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O expediente terminou, mas você continua repassando a reunião, a aula, o atendimento ou a apresentação? 🤯“Será que falei...
13/10/2026

O expediente terminou, mas você continua repassando a reunião, a aula, o atendimento ou a apresentação? 🤯

“Será que falei demais?”, “Será que perceberam meu nervosismo?”, “Eu deveria ter respondido diferente.”

Esse tipo de ruminação mantém o cérebro em estado de alerta mesmo depois que a situação terminou. Para quem trabalha com comunicação, isso pode se tornar ainda mais frequente porque a própria performance é constantemente avaliada.

O descanso não acontece apenas quando você deixa o ambiente de trabalho. Ele também acontece quando consegue sair mentalmente dele.

Cuidar da saúde mental do profissional da voz também significa aprender a encerrar o dia! 😉

Liliane Carmona�Fonoaudióloga & Psicóloga�CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563.

É natural adaptar a comunicação de acordo com o contexto…O problema começa quando essa adaptação exige que você abandone...
07/10/2026

É natural adaptar a comunicação de acordo com o contexto…

O problema começa quando essa adaptação exige que você abandone completamente a sua forma espontânea de se expressar.

Algumas pessoas mudam involuntariamente o tom, ritmo, intensidade ou até a maneira de falar quando estão diante de determinadas pessoas.

Isso pode estar relacionado à necessidade de aprovação, medo de julgamento ou tentativa de parecer mais competente, madura ou profissional.

A voz passa a sustentar uma versão de você que parece mais aceitável para o outro e manter essa versão o tempo inteiro pode ser cansativo.

Comunicação profissional não precisa significar apagar a sua identidade vocal! 😉

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Nem sempre o silêncio significa falta de conhecimento.Em situações de cobrança, julgamento ou conflito, podemos experime...
30/09/2026

Nem sempre o silêncio significa falta de conhecimento.

Em situações de cobrança, julgamento ou conflito, podemos experimentar uma resposta de proteção do organismo. O pensamento está presente, mas a comunicação não acontece da maneira esperada.

Para profissionais que precisam se posicionar constantemente, isso pode gerar muita frustração.

“Por que eu não falei?”, “Eu sabia exatamente o que queria dizer.”, “Depois da reunião pensei em tudo que deveria ter respondido.”

Se isso acontece com frequência, talvez seja importante olhar não apenas para a comunicação, mas para a relação que você construiu com exposição, cobrança e segurança.

Uma voz expressiva também precisa se sentir segura para ocupar espaço! 🗣️

Liliane Carmona�Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563.

Quem trabalha com a voz nem sempre percebe o quanto a comunicação também consome energia emocional.Atender, ensinar, can...
23/09/2026

Quem trabalha com a voz nem sempre percebe o quanto a comunicação também consome energia emocional.

Atender, ensinar, cantar, apresentar, negociar, orientar ou conversar durante horas exige presença, atenção e disponibilidade.

Por isso, chegar ao final do dia desejando silêncio não significa necessariamente falta de paciência ou antipatia, pode ser apenas um sinal de que seu sistema precisa de recuperação.

O problema aparece quando o descanso nunca acontece e você passa a viver constantemente no limite.

Sua voz precisa de uso. Sua mente também precisa de pausa.

Aprender a reconhecer esse limite faz parte de cuidar da saúde de quem vive da voz! 😉

Liliane Carmona�Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Talvez tenha começado com uma apresentação que você preferiu não fazer….Depois, veio a reunião que você evitou, o vídeo ...
16/09/2026

Talvez tenha começado com uma apresentação que você preferiu não fazer….

Depois, veio a reunião que você evitou, o vídeo que você decidiu não gravar, a oportunidade em que deixou outra pessoa falar por você.

E, aos poucos, você pode perceber que começou a escolher situações profissionais não pelo que deseja, mas pelo medo de precisar usar a própria voz.

A evitação pode trazer alívio naquele momento, mas, com o tempo, também pode reforçar a sensação de incapacidade e insegurança.

Por isso, mais do que tentar “vencer o medo”, é importante compreender o que existe por trás dele.

Medo de ser julgado? Insegurança? Experiências negativas anteriores? Sensação de não ser bom o suficiente?

A relação que você construiu com a própria voz pode influenciar diretamente a forma como você se posiciona e ocupa espaços profissionais.

E a boa notícia é: isso pode ser trabalhado!

