Dra Andrea Alves

Dra Andrea Alves 🔱Psicóloga Clínica
📍Especialista em TCC
🧩 Ativista da inclusão social

O diagnóstico é de um. O impacto atravessa toda a família.Quando falamos sobre autismo, é importante ampliar o olhar par...
24/08/2026

O diagnóstico é de um. O impacto atravessa toda a família.

Quando falamos sobre autismo, é importante ampliar o olhar para além da pessoa autista. Existe uma família inteira reorganizando rotina, tempo, prioridades e recursos para oferecer cuidado e suporte.

E existe uma sobrecarga que muitas vezes ninguém vê.

São mães, pais e outros cuidadores conciliando trabalho, consultas, terapias, escola, deslocamentos, burocracias e demandas da casa ,enquanto também tentam administrar as próprias emoções.

Em muitas famílias, esse cuidado ainda recai de forma desproporcional sobre uma única pessoa, frequentemente a mãe. E quem cuida também pode se cansar, precisar de acolhimento e necessitar de uma rede de apoio.

Empatia com uma família atípica também é parar de julgar aquilo que você vê sem conhecer tudo o que ela vive.

Em vez de perguntar “por que ela não consegue?”, talvez possamos começar a fazer outra pergunta.

“Como eu posso ajudar?”

Acolher a pessoa autista também passa por fortalecer quem está ao seu lado diariamente.

Compartilhe este conteúdo. Informação também é uma forma de construir uma sociedade mais empática e acolhedora.

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20/08/2026

Preste atenção nesta fala do Dr. Thiago Castro.

Ela reforça uma reflexão que sempre trago por aqui.

Autismo nível 1 é “leve” para quem?

A necessidade de suporte pode ser menor em algumas áreas, mas isso não significa ausência de sofrimento ou de desafios.

Pessoas autistas nível 1 podem enfrentar ansiedade, depressão, TDAH, dificuldades acadêmicas, profissionais, sociais e afetivas, além de maior vulnerabilidade ao sofrimento psíquico.

Por isso, chamar simplesmente de “autismo leve” pode invisibilizar necessidades reais de suporte.

A pergunta que precisamos fazer é: leve para quem?

▶️ Assista à fala e compartilhe essa reflexão.

O que você pensa sobre isso?

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“Mas ele não parece autista… ou  Fulano também é autista e não faz isso.”Essas frases ainda são repetidas porque muitas ...
17/08/2026

“Mas ele não parece autista… ou Fulano também é autista e não faz isso.”

Essas frases ainda são repetidas porque muitas pessoas não compreendem que o espectro não é padronizado.

O autismo pode se manifestar de formas diferentes em cada pessoa.

Comunicação, interação social, sensibilidades, comportamentos, interesses e necessidade de suporte podem variar bastante.

Por isso, comparar uma pessoa autista com outra só reforça mitos e dificulta a compreensão.

Conhecer uma pessoa autista não significa conhecer o autismo inteiro.

Antes de julgar um comportamento, busque informação.

Você já ouviu alguma dessas frases?

Conte nos comentários e compartilhe este post para levar informação adiante.

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Receber o diagnóstico de autismo de um filho pode trazer muitas perguntas. E uma das mais comuns é: “E agora, o que eu f...
14/08/2026

Receber o diagnóstico de autismo de um filho pode trazer muitas perguntas. E uma das mais comuns é: “E agora, o que eu faço?”

O primeiro passo não é tentar encontrar todas as respostas de uma vez. É buscar informação segura e orientação profissional.

Após o diagnóstico:

🔹 Entenda o perfil da criança. Autismo não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Observe comunicação, interação, sensibilidades, comportamento e necessidades de suporte.

🔹 Busque acompanhamento especializado. A avaliação da equipe que acompanha a criança ajudará a definir quais intervenções são realmente necessárias.

🔹 Conheça os direitos da criança. Escola, inclusão e acesso aos serviços adequados também fazem parte desse caminho.

