Construindo uma nova História

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Construindo uma nova História Sua jornada não está no fim! Não importa qual seja a sua idade, os seus medos, as suas limitações, os seus desafios e os seus obstáculos.

Você pode!O ser humano não está pronto, tem a possibilidade de criar-se e recriar-se a cada dia. 21 99129485 Clínica de Psicologia
Atendimento: Adolescentes, Adultos, Casais e Dependência Química. Psicóloga Membro do CPPC

Uma xícara de café e algumas verdades que talvez você estivesse precisando lembrar hoje. ☕️Leia devagar. E guarde a que ...
15/09/2026

Uma xícara de café e algumas verdades que talvez você estivesse precisando lembrar hoje. ☕️

Leia devagar.
E guarde a que encontrou você.

Letícia Menescal
Psicóloga

Talvez você não seja “forte demais”.Talvez você tenha aprendido que não podia dar trabalho.Talvez você tenha aprendido q...
14/09/2026

Talvez você não seja “forte demais”.
Talvez você tenha aprendido que não podia dar trabalho.
Talvez você tenha aprendido que seu valor está na sua utilidade…

Então você virou aquela que resolve.

Que acolhe.
Que entende.
Que não quer preocupar ninguém.
Que continua funcionando mesmo quando está exausta.

E de tanto ouvir “você é tão forte”, talvez tenha começado a acreditar que precisar de alguém significa fraqueza.

Por isso, descansar traz culpa.
Dizer “não” parece egoísmo.
Pedir ajuda incomoda.
E admitir “eu não estou dando conta” parece quase uma derrota.

Mas existe uma diferença entre ser capaz de enfrentar momentos difíceis e acreditar que você precisa enfrentar tudo sozinha.

Muitas vezes, esse jeito de funcionar foi aprendido.

Você pode ter entendido, ao longo da sua história, que ser útil traz reconhecimento, que não incomodar evita conflitos e que cuidar dos outros ajuda a manter seu lugar nas relações.

O problema é quando você se torna tão boa em perceber o que todos precisam que deixa de perceber o que você precisa.

E talvez a verdadeira força, hoje, esteja justamente em construir algo diferente:

conseguir colocar limites sem se sentir uma pessoa ruim;

descansar sem achar que precisa merecer;

receber cuidado sem sentir que está incomodando;

e reconhecer que você também tem necessidades.

Você não precisa deixar de ser forte.
Só não precisa continuar usando a própria exaustão como prova dessa força.

Na terapia, você pode compreender de onde vem essa necessidade de dar conta de tudo e construir uma relação consigo mesma em que se priorizar não seja sinônimo de culpa.

Se você está cansada de sustentar tudo sozinha e quer aprender a se incluir entre as pessoas que você cuida, acesse o link da bio.
Vamos ver se esse é o seu momento de começar a terapia. 💜

Letícia Menescal
Psicóloga

Tem coisas em nós que se perdem pelo caminho.A coragem de dizer o que queremos.A confiança nas próprias escolhas.A capac...
12/09/2026

Tem coisas em nós que se perdem pelo caminho.

A coragem de dizer o que queremos.
A confiança nas próprias escolhas.
A capacidade de descansar sem culpa.
O prazer de fazer alguma coisa simplesmente porque gostamos.
Às vezes, até a sensação de saber quem somos.

A vida vai acontecendo e a gente vai se adaptando. A algumas perdas, a algumas relações, ao que esperavam de nós, ao que fizemos para sermos aceitas, amadas ou simplesmente para dar conta.

Só que chega uma hora em que sobreviver bem já não basta.

Você começa a sentir falta de alguma coisa que nem sempre sabe nomear.
E talvez seja justamente de você.

Fazer terapia também pode ser isso: ter alguém ao seu lado enquanto você olha com mais cuidado para o que aconteceu, entende o que foi deixando para trás e decide o que ainda faz sentido levar consigo.

Algumas coisas podem ser recuperadas. Outras não precisam voltar a ser como eram.

Podem ser construídas de outro jeito, agora com mais consciência de quem você é, do que deseja e da vida que quer viver.

Não para voltar a ser quem você era.
Para ter liberdade de descobrir quem você ainda pode ser.

