Psicóloga Valéria Figueiredo

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Neste 27 de agosto, celebramos o Dia do PsicólogoExercer a Psicologia é assumir o compromisso de contribuir para o desen...
27/08/2026

Neste 27 de agosto, celebramos o Dia do Psicólogo

Exercer a Psicologia é assumir o compromisso de contribuir para o desenvolvimento humano, para relações mais saudáveis e para a promoção da saúde mental.

Minha homenagem a todos os colegas que exercem essa profissão com responsabilidade, dedicação e respeito.

Feliz Dia do Psicólogo!

Valéria Figueiredo
Psicóloga | CRP 05/33766

Muitas vezes acreditamos que grandes mudanças exigem esforços gigantescos e imediatos. Mas a verdade é que o poder da tr...
10/08/2026

Muitas vezes acreditamos que grandes mudanças exigem esforços gigantescos e imediatos. Mas a verdade é que o poder da transformação está nos pequenos passos, aqueles que parecem quase insignificantes no dia a dia. O 1% ao dia é a metáfora de que o progresso constante, mesmo que mínimo, gera resultados extraordinários ao longo do tempo.

Esse conceito nos lembra que não precisamos esperar por momentos ideais ou por grandes revoluções pessoais. Basta começar com algo simples: uma escolha mais consciente, um hábito saudável, um pensamento diferente. Cada pequena ação se acumula e, como uma corrente silenciosa, nos leva a um lugar muito distante de onde começamos.

O desafio está em manter a constância. É fácil subestimar o impacto de pequenas mudanças, mas quando olhamos para trás, percebemos que foram justamente elas que moldaram nossa trajetória. O 1% ao dia nos ensina que disciplina e paciência são tão poderosas quanto intensidade e velocidade.

Ao aplicar esse princípio na vida emocional, percebemos que cuidar de si não precisa ser um ato grandioso. Pode ser reservar alguns minutos para respirar, escrever sobre seus sentimentos ou simplesmente reconhecer suas próprias necessidades. Esses pequenos gestos, repetidos diariamente, fortalecem nossa saúde mental e ampliam nossa capacidade de lidar com os desafios.

No fim, o poder do 1% ao dia é um convite para acreditar que grandes transformações começam com passos pequenos. É sobre confiar no processo, valorizar o caminho e reconhecer que cada escolha, por menor que pareça, tem o potencial de mudar profundamente quem somos.

A vida é marcada por acontecimentos que não podemos prever ou controlar.Situações inesperadas surgem sem aviso, desafian...
14/07/2026

A vida é marcada por acontecimentos que não podemos prever ou controlar.

Situações inesperadas surgem sem aviso, desafiando nossa capacidade de adaptação e revelando o quanto somos vulneráveis diante da incerteza. O imprevisível nos lembra que não temos domínio sobre tudo, mas que podemos escolher como reagir ao que acontece.

Lidar com o que foge do nosso controle exige consciência e flexibilidade. Muitas vezes, nossa primeira reação é resistir ou tentar controlar ainda mais, mas esse movimento só aumenta a ansiedade. Aprender a aceitar o que não pode ser mudado é um exercício de maturidade emocional, que abre espaço para focarmos naquilo que realmente depende de nós.

O imprevisível também nos ensina sobre resiliência. Cada vez que enfrentamos uma situação inesperada, temos a oportunidade de descobrir recursos internos que talvez nem soubéssemos que existiam. É nesse processo que crescemos, desenvolvemos novas habilidades e fortalecemos nossa confiança em lidar com a vida como ela é.

Reconhecer os limites do nosso controle não significa passividade. Pelo contrário, é um convite para agir com sabedoria, direcionando energia para o que está ao nosso alcance e aprendendo a soltar o que não está. Essa postura nos ajuda a viver com mais leveza e menos frustração, mesmo diante das incertezas.

No fim, o imprevisível é parte essencial da experiência humana. Ele nos desafia, nos ensina e nos lembra que viver é, em grande medida, navegar entre o que podemos escolher e o que simplesmente acontece. Aceitar essa dualidade é um passo importante para uma vida mais consciente e equilibrada.

Falar a verdade nem sempre é simples. Muitas pessoas oscilam entre dois extremos: ou evitam dizer o que sentem para não ...
10/07/2026

Falar a verdade nem sempre é simples. Muitas pessoas oscilam entre dois extremos: ou evitam dizer o que sentem para não magoar… ou falam de forma tão direta que acabam ferindo o outro.

