Dra Andrea Alves

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Dra Andrea Alves 🔱Psicóloga Clínica
📍Especialista em TCC
🧩 Ativista da inclusão social

AUTISMO NÃO TEM CARA.Muitas pessoas ainda esperam que o autismo tenha uma aparência, um comportamento único ou sinais qu...
02/09/2026

AUTISMO NÃO TEM CARA.

Muitas pessoas ainda esperam que o autismo tenha uma aparência, um comportamento único ou sinais que sejam facilmente reconhecidos, mas o Transtorno do Espectro Autista é justamente um espectro.

Isso significa que ele pode se manifestar de formas diferentes em cada pessoa. Algumas características podem ser mais evidentes, enquanto outras passam anos sendo interpretadas como timidez, dificuldade de socialização, “jeito de ser”, sensibilidade excessiva ou até falta de interesse.

E é justamente aí que podemos compreender muitos casos de diagnóstico tardio.

Há adultos que passaram grande parte da vida aprendendo a mascarar comportamentos, tentando se adaptar socialmente e se esforçando para corresponder ao que era esperado deles , sem compreender por que determinadas situações exigiam tanto esforço.

Por isso, não devemos tentar identificar o autismo olhando para alguém.

Informação gera compreensão.

Compreensão reduz julgamentos.

E conhecimento pode ser o início de uma busca por avaliação profissional adequada.

Você já ouviu alguém dizer: “Mas essa pessoa nem parece autista”?

Conte nos comentários o que você pensa sobre essa frase.

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Por muitos anos, algumas pessoas aprenderam a se adaptar para sobreviver socialmente.Foram chamadas de difíceis, antisso...
31/08/2026

Por muitos anos, algumas pessoas aprenderam a se adaptar para sobreviver socialmente.

Foram chamadas de difíceis, antissociais, sensíveis demais, distraídas ou “complicadas”. Aprenderam a mascarar comportamentos, imitar padrões sociais e suportar ambientes que lhes causavam enorme desgaste.

Mas por trás dessas experiências pode existir algo que nunca foi investigado: o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O autismo não começa na vida adulta. O que pode acontecer é o reconhecimento chegar tarde. E compreender isso pode ajudar a pessoa a ressignificar uma vida inteira de experiências, dificuldades e diferenças que antes pareciam não ter explicação.

É importante lembrar: identificar-se com características do autismo não significa ter um diagnóstico. A avaliação deve ser realizada por profissionais qualificados e considerar a história de desenvolvimento e o funcionamento da pessoa em diferentes contextos.

Informação não serve para colocar pessoas em caixas. Serve para ampliar compreensão, reduzir preconceitos e abrir caminhos para o cuidado adequado.

Você conhece alguém que passou anos se perguntando por que se sentia diferente?

SALVE este conteúdo e COMPARTILHE agora com alguém que precisa conhecer essa informação.

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27/08/2026

A mudança precisa continuar …

Jorge Miranda
Deputado Estadual Renato Miranda
Leonardo Pereira

O diagnóstico é de um. O impacto atravessa toda a família.Quando falamos sobre autismo, é importante ampliar o olhar par...
24/08/2026

O diagnóstico é de um. O impacto atravessa toda a família.

Quando falamos sobre autismo, é importante ampliar o olhar para além da pessoa autista. Existe uma família inteira reorganizando rotina, tempo, prioridades e recursos para oferecer cuidado e suporte.

E existe uma sobrecarga que muitas vezes ninguém vê.

São mães, pais e outros cuidadores conciliando trabalho, consultas, terapias, escola, deslocamentos, burocracias e demandas da casa ,enquanto também tentam administrar as próprias emoções.

Em muitas famílias, esse cuidado ainda recai de forma desproporcional sobre uma única pessoa, frequentemente a mãe. E quem cuida também pode se cansar, precisar de acolhimento e necessitar de uma rede de apoio.

Empatia com uma família atípica também é parar de julgar aquilo que você vê sem conhecer tudo o que ela vive.

Em vez de perguntar “por que ela não consegue?”, talvez possamos começar a fazer outra pergunta.

“Como eu posso ajudar?”

Acolher a pessoa autista também passa por fortalecer quem está ao seu lado diariamente.

Compartilhe este conteúdo. Informação também é uma forma de construir uma sociedade mais empática e acolhedora.

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20/08/2026

Preste atenção nesta fala do Dr. Thiago Castro.

Ela reforça uma reflexão que sempre trago por aqui.

Autismo nível 1 é “leve” para quem?

A necessidade de suporte pode ser menor em algumas áreas, mas isso não significa ausência de sofrimento ou de desafios.

Pessoas autistas nível 1 podem enfrentar ansiedade, depressão, TDAH, dificuldades acadêmicas, profissionais, sociais e afetivas, além de maior vulnerabilidade ao sofrimento psíquico.

Por isso, chamar simplesmente de “autismo leve” pode invisibilizar necessidades reais de suporte.

A pergunta que precisamos fazer é: leve para quem?

▶️ Assista à fala e compartilhe essa reflexão.

O que você pensa sobre isso?

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“Mas ele não parece autista… ou  Fulano também é autista e não faz isso.”Essas frases ainda são repetidas porque muitas ...
17/08/2026

“Mas ele não parece autista… ou Fulano também é autista e não faz isso.”

