Helena Mara - Psicóloga

Como chegar Site

Helena Mara - Psicóloga Atendimentos online! CRP: 05/ 62581

Auxilio o ser a permitir, como ser desejante, desejar! psihele

🤎 Agenda aberta para atendimentos presenciais em Brazópolis!Agora, além dos atendimentos onlines, também estarei realiza...
30/09/2026

🤎 Agenda aberta para atendimentos presenciais em Brazópolis!

Agora, além dos atendimentos onlines, também estarei realizando atendimentos presenciais na Casa15 em Brazópolis – MG.

Sou Helena Mara, psicóloga e psicanalista, e meu trabalho é orientado pela psicanálise, oferecendo um espaço de escuta ética, acolhedora e afirmativa, com atenção especializada às vivências LGBTQIAPN+.

Acredito na importância de um espaço onde cada pessoa possa falar sobre si, elaborar suas questões e entrar em contato com seus desejos, conflitos e possibilidades, respeitando sua singularidade.

Os atendimentos acontecerão na CASA 15, um espaço que reúne café, arte e cultura.

✨ Se você está buscando iniciar um processo de análise, será um prazer acompanhar você nessa jornada.

📍 CASA 15 — Travessa Tobias Pereira, 15, Centro, Brazópolis – MG.

📲 Agendamentos pelo WhatsApp: (21) 99002-4088

+

Talvez você não tenha “sentido” que aquela pessoa ia aparecer. Talvez você só tenha lembrado dela.E aí ela apareceu.Pron...
03/09/2026

Talvez você não tenha “sentido” que aquela pessoa ia aparecer. Talvez você só tenha lembrado dela.

E aí ela apareceu.

Pronto. O cérebro entra em cena:
“Não é possível.”
“Eu sabia.”
“Tem alguma coisa aí.” 👀

Mas talvez o mais curioso não seja descobrir se foi acaso, intuição ou sincronicidade.
É entender por que justamente aquela pessoa ainda ocupa algum lugar dentro de você.

Porque algumas coincidências passam despercebidas.
Outras nos fazem parar, lembrar, sentir, e perguntar:
“Por que isso mexeu tanto comigo?”

Talvez seja aí que a coincidência deixe de ser apenas um acontecimento e passe a dizer alguma coisa sobre nós.

Falar com uma Inteligência Artificial se tornou um refúgio tentador. A tela acolhe, não julga, responde no tempo certo e...
02/09/2026

Falar com uma Inteligência Artificial se tornou um refúgio tentador. A tela acolhe, não julga, responde no tempo certo e nos devolve um espelho narcísico: o conforto de olhar apenas para o reflexo daquilo que nós mesmos projetamos, sem sobressaltos ou ameaças ao nosso ego. Conversamos com a máquina, mas conversamos apenas conosco.

​O verdadeiro desafio começa quando nos voltamos para o outro. Falar com outro ser humano exige expor a pele, suportar a incerteza do olhar e encarar a alteridade: a presença daquilo que é radicalmente diferente de nós, o outro em sua existência real, impossível de controlar, programar ou prever.

​No espaço analítico, a escuta também não carrega julgamentos morais, mas se diferencia radicalmente do algoritmo. O analista não está ali para devolver o eco do que você quer ouvir, nem para preencher o silêncio com respostas instantâneas.

​A psicanálise convoca você a sair da posição de espectador do próprio caos para se implicar nele. Onde a IA apenas acolhe o texto, a análise devolve a pergunta: o que você tem feito com o que fizeram de você?

​A máquina pode até escutar suas palavras, mas só o encontro com o outro pode resgatar o seu desejo.

Nem sempre essa necessidade de controlar tudo vem, de fato, de uma vontade de ter tudo sob controle.Às vezes, vem do med...
01/09/2026

Nem sempre essa necessidade de controlar tudo vem, de fato, de uma vontade de ter tudo sob controle.

Às vezes, vem do medo de precisar do outro. De depender. De esperar. De se frustrar. De descobrir que tem coisa importante na nossa vida que simplesmente não está nas nossas mãos.

E talvez seja aí que a gente precise olhar um pouco mais de perto para essa necessidade de controle: o que ela está tentando evitar?

Porque depender do outro não significa deixar de ser autônomo. A gente é sujeito, tem desejo próprio, mas também é atravessado pelos vínculos. E vínculo também é se haver com aquilo que não depende só da gente.

Talvez "amadurecer" tenha um pouco disso: conseguir sustentar a angústia de não saber, de não ter garantia, de não conseguir prever o que o outro vai fazer, sem precisar correr o tempo todo para tentar retomar o controle.