Se você sente que está nesse momento da sua vida, podemos fazer esse caminho juntas.

Agendamentos no link da bio.

Tem gente que não se acha bonita até alguém desejar.Não se acha competente até alguém elogiar.Não acredita que fez um bo...
11/09/2026

Tem gente que não se acha bonita até alguém desejar.

Não se acha competente até alguém elogiar.

Não acredita que fez um bom trabalho até receber reconhecimento.

Não sabe se tomou a decisão certa até contar para alguém e ouvir: “você fez certo”.

Não sabe nem se deveria estar magoada até outra pessoa confirmar que aquilo foi, de fato, motivo suficiente para doer.

É assim que a autoestima pode ir sendo terceirizada.

Aos poucos, o olhar do outro deixa de ser apenas uma opinião e passa a funcionar como uma espécie de autorização.

Autorização para se achar bonita.
Para confiar no que pensa.
Para reconhecer o que sente.
Para se orgulhar do que fez.
Para acreditar que merece mais.

E existe um preço alto nisso.

Porque quando você entrega ao outro o poder de confirmar o seu valor, entrega também o poder de colocá-lo em dúvida.

Por isso, construir autoestima não significa chegar a um ponto em que a opinião de ninguém importa. Isso seria pouco humano.

Significa que o olhar do outro pode tocar a maneira como você se vê, mas não precisa ser o lugar onde você descobre quem é.

Talvez uma pergunta importante seja:

Se ninguém estivesse olhando, elogiando, escolhendo ou validando você, o que ainda conseguiria reconhecer como valioso em si mesma?

É uma pergunta difícil.

E talvez justamente por isso valha a pena não respondê-la depressa.

Se você percebe que vive procurando do lado de fora as respostas sobre quem é, esse pode ser um caminho importante para trabalhar em terapia.

Agendamentos no link da bio.

É difícil separar a nossa autoestima da confiança que temos naquilo que sentimos, pensamos e percebemos sobre o que vive...
10/09/2026

É difícil separar a nossa autoestima da confiança que temos naquilo que sentimos, pensamos e percebemos sobre o que vivemos.

Existe algo importante em poder dizer: eu sei o que senti. Eu reconheço o que vivi. Posso considerar a minha percepção.

É justamente aí que a invalidação repetida pode produzir um estrago profundo.

“Não foi assim.”
“Você entendeu errado.”
“Está exagerando.”
“Você está criando um problema que não existe.”

Uma frase isolada não define uma relação abusiva. O problema está na repetição.

Quando a sua experiência é constantemente negada ou reinterpretada pelo outro, a questão deixa de ser apenas quem tem razão.

Você começa a desconfiar da própria capacidade de compreender aquilo que vive.

E você já tinha um “eu” antes daquela relação. Já pensava, sentia, discordava, desejava e interpretava o mundo.

Por isso surge uma disputa interna.
Algo que chamamos de dissonância cognitiva.

Uma parte percebe que algo está errado. Outra justifica.
Uma parte sente raiva.
Outra diz que você está exagerando.
Uma parte reconhece que foi ferida. Outra minimiza.

Depois de algum tempo, a versão do outro pode começar a fazer parte da maneira como você conversa consigo mesma.

Nesse momento você já está presa e talvez não tenha se dado conta.

O o fim da relação nem sempre encerre a confusão.
O outro pode não estar mais ali, mas você aprendeu a colocar a própria experiência sob suspeita.

Reconstruir-se também passa por recuperar o direito de considerar o que você sente e percebe sem partir do princípio de que está errada.

Não significa acreditar que sua percepção é infalível.

Significa não viver como se a percepção do outro tivesse sempre mais legitimidade do que a sua.

Esse também pode ser um trabalho de terapia.

Para começar seu processo de resgate, clique no link da bio.

Nem toda frase de apoio é, de fato, sobre apoiar.“Vai passar.”“Você precisa reagir.”“Tem gente em situação pior.”“Mas vo...
09/09/2026

Nem toda frase de apoio é, de fato, sobre apoiar.

“Vai passar.”
“Você precisa reagir.”
“Tem gente em situação pior.”
“Mas você tem tudo para ser feliz.”

