Espaço Agora - por Andrea Eliane

Espaço Agora - por Andrea Eliane Permita-se sentir! Prática de hatha yoga em local privado, ambiente seguro e confortável.

Te conduzo numa experiência de conexão do corpo, mente e espírito, equilibrando ciência e espiritualidade, transformando o aprendizado em jornada e a prática em ritual.

31/08/2026

Sem mais!

30/08/2026

Tem situações na vida cotidiana que simplesmente nos deixam esgotadas.

Praticamos yôga, meditamos, oramos, respiramos, buscamos cuidar de nós… e, ainda assim, às vezes sentimos que a nossa energia foi pro ralo.

Mas por quê?

Talvez porque, muitas vezes, estamos no piloto automático.

Não percebemos que poderíamos ter escolhido outro caminho, encerrado aquela conversa antes, colocado um limite ou simplesmente dito NÃO.

É aí que Brahmacharya — a conservação da energia — deixa de ser apenas um conceito filosófico e começa a fazer sentido na vida real.

Porque talvez conservar energia não seja apenas aprender a recuperá-la depois do desgaste.

Talvez seja aprender a não desperdiçá-la.

🌿

Esse foi o tema da nossa aula no parque ontem e também de uma reflexão que nasceu de uma experiência muito concreta que vivi esta semana.

E essa história continua…

🎙️ Amanhã tem episódio novo no SPOTIFY.

Uma conversa sobre energia, escolhas, limites e consciência — porque o yôga também acontece quando a vida nos testa.

Até amanhã. 🕉️🌈

yamas autoconhecimento consciência energia presença vidacotidiana

23/08/2026

E se a gente perguntasse um pouco mais?

Hoje foi meu dia de dar aula no Parque Curupira. 🌿🧘🏻‍♀️

E, como assumi comigo mesma o compromisso de sair do automatismo e responder aos meus questionamentos com mais profundidade, fiz uma pergunta que parecia simples:

Por que eu gosto tanto de dar aula justamente no Curupira?

A resposta que encontrei me surpreendeu. ❤️

Na lenda, o Curupira protege a floresta e os animais daqueles que podem destruí-los.

E talvez seja isso que o yôga também nos convide a fazer: proteger a verdade do nosso coração.

Mesmo aquilo que nem sempre tem uma aparência bonita. Mesmo aquilo que nos parece estranho. Mesmo aquilo que gostaríamos de esconder.

Porque consciência não é eliminar tudo aquilo que não combina com a imagem que criamos de nós mesmos.

É aprender a olhar para dentro com presença, reconhecer o que existe e cuidar da nossa própria floresta interior. 🌳

Hoje compartilhei essa reflexão em vídeo — e agora quero saber de vocês:

Para quem esteve na aula, o que ficou dessa prática? Que percepção, sensação ou reflexão vocês levaram para casa?

Deixem aqui nos comentários. Vou adorar saber o que o yôga movimentou em cada um. 💚

E se essa reflexão tocou você, continue a conversa comigo no Spotify. 🎧

Lá temos outras reflexões sobre yôga, vida, consciência e os caminhos que se abrem quando começamos a olhar para aquilo que antes passava despercebido.

Talvez a pergunta não seja apenas “o que estou fazendo?”
Mas também: “por que estou fazendo?”

Às vezes, uma pergunta sincera é o começo de uma nova percepção.

🌿 Andrea Eliane — Yoga sem Mistérios
Consciência, yôga, filosofia, reflexão, presença.

Existe uma diferença enorme entre dizer “respira” como se a respiração fosse um botão que conseguimos apertar no meio do...
20/08/2026

Existe uma diferença enorme entre dizer “respira” como se a respiração fosse um botão que conseguimos apertar no meio do caos…

e reconhecer que, justamente quando tudo aperta, a respiração pode ser o fio que nos ajuda a atravessar.

“Depois da tempestade, vem a bonança.”

Mas talvez a bonança não signifique que nunca mais teremos tempestades.

Talvez signifique aprender que podemos atravessá-las e, pouco a pouco, retornar a um estado de maior equilíbrio.

É aí que o yôga encontra a vida cotidiana.

Não para nos ensinar a fugir do desconforto, mas para nos oferecer recursos para sentir, respirar, observar e atravessar.

Porque a paz que habita em nós nem sempre aparece quando a tempestade termina.

Às vezes, ela é reconhecida no meio dela.

Quando respiramos.

Quando sentimos.

Quando deixamos de lutar contra aquilo que está acontecendo e trazemos a consciência para o aqui e o AGORA.

🌱 Tudo passa, respira.

E talvez hoje essa frase possa ganhar um novo significado:

Respira.
Sente.
Atravessa.
Observa.
Percebe que está passando.

🎧 No novo episódio, conversamos sobre isso: sobre as turbulências, a respiração, a regulação e essa possibilidade de atravessar os vrittis com mais presença e consciência.

Se você está vivendo alguma “tempestade” neste momento, talvez esse episódio encontre você no tempo certo.

O que tem te ajudado a atravessar as suas tempestades?

Me conta nos comentários. 🌈🕉️

13/08/2026

Um vídeo fofo e uma reflexão profunda sobre como aplicar APARIGRAHA nas relações.

Como você se sente/age quando canta para a vida e aparentemente não percebe a resposta dela como gostaria?

A "fonte" não precisa perguntar pelo caminho.
Na UNIDADE, na PRESENÇA, no AGORA o AMOR já é, já está. O exercício? Se abrir para perceber.

