Dra. Flávia Menezes - HPV sem medo

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Dra. Flávia Menezes - HPV sem medo Especialista no tratamento do HPV. Ajudo mulheres com HPV a se livrar do medo e da culpa do HPV Atendemos: PARTICULAR
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Verruga, ferida ou coceira na v***a signif**a HPV?  Não necessariamente.A v***a pode apresentar diversas doenças de pele...
15/10/2026

Verruga, ferida ou coceira na v***a signif**a HPV? Não necessariamente.

A v***a pode apresentar diversas doenças de pele e outras condições que não têm relação com o HPV.

Uma “verruguinha”, por exemplo, pode ser uma alteração benigna como a papilomatose vestibular, que pode ser confundida com condiloma.

A coceira na v***a também pode ter várias causas, como dermatites, candidíase, líquen escleroso, psoríase e outras condições.

E uma ferida que persiste, muda, sangra ou não cicatriza merece avaliação.

O HPV pode causar verrugas genitais e algumas lesões da v***a, incluindo a HSIL v***ar — lesão de alto grau da v***a.

Mas concluir apenas pela aparência que uma alteração "é HPV” pode levar a diagnósticos e tratamentos inadequados.

Persistiu, voltou ou mudou? A v***a precisa ser examinada.

Referências científ**as:
1. Swaminathan S et al. Clin Obstet Gynecol. 2026.
2. Haigh C et al. Curr Opin Obstet Gynecol. 2025.
3. Edwards SK et al. Int J STD AIDS. 2025

Se o seu médico solicitou um exame de colposcopia E/OU VULVOSCOPIA, agende com a Dra. Flávia Menezes. Com ela cada resultado do seu exame pode ser traduzido e cada passo, explicado. Entender o que está acontecendo é o que devolve o seu chão.

Endereço do consultório: Av. Rio Branco 156/ sala 2805 - Centro do Rio de Janeiro - ao lado do metrô da Carioca - WhatsApp: (21) 96778-8617

Dra. Flávia Menezes
Médica: CRM - 5265429-2
Ginecologista e Colposcopista: RQE - 51496

⚠️ Conteúdo educativo; não substitui a consulta médica.

Quando falamos em conização, não existe uma CAF igual à outra.Uma grande revisão sistemática publicada no BMJ, que reuni...
14/10/2026

Quando falamos em conização, não existe uma CAF igual à outra.

Uma grande revisão sistemática publicada no BMJ, que reuniu 71 estudos e mais de 6 milhões de mulheres, mostrou algo importante: o risco de parto prematuro aumenta à medida que aumenta a profundidade e o volume de colo do útero retirados.
Ou seja, não basta perguntar:
“Fiz uma conização. Vou ter risco em uma futura gravidez?”

É preciso saber quanto tecido foi retirado e também considerar se houve mais de um procedimento.

Isso não signif**a que uma mulher que fez CAF terá necessariamente parto prematuro.
Inclusive, para excisões pequenas, o aumento adicional do risco em comparação com mulheres que tinham NIC e não foram tratadas parece ser pequeno — e os estudos ainda não permitem uma conclusão definitiva.

A mensagem não é ter medo da conização.
Quando existe indicação, a lesão precisa ser adequadamente tratada.

O cuidado está no equilíbrio: retirar o necessário para tratar a lesão com segurança, mas preservar o máximo possível do colo do útero — especialmente em mulheres que ainda desejam engravidar.

Por isso eu sempre digo: não existe uma CAF igual à outra.

Kyrgiou M et al. BMJ. 2016;354:i3633.

Se o seu médico solicitou um exame de colposcopia OU UMA CONIZAÇÃO POR CAF, agende com a Dra. Flávia Menezes. Com ela cada resultado do seu exame pode ser traduzido e cada passo, explicado. Entender o que está acontecendo é o que devolve o seu chão.

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12/10/2026

Fiz uma conização por CAF. Ainda posso engravidar?

Sim. A conização não signif**a, automaticamente, que uma mulher terá dificuldade para engravidar ou que não poderá ter uma gestação saudável.

Neste Reels, conto o caso de uma paciente que engravidou ainda durante o período de recuperação do procedimento. A gestação evoluiu bem, o bebê nasceu saudável e, no acompanhamento, o HPV tornou-se não detectável.

Mas atenção: esse foi um caso individual e não signif**a que seja indicado ter relações antes da liberação médica.

Após a conização por CAF, o colo do útero precisa cicatrizar. Por isso, geralmente orientamos evitar relações se***is por algumas semanas, principalmente pelo risco de sangramento e infecção.

