Alexandre Belchor

Alexandre Belchor Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Alexandre Belchor, Psicólogo/a, Rio de Janeiro.

- Especialista em Sexologia Clínica
- Especialista em Neuropsicologia
- Especialista em Saúde Pública
- Especialista em Saúde Mental
- Especialista em Saúde Coletiva
- Especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde
- Especialista em Terapia de Família

12/05/2026

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A felicidade é mesmo o objetivo final da vida?

No desta quinta-feira (7), Luiz Felipe Pondé e Thaís Oyama debatem a relevância do estoicismo nos dias de hoje.

O estoicismo, que ensina a focar apenas no que está sob nosso domínio, parece ser mais necessário agora do que na antiguidade. E você, concorda que buscar a paz de espírito é mais importante do que buscar a felicidade constante?

▶️ Assista ao episódio completo do no canal do Jornalismo TV Cultura no YouTube
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08/05/2026

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Uma das coisas mais difíceis da clínica é perceber como algumas pessoas conseguem falar de violência sem demonstrar quase nenhuma emoção.

Não porque não sentiram nada.

Mas porque, em muitos casos, a mente precisou se anestesiar para sobreviver ao ambiente em que aquela pessoa foi construída.

Quando alguém convive durante muito tempo com medo, brutalidade, ameaça e violência, certas coisas começam a perder o peso emocional que deveriam ter.

O problema é que essa desconexão não afeta apenas a culpa.

Ela afeta o afeto, os vínculos, a empatia e até a forma como a pessoa enxerga a própria vida.

Por isso, muitas vezes, por trás de alguém extremamente agressivo, existe uma história emocional profundamente endurecida.

E terapia não muda isso através de sermão.

Muda quando a pessoa finalmente consegue entrar em contato com aquilo que passou a vida inteira tentando não sentir.

🎬 Corte e edição:
📺 Série: Impuros (Disney+)
T06E08 (Gilmar – Sessão 8)

📌 Conteúdo utilizado para fins de reflexão e análise sobre terapia.

Repost from: Maria Odete Reis | Psicóloga e Psicanalista “… a ansiedade quando deixa de ser funcional, ela tem o equival...
14/04/2026

Repost from: Maria Odete Reis | Psicóloga e Psicanalista

“… a ansiedade quando deixa de ser funcional, ela tem o equivalente a uma febre, uma febre pode ter muitas funções e pode estar sinalizando muitos quadros, muito diferentes…

… algo pode ser muito sério e algo pode ser completamente trivial.

Então não tem assim, uma abordagem, eu sou um pouco reticente com abordagens unicistas: “contra a ansiedade faça assim”. Não, não tem, a não ser esse genérico de, outra pessoa.

Não vá se isolar você e seus pensamentos circulares, isso não vai ajudar…

mas, se você consegue ficar sozinho, em solitude, isso vai ajudar.

Você vê, ao mesmo antídoto tem o outro reverso, inverso…

… a solitude é um termo poético, variante da solidão…

é que você pode estar consigo…

… feliz consigo mesmo, triste consigo mesmo, mas, consigo.

“Consigo mesmo” significa prestar atenção em viver toda a profundidade a que é requerido, àquele afeto: de ciúme, de tristeza, de alegria, de dor, seja qual for ele, mas estar com isso.”

- Recortes da fala de Christian Dunker em participação no Podcast: Ansiedade e seus impactos na saúde - Construindo Saúde, da Dra Cris Milagre.

30/03/2026

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Há experiências que não terminam quando acabam. Elas seguem operando por dentro, fixando o sujeito numa mesma posição, como se algo do tempo não pudesse andar. A vida continua do lado de fora, mas internamente a pessoa permanece capturada por afetos que não se transformam, por cenas que não encontram nova inscrição, por dores que não puderam ainda ser simbolizadas.

É aí que a análise pode produzir um trabalho decisivo. Não para apagar o traumático, nem para convencer o sujeito de que nada aconteceu, mas para que aquilo que o feriu deixe de ser a única coordenada possível de sua existência. O trauma paralisa justamente quando o sujeito não consegue fazer outra coisa com ele além de repeti-lo, sofrê-lo ou se organizar inteiramente a partir dele.