Essas frases ainda são repetidas porque muitas pessoas não compreendem que o espectro não é padronizado.

O autismo pode se manifestar de formas diferentes em cada pessoa.

Comunicação, interação social, sensibilidades, comportamentos, interesses e necessidade de suporte podem variar bastante.

Por isso, comparar uma pessoa autista com outra só reforça mitos e dificulta a compreensão.

Conhecer uma pessoa autista não significa conhecer o autismo inteiro.

Antes de julgar um comportamento, busque informação.

Você já ouviu alguma dessas frases?

Conte nos comentários e compartilhe este post para levar informação adiante.

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Receber o diagnóstico de autismo de um filho pode trazer muitas perguntas. E uma das mais comuns é: “E agora, o que eu f...
14/08/2026

Receber o diagnóstico de autismo de um filho pode trazer muitas perguntas. E uma das mais comuns é: “E agora, o que eu faço?”

O primeiro passo não é tentar encontrar todas as respostas de uma vez. É buscar informação segura e orientação profissional.

Após o diagnóstico:

🔹 Entenda o perfil da criança. Autismo não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Observe comunicação, interação, sensibilidades, comportamento e necessidades de suporte.

🔹 Busque acompanhamento especializado. A avaliação da equipe que acompanha a criança ajudará a definir quais intervenções são realmente necessárias.

🔹 Conheça os direitos da criança. Escola, inclusão e acesso aos serviços adequados também fazem parte desse caminho.

🔹 Construa uma rotina possível. Previsibilidade pode ajudar, mas a rotina precisa considerar as necessidades reais daquela criança e da família.

🔹 Não transforme desenvolvimento em corrida. Comparações podem aumentar a ansiedade. O acompanhamento deve considerar os avanços e desafios individuais.

O diagnóstico não resolve tudo, mas pode ajudar a compreender necessidades que antes não tinham nome. Informação também é uma forma de cuidado.

Salve este post e compartilhe com uma família que precisa dessa orientação.

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Uma crise no autismo não acontece do nada. Muitas vezes, ela é o resultado de uma sobrecarga que foi se acumulando até u...
12/08/2026

Uma crise no autismo não acontece do nada. Muitas vezes, ela é o resultado de uma sobrecarga que foi se acumulando até ultrapassar o limite daquela pessoa.

Irritabilidade intensa, agitação, aumento da sensibilidade a sons, luzes ou toques, tentativa de sair do ambiente, isolamento e dificuldade de regulação emocional podem aparecer como sinais de que algo não está bem.

Por isso, antes de julgar o comportamento, é importante tentar compreender o que ele está comunicando.

Durante uma crise, menos cobrança e mais acolhimento. Reduzir estímulos, respeitar o espaço e observar as necessidades daquela pessoa pode fazer toda a diferença.

Cada pessoa autista é única , e conhecer seus sinais individuais é fundamental.

Salve este conteúdo e compartilhe com famílias, educadores e profissionais.

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10/08/2026

Não existe inclusão de verdade sem acolhimento às famílias atípicas.

Resolvi trazer essa fala tão importante da jornalista Adriana Araujo porque ela ajuda a ilustrar algo que venho reiteradamente defendendo e que considero uma bandeira necessária. Precisamos ampliar nosso olhar para as famílias atípicas, especialmente para as mães.

Por trás de cada pessoa com deficiência existe uma família que também precisa ser vista, ouvida e acolhida.

Muitas mães enfrentam uma rotina intensa de cuidados, consultas, terapias, escola, adaptações e decisões. E, em muitos casos, fazem isso convivendo também com a solidão, a falta de uma rede de apoio e, ainda, com o julgamento de quem desconhece sua realidade.

Por isso, antes de julgar uma mãe pela maneira como ela reage, educa, protege ou conduz determinada situação, lembre-se. Você está vendo apenas alguns minutos de uma história que ela vive todos os dias.

Empatia também é inclusão.

É perguntar: Como posso ajudar?

É respeitar sem infantilizar. É ouvir sem julgar ou oferecer apoio em vez de opinião.

Entender que acolher a família também faz parte do processo de inclusão.

Não podemos defender uma sociedade inclusiva apenas no discurso.
Inclusão precisa aparecer na forma como tratamos as pessoas.

Quero propor uma reflexão. Você acredita que nossa sociedade acolhe verdadeiramente as mães e famílias atípicas?

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Toda iniciativa que deseja gerar impacto precisa começar pela escuta.Nesta, quinta-feira, estive junto com outras mães a...
07/08/2026

Toda iniciativa que deseja gerar impacto precisa começar pela escuta.

Nesta, quinta-feira, estive junto com outras mães atípicas, em uma reunião de alinhamento e construção de novas propostas.

Foi um bate-papo muito qualificado, com espaço para conhecer mais sobre experiências e, principalmente, apresentar demandas e diferentes olhares sobre a realidade vivenciada pelas famílias atípicas.

Um encontro marcado por escuta ativa, troca de ideias e construção coletiva.

Quando quem vive a realidade tem espaço para falar, as iniciativas podem nascer mais conectadas às necessidades reais das pessoas.

Que encontros como esse continuem abrindo caminhos para projetos, ações e soluções que acolham, incluam e façam diferença na vida das famílias.

Ouvir também é uma forma de construir.

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