Se falar em público tem feito você abrir mão de oportunidades, talvez seja hora de olhar para isso com mais atenção. 😉

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Para quem vive da voz, o silêncio nem sempre significa pausa.Pode ser cansaço acumulado, medo de falhar, ansiedade antes...
10/09/2026

Para quem vive da voz, o silêncio nem sempre significa pausa.

Pode ser cansaço acumulado, medo de falhar, ansiedade antes de uma apresentação ou simplesmente a dificuldade de dizer que não está tudo bem.

A voz também pode carregar sinais de sobrecarga emocional. Por isso, cuidar da saúde mental de quem canta, ensina, comunica, atende ou se apresenta também faz parte do cuidado com a própria voz.

Neste Setembro Amarelo, o convite é simples: escute além da voz. Escute o que você sente.

Cuidar de si não é interromper sua trajetória. É reconhecer quando você precisa de suporte para continuar.

Ouvir a própria voz gravada pode causar estranhamento.Para alguns profissionais, essa experiência vai além da simples di...
09/09/2026

Ouvir a própria voz gravada pode causar estranhamento.

Para alguns profissionais, essa experiência vai além da simples diferença entre ouvir a voz internamente e externamente.

A pessoa começa a julgar a própria voz. “Minha voz é desagradável.”, “Eu pareço inseguro.”, “Não tenho voz de profissional.”, “Não gosto de me ouvir.”

Quando essa percepção se transforma em rejeição, pode afetar autoestima, segurança e até disposição para se expor.

A voz não precisa corresponder a um padrão para ser profissional.

Ela precisa ser funcional, saudável e coerente com a comunicação que você deseja construir.

Antes de tentar mudar completamente a sua voz, talvez seja necessário mudar a forma como você se escuta! 😉

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Segunda você começa bem. Quarta já precisa fazer mais esforço. Sexta sua voz está no limite. 😓Então você passa o fim de ...
01/09/2026

Segunda você começa bem. Quarta já precisa fazer mais esforço. Sexta sua voz está no limite. 😓

Então você passa o fim de semana falando menos para conseguir começar tudo novamente na segunda.

Se você se reconheceu, talvez seja hora de parar de tratar a recuperação como parte obrigatória da profissão.

Profissionais da voz costumam se adaptar muito. Aprendem a compensar, a falar mesmo cansados, a ignorar pequenos sinais, a reorganizar a vida ao redor da agenda profissional…

O problema é quando funcionar passa a significar apenas conseguir chegar até o próximo descanso.

Saúde vocal não deveria ser apenas recuperar o que o trabalho desgastou. Também envolve construir uma rotina em que voz, corpo e saúde mental consigam sustentar sua profissão a longo prazo.

Sua carreira precisa da sua voz, mas sua voz também precisa de você! 😉

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Talvez você já tenha percebido um padrão...Nos períodos tranquilos, sua voz responde bem, mas quando chegam excesso de t...
27/08/2026

Talvez você já tenha percebido um padrão...

Nos períodos tranquilos, sua voz responde bem, mas quando chegam excesso de trabalho, poucas pausas, cobranças, ansiedade e noites mal dormidas, falar começa a exigir mais esforço.

A voz não funciona isolada do restante de você. O modo como você respira, tensiona o corpo, administra pressão e utiliza sua voz durante horas faz parte do mesmo contexto.

Por isso, cuidar de um profissional da voz exige um olhar que vá além de “falar certo”. É preciso compreender como essa pessoa trabalha, como está emocionalmente e o quanto sua rotina está exigindo dela.

Sua voz pode ser uma das primeiras áreas em que a sobrecarga começa a ficar perceptível. Cuidar da voz também é cuidar de quem precisa dela todos os dias! 😉

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
CRFa 1 11.143/ CRP 05/73563

Você sabe o conteúdo, treinou e sua voz estava funcionando normalmente…Basta começar uma apresentação, uma aula importan...
19/08/2026

Você sabe o conteúdo, treinou e sua voz estava funcionando normalmente…

Basta começar uma apresentação, uma aula importante, uma gravação ou subir ao palco para tudo mudar.

A respiração encurta, a garganta parece apertar, a voz perde estabilidade e a preocupação em “não falhar” ocupa mais espaço do que aquilo que você realmente queria comunicar.

Quando isso acontece repetidamente, olhar apenas para a técnica vocal pode não ser suficiente.

O profissional da voz também precisa aprender a lidar com expectativa, cobrança, medo de avaliação e ansiedade de performance!

Uma voz preparada não é apenas uma voz tecnicamente treinada. É uma voz que consegue existir mesmo sob pressão. ☺️

Liliane Carmona
Fonoaudióloga & Psicóloga
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