07/07/2026
A conta de adiar o tratamento nem sempre aparece de uma vez. Às vezes ela vem em forma de remédio todo mês, noites mal dormidas, crises repetidas, falta no trabalho e aquela sensação de viver sempre esperando a próxima dor aparecer.
Os valores do card são exemplos ilustrativos. O gasto com remédio varia muito conforme o medicamento, a dose, a frequência de uso e a orientação médica. A cirurgia também muda muito de cenário: pelo SUS, pode haver fila de espera; pelo convênio, a cobertura pode ser total ou parcial; e no particular, o custo costuma ser alto, variando conforme hospital, técnica, equipe e complexidade do caso.
E existe um ponto importante: cirurgia não é garantia de que o problema nunca mais vai voltar. Os estudos mostram que cerca de 1 em cada 5 pacientes precisaram operar novamente em até 4 anos, e outros dados mostram que até 40% dos pacientes podem permanecer iguais ou piores após a cirurgia, dependendo do perfil do paciente, da técnica utilizada, da gravidade do caso e do tempo de acompanhamento.
Isso não signif**a que cirurgia nunca é necessária. Em alguns casos, ela é indicada e pode ser o melhor caminho. Mas signif**a que esperar a dor piorar para só então agir não é estratégia.
O mais caro nem sempre é o tratamento. Muitas vezes, o mais caro é conviver com a dor, depender de soluções temporárias e deixar o problema evoluir. Com a fisioterapia especializada, o objetivo é tratar a causa, reduzir a irritação do nervo e recuperar movimento com segurança.
Se você sente dores na coluna com frequência, fale comigo.