🔹 Construa uma rotina possível. Previsibilidade pode ajudar, mas a rotina precisa considerar as necessidades reais daquela criança e da família.

🔹 Não transforme desenvolvimento em corrida. Comparações podem aumentar a ansiedade. O acompanhamento deve considerar os avanços e desafios individuais.

O diagnóstico não resolve tudo, mas pode ajudar a compreender necessidades que antes não tinham nome. Informação também é uma forma de cuidado.

Salve este post e compartilhe com uma família que precisa dessa orientação.

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Uma crise no autismo não acontece do nada. Muitas vezes, ela é o resultado de uma sobrecarga que foi se acumulando até u...
12/08/2026

Uma crise no autismo não acontece do nada. Muitas vezes, ela é o resultado de uma sobrecarga que foi se acumulando até ultrapassar o limite daquela pessoa.

Irritabilidade intensa, agitação, aumento da sensibilidade a sons, luzes ou toques, tentativa de sair do ambiente, isolamento e dificuldade de regulação emocional podem aparecer como sinais de que algo não está bem.

Por isso, antes de julgar o comportamento, é importante tentar compreender o que ele está comunicando.

Durante uma crise, menos cobrança e mais acolhimento. Reduzir estímulos, respeitar o espaço e observar as necessidades daquela pessoa pode fazer toda a diferença.

Cada pessoa autista é única , e conhecer seus sinais individuais é fundamental.

Salve este conteúdo e compartilhe com famílias, educadores e profissionais.

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10/08/2026

Não existe inclusão de verdade sem acolhimento às famílias atípicas.

Resolvi trazer essa fala tão importante da jornalista Adriana Araujo porque ela ajuda a ilustrar algo que venho reiteradamente defendendo e que considero uma bandeira necessária. Precisamos ampliar nosso olhar para as famílias atípicas, especialmente para as mães.

Por trás de cada pessoa com deficiência existe uma família que também precisa ser vista, ouvida e acolhida.

Muitas mães enfrentam uma rotina intensa de cuidados, consultas, terapias, escola, adaptações e decisões. E, em muitos casos, fazem isso convivendo também com a solidão, a falta de uma rede de apoio e, ainda, com o julgamento de quem desconhece sua realidade.

Por isso, antes de julgar uma mãe pela maneira como ela reage, educa, protege ou conduz determinada situação, lembre-se. Você está vendo apenas alguns minutos de uma história que ela vive todos os dias.

Empatia também é inclusão.

É perguntar: Como posso ajudar?

É respeitar sem infantilizar. É ouvir sem julgar ou oferecer apoio em vez de opinião.

Entender que acolher a família também faz parte do processo de inclusão.

Não podemos defender uma sociedade inclusiva apenas no discurso.
Inclusão precisa aparecer na forma como tratamos as pessoas.

Quero propor uma reflexão. Você acredita que nossa sociedade acolhe verdadeiramente as mães e famílias atípicas?

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Toda iniciativa que deseja gerar impacto precisa começar pela escuta.Nesta, quinta-feira, estive junto com outras mães a...
07/08/2026

Toda iniciativa que deseja gerar impacto precisa começar pela escuta.

Nesta, quinta-feira, estive junto com outras mães atípicas, em uma reunião de alinhamento e construção de novas propostas.

Foi um bate-papo muito qualificado, com espaço para conhecer mais sobre experiências e, principalmente, apresentar demandas e diferentes olhares sobre a realidade vivenciada pelas famílias atípicas.

Um encontro marcado por escuta ativa, troca de ideias e construção coletiva.

Quando quem vive a realidade tem espaço para falar, as iniciativas podem nascer mais conectadas às necessidades reais das pessoas.

Que encontros como esse continuem abrindo caminhos para projetos, ações e soluções que acolham, incluam e façam diferença na vida das famílias.