Às vezes, essas frases dizem menos sobre quem está sofrendo e mais sobre a dificuldade de quem está ouvindo em permanecer diante de uma dor que não consegue resolver.

Porque sofrimento sem solução imediata incomoda.

A gente quer fechar a conversa. Encontrar uma explicação.
Apontar uma saída.
Devolver esperança rapidamente.

E, sem perceber, a mensagem que chega pode ser outra:

“Eu consigo ficar com você, desde que você melhore logo.”

Talvez uma das formas mais difíceis de cuidado seja justamente não exigir que o outro produza uma melhora para nos tranquilizar.

Não apressar o luto.
Não transformar depressão em falta de esforço.
Não usar gratidão para constranger tristeza.
Não chamar de força a obrigação de continuar funcionando quando alguém já está no limite.

Há experiências que não precisam ser relativizadas.
Precisam ser compreendidas e acolhidas.

E existe uma diferença enorme entre uma conversa que tenta fazer você parar de sentir e uma conversa que ajuda você a entender por que está sentindo, o que isso tem a ver com a sua história e o que pode ser feito a partir daí.

É nessa segunda conversa que a terapia começa.

Agendamentos de consultas pelo link da bio.

Letícia Menescal
Psicóloga

Tem coisa que você faz hoje que talvez já tenha sido necessária um dia.Engolir o que sente para evitar conflito. Pensar ...
08/09/2026

Tem coisa que você faz hoje que talvez já tenha sido necessária um dia.

Engolir o que sente para evitar conflito. Pensar demais antes de se posicionar. Tentar prever a reação dos outros.
Se cobrar para não errar.
Desconfiar das próprias decisões. Duvidar das próprias habilidades. Assumir responsabilidades que nem sempre são suas.

Quando esses comportamentos se repetem por muito tempo, é fácil confundi-los com personalidade: “eu sou insegura”, “eu sou muito ansiosa”, “eu sempre fui assim”.

Mas nem tudo o que se tornou habitual diz respeito a quem você é.

Muitas formas de agir foram sendo construídas na relação com a vida. Algumas ajudaram você a pertencer, a evitar rejeição, a preservar vínculos, a atravessar períodos difíceis. O problema é quando continuamos respondendo ao presente com recursos que fizeram sentido em outros contextos.

É por isso que compreender a própria história não significa procurar culpados ou viver olhando para trás. Significa reconhecer o que ainda participa das suas escolhas, das suas relações e da maneira como você se trata, muitas vezes sem que perceba.

Na terapia, esse trabalho vai ganhando profundidade. Você começa a perceber padrões, entender o que os sustenta, reconhecer necessidades que foram ficando sem espaço e construir outras possibilidades de resposta diante daquilo que antes parecia automático.

Não para se tornar alguém que nunca sente medo, nunca se confunde ou nunca sofre.

Mas para que medo, culpa, insegurança e necessidade de aprovação deixem de decidir tanto por você.

Talvez uma das mudanças mais importantes de um processo terapêutico aconteça justamente aí: quando você deixa de dizer “eu sou assim” e começa a compreender “eu aprendi a funcionar assim”.

Essa diferença parece pequena, mas muda muita coisa.

Porque aquilo que você aprendeu para conseguir viver até aqui não precisa, necessariamente, determinar a forma como você continuará vivendo daqui para frente.

Agendamentos no link da bio.

Letícia Menescal- psicóloga

A gente costuma esperar uma segurança que a vida simplesmente NÃO oferece.Queremos saber se vai dar certo antes de mudar...
31/08/2026

A gente costuma esperar uma segurança que a vida simplesmente NÃO oferece.

Queremos saber se vai dar certo antes de mudar de emprego.
Se não vamos nos arrepender antes de terminar uma relação.
Se vamos conseguir antes de começar alguma coisa nova.
Se o outro vai compreender antes de colocarmos um limite.

Só que algumas respostas só aparecem depois que a gente escolhe.

Não existe quantidade suficiente de reflexão, planejamento ou autoconhecimento capaz de eliminar toda a incerteza da vida.

