Dra Ana Luiza Cêia

Dra Ana Luiza Cêia Pediatra e Gastropediatria
521051679 RQE 33899
💜Mais tranquilidade no cuidado da sua criança

“Mas você é pediatra e ainda não é mãe?”Eu ouvi essa pergunta muitas vezes.Às vezes ela vinha com afeto. Às vezes com cu...
07/09/2026

“Mas você é pediatra e ainda não é mãe?”

Eu ouvi essa pergunta muitas vezes.

Às vezes ela vinha com afeto. Às vezes com curiosidade. Às vezes com aquela ideia escondida de que, para cuidar bem de uma criança, eu precisaria primeiro viver a maternidade.

Mas a verdade é que a pediatria não começa quando uma médica se torna mãe.
Ela começa muito antes.

Começa nos anos de estudo, nos plantões, na residência, nos atendimentos, nas famílias acompanhadas, nas dúvidas respondidas, nas noites revisando condutas, nos protocolos, nas histórias que a gente carrega e na responsabilidade de cuidar de uma criança como alguém único.

Ser mãe pode trazer uma experiência profunda.
Mas não é isso que valida a competência de uma pediatra.
O que valida é o compromisso com o cuidado.
E eu sempre acreditei nisso.

Mas hoje essa conversa ganha uma nova camada.
Porque agora eu também estou esperando a minha primeira filha.

E, de repente, muita coisa que eu já sabia pela ciência começou a chegar por outros caminhos.

Pela expectativa. Pela imaginação. Pela espera. Pelo medo bom.

Pela ternura. Pela descoberta de que um bebê muda a nossa vida antes mesmo de chegar.

Eu continuo sendo a pediatra que estuda, orienta, acolhe e acredita em ciência com afeto. Mas agora também sou uma mulher vivendo a espera da minha filha.
Eu não precisei ser mãe para cuidar.

Mas agora vou descobrir como é cuidar carregando, dentro de mim, uma nova forma de amor.

Se quiser deixar uma mensagem para essa bebê que já chega cercado de histórias, carinho e pediatria, eu vou amar ler.

Com carinho,
Dra Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 RQE 28315 / 33899

05/09/2026

O lenço umedecido pode ser prático, mas não deve virar regra na rotina do bebê.

A pele infantil é mais fina, sensível e absorve mais facilmente aquilo que colocamos sobre ela. Por isso, alguns cuidados simples fazem muita diferença: evitar exageros, trocar fraldas com frequência, ter atenção ao que é usado na área da fralda e não usar talco.

No episódio “A Pele dos Nossos Maturís”, do podcast Entre Histórias e Maturis, a Dra. Ana Luiza e a Dra. Janaína Gabriella recebem a Dra. Juliany Estefan, pediatra e dermatopediatra, para uma conversa sobre os cuidados com a pele das crianças.

Comente PELE e tenha acesso e receba o link do episódio completo.

A pele da criança também precisa de cuidado — mas cuidado não signif**a excesso de produto.No Episódio 6 do Entre Histór...
03/09/2026

A pele da criança também precisa de cuidado — mas cuidado não signif**a excesso de produto.

No Episódio 6 do Entre Histórias e Maturis, recebemos a Dra. Juliany Estefan para uma conversa sobre pele infantil, assaduras, pomadas, skincare, maquiagem, repelentes, tatuagens temporárias e sinais que merecem atenção.

Um episódio para ajudar famílias a cuidarem da pele das crianças com mais segurança, menos desespero e mais orientação.

Para assistir ao episódio completo, comente PELE que enviamos o link.

Quantos sabores diferentes seu filho já conhece?A formação do paladar começa cedo e depende de oportunidades. A criança ...
02/09/2026

Quantos sabores diferentes seu filho já conhece?

A formação do paladar começa cedo e depende de oportunidades. A criança precisa ter contato com diferentes frutas, verduras e legumes para descobrir sabores, aromas, cores e texturas — inclusive aqueles que ela não aceita de primeira.

E a safra do mês é uma ótima desculpa para ampliar esse repertório.

Além de serem mais fáceis de encontrar, os alimentos da época costumam chegar às feiras e mercados mais frescos e saborosos. E ainda aparecem opções que talvez não façam parte das compras habituais da família.

Então f**a uma pequena missão para este mês:

Escolha pelo menos UM alimento deste carrossel que seu filho ainda não conhece e procure por ele na próxima ida à feira ou ao mercado.

Não precisa exigir que ele coma. Apresente, deixe conhecer, tocar, cheirar e, se quiser, experimentar.

Salve o post para levar essa lista com você.

Depois me conta: qual alimento você escolheu? 👇

Com carinho, Dra Ana 💜
Dra Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 RQE 28315 / 33899

29/08/2026

No outono e inverno, as doenças respiratórias viram um verdadeiro pesadelo para muitas famílias: tosse, febre, nariz escorrendo e muito catarro.

