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‘Um ganho extraordinário’, diz especialista sobre lei que proíbe cigarro para novas gerações no Reino UnidoProjeto imped...
30/07/2026

‘Um ganho extraordinário’, diz especialista sobre lei que proíbe cigarro para novas gerações no Reino Unido
Projeto impede compra por nascidos a partir de 2009 e endurece regras para ci****os eletrônicos.
VEJA

Projeto impede compra por nascidos a partir de 2009 e endurece regras para ci****os eletrônicos

A Indústria Criminosa da Nicotina (ICN) segue tentando fazer os terráqueos acreditarem que ela está preocupada com a saú...
29/07/2026

A Indústria Criminosa da Nicotina (ICN) segue tentando fazer os terráqueos acreditarem que ela está preocupada com a saúde das pessoas. Não está agora, como nunca esteve em toda a sua história mais que secular.

Seguimos afirmando que a doença a ser denunciada, combatida e tratada chama-se NICOTINISMO.

Portanto, toda a "inovação" que a ICN tem proposto (SNUS branco, SNUS marrom, E-CIGs e/ou Tabaco Aquecido), nada mais é do que a farsa da vez, como já o foram os filtros dos ci****os e os congêneres de 'baixos teores'.

Agora, é lamentável ver-se profissionais de saúde defendendo estes produtos, como se pudessem ser benéficos para a saúde pública. É muita inocência, destes colegas, para dizer-se o mínimo...

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𝐏𝐫𝐨𝐝𝐮𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐧𝐢𝐜𝐨𝐭𝐢𝐧𝐚 𝐬𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦𝐛𝐮𝐬𝐭ã𝐨 𝐚𝐯𝐚𝐧ç𝐚𝐦 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐩𝐚í𝐬𝐞𝐬 𝐞 𝐞𝐬𝐭ã𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐚 𝐬𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐚𝐯𝐚𝐥𝐢𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐀𝐧𝐯𝐢𝐬𝐚; 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐥𝐞𝐬 𝐚𝐠𝐞𝐦?
Enquanto algumas nações têm adotado os sachês como estratégia de redução de danos, especialistas temem que apelo entre crianças e adolescentes gere uma nova geração de dependentes na substância
𝗠𝗮𝘁é𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗕𝗲𝗿𝗻𝗮𝗿𝗱𝗼 𝗬𝗼𝗻𝗲𝘀𝗵𝗶𝗴𝘂𝗲, O Globo, 29/07/2026.

No final de junho, os Estados Unidos permitiram que algumas bolsas de nicotina sejam comercializadas como menos nocivas do que os ci****os, parte de uma estratégia de redução de danos. No Brasil, os produtos, também conhecidos como sachês, não são permitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o órgão deu início a um processo de análise regulatória que pode abrir caminho, ou não, para uma aprovação futura.

A indústria tem investido nos sachês como uma alternativa melhor por não terem as substâncias presentes no tabaco e geradas pela queima e não serem consumidos via inalação. Além disso, mesmo sem regulamentação, é possível encontrar produtos online à venda decorrentes do contrabando.

Parte dos especialistas, no entanto, vê o cenário com cautela e acredita que a entrada no Brasil pode gerar uma nova geração de dependentes de nicotina devido ao apelo entre os mais jovens, em vez de reduzir o uso do cigarro convencional.

O produto é uma mistura em pó feita a partir da nicotina extraída das folhas de tabaco ou da nicotina sintética junto com substâncias como adoçantes, aromatizantes, saborizantes e outros aditivos. O conteúdo é embalado como um sachê que se dissolve ao ser colocado entre o dente e a gengiva. São novas versões do “snus”, sachê original desenvolvido na Suécia, mas que é feito com tabaco úmido.

Nos EUA, os produtos já são aprovados, e a Food and Drug Administration (FDA) emitiu uma autorização de “risco modificado" para 20 sachês da marca ZYN, da Philip Morris, que agora poderão carregar uma alegação de que “usar ZYN em vez de ci****os coloca você em menor risco de câncer de boca, doenças cardíacas, câncer de pulmão, acidente vascular cerebral (AVC), enfisema e bronquite crônica”.