Amadurecer emocionalmente também passa por conseguir avaliar riscos, reconhecer os próprios limites e tomar decisões sem precisar da garantia de que tudo dará certo.

E isso não significa agir por impulso ou simplesmente “se jogar”.

Há riscos que não valem a pena.
Há consequências que você pode não ter condições de sustentar agora.
E há situações em que recuar é cuidado, não covardia.

Mas também existem riscos possíveis, calculáveis.
Aqueles em que você considera o que pode ganhar, o que pode perder, quais recursos tem hoje e até onde consegue ir.

Escolher também é se expor à possibilidade de errar.
E uma parte importante do nosso trabalho emocional é saber que podemos rever decisões, mudar de direção e construir outras saídas quando as coisas não acontecem como imaginávamos.

É esse tipo de recurso que podemos fortalecer em terapia: perceber com mais clareza o que queremos, reconhecer nossos limites, ampliar possibilidades e aprender a responder à realidade conforme ela se apresenta.

Porque não dá para construir uma vida em que nada saia do controle.

E, quando precisamos de garantias para dar qualquer passo, podemos acabar chamando de prudência aquilo que, muitas vezes, já virou uma forma de permanecer na gaiola.

Letícia Menescal
Psicóloga

O tempo não emite reembolso.Pensar sobre isso pode te ajudar a criar consciência sobre as suas decisões.Essa pergunta se...
28/08/2026

O tempo não emite reembolso.

Pensar sobre isso pode te ajudar a criar consciência sobre as suas decisões.

Essa pergunta serve para tudo.

Todos queremos a felicidade.

Mas será que você tem tido decisões e ações coerentes com seu desejo?

E aí?
No final de cada momento do seu dia, de cada decisão e ação, você quer construir remorso ou felicidade?

Letícia Menescal
Psicóloga

Você tem razão. A versão que eu fiz ficou longa demais para a legenda do Instagram.Eu enxugaria sem transformar em um te...
27/08/2026

Você tem razão. A versão que eu fiz ficou longa demais para a legenda do Instagram.

Eu enxugaria sem transformar em um texto genérico, porque o que dá força à legenda é justamente mostrar o que esses 22 anos significam para você.

Há 22 anos, escolhi a Psicologia. E, ao longo desse caminho, fui entendendo que essa profissão também me transforma enquanto acompanho a transformação de tantas pessoas.

Ser psicóloga, para mim, é muito mais do que ouvir histórias.

É estar diante de alguém com presença e respeito pela sua singularidade. É acolher dores, medos, contradições e silêncios, mas também acompanhar descobertas, escolhas e recomeços.

Por trás de cada sessão existe muito mais do que aquilo que acontece durante aqueles minutos. Existe estudo, responsabilidade, ética, atualização constante e um cuidado enorme com a história que alguém confia a mim.

E, mesmo depois de tantos anos, algumas mudanças continuam me emocionando.

Quando alguém que passou a vida tentando agradar consegue dizer “não”.

Quando percebe que não precisa aceitar tão pouco para não ficar sozinha.

Quando começa a se tratar com a mesma compreensão que sempre ofereceu aos outros.

Quando deixa de viver apenas a partir do que esperam dela e começa a descobrir o que deseja para si.

Quando entende que sua história explica muita coisa, mas não precisa determinar tudo o que vem depois.

Talvez uma das partes mais bonitas da Psicologia seja justamente testemunhar transformações que nem sempre fazem barulho.

Às vezes, elas começam em um limite colocado, em uma escolha diferente, em uma culpa que já não controla tanto, em uma pessoa que começa, pouco a pouco, a voltar para si.

Hoje, no Dia do Psicólogo, celebro esses 22 anos de profissão e cada pessoa que, em algum momento dessa trajetória, confiou a mim uma parte da sua história.

Que eu nunca perca a sensibilidade diante dessa responsabilidade, nem a curiosidade diante de cada pessoa que chega até mim.

Feliz Dia do Psicólogo a todos nós que escolhemos cuidar de pessoas com ciência, ética, presença e humanidade. 🤍

Letícia Menescal

Endereço

Zona Sul/Flamengo
Rio De Janeiro, RJ
ATENDIMENTOCOMHORAMARCADA.

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