08/07/2026
Você já ouviu alguém dizer: “Ele tem só um pouquinho de autismo”?
Essa é uma frase muito comum, mas não está correta.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é medido pela “quantidade” de autismo que uma pessoa tem. Uma pessoa é autista ou não é. O que existe são diferentes níveis de suporte, que indicam o quanto ela pode precisar de ajuda em seu dia a dia.
Além disso, duas pessoas com o mesmo nível de suporte podem apresentar características, habilidades e desafios completamente diferentes. Afinal, cada pessoa é única.
É nesse contexto que a Terapia Ocupacional faz toda a diferença. O trabalho do terapeuta ocupacional vai muito além do diagnóstico: ele busca compreender as necessidades de cada indivíduo e desenvolver estratégias para favorecer sua autonomia, independência e participação nas atividades do cotidiano, sempre respeitando sua singularidade.
Mais do que conhecer os níveis de suporte, é importante compreender que cada pessoa no espectro merece um olhar individualizado, acolhimento e oportunidades para desenvolver seu potencial.
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