A agência reforça que os produtos, em versões com sabores como menta, citrus e café e contendo de 3 mg a 6 mg de nicotina, não são isentos de riscos e não devem ser consumidos por quem não utiliza tabaco, mas alega que podem ser considerados como uma alternativa para “reduzir a exposição a muitas das substâncias químicas nocivas presentes nos ci****os”.

Outro formato que tem crescido é o dos dispositivos de tabaco aquecido, como o IQOS, da mesma Philip Morris, e o glo, da British American To***co. Neles, o conteúdo é aquecido entre 250 e 350 °C, bem abaixo dos 700 a 900 °C do cigarro tradicional.

𝗖𝗲𝗻á𝗿𝗶𝗼 𝗯𝗿𝗮𝘀𝗶𝗹𝗲𝗶𝗿𝗼

No Brasil, segundo a Anvisa, não há nenhuma bolsa de nicotina autorizada para venda. Além disso, não há regras específicas para os produtos devido a uma questão de classificação regulatória, já que eles não se enquadram na categoria do cigarro ou dos vapes. Por isso, o tema entrou na agenda regulatória para 2026-2027 da autarquia.

Em nota, a Anvisa diz que “a revisão não tem como objetivo regularizar os sachês, mas analisar o enquadramento desses produtos” na legislação sanitária brasileira. A análise “busca tratar a questão sob a ótica técnica e sanitária”, complementa. Uma consulta pública já foi realizada pela agência, e um relatório será elaborado em breve.

𝗔 𝗖𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀ã𝗼 𝗡𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗜𝗺𝗽𝗹𝗲𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮çã𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝗻𝘃𝗲𝗻çã𝗼-𝗤𝘂𝗮𝗱𝗿𝗼 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗲 𝗱𝗼 𝗨𝘀𝗼 𝗱𝗼 𝗧𝗮𝗯𝗮𝗰𝗼 𝗲 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗣𝗿𝗼𝘁𝗼𝗰𝗼𝗹𝗼𝘀 (𝗖𝗼𝗻𝗶𝗰𝗾) 𝘀𝗲 𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰𝗶𝗼𝗻𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿á𝗿𝗶𝗮 à 𝗹𝗶𝗯𝗲𝗿𝗮çã𝗼, 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗮 𝘀𝗲𝗰𝗿𝗲𝘁á𝗿𝗶𝗮 𝗲𝘅𝗲𝗰𝘂𝘁𝗶𝘃𝗮, 𝗩𝗲𝗿𝗮 𝗟𝘂𝗶𝘇𝗮 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗮 𝗲 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗮, 𝗽𝗲𝘀𝗾𝘂𝗶𝘀𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝘁𝘂𝗱𝗼𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗧𝗮𝗯𝗮𝗰𝗼 𝗲 𝗦𝗮ú𝗱𝗲 𝗱𝗮 𝗙𝗶𝗼𝗰𝗿𝘂𝘇 (𝗖𝗲𝘁𝗮𝗯):

— Não temos hoje comprovação científica de que os usuários de tabaco realmente trocam o cigarro pelos sachês. E são produtos muito atraentes para crianças e adolescentes, que funcionam como uma porta de entrada para a dependência de nicotina. Seria trocar uma epidemia de ci****os por uma de nicotina, que envolve os ci****os, mas também os vapes e os sachês.

Ainda assim, já é possível encontrar produtos online à venda decorrentes do contrabando. Uma pesquisa patrocinada pela Philip Morris e conduzida pela Escola de Segurança Multidimensional da USP, em parceria com a Ipsos, entre agosto e setembro de 2025, apontou que 3% da população adulta consumiu os sachês nos últimos seis meses.

