Nutricionista Maria Amelia

Nutricionista Maria Amelia Ajudo Renais Crônicos a comerem de tudo sem medo e ensino Diabéticos a controlar sua glicemia sem

14/08/2026

“Tenho doença renal. Então preciso comer menos proteína.”

Nem sempre.

Na doença renal crônica, a quantidade de proteína não deve ser definida apenas pelo diagnóstico. Estágio da doença, presença ou não de diálise, estado nutricional, ingestão alimentar, perda de peso e de massa muscular, além de outras condições de saúde, fazem parte dessa avaliação.

Por isso, restringir proteína por conta própria pode não ser adequado — especialmente quando existe risco de desnutrição e perda de massa muscular.

É justamente aí que entra a individualização: duas pessoas com doença renal podem precisar de estratégias nutricionais diferentes, mesmo tendo diagnósticos semelhantes.

Não existe uma quantidade de proteína que sirva para todo paciente renal.

Se você tem doença renal e quer entender o que faz sentido para o seu caso, entre em contato comigo e agende sua consulta.

Quando falamos em fibras, o intestino merece, sim, atenção.Elas têm um papel importante no funcionamento intestinal e ta...
13/08/2026

Quando falamos em fibras, o intestino merece, sim, atenção.

Elas têm um papel importante no funcionamento intestinal e também estão relacionadas à saúde da microbiota. Mas, para quem tem diabetes, há outro ponto que merece entrar nessa conversa: a resposta glicêmica da refeição.

As fibras presentes em alimentos como feijão, verduras, legumes, frutas, aveia e cereais menos refinados ajudam a compor refeições de melhor qualidade e podem contribuir para uma absorção mais gradual dos carboidratos.

E repare: não estamos falando de alimentos difíceis de encontrar ou de incluir na rotina. Muitas boas fontes de fibras já fazem parte da alimentação brasileira.

Também não adianta olhar para a fibra isoladamente. A quantidade de carboidratos e a composição da refeição como um todo continuam importando para o controle glicêmico.

Então, quando você coloca mais fibras no prato, não está pensando apenas no funcionamento do intestino.

Está cuidando da qualidade da alimentação como um todo.

A falta de apetite nem sempre começa de forma evidente.Primeiro, a pessoa deixa uma parte do almoço. Depois, começa a pu...
09/08/2026

A falta de apetite nem sempre começa de forma evidente.

Primeiro, a pessoa deixa uma parte do almoço. Depois, começa a pular o lanche, sente-se satisfeita com poucas colheradas ou percebe que a comida já não tem o mesmo sabor.

Na doença renal crônica, principalmente em estágios mais avançados, a redução do apetite pode aparecer junto de náuseas, alterações no paladar, constipação, azia, dor, mudanças de humor ou outros fatores que precisam ser investigados.

Aos poucos, podem surgir perda de peso sem intenção, redução de massa muscular, fraqueza e piora do estado nutricional. Quando essa situação persiste, é o momento de poupar as proteínas e direcionar a alimentação para fornecer nutrientes e energia.

Percebeu redução persistente do apetite ou perda de peso sem intenção? Leve essa mudança para a equipe que acompanha o tratamento e marque uma avaliação com sua nutricionista.

A necessidade de restringir potássio não é definida por um alimento isolado!Exames, função renal, medicamentos, tratamen...
08/08/2026

A necessidade de restringir potássio não é definida por um alimento isolado!

Exames, função renal, medicamentos, tratamento, porções e frequência de consumo precisam entrar nessa avaliação.

Deslize para o lado e saiba mais ➡️

07/08/2026

Hoje eu decidi gravar um trecho de uma consulta porque essa é uma dúvida que aparece com muita frequência por aqui: quem tem doença renal pode comer frutas?

Esse paciente chegou com medo de consumir qualquer fruta por causa do potássio. E esse receio é tão comum que muita gente acaba retirando tudo da alimentação sem necessidade.

Se essa também é uma dúvida sua, agende uma consulta comigo.

⚠️ Potássio alto no exame não significa, automaticamente, que a solução seja começar a cortar frutas, verduras e outros ...
05/08/2026

⚠️ Potássio alto no exame não significa, automaticamente, que a solução seja começar a cortar frutas, verduras e outros alimentos da rotina.

Antes de pensar em restrições, é importante entender por que esse potássio está elevado.

