Dra Érica Brandão Pediatra

Dra Érica Brandão Pediatra Apaixonada por cuidar das crianças com carinho e respeito, em um atendimento humanizado e acolhedor💛 A pediatra que quer ouvir você 🦒

13/08/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

Sarampo voltou a circular em SP: seu filho está protegido?

Talvez você pense:
“Mas sarampo não era uma doença praticamente eliminada?”

E é justamente por isso que esse alerta merece atenção.

São Paulo está enfrentando um surto de sarampo, e o mais preocupante é que estamos falando de uma das doenças mais contagiosas que existem.

Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo de f**ar claro que aquilo é sarampo.

No início, pode parecer “só uma virose”:

Febre alta.
Tosse.
Coriza.
Olhos vermelhos e irritados.

Depois surgem as manchas avermelhadas na pele, geralmente começando no rosto e se espalhando pelo corpo.

E aqui vem uma informação MUITO importante para quem tem bebê:

⚠️ Em locais com estratégia de vacinação ampliada por causa do surto, bebês de 6 a 11 meses podem receber a chamada DOSE ZERO da vacina contra o sarampo.

Mas atenção:

Dose zero NÃO substitui as vacinas do calendário de rotina.

Ou seja: mesmo que o bebê receba essa dose antes de completar 1 ano, deverá continuar o esquema vacinal indicado para a idade.

E para as crianças maiores?

👉 Confira AGORA a caderneta de vacinação.

O sarampo pode causar complicações importantes, como pneumonia, otite, encefalite e, em casos graves, levar à morte.

E existe uma forma extremamente ef**az de prevenção:

VACINAÇÃO.

Se seu filho apresentar febre associada a manchas pelo corpo, principalmente acompanhada de tosse, coriza ou olhos vermelhos, procure avaliação médica e avise sobre a suspeita antes de chegar ao serviço, para reduzir a exposição de outras pessoas.

Sarampo não é “uma doença antiga que voltou só para assustar”.

Ele voltou a circular. E criança protegida é criança com vacinação em dia.

Salve este post para conferir a caderneta depois e envie para outra mãe que precisa saber disso.

11/08/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

Tem coisas que eu flexibilizo.

O horário muda, a rotina sai do eixo e tem dia que absolutamente nada acontece como eu imaginei. Acho que toda mãe conhece esses dias. 😂

Mas, no meio de tanta coisa que eu aprendi a deixar passar, existem 7 que decidi não negociar na criação do meu filho.

E nenhuma delas tem a ver com criar um filho que “obedece sem questionar”.

Tem a ver com a infância que eu quero que ele se lembre de ter vivido. 🤍

Aqui em casa, educação respeitosa é inegociável. Eu sou adulta e não preciso do medo, da ameaça ou da humilhação para ensinar meu filho.

E ele pode chorar. Sempre que precisar!

Confesso que nem sempre é fácil sustentar o choro de quem a gente mais ama. Dá vontade de resolver, distrair, voltar atrás… Mas nem toda frustração precisa ser evitada.

Às vezes meu papel é só acolher, f**ar perto e mostrar: “eu sei que você não gostou, meu amor. Eu estou aqui.”

E o limite continua.

Porque eu posso acolher o que ele sente sem mudar a minha decisão.

Também existem aqueles limites que simplesmente não estão abertos à negociação. Aqui, por exemplo, ele não entra na cozinha sozinho e come sempre sentado. Segurança não depende de uma criança concordar com a gente.

Tento também manter a previsibilidade na rotina. Não quero criar meu filho olhando para o relógio, mas quero que ele tenha a segurança de saber o que vem depois.

E, se tem duas coisas que faço questão de colocar na infância dele, são livros e brincadeira ao ar livre.

Quero histórias, natureza, movimento, pé no chão, descoberta… infância de verdade.

No fundo, percebi que existe uma regra por trás de todas as outras:

meu filho não precisa gostar dos meus limites para ser respeitado dentro deles.

Eu não quero que ele tenha medo de mim.

Quero que ele saiba que, mesmo quando a resposta da mamãe é “não”, ele continua seguro para chorar, sentir, se frustrar e procurar o meu colo.

Porque acolher não é dizer sim para tudo.

E colocar limites não é deixar de respeitar.

Criação com respeito , acolhimento e limites, podem — e devem — morar na mesma casa. 🤍

Agora me cont

07/08/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

O maior erro na criação dos filhos acontece todos os dias dentro de casa.

E provavelmente acontece em casas cheias de amor.

Não é falta de carinho.
Não é dar colo demais.
E também não é dizer “não”.

É acreditar que criança bem-educada é criança que obedece.