Pelo mundo, cerca de 160 países não possuem regulamentações específicas para os sachês, como o Brasil, enquanto 16 proíbem a sua comercialização e 32 regulamentam de alguma forma. Nesses, 5 restringem os sabores e 21 vetam publicidade, segundo um relatório divulgado em maio pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em nota, a Philip Morris diz acompanhar a análise da Anvisa e que “contribui para o debate técnico sempre que oportuno, com base em evidências científicas e na experiência observada em diferentes mercados”. Outra grande empresa do setor, a British American To***co (BAT), responsável pela bolsa de nicotina da marca Velo, afirma acreditar na “regulação responsável e baseada em evidências científicas”.

— A ausência de combustão é sim um componente importante nessa discussão, porque ela libera uma série de substâncias tóxicas que vão além da nicotina. Por isso, os sachês são uma estratégia possível de ser avaliada como redução de danos. Ainda tem nicotina, ainda causa dependência, não é um produto seguro, mas o propósito é trocar o cigarro por uma alternativa melhor e tratar a dependência a longo prazo — defende Bruno Dias, pneumologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCUSP) e do Hospital Nove de Julho.

A indústria do tabaco tem apostado em alternativas que deixam de lado a combustão e prometem menos danos, como os ci****os eletrônicos e, agora, os sachês. Um dos principais argumentos é que é melhor regulamentar o consumo, para evitar contrabando e produtos irregulares. No Brasil, os vapes são proibidos desde 2009, e a Anvisa, após amplo debate com especialistas e a sociedade civil, manteve a proibição em 2024.

𝙍𝙚𝙙𝙪çã𝙤 𝙙𝙚 𝙙𝙖𝙣𝙤𝙨 𝙤𝙪 𝙣𝙤𝙫𝙤𝙨 𝙙𝙚𝙥𝙚𝙣𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚𝙨?

No relatório, a OMS alerta para a “rápida expansão global dos sachês de nicotina, que vêm sendo comercializados de forma agressiva para adolescentes e jovens”. O mercado global foi avaliado em quase US$ 7 bilhões em 2025 e deve subir para mais de US$ 40 bilhões até 2033, de acordo com uma análise da Grand View Research.

Segundo a organização, embora as empresas aleguem que seus produtos são uma alternativa a quem já fuma, as táticas de marketing utilizadas miram os mais novos, com sabores como chiclete e bala, iniciativas com influenciadores, forte presença nas redes sociais e patrocínio de festivais e eventos esportivos, incluindo a Fórmula 1, para normalizar o uso de nicotina.

Um dos problemas é que a grande maioria das bolsas têm de 4 a 18 mg de nicotina, com algumas marcas que chegam a 120 mg por unidade. Enquanto isso, um cigarro tem, no máximo, 1 mg de nicotina, lembra o 𝐩𝐧𝐞𝐮𝐦𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐫ê𝐚, 𝐜𝐨𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐚 𝐢𝐧𝐢𝐜𝐢𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐄𝐝𝐮𝐜𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧 𝐀𝐠𝐚𝐢𝐧𝐬𝐭 𝐓𝐨𝐛𝐚𝐜𝐜𝐨 𝐧𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫 𝐝𝐚 𝐔𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐅𝐞𝐝𝐞𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐏𝐫𝐞𝐭𝐨 (𝐔𝐅𝐎𝐏)

— Esses produtos causam uma forte dependência e têm diversos riscos associados, como maior chance de câncer de cavidade oral, esôfago e pâncreas, danos cardiovasculares. E carregam outras substâncias danosas, como formaldeído, metais como níquel e cromo, e outras que ainda estão sendo estudadas. Já as terapias de reposição de nicotina aprovadas, como gomas e adesivos, não têm essas substâncias, têm concentrações controladas de nicotina, benefício comprovado no auxílio da cessação e não são promovidas para uso recreativo.