Função renal, medicamentos em uso, tratamento, outros exames e até mudanças recentes no quadro clínico podem fazer parte dessa avaliação. Por isso, a orientação não deveria partir de uma lista pronta de alimentos “permitidos” e “proibidos”.

👉 Na doença renal crônica, a necessidade de ajustar o consumo de potássio é individualizada. Restringir sem necessidade também pode diminuir a variedade e a qualidade da alimentação.

O exame é uma informação importante, mas ele precisa ser interpretado dentro de um contexto.

📲 Se você tem doença renal e está com dúvidas sobre o que realmente precisa ajustar na sua alimentação, agende sua consulta para receber uma orientação individualizada!

⚠️ “Menos sódio” parece uma escolha automaticamente melhor, mas, para quem tem doença renal, vale olhar além da informaç...
04/08/2026

⚠️ “Menos sódio” parece uma escolha automaticamente melhor, mas, para quem tem doença renal, vale olhar além da informação que aparece na frente da embalagem!

Alguns sais com teor reduzido de sódio e substitutos do sal utilizam cloreto de potássio na composição. Isso ajuda a reduzir o sódio do produto, mas acrescenta uma informação importante para quem recebeu orientação para controlar o potássio.

👉 A necessidade de controlar o potássio depende de fatores como exames, função renal, medicamentos, tratamento e contexto clínico individual.

Por isso, ao encontrar um produto com a promessa de “menos sódio”, não fique apenas na parte da frente da embalagem. Confira também a lista de ingredientes e procure por “cloreto de potássio”.

📲 Se você tem DRC e tem dúvidas sobre quais produtos fazem sentido para a sua alimentação, agende sua consulta!

03/08/2026

Seu lanche pode estar sabotando sua glicemia.

Mais importante do que olhar apenas para o carboidrato é pensar em como o lanche é montado. Combinar carboidrato com proteína, fibras e/ou gorduras pode ajudar a deixar a resposta da glicemia mais equilibrada.

Mas atenção: a quantidade também importa, e não existe uma combinação ideal para todo mundo.

Quer descobrir o que funciona para a sua rotina e sua glicemia? Clique no link da bio e agende sua consulta comigo.

Os carboidratos não são os vilões da alimentação. O problema costuma estar na qualidade e na frequência das escolhas.Tro...
27/07/2026

Os carboidratos não são os vilões da alimentação. O problema costuma estar na qualidade e na frequência das escolhas.

Trocas simples podem aumentar o consumo de fibras, melhorar a saciedade e contribuir para um melhor controle da glicemia e da saúde intestinal.

Alguns exemplos práticos:

- Troque o pão francês pelo pão integral.
- Prefira aveia no café da manhã ou nos lanches.
- Inclua frutas no lugar de biscoitos recheados sempre que possível.
- Dê preferência a massas integrais quando elas forem uma opção adequada para você.

Isso não significa que você nunca mais vai comer pão francês ou massa branca. Alimentação saudável não é sobre proibição, e sim sobre fazer boas escolhas na maior parte do tempo.

Cada pequena troca parece pouco isoladamente, mas somadas ao longo das semanas fazem uma grande diferença para a sua saúde.

Qual dessas substituições seria mais fácil para você começar ainda esta semana?

A maioria das pessoas vai ao mercado pensando em "o que eu quero comer".Quem tem doença renal precisa aprender a pensar ...
24/07/2026

A maioria das pessoas vai ao mercado pensando em "o que eu quero comer".

Quem tem doença renal precisa aprender a pensar diferente: "o que vale a pena colocar no carrinho?"

Um exemplo prático:

🟢 Em vez de levar presunto, mortadela e salame para o café da manhã, coloque ovos e um queijo com menor teor de sódio.

🟢 Em vez de tempero pronto, leve alho, cebola, limão, ervas frescas e especiarias. Você reduz muito o sódio sem perder sabor.

🟢 Em vez de comprar alimentos congelados prontos, escolha carnes frescas. O teor de sódio costuma ser muito menor.

🟢 Antes de colocar um produto no carrinho, vire a embalagem e leia o rótulo. Em muitos casos, dois produtos parecidos têm uma diferença enorme na quantidade de sódio.

É esse tipo de detalhe que, repetido todos os dias, faz diferença no controle da doença renal.

E o melhor: você não precisa deixar de comer bem. Precisa aprender a escolher melhor.

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