Que não questiona.
Que dá beijo quando pedem.
Que faz o que o adulto diz porque “adulto é quem manda”.

Mas seu filho não precisa aprender obediência cega.

Ele precisa de limites, regras e direção — e isso é completamente diferente.

Porque quando ensinamos uma criança a obedecer adultos a qualquer custo, podemos ensiná-la, sem perceber, que a vontade do adulto vale mais que a própria voz.

E seu filho não vai conviver apenas com você.

Ele vai encontrar professores, familiares e muitos outros adultos.

Eu quero que meu filho saiba respeitá-los.

Mas quero, principalmente, que saiba reconhecer quando um adulto está errado.

Que consiga dizer:

“Não.”
“Eu não gostei.”
“Não quero.”
“Vou contar para minha mãe.”

E isso começa dentro de casa.

Quando mostramos que autoridade não signif**a autoritarismo.

Que podemos colocar limites sem humilhar.
Corrigir sem ameaçar.
Ensinar sem provocar medo.

Respeito é algo que a criança aprende vivendo relações em que também é respeitada.

Então talvez a pergunta não seja:

“Como faço meu filho me obedecer?”

Talvez seja:

“O que eu quero que meu filho aprenda quando eu não estiver por perto para dizer o que ele deve fazer?”

Porque criar um filho não é criar uma criança que obedeça você.

É preparar uma pessoa que, um dia, consiga fazer boas escolhas mesmo quando você não estiver lá.

E isso muda tudo.

Você foi criada para obedecer ou para pensar?

07/08/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

Em 18 anos atendendo crianças, eu vi doenças raras, casos graves e situações que marcaram minha carreira.

Mas existe uma coisa que continua me assustando muito mais do que qualquer diagnóstico.

Ela acontece todos os dias.

Dentro de casa.

E o pior: quase sempre é feita por pais que só estão tentando acertar.

O problema é que ninguém ensinou essas famílias a reconhecer os sinais antes que seja tarde.

Não é falta de amor.

É falta de informação.

Como pediatra, já perdi a conta de quantas vezes pensei:
“Se alguém tivesse explicado isso antes, essa história poderia ter sido diferente.”

E sabe o que mais me assusta?

Não é a febre alta.

Não é a tosse.

Não é o vômito.

É quando os pais olham apenas para o termômetro e deixam de olhar para a criança.

Porque, muitas vezes, o sinal mais grave não é a temperatura da febre. Até porque algumas doenças graves podem iniciar sem febre.

O que mais me assusta é que muitas mães deixam passar sem nem perceber é aquele sentimento de que tem algo errado com meu filho. Ele tá diferente, ele não é assim!

É uma criança que para de brincar, f**a prostrada, sonolenta, sem interação e diferente do comportamento habitual.

Esse é o sinal que nunca deve ser ignorado.E muitas mães acham que é bobeira da sua cabeça! E pior! Muitos pediatras não levam em consideração …

Mas a verdade é que esta percepção materna pode salvar a vida do seu filho! Ninguém conhece melhor ele que você!

Se você está achando que tem algo errado , procure um pediatra !

Agora me conta, você já passou por alguma situação parecida?

05/08/2026

Siga Erica Brandão Pediatra
A maternidade de hoje virou uma vitrine.

Parece que existe uma lista invisível de tudo o que uma mãe precisa fazer para merecer ser considerada uma “boa mãe”.

A casa impecável.
A lancheira perfeita.
O quarto organizado.
As roupas combinando.
Os brinquedos educativos.
As atividades sensoriais.
A festa inesquecível.

E, no meio de tanta cobrança, a gente começa a esquecer o que realmente f**a.

Nenhum adulto lembra qual era a cor da própria lancheira.

Mas quase todo adulto lembra como se sentia dentro da própria casa.

Lembra se era ouvido.
Se era acolhido.
Se podia chorar sem medo.
Se tinha colo.
Se alguém acreditava nele.

Por isso, acho chique a mãe que lê uma história mesmo depois de um dia exaustivo.

A mãe que senta no chão para brincar.

Que deixa o filho explorar a terra, fazer bagunça e descobrir o mundo.

A mãe que ensina a dizer “por favor”, “obrigado” e, principalmente, “eu errei”, porque sabe que educar também é dar o exemplo.

A mãe que consegue dizer “não”, mesmo ouvindo o choro, porque entende que amor também é limite.

A mãe que incentiva a autonomia, mesmo sabendo que fazer sozinha seria muito mais rápido.

A mãe que escolhe não responder todos os palpites, porque aprendeu que nem toda opinião merece espaço.

A mãe que ri do caos.

