Psicóloga Dominique M. Carilo Roque

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Psicóloga Dominique M. Carilo Roque Essa página tem por objetivo a divulgação do meu trabalho para promoção de saúde mental e autocuidado. Atendimento presencial e online

Psicóloga pela Universidade Veiga de Almeida e pós graduanda em Psicanálise com curso de extensão pela UFRJ em saúde mental do trabalhador. Trabalhei por 11 anos na área de Recursos Humanos, sempre debruçada sobre a saúde mental e bem-estar do trabalhador. Hoje atuo na clínica, promovendo saúde mental com atendimento de adolescentes, adultos e idosos que buscam através de uma análise tratar das mais diversas inibições, sintomas e angústias. Oferecendo um espaço de fala, elaboração e autocuidado para pessoas em situação de dor e sofrimento psíquico. Partindo do contexto da psicanálise onde Freud escreve sobre o mal-estar da civilização, todos os indivíduos sofrem com problemas psíquicos. Através dos meus estudos busco essa cura através da palavra, sendo ela única a cada indivíduo e sua elaboração em análise. Meu convite é para você aprender a lidar com as mais diversas questões que demandam ao longo de nossas vidas para que não atrapalhe ou paralise diante das dificuldades.

Entre romper padrões de repetição, bancar o próprio desejo e entender que o passado não se sustenta no presente, amadure...
23/08/2026

Entre romper padrões de repetição, bancar o próprio desejo e entender que o passado não se sustenta no presente, amadurecer exige uma dose alta de coragem e um filtro psíquico muito bem ajustado.

A gente passa boa parte da vida tentando caber na expectativa do Outro, repetindo escolhas velhas e esperando resultados novos. Mas a conta do esgotamento sempre chega.

Desapegar da versão que você aprendeu a ser para funcionar no mundo não é perda.
É a única forma de deixar a sua versão autêntica existir.

Qual dessas frases bateu mais forte aí hoje?

Salve este post para reler quando precisar recalibrar a rota.

“Quando a pergunta ‘boa o suficiente para quem?’ ecoa, você começa a entender que não é sobre o medo de errar, mas sobre...
18/08/2026

“Quando a pergunta ‘boa o suficiente para quem?’ ecoa, você começa a entender que não é sobre o medo de errar, mas sobre as maneiras que criou para se defender dele.

A análise é o espaço para repensar e criar novas formas de ser e estar no mundo.

Tem gente que aprendeu a ser gentil antes mesmo de aprender a perguntar o que queria.Percebe o que o outro precisa.Se an...
17/08/2026

Tem gente que aprendeu a ser gentil antes mesmo de aprender a perguntar o que queria.

Percebe o que o outro precisa.
Se antecipa.
Resolve.
Cede.
Evita incomodar.
Diz “não tem problema” quando, na verdade, tem.

E talvez você nem perceba o quanto isso cansa.

Porque existe uma diferença entre ser gentil e precisar ser gentil para continuar ocupando determinado lugar na vida de alguém.

A pessoa agradável.
A que entende.
A que não dá trabalho.
A que está sempre disponível.
A que consegue suportar mais um pouco.

Até que, um dia, aparece uma pergunta incômoda

se eu parar de oferecer tanto, ainda vão gostar de mim?

É aí que a gentileza pode deixar de ser apenas uma qualidade e começar a funcionar como combustível(gozo).

Combustível para ser aceita.
Para evitar conflitos.
Para não decepcionar.
Para continuar sendo necessária.

Na psicanálise, não interessa apenas aquilo que você faz.

Interessa também o que se repete por trás daquilo que você faz.

Talvez você não esteja sendo gentil porque quer.

Talvez esteja tentando garantir, através da gentileza, que nunca precise descobrir o que acontece quando você simplesmente diz:

“Eu não quero.”

E talvez essa seja uma das coisas mais difíceis de sustentar:

não ser cruel,
não ser egoísta,
não deixar de amar ninguém.

Apenas descobrir que ser uma pessoa boa não exige estar sempre disponível para o desejo do outro.

se isso também te faz sofrer, o que ainda se satisfaz nessa repetição?

Se você percebe o que faz mas ainda não consegue parar de fazer sozinha, pedir ajuda também é caminho.

Frases que ouvi, li ou disse e que continuaram dizendo alguma coisa.
17/08/2026

Frases que ouvi, li ou disse e que continuaram dizendo alguma coisa.

Análise não é sobre consertar um defeito, mas sobre aprender a viver com o que é só seu. Quando a gente para de tentar s...
07/08/2026

Análise não é sobre consertar um defeito, mas sobre aprender a viver com o que é só seu. Quando a gente para de tentar se encaixar no que os outros esperam e aceita que a vida tem seus vazios, o que a gente realmente quer ganha espaço pra acontecer.
E para você, o que é um verdadeiro luxo?

Todo aniversário eu volto nessa fotografia (hoje editada por ia) e me deu vontade de sentar ao lado dessa menina.Eu diri...
29/07/2026

Todo aniversário eu volto nessa fotografia (hoje editada por ia) e me deu vontade de sentar ao lado dessa menina.

Eu diria que o futuro não é um lugar de sustos. É um lugar de invenção.

Nem sempre as coisas vão acontecer como você imagina. Haverá despedidas, silêncios, perdas e dias em que você vai achar que se perdeu de si mesma.

Mas existe uma coisa que nunca vai te abandonar, a nossa vontade de desejar uma vida bonita.
Esse desejo vai te conduzir quando tudo parecer sem direção.

Você vai descobrir que crescer não é deixar a criança para trás. É voltar até ela, tantas vezes quanto forem necessárias, para dizer eu estou aqui.