~~ E, às vezes, é justamente nesse espaço do não saber que alguma coisa nova pode aparecer. ~~

Tem amizades que não acabam.Mas também não acontecem mais.E isso costuma confundir.Porque ainda existe carinho, história...
24/04/2026

Tem amizades que não acabam.
Mas também não acontecem mais.

E isso costuma confundir.
Porque ainda existe carinho, história, memória…
mas já não existe troca, presença, encontro real.

E aí, muita gente insiste.
Insiste em manter, em responder, em caber.
Mesmo quando já não se reconhece ali.

Nem todo afastamento é sobre conflito.
Às vezes, é sobre mudança.
Sobre admitir que você já não é mais quem sustentava aquele vínculo, e que o outro também não ocupa mais o mesmo lugar.

Crescer também implica perder encaixes antigos.

E isso não é falta de amor.

É movimento.

Abrir espaço para novas amizades, inclusive, passa por isso: reconhecer o que já não faz sentido sustentar.

Porque você não constrói vínculos novos
enquanto está ocupado tentando manter os que já não existem como antes.

RecordarRepetir&Elaborar
23/04/2026

Recordar
Repetir&
Elaborar

SEXTOU e vamos de um dos temas que mais aparecem no consultório: a tal da dependência emocional, principalmente naquele ...
27/03/2026

SEXTOU e vamos de um dos temas que mais aparecem no consultório: a tal da dependência emocional, principalmente naquele ponto da vida em que sair de casa deixa de ser só um movimento concreto e passa a ser um abalo por dentro. Vem a culpa, a dúvida, o medo de “deixar” alguém… e, às vezes, de se perder.

Porque crescer também é se separar.
E nem toda separação se acontece como precisava.
Às vezes, o vínculo foi tão necessário que soltar parece perigoso demais.
Então o mundo cresce, expande, chama…
mas o corpo recua.

Não por falta de vontade, mas por falta de chão.

Talvez não seja sobre cortar.
Talvez seja sobre, aos poucos, sustentar a distância sem viver isso como abandono.

E ir descobrindo, com cuidado, que é possível ir…
sem deixar o outro,
mas, principalmente, sendo de si. 🫀

“tô com FOMO”“isso me deu gatilho”“tô surtando”“tô em hiperfoco”a gente aprendeu a nomear tudo.e nomear pode, sim, ajuda...
24/03/2026

“tô com FOMO”
“isso me deu gatilho”
“tô surtando”
“tô em hiperfoco”

a gente aprendeu a nomear tudo.
e nomear pode, sim, ajudar: organiza, aproxima, dá algum sentido pro que se sente.
mas, às vezes, na pressa de explicar, a gente simplifica demais.
nem tudo é um transtorno.
mas também nem tudo é só um momento.
o ponto não é o nome que você usa…
é quando isso se repete, se intensifica e começa a te limitar.
quando deixa de ser pontual
e passa a atravessar a forma como você vive, sente e se relaciona.
dar nome pode acalmar.
mas se escutar, de verdade, é o que transforma.

Você quer comprar… ou o algoritmo quer que você compre?Tenho escutado cada vez mais pacientes falando sobre compras impu...
12/03/2026

Você quer comprar… ou o algoritmo quer que você compre?

Tenho escutado cada vez mais pacientes falando sobre compras impulsivas. Muitas vezes tudo começa com um clique “só para olhar” e, de repente, o mesmo produto passa a aparecer o tempo todo nas redes.

Os algoritmos aprendem rapidamente aquilo que chama nossa atenção e, somado a uma cultura de promoções constantes, o consumo pode ganhar um lugar cada vez maior no nosso cotidiano.

Mas, na clínica, a compulsão por compras raramente é apenas sobre o objeto. Muitas vezes ela aparece como uma tentativa de aliviar angústias, vazios ou tensões.
No final do carrossel compartilho algumas formas de reduzir o impacto dos algoritmos nas nossas decisões de compra.
Você já percebeu algo assim na sua relação com consumo?

8 filmes para celebrar o 8 de março 🎬✨Histórias de mulheres fortes, mas não no sentido idealizado.Fortes porque resistem...
09/03/2026

8 filmes para celebrar o 8 de março 🎬✨
Histórias de mulheres fortes, mas não no sentido idealizado.
Fortes porque resistem, se reinventam, sentem, erram, recomeçam.
Algumas enfrentam o passado.
Outras defendem sua história.
Outras ainda estão tentando descobrir quem são.
Porque ser mulher também é isso:
continuar escrevendo a própria história, mesmo quando o mundo tenta escrever por você.

Volver
Central do Brasil
Frida
Frances Ha
Juno
Aquarius
Ainda Estou Aqui
Tomates Verdes Fritos

8 histórias.
8 mulheres.
8 formas diferentes de potência.

Parabéns e força sempre, mulheres ❤️‍🔥

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 12:00

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Helena Mara - Psicóloga publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria