Helena Mara - Psicóloga

Helena Mara - Psicóloga Atendimentos online! CRP: 05/ 62581

Auxilio o ser a permitir, como ser desejante, desejar! psihele

Tem amizades que não acabam.Mas também não acontecem mais.E isso costuma confundir.Porque ainda existe carinho, história...
24/04/2026

Tem amizades que não acabam.
Mas também não acontecem mais.

E isso costuma confundir.
Porque ainda existe carinho, história, memória…
mas já não existe troca, presença, encontro real.

E aí, muita gente insiste.
Insiste em manter, em responder, em caber.
Mesmo quando já não se reconhece ali.

Nem todo afastamento é sobre conflito.
Às vezes, é sobre mudança.
Sobre admitir que você já não é mais quem sustentava aquele vínculo, e que o outro também não ocupa mais o mesmo lugar.

Crescer também implica perder encaixes antigos.

E isso não é falta de amor.

É movimento.

Abrir espaço para novas amizades, inclusive, passa por isso: reconhecer o que já não faz sentido sustentar.

Porque você não constrói vínculos novos
enquanto está ocupado tentando manter os que já não existem como antes.

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23/04/2026

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SEXTOU e vamos de um dos temas que mais aparecem no consultório: a tal da dependência emocional, principalmente naquele ...
27/03/2026

SEXTOU e vamos de um dos temas que mais aparecem no consultório: a tal da dependência emocional, principalmente naquele ponto da vida em que sair de casa deixa de ser só um movimento concreto e passa a ser um abalo por dentro. Vem a culpa, a dúvida, o medo de “deixar” alguém… e, às vezes, de se perder.

Porque crescer também é se separar.
E nem toda separação se acontece como precisava.
Às vezes, o vínculo foi tão necessário que soltar parece perigoso demais.
Então o mundo cresce, expande, chama…
mas o corpo recua.

Não por falta de vontade, mas por falta de chão.

Talvez não seja sobre cortar.
Talvez seja sobre, aos poucos, sustentar a distância sem viver isso como abandono.

E ir descobrindo, com cuidado, que é possível ir…
sem deixar o outro,
mas, principalmente, sendo de si. 🫀

“tô com FOMO”“isso me deu gatilho”“tô surtando”“tô em hiperfoco”a gente aprendeu a nomear tudo.e nomear pode, sim, ajuda...
24/03/2026

“tô com FOMO”
“isso me deu gatilho”
“tô surtando”
“tô em hiperfoco”

a gente aprendeu a nomear tudo.
e nomear pode, sim, ajudar: organiza, aproxima, dá algum sentido pro que se sente.
mas, às vezes, na pressa de explicar, a gente simplifica demais.
nem tudo é um transtorno.
mas também nem tudo é só um momento.
o ponto não é o nome que você usa…
é quando isso se repete, se intensifica e começa a te limitar.
quando deixa de ser pontual
e passa a atravessar a forma como você vive, sente e se relaciona.
dar nome pode acalmar.
mas se escutar, de verdade, é o que transforma.

Você quer comprar… ou o algoritmo quer que você compre?Tenho escutado cada vez mais pacientes falando sobre compras impu...
12/03/2026

Você quer comprar… ou o algoritmo quer que você compre?

Tenho escutado cada vez mais pacientes falando sobre compras impulsivas. Muitas vezes tudo começa com um clique “só para olhar” e, de repente, o mesmo produto passa a aparecer o tempo todo nas redes.

Os algoritmos aprendem rapidamente aquilo que chama nossa atenção e, somado a uma cultura de promoções constantes, o consumo pode ganhar um lugar cada vez maior no nosso cotidiano.

Mas, na clínica, a compulsão por compras raramente é apenas sobre o objeto. Muitas vezes ela aparece como uma tentativa de aliviar angústias, vazios ou tensões.
No final do carrossel compartilho algumas formas de reduzir o impacto dos algoritmos nas nossas decisões de compra.
Você já percebeu algo assim na sua relação com consumo?

8 filmes para celebrar o 8 de março 🎬✨Histórias de mulheres fortes, mas não no sentido idealizado.Fortes porque resistem...
09/03/2026

8 filmes para celebrar o 8 de março 🎬✨
Histórias de mulheres fortes, mas não no sentido idealizado.
Fortes porque resistem, se reinventam, sentem, erram, recomeçam.
Algumas enfrentam o passado.
Outras defendem sua história.
Outras ainda estão tentando descobrir quem são.
Porque ser mulher também é isso:
continuar escrevendo a própria história, mesmo quando o mundo tenta escrever por você.

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Ainda Estou Aqui
Tomates Verdes Fritos

8 histórias.
8 mulheres.
8 formas diferentes de potência.

Parabéns e força sempre, mulheres ❤️‍🔥

Alguns trabalhos não querem funcionários motivados.Querem pessoas com medo de perder o emprego.Nos últimos tempos, tenho...
05/03/2026

Alguns trabalhos não querem funcionários motivados.

Querem pessoas com medo de perder o emprego.
Nos últimos tempos, tenho escutado histórias muito parecidas no consultório.

Ambientes onde as metas mudam o tempo todo.
Onde o reconhecimento quase não aparece.

Onde a ameaça de demissão nunca é dita diretamente, mas está sempre no ar.

Nesses lugares, muitas pessoas começam a trabalhar cada vez mais.

Não necessariamente por engajamento, mas porque sentem que precisam provar o tempo todo que merecem continuar ali.

Existe também uma inversão curiosa:
alguns líderes passam a agir como se manter alguém empregado fosse uma espécie de favor.

Como se o salário fosse uma caridade.

Mas trabalho não é esmola.

É uma relação de troca.

Quando o medo vira método de gestão, o resultado pode até aparecer por um tempo.

Mas quase sempre deixa um rastro: ansiedade, esgotamento e a sensação constante de nunca ser suficiente.

Você não precisa entender a dor de uma mulher para respeitar um limite.Você só precisa entender português.“Não” não é su...
04/03/2026

Você não precisa entender a dor de uma mulher para respeitar um limite.
Você só precisa entender português.

“Não” não é subjetivo.
Não depende de humor.
Não depende de roupa.
Não depende do quanto você já investiu.

Não é sobre sedução.
É sobre poder.
E poder sem consentimento tem nome.

Isso vale para solteiros e casados. Poder sem consentimento no casamento também tem nome.

A gente aprendeu a chamar controle de amor.Aprendeu que intensidade é profundidade.Que ciúme é cuidado.Que se doeu muito...
25/02/2026

A gente aprendeu a chamar controle de amor.
Aprendeu que intensidade é profundidade.
Que ciúme é cuidado.
Que se doeu muito, então foi verdadeiro.
Mas nem toda repetição é destino.
Algumas são apenas padrões pedindo consciência.
Nem todo vínculo com ex é sinal de ameaça. falou lindamente sobre, num vídeo na página dela, sugiro.
Às vezes é sinal de que o amor não precisou virar destruição para terminar.
E nem toda música romântica fala de amor saudável.

Relacionamentos abusivos não começam violentos.
Eles começam sedutores.

Auxilio o ser a permitir, como ser desejante, desejar,
inclusive desejar relações onde exista liberdade, respeito e autonomia. Afinal, "a gente aceita o amor que acha que merece" (As vantagens de ser invisível).


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