Para os especialistas, os riscos da introdução das bolsas são semelhantes aos dos ci****os eletrônicos, também promovidos como uma redução de danos ao tabagismo, mas que vem conquistando espaço entre os jovens. Segundo o terceiro Levantamento Nacional de Álcool e Dr**as (LENAD III), de 2023, 8,7% dos adolescentes de 14 a 17 anos no país fazem uso dos vapes, percentual que é de apenas 2,4% entre os adultos, segundo dados de 2024 da Vigitel.

Nos EUA, a Pesquisa Nacional sobre o Uso de Tabaco entre Jovens de 2025, mostrou que 5,2% dos estudantes do ensino fundamental e médio fazem uso dos vapes, e 1,7% dos sachês de nicotina. E mais de 9 em cada 10 usuários jovens das bolsas optam pelos produtos com sabores, como os de menta e de frutas.

— As táticas que a indústria tem empregado para promover esses produtos são bem semelhantes às do passado e têm como objetivo recuperar consumidores, muito mais do que reduzir o uso do cigarro convencional. Aguardamos a avaliação técnica da Anvisa sobre o tema, mas a princípio não somos favoráveis à liberação de novos produtos de nicotina que não tem eficácia comprovada para auxiliar na cessação e que podem atrair os jovens — diz 𝐌ô𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞𝐢𝐬, 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫𝐚-𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐀𝐂𝐓 𝐏𝐫𝐨𝐦𝐨çã𝐨 𝐝𝐚 𝐒𝐚ú𝐝𝐞, 𝐚𝐧𝐭𝐢𝐠𝐚 𝐀𝐥𝐢𝐚𝐧ç𝐚 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨𝐥𝐞 𝐝𝐨 𝐓𝐚𝐛𝐚𝐠𝐢𝐬𝐦𝐨.

𝗦𝘂é𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗝𝗮𝗽ã𝗼

Uma revisão de estudos sobre o tema publicada no ano passado na revista científica Cochrane concluiu que as evidências disponíveis até agora sobre o uso de bolsas de nicotina para cessação ou redução do uso de ci****os de fato são limitadas. Do outro lado, no entanto, países como Suécia e Japão, onde os produtos são amplamente utilizados, a prevalência de uso do cigarro caiu nas últimas décadas.

Consumido por 1 em cada 7 suecos, o “snus” contribuiu para reduzir o número de fumantes de 15% para 5% em menos de 20 anos, segundo o governo do país, a menor taxa hoje da Europa. No Japão, o tabagismo caiu de 21% para 16% em menos de 10 anos. O uso total de tabaco e nicotina na Suécia, porém, que inclui os vapes e os sachês, está em 28% e aumentando.

— Usa-se muito o exemplo da Suécia, mas lá existe um altíssimo consumo desses outros produtos, então a dependência de nicotina permanece elevada. No final, é um problema grande do mesmo jeito. Hoje em dia não podemos falar só de fumaça, precisamos falar da droga, que é a nicotina, que vem cada vez com novas roupagens — avalia Vera.

Dias, que defende a estratégia de uso dos sachês, argumenta que é possível uma liberação que evite o apelo entre os mais jovens e aqueles que não fumam. Para isso, diz que é preciso haver regras rígidas sobre quantidade, sabores e publicidade:

— Para redução de danos, não faz sentido ter sachês com mais de 6 mg de nicotina. Limitar sabores apelativos também é importante, e o marketing precisa ser muito regulado, porque de fato existe uma estratégia forte em outros países de usar influenciadores — afirma.

O Brasil, mesmo sem a liberação dos vapes e sachês, também é considerado um exemplo no combate ao tabagismo. Foi pioneiro, junto com a Turquia, a colocar em prática todas as ações recomendadas pela OMS. Como resultado, o uso saiu de 34,8% da população adulta, em 1989, para 9% em 2021. Em 2024, porém, a taxa subiu para 11,5%.

