Marihá Lopes Psicóloga

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Marihá Lopes Psicóloga Atendimento à criança, adolescente e adulto
Depressão, Ansiedade, TOC, Pânico, Transtornos alimentares, Obesidade, Fobias, etc. Atendimento: RJ e SP

A realidade virtual pode ser utilizada como uma ferramenta dentro do tratamento de algumas fobias.Mas seu valor não está...
18/09/2026

A realidade virtual pode ser utilizada como uma ferramenta dentro do tratamento de algumas fobias.

Mas seu valor não está apenas nos óculos ou na tecnologia.

Em um processo clínico estruturado, determinadas situações podem ser trabalhadas com acompanhamento profissional, respeitando a avaliação, os objetivos e o ritmo de cada pessoa.

A intensidade da experiência pode ser ajustada, as reações podem ser observadas e o trabalho não precisa começar pela situação mais difícil.

A realidade virtual não substitui a relação terapêutica e não representa uma solução automática.

A tecnologia faz parte do processo. O centro continua sendo a pessoa, sua história e aquilo que ela deseja voltar a fazer com mais liberdade.

Ficou com alguma dúvida sobre realidade virtual no tratamento das fobias? Deixe sua pergunta nos comentários.

17/09/2026

Antes de sair de casa, você já investigou tudo o que poderia encontrar pelo caminho.

Túneis, elevadores, trânsito, saídas e possíveis imprevistos.

Parece planejamento, mas pode ser a ansiedade tentando garantir que nada fuja do seu controle.

Quando você precisa prever tudo para conseguir sair, talvez o medo já esteja escolhendo os seus caminhos.

A palavra “fobia” pode não aparecer na agenda, mas isso não significa que ela não ocupe tempo.Ela pode estar nas horas u...
16/09/2026

A palavra “fobia” pode não aparecer na agenda, mas isso não significa que ela não ocupe tempo.

Ela pode estar nas horas usadas para pesquisar um endereço, verificar o prédio, conferir o andar, procurar rotas alternativas ou planejar uma justificativa para não comparecer.

Por isso, quando a pessoa pensa em procurar tratamento e diz “não tenho tempo”, é importante reconhecer que sua rotina pode realmente estar cheia.

Mas também vale observar quanto tempo e energia já estão sendo utilizados para antecipar, controlar ou evitar situações temidas.

Durante uma semana, experimente anotar essas adaptações.

Não para se cobrar ou se julgar, mas para enxergar com mais clareza o espaço que o medo já ocupa em sua rotina.

Salve este carrossel para realizar esse exercício.

15/09/2026

Talvez não seja apenas cuidado.

Quando seu parceiro precisa dirigir, entrar primeiro, verificar saídas ou adaptar os caminhos por causa do seu medo, a fobia também começa a fazer parte da relação.

Aceitar ajuda não é o problema.
O alerta é quando essa ajuda se torna indispensável.

Quanto da sua autonomia o medo transferiu para outra pessoa?

Nem toda oportunidade profissional é recusada por falta de interesse ou ambição.Às vezes, o cargo é desejado, o salário ...
14/09/2026

Nem toda oportunidade profissional é recusada por falta de interesse ou ambição.

Às vezes, o cargo é desejado, o salário é melhor e a pessoa se sente preparada para assumir novas responsabilidades.

Mas a oportunidade também pode envolver uma viagem de avião, o uso frequente de elevadores, apresentações ou outras situações que despertam medo.

Nesse momento, podem surgir justificativas aparentemente racionais:

“Minha rotina já está muito cheia.”

“Talvez não seja a hora.”

“Não quero assumir tanta responsabilidade.”

Essas razões podem ser verdadeiras. Mas também podem esconder uma dificuldade que ainda não foi reconhecida ou compartilhada.

Antes de desistir de uma oportunidade, vale perguntar: o problema está realmente no cargo ou na situação temida que acompanha essa escolha?

Salve este conteúdo para rever antes da próxima decisão profissional.

12/09/2026

A exposição gradual é uma técnica terapêutica baseada em evidências científicas para tratamento de fobias e ansiedade.

O cérebro aprende através da experiência.

E quando a exposição acontece de forma segura e acompanhada, o medo pode diminuir.

11/09/2026

Seu parceiro dirige em determinados trajetos, entra primeiro no elevador, verifica as saídas ou acompanha você em situações que despertam ansiedade.

Isso pode ser cuidado. E aceitar ajuda não é o problema.

A questão aparece quando esse apoio deixa de ser uma escolha e passa a ser uma condição para você sair, viajar, trabalhar ou realizar determinadas atividades.

Aos poucos, a fobia também reorganiza a rotina de quem está ao seu lado.

Observe seus acordos:

O que alguém faz por você por praticidade? E o que essa pessoa precisa fazer porque o medo reduziu sua autonomia?

Planejar uma viagem deveria envolver desejos, possibilidades e experiências que a família gostaria de viver.Mas, quando ...
10/09/2026

Planejar uma viagem deveria envolver desejos, possibilidades e experiências que a família gostaria de viver.

Mas, quando existe uma fobia, o medo também pode participar desse planejamento.

O destino muda. O avião é substituído pelo carro. O trajeto precisa evitar túneis. O hotel precisa ter poucos andares. E, quando não é possível controlar todos os detalhes, ficar em casa pode parecer a única escolha segura.

Para quem observa de fora, tudo isso pode parecer preferência ou organização.

Para quem sente, existe o receio de ter uma crise, preocupar a família ou “estragar” a viagem de todos.

A pergunta não é se você gosta de planejar. A pergunta é: você está escolhendo o que deseja viver ou apenas o que acredita conseguir suportar?

Compartilhe este carrossel com alguém que vive reorganizando viagens por causa do medo.

09/09/2026

Para a equipe, ela recusou aquela viagem porque surgiu um compromisso pessoal.

Mas o verdadeiro motivo apareceu quando informaram que seria preciso viajar de avião.

Pessoas competentes também podem criar justificativas para esconder uma fobia — principalmente quando temem que o problema seja interpretado como fragilidade ou falta de preparo profissional.

Quando o medo começa a participar das decisões da carreira, o prejuízo deixa de ser apenas emocional.

Antes de recusar a próxima oportunidade, pergunte:

Eu realmente não quero ou é o medo que está decidindo por mim?

Uma reação de ansiedade pode se transformar rapidamente em um julgamento sobre quem você é.Em vez de reconhecer “estou p...
08/09/2026

Uma reação de ansiedade pode se transformar rapidamente em um julgamento sobre quem você é.

Em vez de reconhecer “estou passando por uma dificuldade”, você pode pensar:

“Eu deveria conseguir controlar isso.”

“Como posso liderar outras pessoas se sinto tanto medo?”

“Talvez eu não seja tão competente quanto imaginava.”

Mas sentir ansiedade diante de uma situação específica não apaga sua trajetória, seus conhecimentos ou sua capacidade profissional.

Existe uma diferença importante entre ter uma dificuldade e usar essa dificuldade para definir toda a sua identidade.

Quando o medo aparecer, procure identificar a situação que o despertou antes de transformar aquele momento em uma acusação contra você.

Salve este conteúdo para se lembrar disso.

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