Também é importante lembrar que não existe uma CAF igual à outra. O possível impacto sobre uma futura gestação depende de fatores como profundidade e volume do tecido retirado, além da realização de procedimentos repetidos.

O objetivo é sempre encontrar o equilíbrio: tratar adequadamente a lesão e preservar o colo do útero sempre que possível.

Siga corretamente as orientações do seu médico e mantenha o acompanhamento após o procedimento.

Se o seu médico solicitou um exame de colposcopia, agende com a Dra. Flávia Menezes. Com ela cada resultado do seu exame pode ser traduzido e cada passo, explicado. Entender o que está acontecendo é o que devolve o seu chão.

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MARGEM LIVRE É UMA ÓTIMA NOTÍCIA.MAS NÃO É ALTA DO SEGUIMENTO.Receber o resultado “margens livres” depois de uma conizaç...
08/10/2026

MARGEM LIVRE É UMA ÓTIMA NOTÍCIA.
MAS NÃO É ALTA DO SEGUIMENTO.

Receber o resultado “margens livres” depois de uma conização por CAF é uma boa notícia.

Signif**a que não foi identif**ada lesão nas bordas do tecido retirado.

Mas isso não quer dizer que o acompanhamento terminou.

Mesmo com margens livres, o HPV ainda pode permanecer detectável após o tratamento.

E essa informação importa: a detecção do HPV após a CAF ajuda a estimar o risco de persistência ou recorrência da lesão.

Isso porque margem e teste de HPV respondem a perguntas diferentes:

• A margem informa sobre a lesão que foi retirada.
• O teste de HPV ajuda a avaliar o risco depois do tratamento.

Por isso, mesmo quando a margem está livre, o seguimento após a conização continua sendo fundamental.

Margem livre é uma ótima notícia. Mas não signif**a que você recebeu alta do acompanhamento.

O objetivo não é viver procurando uma nova lesão. É acompanhar corretamente para identif**ar quem pode retornar à rotina e quem precisa de uma vigilância mais próxima.

Lin Y et al. PLOS ONE. 2024.

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Tenho HPV no colo do útero. Preciso investigar o ca**l a**l?Nem sempre.O HPV pode estar presente no colo do útero e na r...
07/10/2026

Tenho HPV no colo do útero. Preciso investigar o ca**l a**l?

Nem sempre.

O HPV pode estar presente no colo do útero e na região a**l ao mesmo tempo. Mas um teste de HPV cervical positivo, sozinho, não indica investigação a**l para todas as mulheres.

A avaliação é especialmente importante quando existem fatores de maior risco, como:

• lesão de alto grau ou câncer de v***a
• histórico de HSIL ou câncer do colo do útero ou va**na
• HPV 16 cervical persistente
• verrugas perianais
• HIV ou algumas formas de imunossupressão
• lesões de alto grau em mais de uma região ge***al

A idade e o histórico clínico também fazem diferença.

E atenção: sangramento a**l, caroço, dor ou pressão persistente precisam ser avaliados. Nesse caso, não estamos falando apenas de rastreamento, mas da investigação de um sintoma.

Nem toda mulher com HPV no colo precisa investigar o ca**l a**l. Mas algumas mulheres, sim.

Referências:
Stier EA et al. *Int J Cancer*. 2024.
Lindquist S et al. *Int J Cancer*. 2024.
Lin C et al. *Lancet Infect Dis*. 2019.
Matas I et al. *Int J Cancer*. 2026.

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05/10/2026

Meu marido precisa vacinar contra HPV?
Essa é uma pergunta que eu escuto muito no consultório.
Homens também podem se beneficiar da vacina contra o HPV — e não é apenas para proteger a mulher.

A vacina ajuda a prevenir novas infecções pelos tipos de HPV cobertos pela vacina, relacionados às verrugas genitais e a cânceres como os de p***s, â**s e orofaringe.
Então, vacina contra HPV não é coisa só de mulher.

Mas atenção: a vacina do seu marido não trata o HPV que você já tem e não podemos afirmar que vaciná-lo vai impedir que a sua lesão volte.
E existe outra informação importante.

Em mulheres tratadas por lesões de alto grau do colo do útero, estudos mostram que a vacinação contra o HPV pode reduzir o risco de recorrência em pacientes elegíveis.
Ou seja: a vacinação de cada um tem seu próprio benefício.

