28/08/2026
ESCREVER, PUBLICAR E LUTAR TAMBÉM É CUIDAR. 💙
Participar do Congresso Global de Autismo, em Niterói, e publicar um trabalho sobre Maternidade Atípica representa muito mais do que apresentar uma pesquisa.
É dar visibilidade às experiências, às dores, às angústias, aos desafios e, principalmente, às potências de famílias que diariamente constroem caminhos em busca de inclusão, respeito e direitos.
Como neuropsicóloga e profissional que atua na área de Segurança e Saúde no Trabalho, acredito que precisamos ampliar o debate sobre neurodiversidade para além dos consultórios e das instituições de saúde.
Precisamos falar sobre inclusão no mundo do trabalho, acolhimento às famílias, acessibilidade, pertencimento e políticas institucionais que reconheçam a realidade de autistas, pais e mães atípicos.
Nesse caminho, a construção de um Comitê de Autistas, Pais e Mães Atípicos da NUCLEP representa um passo importante: transformar experiências individuais em diálogo coletivo, sensibilização e construção de práticas mais inclusivas.
Porque quando escrevemos e publicamos, produzimos conhecimento.
Quando compartilhamos nossas experiências, sensibilizamos.
Quando nos organizamos coletivamente, fortalecemos nossa voz.
E quando lutamos por direitos, transformamos realidades.
Que a ciência esteja cada vez mais conectada à vida real.
Que a neurodiversidade seja reconhecida não apenas no discurso, mas nas práticas.
E que nenhuma mãe, nenhum pai e nenhuma pessoa autista precise enfrentar essa jornada sozinho.
Escrever. Publicar. Sensibilizar. Organizar. Lutar. Transformar.
💙 Por uma sociedade verdadeiramente inclusiva e neurodiversa.
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