A honestidade saudável não está em nenhum desses extremos. Ela envolve responsabilidade emocional, empatia e sensibilidade.

Dizer a verdade com delicadeza não significa "adoçar" tudo ou deixar de ser autêntico. Significa considerar o outro como alguém que também sente, interpreta e reage. Significa compreender que, independentemente do que você tem a dizer, é possível fazê-lo com respeito e consideração.

Alguns pontos importantes para você pensar, antes de "dizer verdades":
1. Escolher o momento certo
2. Cuidar do tom e da forma
3. Falar a partir de si, e não atacar o outro
4. Evitar generalizações
5. Estar aberto ao diálogo

A forma como algo é dito pode mudar completamente o impacto da mensagem. Falar de um jeito que o outro consiga escutar, em vez de se defender, é uma maneira mais eficaz e madura de favorecer mudanças do que críticas descuidadas, que mais ferem do que ajudam.

Ser honesto não é apenas falar o que pensa. É também saber como comunicar isso de forma respeitosa e consciente 🤝

Se você sente dificuldade em se posicionar ou em equilibrar sinceridade e sensibilidade, a psicoterapia pode ser um espaço importante para desenvolver essa habilidade. Quer conversar sobre isso? 💬

O Transtorno de Personalidade Dependente (TPD), ou simplesmente Personalidade Dependente, é marcado por uma necessidade ...
03/07/2026

O Transtorno de Personalidade Dependente (TPD), ou simplesmente Personalidade Dependente, é marcado por uma necessidade intensa de apoio e aprovação.

Pessoas com esse padrão tendem a sentir dificuldade em tomar decisões sozinhas e podem se perceber sempre em busca de alguém que lhes dê segurança.

Esse comportamento não surge de repente. Muitas vezes, está ligado a experiências de vida, crenças internas e formas de lidar com o medo de rejeição ou abandono. O resultado é uma sensação constante de que não se pode enfrentar o mundo sem ajuda.

A dependência pode se manifestar em diferentes áreas: relacionamentos amorosos, familiares, profissionais. Em todos os casos, há uma tendência a colocar as necessidades do outro acima das próprias, mesmo que isso traga sofrimento.

O medo de ficar sozinho é um dos pontos centrais. Ele pode levar a aceitar situações desfavoráveis, evitar conflitos e até permanecer em vínculos pouco saudáveis, apenas para não enfrentar a possibilidade de separação.

Mas compreender esse padrão é o primeiro passo para transformá-lo. A psicoterapia oferece espaço para fortalecer a autonomia, desenvolver autoestima e aprender a construir relações mais equilibradas e saudáveis.

E você, já percebeu em que momentos da sua vida a necessidade de aprovação ou apoio pode estar limitando sua liberdade de escolha?

O que vem sendo chamado de "grey divorce" - o divórcio depois dos 50 anos, quando os cabelos estão ficando grisalhos ("g...
30/06/2026

O que vem sendo chamado de "grey divorce" - o divórcio depois dos 50 anos, quando os cabelos estão ficando grisalhos ("grey", e, inglês) - tem se tornado cada vez mais comum. Esse fenômeno levanta questões importantes sobre como os relacionamentos mudam ao longo da vida.

Muitos casais chegam a essa fase percebendo que os projetos que os uniam já não existem mais. Com os filhos adultos e a rotina transformada, surge espaço para novas reflexões: "É aqui que quero permanecer?".

Há também uma busca por autenticidade. Depois de décadas de compromissos e responsabilidades, algumas pessoas sentem que não podem mais adiar o desejo de viver de forma mais alinhada com quem realmente são.

O envelhecimento traz consciência de que o tempo é precioso. Essa percepção pode gerar coragem para escolhas difíceis, mas também libertadoras. O divórcio, nesse contexto, não é apenas ruptura: pode ser recomeço.

O grey divorce mostra que cada fase da vida nos convida a rever vínculos, expectativas e caminhos. Mais do que um fim, pode ser a chance de escrever uma nova história.
E talvez o ponto mais importante seja entender que não existe idade para mudar.

O que existe é a possibilidade de se reinventar — e isso pode ser vivido com maturidade, coragem e esperança.