Que abraça muito.

Que entende que a infância passa depressa demais para ser vivida apenas correndo atrás da perfeição.

No fim das contas, acho chique mesmo é a mãe que cria filhos com amor, presença e coragem de fazer diferente quando acredita que é o melhor para eles.

Porque daqui a alguns anos, seu filho não vai lembrar da casa perfeita.

Mas vai lembrar, para sempre, da forma como você o fez sentir.

E aí? Do que o Seu filho vai lembrar?

29/07/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

Tem um pensamento que eu nunca tive coragem de admitir.

E talvez você também já tenha pensado isso.

Esses dias o Biel não queria trocar a fralda.

Assim que percebeu o que eu ia fazer, começou a chorar desesperadamente e pedir peito.

Mais tarde aconteceu de novo.

Bastava eu propor alguma coisa que ele não queria… e lá vinha o pedido pelo peito.

Naquele instante, um pensamento passou pela minha cabeça:

“Será que ele aprendeu que, quando pede peito, consegue fugir do que não quer?”

Confesso que aquilo me incomodou.

Porque se até eu, que sou pediatra e estudo desenvolvimento infantil todos os dias, consegui pensar isso por um segundo…

Quantas mães vivem com essa culpa em silêncio?

Mas então eu parei.

Respirei.

E lembrei de uma coisa que muda completamente essa história.

O Biel não estava tentando me manipular.

Ele estava tentando sobreviver emocionalmente à frustração.

Para um bebê, o peito nunca foi só comida.

O peito é o lugar onde ele encontra segurança quando o mundo f**a grande demais.

É onde ele regula um cérebro que ainda não consegue fazer isso sozinho.

Quando ele pede peito antes da troca de fralda, diante de um limite ou de uma frustração…

Ele não está dizendo:

“Vou convencer minha mãe a fazer o que eu quero.”

Ele está dizendo:

“Mãe… eu preciso de você antes de conseguir enfrentar isso.”

Foi nesse momento que eu percebi que o peito não estava afastando meu filho dos limites.

Ele estava dando a segurança que ele precisava para atravessá-los.

E talvez seja isso que mais precisamos lembrar:

Crianças não usam o vínculo para manipular os pais. Elas usam o vínculo para encontrar coragem quando as emoções f**am maiores do que elas conseguem suportar.

E, sinceramente…

Acho que toda mãe precisava ouvir isso pelo menos uma vez.

Hoje é dia dos Avós … Eu nunca tive dúvida do quão maravilhosos os meus Pais foram na minha infância , cada um do seu je...
27/07/2026

Hoje é dia dos Avós …

Eu nunca tive dúvida do quão maravilhosos os meus Pais foram na minha infância , cada um do seu jeito!

Era pra eles que eu e meu irmão corríamos quando algo dava errado… e os nossos amigos também!

Sempre foram meu Porto Seguro, minha base, meu colo…

Em um momento da minha vida, tudo se estremeceu… eles precisaram de tempo pra entender, aceitar e enxergar que nada havia mudado…

E mais uma vez demostraram que o amor por mim sempre foi maior que tudo!

Hoje! Vê-los se tornarem avós é infinitamente mais encantador!

É que sorte a minha e a Do Biel de poder ter vocês participando da nossa vida.

Obrigada por amarem meu filho acima de tudo, por dedicarem a ele esse amor e esse carinho, esse tempo…

Não sei descrever o quão feliz sou por ter vocês aqui!

Feliz dia dos Avós! Amo vcs!

21/07/2026

Siga Erica Brandão Pediatra pra dicas!

A pior lembrança de uma viagem nunca é o voo atrasado.✈️

Nem a chuva.🌧️

Nem o hotel que deu errado.🏨

É olhar para o seu filho passando mal, chorando, com febre ou exausto… e sentir que você não sabe o que fazer porque está longe de casa.🤢🤕🤧

Como pediatra, eu já vi muitas famílias viverem exatamente esse momento.

E o mais triste é que, na maioria das vezes, isso poderia ter sido evitado com alguns cuidados simples.🫶🏻

Se eu pudesse dar apenas 3 conselhos para qualquer mãe antes de viajar com um filho, seriam estes:

🤍 1. Não viaje apenas com um kit farmacinha.
Viaje com uma receita e orientações do seu pediatra. Porque, na hora do medo, ter o remédio não basta. Você precisa saber exatamente quando usar, o que usar, a dose e quando procurar ajuda.

🤍 2. Antes de conhecer os pontos turísticos, conheça a emergência pediátrica mais próxima.🤔
Você torce para nunca precisar. Mas, se precisar, vai agradecer por não ter que procurar um hospital no meio do desespero.