Ele se vacina para se proteger.
Você se vacina para se proteger.
E nenhum dos dois precisa carregar a responsabilidade de “curar” o HPV do outro.

Envie este Reels para o seu marido — e para uma amiga que ainda acha que vacina contra HPV é só para mulheres.

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Quando se fala em HPV, muita gente pensa imediatamente no colo do útero.Mas o vírus também pode infectar outras regiões ...
02/10/2026

Quando se fala em HPV, muita gente pensa imediatamente no colo do útero.

Mas o vírus também pode infectar outras regiões do corpo e, dependendo do tipo de HPV e do local, estar relacionado a verrugas, lesões precursoras e alguns tipos de câncer.

Na mulher, podemos encontrar alterações relacionadas ao HPV na v***a, va**na e região a**l, além do colo do útero.

O HPV também pode estar relacionado a alguns cânceres da orofaringe, principalmente das amígdalas e da base da língua. O HPV 16 é o tipo mais frequentemente associado a esses tumores.

Mas existe uma informação muito importante: ter HPV no colo do útero não signif**a que você tenha HPV ou lesões em todos esses locais.

Não é necessário sair procurando HPV pelo corpo inteiro depois de um teste positivo.

A necessidade de avaliar outras regiões depende de fatores como:
• presença de verrugas ou outras lesões
• sintomas persistentes
• histórico de lesões de alto grau
• localização das alterações anteriores
• fatores de risco
• avaliação médica individual

E há outro ponto importante: nem toda alteração da v***a, va**na, â**s ou orofaringe é causada pelo HPV.

O objetivo é investigar quando existe indicação — e não aumentar a ansiedade depois de um diagnóstico que já costuma gerar muitas dúvidas.

Salve este post e compartilhe com quem ainda associa o HPV somente ao colo do útero.

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Em outubro, falamos muito — e corretamente — sobre a prevenção do câncer de mama.Mas o Outubro Rosa também pode ser um b...
01/10/2026

Em outubro, falamos muito — e corretamente — sobre a prevenção do câncer de mama.

Mas o Outubro Rosa também pode ser um bom momento para lembrar de outro cuidado importante: a prevenção do câncer do colo do útero.

Vacinação contra o HPV, rastreamento no momento indicado e investigação adequada das alterações encontradas fazem parte de etapas diferentes — e complementares — da prevenção.

Prevenção não é fazer tudo.
É fazer o que é indicado, no momento certo.

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Você recebeu um resultado positivo para HPV e imediatamente pensou em câncer?Essa associação é muito comum, mas HPV e câ...
30/09/2026

Você recebeu um resultado positivo para HPV e imediatamente pensou em câncer?

Essa associação é muito comum, mas HPV e câncer do colo do útero não são a mesma coisa.
O HPV é um vírus extremamente comum. Na maioria das pessoas, a infecção é controlada pelo próprio organismo e não causa problemas importantes.

O que merece acompanhamento é principalmente a persistência de HPV de alto risco, porque, ao longo dos anos, ela pode favorecer o desenvolvimento de lesões precursoras.

E existe uma informação fundamental: ter HPV não signif**a que você tem ou terá câncer.
A prevenção do câncer do colo do útero envolve vacinação contra o HPV, rastreamento adequado e acompanhamento das alterações encontradas nos exames.

O pr********vo também ajuda a reduzir o risco de transmissão do HPV, embora não ofereça proteção completa.

Quando uma alteração é identif**ada e acompanhada corretamente, é possível tratar lesões precursoras antes que elas evoluam.
Por isso, diante de um resultado positivo para HPV, o melhor caminho não é o desespero.

É entender o resultado e seguir o acompanhamento indicado para você.
Salve este post para consultar novamente e compartilhe com alguém que precisa entender essa diferença.

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29/09/2026

PCR para HPV deu negativo: tô 100% livre do vírus?

A resposta rápida é: não exatamente.

Ter um teste de PCR negativo signif**a que você não tem uma infecção ativa no momento. E a boa notícia é que, sem infecção ativa, você não corre o risco de desenvolver lesões causadas pelo vírus agora!

Porém, o HPV pode entrar em fase latente ou seja, ele f**a “dormindo”, totalmente quieto e indetectável. Nessa fase, ele não causa lesões e nem nos preocupa. Deixa ele dormindo!

Mas atenção ao detalhe: mesmo na fase latente (com PCR negativo), a carga viral pode ter oscilações pontuais e a transmissão ainda é possível.

Acompanhamento médico e exames de rotina continuam sendo essenciais para a sua saúde preventiva. Cuide-se!

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