Nós nos tornamos Psicóloga 🥰❤️‍🩹

Passamos os dias escutando histórias, acolhendo dores e ajudando pessoas a encontrarem palavras para aquilo que parecia impossível de dizer.

Há algo profundamente bonito em celebrar a própria vida testemunhando o nascimento de novos caminhos na vida de outras pessoas.

É um privilégio assistir alguém descobrir que ainda existe desejo onde antes só havia sofrimento.

Hoje, olhando para essa fotografia, eu percebo que a promessa foi cumprida.

Que eu nunca deixe de proteger a menina que fui, nem de confiar na mulher que continuo me tornando.

Feliz aniversário para nós. 🤍

O domingo à noite costuma virar o tribunal onde nos cobramos por não ter sido a máquina de performance que o mundo esper...
13/07/2026

O domingo à noite costuma virar o tribunal onde nos cobramos por não ter sido a máquina de performance que o mundo espera.
A pressa para projetar uma segunda-feira impecável é apenas o sintoma do medo de falhar.

A verdade clínica é que não dá para dar conta de tudo.
O esgotamento que insiste em aparecer não é falta de organização, é o cansaço de uma utilidade que nos é imposta em tempo integral.

Em vez de planejar o próximo checklist, experimente suportar o vazio de não ser útil por algumas horas.

Uma excelente noite.

Toda vez que acontece uma grande derrota coletiva, fazemos quase sempre o mesmo movimento… procuramos um culpado.É compr...
06/07/2026

Toda vez que acontece uma grande derrota coletiva, fazemos quase sempre o mesmo movimento… procuramos um culpado.

É compreensível. Nomear um responsável produz a ilusão de que compreendemos o que aconteceu. Mas compreender e encontrar um culpado não são a mesma coisa.

Na clínica, aprendi que o sofrimento raramente começa onde ele aparece.

O ataque de ansiedade não começa na crise. O fim de um relacionamento não começa na separação. O esgotamento não começa quando o corpo pede descanso.

Há algo que já vinha acontecendo, mas ainda não tinha encontrado uma forma de ser visto.

Talvez por isso o futebol mobilize tanto. Não porque seja apenas um esporte, mas porque ele condensa fantasias, expectativas e identificações de um país inteiro. Quando uma seleção perde, perdemos também uma narrativa sobre quem imaginávamos ser.

Depois vêm os memes.

Eles não são, necessariamente, sinal de indiferença. Muitas vezes são uma tentativa de produzir algum sentido para aquilo que ainda não conseguimos elaborar. O humor também é uma forma de lidar com o real.

A psicanálise nos convida a fazer uma pergunta menos confortável.

Em vez de perguntar apenas “quem perdeu?”, talvez valha perguntar.

o que precisou se repetir tantas vezes para que essa derrota parecesse inevitável?

Essa pergunta vale para o futebol.

Vale para uma instituição.

Vale para um relacionamento.

Vale para uma vida.

Porque, às vezes, o resultado apenas torna visível aquilo que já vinha sendo construído em silêncio.

Ouça sua mente à luz da psicanálise.

Toda vez que acontece uma grande derrota coletiva, fazemos quase sempre o mesmo movimento: procuramos um culpado.É compr...
06/07/2026

Toda vez que acontece uma grande derrota coletiva, fazemos quase sempre o mesmo movimento: procuramos um culpado.

É compreensível. Nomear um responsável produz a ilusão de que compreendemos o que aconteceu. Mas compreender e encontrar um culpado não são a mesma coisa.

Na clínica, aprendi que o sofrimento raramente começa onde ele aparece.

O ataque de ansiedade não começa na crise. O fim de um relacionamento não começa na separação. O esgotamento não começa quando o corpo pede descanso.

Há algo que já vinha acontecendo, mas ainda não tinha encontrado uma forma de ser visto.

Talvez por isso o futebol mobilize tanto. Não porque seja apenas um esporte, mas porque ele condensa fantasias, expectativas e identificações de um país inteiro. Quando uma seleção perde, perdemos também uma narrativa sobre quem imaginávamos ser.

Depois vêm os memes.

Eles não são, necessariamente, sinal de indiferença. Muitas vezes são uma tentativa de produzir algum sentido para aquilo que ainda não conseguimos elaborar. O humor também é uma forma de lidar com o real.

A psicanálise nos convida a fazer uma pergunta menos confortável.

Em vez de perguntar apenas “quem perdeu?”, talvez valha perguntar:

o que precisou se repetir tantas vezes para que essa derrota parecesse inevitável?

Essa pergunta vale para o futebol.

Vale para uma instituição.

Vale para um relacionamento.

Vale para uma vida.

Porque, às vezes, o resultado apenas torna visível aquilo que já vinha sendo construído em silêncio.

Ouça sua mente à luz da psicanálise.

Ao admitir abertamente as poucas chances da Noruega 🇳🇴 contra o Brasil 🇧🇷, Haaland dá uma aula de posicionamento fundame...
01/07/2026

Ao admitir abertamente as poucas chances da Noruega 🇳🇴 contra o Brasil 🇧🇷, Haaland dá uma aula de posicionamento fundamentada na Janteloven, uma filosofia escandinava que prefere o realismo bruto à ilusão de um ego onipotente.

Enquanto a nossa cultura exige um heroísmo infalível que adoece a mente e paralisa grandes projetos pelo medo inconsciente de falhar, a psicanálise revela que reconhecer o limite é o que realmente liberta a energia psíquica para a ação.

A verdadeira alta performance e a maturidade emocional acontecem quando abrimos mão da neurose da perfeição para sustentar o desejo com coragem dentro da arena real.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
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