Ouvir também é uma forma de construir.

05/08/2026

Falar sobre inclusão é importante, mas viver a inclusão é o que realmente transforma vidas.

Separei aqui 4 atitudes simples que fazem a diferença no dia a dia:

✔️ Escute antes de julgar. Cada pessoa autista tem necessidades e formas de comunicação diferentes.

✔️ Respeite as adaptações. Elas não são privilégios, mas recursos para garantir participação e autonomia.

✔️ Promova informação. Quanto mais as pessoas compreendem o autismo, menores são o preconceito e o capacitismo.

✔️ Inclua de verdade. Não basta abrir as portas. É preciso criar ambientes onde a pessoa seja acolhida, respeitada e possa participar plenamente.

A inclusão real começa quando deixamos de enxergar as diferenças como barreiras e passamos a reconhecer o valor de cada pessoa.

Na sua opinião, qual dessas atitudes ainda precisa ser mais praticada na sociedade?

Vamos conversar nos comentários.

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03/08/2026

5 mitos sobre o autismo que ainda precisam ser desconstruídos

Conheça alguns mitos que ainda confundem muitas pessoas:

1. Todo autista é um gênio.

❌ Mito. Algumas pessoas autistas possuem habilidades muito específicas, mas isso não representa a maioria. O autismo é um espectro, e cada pessoa tem suas próprias potencialidades e desafios.

1. Autistas não demonstram afeto.

❌ Mito. Pessoas autistas sentem amor, carinho e criam vínculos. Muitas vezes, apenas expressam esses sentimentos de uma forma diferente da esperada socialmente.

1. Autismo é falta de educação ou de limites.

❌ Mito. Comportamentos relacionados ao autismo têm origem em características neurológicas, e não na criação da criança. Julgar sem compreender só aumenta o sofrimento das famílias.

1. Quem fala ou olha nos olhos não pode ser autista.

❌ Mito. Existem pessoas autistas que falam, mantêm contato visual e desenvolvem estratégias para lidar com situações sociais. Nenhuma característica isolada confirma ou descarta o diagnóstico.

1. Autismo tem cura.

❌ Mito. O autismo não é uma doença, portanto não precisa de cura. É uma condição do neurodesenvolvimento. O foco deve ser promover desenvolvimento, autonomia, qualidade de vida e inclusão, respeitando a individualidade de cada pessoa.

Conhecimento transforma olhares. Quando deixamos os mitos de lado, abrimos espaço para o respeito, a compreensão e uma sociedade mais inclusiva.

Qual desses mitos você mais escuta no dia a dia? Ou existe algum outro que você gostaria que eu explicasse em um próximo conteúdo?

Escreva aqui 👇🏾 nos comentários.

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Não é frescura. É sobrecarga sensorial.Muitas pessoas ainda interpretam determinadas reações de uma criança autista como...
31/07/2026

Não é frescura. É sobrecarga sensorial.

Muitas pessoas ainda interpretam determinadas reações de uma criança autista como “manha”, “drama” ou “falta de limites”. Mas, na realidade, o que pode estar acontecendo é uma sobrecarga sensorial.

O cérebro da pessoa autista processa os estímulos de forma diferente. Sons, luzes, cheiros, texturas e até ambientes muito movimentados podem ser percebidos com uma intensidade muito maior do que para outras pessoas.

Quando isso acontece, o corpo e o cérebro entram em estado de alerta. A criança pode chorar, tampar os ouvidos, evitar contato, ficar irritada ou até entrar em uma crise. Isso não é uma escolha. É uma resposta neurológica a um excesso de estímulos.

Compreender a sobrecarga sensorial é o primeiro passo para substituir julgamentos por acolhimento. Quanto mais informação temos, mais empatia desenvolvemos. E a empatia transforma a maneira como enxergamos e apoiamos pessoas autistas e suas famílias.

Você já conhecia o que é a sobrecarga sensorial?

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