro.
Na sensação de nunca ser suficiente.

E muitas vezes…
em silêncio.

Com culpa.
Com autocobrança.
Com medo de julgamento por admitir que está difícil.

Com o tempo, isso pode gerar:

– distanciamento emocional
– exaustão profunda
– a sensação de que ninguém percebe o quanto tem sido pesado

Mas reconhecer isso não é fraqueza.

É um gesto de cuidado.

Dar nome ao que você sente
é uma forma de se tornar visível.

🤍 Se isso faz sentido pra você, me conta aqui:
em que momento você mais se sente invisível?

Ou compartilha com alguém que precisa ler isso hoje.

25/03/2026

Ser chamada de “guerreira” nem sempre é elogio.

Às vezes, é só um jeito de normalizar o excesso.

A sobrecarga.
O cansaço constante.
A vida no limite.

E, aos poucos, a exaustão vira algo esperado.
Quase admirado.

Mas tem uma pergunta importante aqui:

quando foi que suportar tudo virou sinônimo de força?

Descansar não é fraqueza.
Pedir ajuda não é falha.

É cuidado.

Se isso te atravessa, salva esse vídeo.
Talvez você precise lembrar disso mais vezes do que imagina. 🤍

Ela cuida de todos. Mas quem cuida dela?No consultório, vejo muitas mulheres que dedicam grande parte da vida a cuidar d...
17/03/2026

Ela cuida de todos. Mas quem cuida dela?

No consultório, vejo muitas mulheres que dedicam grande parte da vida a cuidar de filhos, pais, parceiros, familiares.

E, nesse processo, acabam deixando a própria saúde em segundo plano.

Existe uma sobrecarga que nem sempre é visível.

É a responsabilidade constante.

É o cansaço que vai se acumulando.

É a sensação de que sempre há alguém que precisa mais de você do que você mesma.

E, pouco a pouco, muitas mulheres aprendem a se colocar em último lugar.

No mês da mulher, eu gosto de trazer essa reflexão porque ela aparece com muita frequência na minha prática: cuidar de si também é um ato de responsabilidade.

Não é egoísmo. Não é excesso. Não é luxo.

É reconhecer que o corpo tem limites, que a mente precisa de pausas e que ninguém consegue sustentar o cuidado com o outro quando está completamente esgotada por dentro.

Cuidar de si é também preservar a sua saúde, a sua presença e a sua capacidade de continuar cuidando de quem você ama, mas sem desaparecer de si mesma no caminho. 🌼

Se essa mensagem chegou até você, talvez seja um convite: olhar para si com a mesma atenção, carinho e dedicação que você oferece ao mundo todos os dias.

E se você pensou em alguma mulher enquanto lia esse texto: uma mãe, uma amiga, uma irmã, uma colega,

talvez esse seja um bom momento para enviar esse lembrete para ela.

Às vezes, quem cuida de todos também precisa ouvir que não precisa fazer tudo sozinha. 🤍

Existe um ideal silencioso que muitas mulheres carregam: ser boas mães, boas profissionais, boas parceiras, porém, sem f...
12/03/2026

Existe um ideal silencioso que muitas mulheres carregam: ser boas mães, boas profissionais, boas parceiras, porém, sem falhar, sem cansar.

Mas a pergunta que quase não fazemos é: a que custo?

Dar conta de tudo pode funcionar por um tempo.
A agenda organiza.
A performance sustenta.

Mas e por dentro?

Sustentabilidade emocional é reconhecer limites por responsabilidade.
É entender que presença exige energia.
Que vínculo exige disponibilidade real.
E que nada se mantém quando estamos exaustas.

Na clínica, aprendi que o esgotamento raramente começa na agenda. Ele começa quando ignoramos nossas próprias necessidades.

Talvez maturidade não seja dar conta de tudo.
Talvez seja escolher o que é possível sustentar.

👉 Compartilhe nos comentários: o que hoje precisa ser ajustado para ser sustentável para você?

Existe uma pergunta silenciosa que ecoa em muitas mulheres: É possível ser presente na maternidade e inteira na carreira...
11/03/2026

Existe uma pergunta silenciosa que ecoa em muitas mulheres: É possível ser presente na maternidade e inteira na carreira?

Durante muito tempo, nos venderam a ideia de que precisaríamos escolher.

Ou performar excelência nas duas frentes como se não houvesse custo emocional.

Mas talvez a questão não seja “dar conta de tudo”.
E sim reconhecer que toda escolha carrega renúncias.

Maternidade não anula ambição.
Carreira não diminui amor.

O que sustenta essa equação não é produtividade.
É consciência.

Consciência do que é prioridade em cada fase.
Consciência dos limites.
Consciência do impacto emocional das decisões.

Não existe modelo ideal.
Existem escolhas possíveis e responsabilidade sobre elas.

No fim, a pergunta talvez seja menos sobre equilíbrio e mais sobre coerência interna.

O que faz sentido para você hoje?

👉 Salve para reler quando a culpa aparecer.
E compartilhe nos comentários: qual é o maior desafio para você nessa equação?

Endereço

Ribeirão Prêto, SP

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