19/06/2026
Estabelecer um protocolo para pacientes politransfundidos exige máxima rigorosidade clínica. O foco deve ser a prevenção da aloimunização (criação de anticorpos) e a redução do risco de reações transfusionais graves, que aumentam cumulativamente a cada nova transfusão.
Para politransfundidos, é inegociável realizar a prova de reação cruzada (major e minor) antes de cada nova transfusão. O histórico imunológico do paciente muda a cada evento.
Em pacientes politransfundidos, evite o uso de Sangue Total sempre que possível. Transfundir componentes desnecessários expõe o animal a antígenos que causam reações de hipersensibilidade (proteínas, plaquetas, leucócitos).
Utilize concentrado de hemácias para tratar a anemia, e plasma fresco congelado apenas se houver distúrbios de coagulação documentados.