23/07/2020
O floral foi o marco inicial do meu processo, foi o que abriu um novo caminho pessoal e profissional. (E esse pessoal hoje em dia já é visto como ‘de todas as pessoas’, não único ou individual, mas isso não vem ao caso agora.)
Na época havia uma confusão mental, sensações que pareciam auto existir. Esse é um cenário muito comum de se encontrar por aí: as pessoas buscam e buscam mas não sabem o que ao certo. Anseiam, f**am inquietas e mesmo que nomeiem aquilo que desejam não sabem o real motivo por trás desse movimento.
Toda a transição que se sucedeu - desde as vivências, retiros, práticas, e encontros até a vida acadêmica - acabou convergindo para que eu me tornasse um psicoterapeuta e atuasse com o floral. Sou tão grato a isso que não tem como não querer retribuir. Quando processo do conhecer a si f**a claro é inerente querer levá-lo adiante.
As essências foram me mostrando que são grande aliadas em qualquer processo da vida, desde a dificuldade até o aprofundamento pessoal, o bem estar e a auto investigação apurada, até mesmo quando não houver qualquer incômodo.
É por isso que hoje as uso, no processo psicoterapêutico, em vivências e com os aspirantes do universo da meditação. O floral pode ser o grande maturador e catalisador dos processos, seja ele qual for.
Não acredito nas essências florais, eu sei delas! Já passou pelo experimento-experiência e já há alguns anos venho assistindo essa beleza dinâmica da transformação acontecer na vida de outras pessoas.
A paixão é presente nessas tarefas. Sintetizando, é isso... mas...sintetizando MESMO.
Luiz Henrique Zumpano
Psicoterapeuta – Terapeuta Foral