Resignar-se ao traumático é permanecer submetido à cena, como se ela continuasse definindo o lugar do sujeito. Já uma certa serenidade não significa indiferença, muito menos apagamento da violência sofrida. Significa um trabalho psíquico em que o sujeito, pouco a pouco, deixa de se confundir inteiramente com aquilo que lhe aconteceu.

Isso exige elaboração. Exige tempo. Exige trabalho interno.

Porque o traumático tem essa força, ele tende a congelar posições. O sujeito volta sempre ao mesmo ponto, reage desde o mesmo lugar, lê a vida a partir da mesma ferida. E quando isso se cristaliza, a existência perde mobilidade. A pessoa não apenas se lembra da violência, ela passa a viver sob sua sombra, repetindo uma mesma forma de estar no mundo.

A análise busca justamente romper essa fixação. Ela tenta abrir espaço para que o sujeito encontre novas representações, novas leituras, novas maneiras de se relacionar com aquilo que o marcou. Não se trata de superar no sentido banal da palavra. Trata-se de não permanecer eternamente condenado à mesma posição psíquica diante do que feriu.

Talvez esse seja um dos efeitos mais importantes de uma análise. Não retirar a gravidade da dor, mas impedir que ela se torne a única forma possível de existir.

Não se compra uma análise, paga-se o custo de mantê-la.
28/03/2026

Não se compra uma análise, paga-se o custo de mantê-la.

Repost from: .odete.reis Na análise, escutar é dar lugar ao que se diz.A fala encontra tempo,retoma, insiste,volta ao me...
25/03/2026

Repost from: .odete.reis
Na análise, escutar é dar lugar ao que se diz.

A fala encontra tempo,
retoma, insiste,
volta ao mesmo ponto até que algo apareça.

Nesse movimento, surge um detalhe,
uma palavra, uma torção,
que desloca o que vinha sendo dito.

A escuta passa a incluir o tempo da fala,
o intervalo,
e o ponto em que algo se diz.

Na análise, isso acontece.

Depois,
algo se desloca no modo de ouvir a própria fala
e no modo de dizer.

A fala já não retorna do mesmo modo.

E algo do que se diz
passa a não ser mais indiferente.

Repost from: .psiqueTem violências que não deixam marcas visíveis.Mas deixam algo talvez mais grave: a dúvida sobre si m...
24/03/2026

Repost from: .psique
Tem violências que não deixam marcas visíveis.
Mas deixam algo talvez mais grave: a dúvida sobre si mesma.
Porque não é um ataque direto.
É uma frase aqui, outra ali…
sempre com um tom de cuidado, de amor, de “boa intenção”.
E quando você percebe, já está se explicando demais,
se culpando demais,
se diminuindo demais.
A psicanálise nos mostra que nem tudo que machuca vem como agressão explícita.
Às vezes, vem disfarçado de vínculo.
E o mais perigoso não é o que o outro diz.
É o que você passa a acreditar sobre você a partir disso.

21/03/2026

16/03/2026

Você se enxerga ou repete um olhar antigo?

13/03/2026

É possível amar uma pessoa e desejar outra?

Repost from .odete.reis•Há relações em que o outro é convocado a ocupar um lugar impossível:o de garantir que a falta nã...
11/03/2026

Repost from .odete.reis

Há relações em que o outro é convocado a ocupar um lugar impossível:

o de garantir que a falta não exista.

Garantir que nada será perdido.
Garantir que não haverá ausência.
Garantir que nada do vínculo se rompa.

Mas a falta não é um acidente da relação.

Ela é estrutural.

Nenhum ser falante é completo.

Nenhum parceiro pode oferecer garantia contra isso.

Quando se espera que o outro sustente esse lugar, algo começa a se desgastar.
Não porque falte sentimento.

Mas porque se passa a exigir do outro algo que nenhum laço pode garantir.

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