Os especialistas contrários aos novos produtos de nicotina consideram que uma ação mais importante para retomar a queda do tabagismo seria o aumento do preço do cigarro. Em 2011, o país estabeleceu uma política de valor mínimo, que passou a subir anualmente acima da inflação para desestimular o consumo. No entanto, esses reajustes foram congelados a partir de 2016, permanecendo em R$ 5,00 até 2024, quando o governo alterou para R$ 6,50. Agora, em 2026, o preço subiu para R$ 7,50, mas o cigarro no Brasil segue sendo o terceiro mais barato na América do Sul.

Enquanto algumas nações têm adotado os sachês como estratégia de redução de danos, especialistas temem que apelo entre crianças e adolescentes gere uma nova geração de dependentes na substância

From Anti To***co Network (ATN)
26/07/2026

From Anti To***co Network (ATN)

✅ PODE ISSO, ARNALDO❓ 🔉😡 Uma doação de 5 milhões de dólares da indústria do tabaco precedeu a decisão da FDA sobre ci***...
26/07/2026

✅ PODE ISSO, ARNALDO❓

🔉😡 Uma doação de 5 milhões de dólares da indústria do tabaco precedeu a decisão da FDA sobre ci****os eletrônicos.📢
🔉 😡 A contribuição da Reynolds American para a MAGA Inc. ocorreu cerca de uma semana antes de o governo Trump anunciar uma nova política sobre ci****os eletrônicos que a empresa havia solicitado.📢




Reynolds American’s contribution to MAGA Inc. came about one week before the Trump administration announced a new policy on e-cigarettes the company had sought.

🔉 O que todo ginecologista deve sabar sobre o tabagismo.🚭 📢
25/07/2026

🔉 O que todo ginecologista deve sabar sobre o tabagismo.🚭 📢

O Centro de Apoio ao Tabagista – CAT editou um material produzido* ...

░𝙋░𝙉░𝙀░𝙐░𝙈░𝙊░𝙉░𝙄░𝘼░Não obstante ser uma das doenças mais longínquas e mais estudadas, ainda se encontra em 4o lugar no r...
24/07/2026

░𝙋░𝙉░𝙀░𝙐░𝙈░𝙊░𝙉░𝙄░𝘼░

Não obstante ser uma das doenças mais longínquas e mais estudadas, ainda se encontra em 4o lugar no ranking de mortalidade global anual da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O consumo de produtos de tabaco, notadamente de ci****os e vapes, está fortemente atrelado ao surgimento dos casos e aos desfechos morte. Aí, incluindo o nicotinismo passivo, notadamente nos casos de bebês, crianças e idosos.

24/07/2026

From Anti To***co Network (ATN)
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O tabaco não apenas tira vidas, como também impõe um fardo pesado ao nosso sistema de saúde, ao continuar a alimentar doenças evitáveis ​​em todo o país.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o tabagismo como um dos principais fatores de risco evitáveis ​​para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), incluindo doenças cardíacas, AVC, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes.

Cada pessoa que para de fumar dá um passo importante rumo a um futuro mais saudável. Mas parar de fumar não é apenas uma escolha individual; requer um ambiente que apoie decisões mais saudáveis.

A implementação completa da Lei de Controle do Tabaco de 2021 é um passo crucial para reduzir os danos relacionados ao tabaco em Botsuana, proteger nossas comunidades e salvaguardar as gerações atuais e futuras.

PERGUNTE A SI MESMO HOJE: Como cidadão de Botsuana, o que você está fazendo para defender a implementação completa desta Lei? Como você está protegendo sua família dos danos do tabaco?

Proteger a saúde pública é uma responsabilidade compartilhada. Juntos, podemos escolher a saúde em vez do tabaco e construir um Botswana mais saudável, forte e livre do tabaco para nós e para os nossos filhos.

From Campaign for To***co-Free Kids.🔉 BRAVO‼️🚭
24/07/2026

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Com Campaign for To***co-Free Kids – Acabei de receber o status de superfã! 🎉Acreditamos demais no advocacy‼️
24/07/2026

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Acreditamos demais no advocacy‼️

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22071-020

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