06/07/2026
A gente evoluiu MUITO na forma de avaliar composição corporal e risco metabólico:
IMC → só relaciona peso e altura, não diferencia massa magra de gordura nem distribuição.
Circunferência abdominal → avanço ao mirar gordura visceral, mas ainda é indireta e sujeita a erro de técnica.
Bioimpedância/DEXA → separam massa gorda de massa magra com precisão, mas não mostram a distribuição regional da gordura.
Tomografia/ultrassom de composição corporal → o mais fidedigno hoje: diferencia gordura visceral (VAT) de subcutânea (SAT), e a relação VAT/SAT é um preditor de risco muito mais preciso que IMC ou circunferência isoladas.
Duas pessoas com a mesma circunferência podem ter riscos completamente diferentes, dependendo de quanto dessa gordura é visceral.
Usar métodos mais avançados de avaliação são importantes porque permite classif**ar o risco real do paciente, com robustez. Quanto mais precisa a avaliação, mais clara f**a a necessidade ou não de uma conduta mais intensiva. Sem a avaliação por ultrassom, alguns pacientes poderiam, por exemplo, ter circunferência abdominal normal e bioimpedância normal, mas ainda assim apresentar risco cardiovascular, porque a gordura visceral ainda pode estar aumentada.