E, nas crianças pequenas, isso exige ainda mais atenção, porque elas ainda não conseguem lidar bem com a secreção.
A lavagem nasal é uma das medidas mais importantes nesse período, mas precisa ser feita com técnica, volume e posicionamento adequados para cada idade.

É aí que a fisioterapia respiratória também pode ajudar: orientando a família, trazendo segurança e mostrando como esse cuidado pode aliviar sintomas, melhorar o sono e até facilitar a amamentação quando o bebê está com o nariz obstruído.

Comente Respiração e tenha acesso e receba o link do episódio completo.

Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista Pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 | RQE 33899 / RQE 28315




25/08/2026

Dor nas pernas à noite assusta, mas nem sempre é algo grave.

A dor do crescimento costuma aparecer no fim do dia ou à noite, melhora com acolhimento, massagem ou compressa morna, e a criança acorda bem no dia seguinte.

Mas atenção: se a dor é sempre no mesmo lugar, em uma perna só, vem com febre, inchaço, manchas roxas, cansaço fora do normal ou faz a criança mancar, precisa de avaliação.

Salve este vídeo para lembrar na próxima dor da noite.

Um beijo e até a próxima! 🌻
Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista Pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 | RQE 33899 / RQE 28315

22/08/2026

A bronquiolite é muito comum nos primeiros anos de vida, especialmente nos períodos de outono e inverno.

Mas o ponto mais importante é acompanhar de perto a evolução da criança, principalmente entre o 3º e o 5º dia de sintomas, quando alguns quadros podem evoluir com maior desconforto respiratório.

Sono ruim, tosse intensa, respiração ofegante ou mudança no padrão ventilatório merecem atenção e, muitas vezes, avaliação médica.

Porque nem todo distúrbio do sono tem causa neurológica. Em muitas crianças, a principal causa pode estar na respiração.

Comente Respiração e tenha acesso e receba o link do episódio completo.

Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista Pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 | RQE 33899 / RQE 28315




Quando uma mãe interrompe a amamentação antes do que gostaria, raramente existe uma única causa.Pode ter faltado orienta...
21/08/2026

Quando uma mãe interrompe a amamentação antes do que gostaria, raramente existe uma única causa.

Pode ter faltado orientação adequada, apoio dentro de casa, descanso, acolhimento ou condições para conciliar a amamentação com o retorno ao trabalho.

Por isso, incentivar o aleitamento materno também signif**a olhar para tudo o que existe ao redor dessa mãe.

Neste Agosto Dourado, esse tema ganhou um signif**ado ainda mais especial para mim.

Estou esperando minha primeira filha e desejo para mim o que gostaria que todas as mães pudessem encontrar: informação de qualidade, bons profissionais e uma rede de apoio presente de verdade.

Amamentar não deveria ser uma responsabilidade sustentada sozinha.

Com carinho, Dra Ana Luiza Cêia 💜
Pediatra e Gastroenterologista pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 RQE 28315 / 33899

20/08/2026

Dor de ouvido assusta mesmo.

Porque a criança chora, não consegue explicar direito e a vontade é resolver na hora.
Mas, antes de sair pingando qualquer coisa no ouvido, vale fazer o básico bem feito:

✅ O que fazer agora: observar o estado geral, oferecer líquidos, acolher, deixar a criança mais confortável e acompanhar a evolução.

✅ O que evitar: cotonete dentro do ouvido, receitas caseiras, gotas sem orientação e automedicação.

✅ Sinais de alerta: secreção no ouvido, febre persistente, muita prostração, dor forte, bebê pequeno com piora do estado geral.

✅ Quando ir ao pronto atendimento: se a criança estiver muito caída, com dificuldade para respirar, sinais de desidratação, ou com aparência de estar realmente muito mal.

Salve este post para consultar depois.

Com carinho, Dra Ana Luiza Cêia 💜
Pediatra e Gastroenterologista pediátrica
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Dermatite de fraldas, a famosa assadura, não melhora só com “passar uma pomadinha”.O cuidado começa antes: na frequência...
19/08/2026

Dermatite de fraldas, a famosa assadura, não melhora só com “passar uma pomadinha”.

O cuidado começa antes: na frequência das trocas, na forma de limpar, na delicadeza para secar, no tipo de produto usado e na proteção da pele a cada troca.
Um erro muito comum é tentar limpar demais, esfregar demais ou remover toda a pomada a cada troca.

Só que, quando a pele já está irritada, mais atrito pode signif**ar mais inflamação.

O creme de barreira funciona como um escudo entre a pele do bebê e o contato com urina e fezes. Por isso, muitas vezes, ele precisa formar uma camada visível mesmo.

E atenção: assadura que não melhora, que piora, que tem feridas, pus, bolinhas ao redor, lesões nas dobrinhas ou febre precisa ser avaliada.

Pode não ser só dermatite irritativa.
Na dúvida, converse com o pediatra.
Cuidar bem da pele do bebê não é complicar.
É fazer o simples do jeito certo.

Com carinho,
Dra Ana Luiza Cêia
Pediatra e Gastroenterologista pediátrica
CRM-RJ: 52.105167-9 RQE 28315 / 33899

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