Vamos falar sobre isso?

Viver em estado de alerta pode parecer uma forma de proteção, mas na prática é um peso enorme para a mente e para o corp...
26/06/2026

Viver em estado de alerta pode parecer uma forma de proteção, mas na prática é um peso enorme para a mente e para o corpo. Quando não conseguimos desligar, cada detalhe vira ameaça e cada situação exige vigilância.

Esse estado constante de atenção nasce muitas vezes do medo de errar ou da tentativa de controlar o futuro. A lógica é simples: "se eu estiver sempre atento, nada vai dar errado." Mas o efeito é o oposto - a mente se esgota e o corpo paga o preço.

O resultado é ansiedade, insônia, irritabilidade e até dificuldade em aproveitar momentos simples. A mente que não descansa perde espaço para o prazer, para a criatividade e para a leveza.

Reconhecer esse padrão é essencial. O estado de alerta não é sinal de força, mas de sobrecarga. E perceber isso abre caminho para buscar novas formas de lidar com as emoções e com a vida cotidiana.

A psicoterapia pode ajudar a compreender de onde vem essa necessidade de vigilância, oferecendo ferramentas para construir confiança interna e aprender a viver com mais equilíbrio.

E você, já se perguntou como seria sua vida se pudesse descansar a mente e confiar mais em si mesmo, sem precisar estar em alerta o tempo todo?

Sentir dor durante momentos de intimidade não é apenas uma questão física. Muitas vezes, essa experiência está ligada ta...
23/06/2026

Sentir dor durante momentos de intimidade não é apenas uma questão física. Muitas vezes, essa experiência está ligada também às emoções, às histórias pessoais e à forma como cada pessoa se relaciona consigo mesma e com o outro.

A dor pode surgir como um reflexo de ansiedade, culpa, medo ou até de experiências passadas que deixaram marcas emocionais.

O corpo fala e, em situações de intimidade, ele pode expressar tensões que não foram resolvidas.

Isso não significa que a dor seja "falta de jeito" da pessoa. Pelo contrário: mostra que mente e corpo estão profundamente conectados, e que cuidar de um envolve também cuidar do outro.

Quando a intimidade se torna dolorosa, é comum surgirem sentimentos de frustração, insegurança ou até afastamento. Esse ciclo pode reforçar ainda mais o desconforto, criando barreiras emocionais e físicas.

A terapia pode ajudar a compreender esses padrões, oferecendo espaço seguro para explorar emoções, ressignificar experiências e construir novas formas de viver a intimidade com mais leveza e confiança.

E você, já se perguntou o que seu corpo pode estar tentando dizer quando a intimidade não é prazerosa, mas dolorosa?

Em momentos de ansiedade ou agitação mental, é comum sentir que os pensamentos estão fora de controle. A técnica de anco...
19/06/2026

Em momentos de ansiedade ou agitação mental, é comum sentir que os pensamentos estão fora de controle. A técnica de ancoragem surge como uma ferramenta poderosa para trazer a mente de volta ao presente e recuperar o equilíbrio emocional.

A ancoragem consiste em usar estímulos simples - físicos, sensoriais ou mentais - para "ancorar" nossa atenção no aqui e agora. Isso ajuda a reduzir a intensidade das preocupações e a criar uma sensação de segurança interna.

✨ 3 técnicas práticas de ancoragem:

1️⃣ Respiração consciente: inspire profundamente, contando até 4, segure por 2 segundos e expire contando até 6. Esse ritmo ajuda a regular o corpo e acalmar a mente.

2️⃣ Técnica dos 5 sentidos: observe ao redor e identifique 5 coisas que você vê, 4 que pode tocar, 3 que ouve, 2 que sente o cheiro e 1 que saboreia. Esse exercício traz foco imediato ao presente.

3️⃣ Palavra ou frase de apoio: escolha uma expressão curta e positiva, como "eu estou seguro" ou "vai passar", e repita mentalmente sempre que sentir a mente acelerada.

Essas práticas simples podem ser incorporadas no dia a dia e funcionam como pequenas pausas de autocuidado. A psicoterapia pode potencializar esse processo, ajudando a compreender os gatilhos da ansiedade e a desenvolver estratégias personalizadas.

Cuidar da mente é também aprender a se ancorar no presente. 🌱

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