A porta está destrancada. Escolha ser LUZ e ver AMOR por onde for

Yamas: cinco (Ahimsa, Satya, Asteya, Brahmacharya e Aparigraha) regras de conduta ética e moral descritas por Patanjali. Eles formam o primeiro passo do caminho da "expansão da consciência" rumo à moksha (onde é chamado de nirvana) representa o objetivo supremo da existência humana: o ato de se livrar do ciclo de sofrimento, morte e renascimento (samsara) e alcançar a iluminação espiritual plena.

Aparigraha significa desapego, não acumulação e não possessividade.

Origem da Palavra: A - prefixo de negação ("não").

Pari - "de todos os lados".

Graha - "pegar", "agarrar" ou "segurar".

Tradução literal: o ato de não agarrar as coisas para si por todos os lados.

Como aplicar o Aparigraha na vida cotidiana?

Bens materiais: evitar o consumo excessivo e o acúmulo de objetos que você não usa de imediato.

Mente e emoções: soltar sentimentos ruins, crenças antigas e expectativas rígidas sobre o futuro ou sobre os outros.

Relações: amar e conviver com as pessoas sem tentar controlá-las ou tratá-las como posse.

Fácil praticar APARIGRAHA? NÃO.
Possível? SIM.

Eu decido ser feliz independente das circunstâncias que me rodeiam. *SAT CHIT ANANDA*.

Esse é mais um episódio da vida cotidiana onde percebo yôga acontecendo aqui e AGORA.

Permita-se sentir o AMOR.
Permita-se experenciar a UNIDADE com o DIVINO.

COMO?
Estou trilhando essa jornada de encontrar o AMOR dentro e posso contribuir com a sua jornada também.

Bora!?!
Aula experimental com 50% de desconto da aula avulsa. VEM.

13/08/2026

Um vídeo fofo e uma reflexão profunda sobre como aplicar APARIGRAHA nas relações.

Como você se sente/age quando canta para a vida e aparentemente não percebe a resposta dela como gostaria?

A "fonte" não precisa perguntar pelo caminho.

Yamas: cinco (Ahimsa, Satya, Asteya, Brahmacharya e Aparigraha) regras de conduta ética e moral descritas por Patanjali. Eles formam o primeiro passo do caminho da "expansão da consciência" rumo à moksha (onde é chamado de nirvana) representa o objetivo supremo da existência humana: o ato de se livrar do ciclo de sofrimento, morte e renascimento (samsara) e alcançar a iluminação espiritual plena.

Aparigraha significa desapego, não acumulação e não possessividade.

Origem da Palavra: A - prefixo de negação ("não").

Pari - "de todos os lados".

Graha - "pegar", "agarrar" ou "segurar".

Tradução literal: o ato de não agarrar as coisas para si por todos os lados.

Como aplicar o Aparigraha na vida cotidiana?

Bens materiais: evitar o consumo excessivo e o acúmulo de objetos que você não usa de imediato.

Mente e emoções: soltar sentimentos ruins, crenças antigas e expectativas rígidas sobre o futuro ou sobre os outros.

Relações: amar e conviver com as pessoas sem tentar controlá-las ou tratá-las como posse.

05/08/2026

"A prática não é nunca se distrair. A prática é voltar, com amor, todas as vezes."

Às vezes pensamos que meditar significa não sermos interrompidos: Silêncio. Imobilidade. Nada acontecendo.

Mas hoje a vida contribuiu comigo, a mostrar "SEM MISTÉRIOS", algo diferente.

Sentei para meditar e, antes mesmo de fechar completamente os olhos, o Zeca veio meu pé e começou a cantar.

Durante alguns instantes, minha atenção saiu da respiração e foi para aquele pequeno ser celebrando a própria existência.

E sabe de uma coisa?

Não havia problema algum nisso.

O yôga não nos convida a rejeitar a vida para encontrar presença.

Ele nos convida a estar presentes para a vida.

Existe um conceito chamado SANTOSHA, o contentamento. Não é resignação. Não é acomodação. É a capacidade de reconhecer a beleza do instante exatamente como ele é.

Naquele momento, SANTOSHA era ouvir aquele canto. Era sorrir. Era perceber a simplicidade da vida acontecendo diante de mim.

E existe outro ensinamento igualmente importante: TAPAS.

TAPAS é o fogo da disciplina. É aquilo que nos faz retornar ao caminho escolhido. Porque, se eu permanecesse apenas contemplando minha calopsita durante toda a manhã, talvez aquilo que começou como presença se transformasse em distração.

Percebe a sutileza?

O yôga não pede que você rejeite o momento. Também não pede que você permaneça preso a ele. Ele convida a viver plenamente... e, depois, voltar.

Voltar à respiração.

Voltar ao corpo.

Voltar à intenção.

Entre a rigidez de ignorar a beleza da vida e a dispersão de esquecer completamente o propósito, existe um caminho do meio.

É nele que mora a prática.

Talvez seja por isso que a disciplina verdadeira não seja permanecer imóvel. Seja desenvolver a capacidade de retornar.

Retornar uma vez. Depois outra. E outra. Sem culpa. Sem violência. Com amor. Porque cada retorno fortalece a consciência.

Hoje, meu mestre foi o Zeca 🐥.

Ela me lembrou de celebrar o instante. E o yôga me lembrou de voltar para mim.

Talvez a prática não seja evitar as distrações. Talvez a prática seja descobrir que podemos acolher a vida com carinho... sem perder a

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Rua Magda Perona Frossard, 770, Sala 4
Ribeirão Prêto, SP
14026-596

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