🤍 3. Seu filho também está de férias, mas o cérebro dele continua sendo de uma criança.😥
Sono, alimentação e pequenas pausas não estragam a viagem. São justamente o que evita birras, exaustão e muitos adoecimentos durante esses dias.🤗

✨ BÔNUS: Não tenha medo de flexibilizar a rotina. As melhores lembranças da infância quase sempre acontecem fora do planejado. Só não vale abandonar completamente aquilo que mantém seu filho bem.😉

Porque, no fim das contas, a melhor viagem não é a que rende as fotos mais bonitas.

É aquela em que seu filho volta para casa feliz, saudável… e com vontade de viver tudo de novo.

E vc? Já passou aperto viajam com seu filho? Me conta aqui.!

16/07/2026

Siga Erica Brandão Pediatra

Ninguém avisa que ter um filho pode ser o maior teste que um relacionamento vai enfrentar.

Porque um bebê não chega sozinho.

Junto com ele chegam noites em claro, medo, insegurança, culpa, cansaço e versões de vocês que nenhum dos dois conhecia até então.

De repente, aquela mulher que existia antes parece ter se perdido entre mamadas, fraldas e listas infinitas de tarefas.

E quem está ao lado dela também tenta descobrir como ajudar, onde se encaixar e como continuar sendo parceiro em um mundo que mudou da noite para o dia.

Então surgem as pequenas feridas silenciosas.

A conta mental de quem fez mais hoje.

A sensação de estar carregando tudo sozinho.

Os desencontros.

Os silêncios.

A intimidade que muda.

As conversas que f**am sempre para depois.

Vocês continuam na mesma casa.

No mesmo quarto.

Na mesma cama.

Mas às vezes parece existir um oceano inteiro entre vocês.

E talvez a parte mais difícil seja sentir saudade de quem vocês eram antes dos filhos.

E junto dessa saudade vem a culpa.

Mas quase todo casal sente isso em algum momento.

Só que quase ninguém fala.

Porque muitos relacionamentos não entram em crise por falta de amor.

Eles entram em crise por excesso de cansaço.

Até que, pouco a pouco, vocês se encontram de novo.

Talvez diferentes.

Talvez mais cansados.

Mas também mais fortes.

Mais maduros.

Mais parceiros.

Porque existe um amor que nasce junto com os filhos.

Um amor menos sobre paixão e mais sobre escolha.

Sobre olhar para quem está ao seu lado, no pior momento dos dois, e ainda assim dizer:

“Eu ainda escolho você.”

Porque alguns amores só aparecem depois que duas pessoas atravessam o caos juntas e descobrem que, apesar de tudo, ainda encontraram o caminho de volta uma para a outra.🩵

15/07/2026

Siga Erica Brandão Pediatra para mais dicas!

Uma criança pequena que dorme em qualquer lugar não deveria ser motivo de admiração.

Na verdade, muitas vezes ela está pedindo ajuda — e ninguém percebe.

A cena costuma arrancar elogios:

“Olha que maravilha!”
“Dorme em qualquer lugar.”
“Não tem frescura.”
“É criança raiz.”

Mas existe uma pergunta que quase ninguém faz:

Por que uma criança tão pequena precisa desligar em qualquer ambiente, em qualquer posição e no meio de qualquer estímulo?

Porque, muitas vezes, isso não é sinal de um sono excelente.

É sinal de uma criança funcionando no limite.

Uma criança cansada demais entra em um estado de alerta constante.
O corpo libera cada vez mais cortisol para mantê-la funcionando.
Ela f**a elétrica, agitada, irritada…

Até que o cérebro simplesmente não consegue mais sustentar aquele estado.

E então ela apaga.

No colo.
No chão.
Na cadeira.
No meio do barulho.
No meio da festa.

E aquilo que muitos adultos enxergam como um troféu pode, na verdade, ser um sinal de exaustão e privação de sono acumulada.

Sono não é luxo.
Sono não é frescura.
Sono é desenvolvimento cerebral.

Uma criança pequena precisa de previsibilidade, rotina, um ambiente adequado e horas de sono compatíveis com a sua idade.

Isso não é excesso de cuidado.

É proteção para um cérebro ainda imaturo e em pleno desenvolvimento.

E garantir essa proteção não é responsabilidade da criança.

É responsabilidade do adulto.

Endereço

EStrada Do Cachamorra/350/bloco 3A/Sala 246
Rio De Janeiro, RJ
23040-150

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra Érica Brandão Pediatra posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dra Érica Brandão Pediatra:

Atalhos

Compartilhar

Categoria