Psicóloga Adna Rabelo

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Psicóloga Adna Rabelo Psicóloga Clínica - Ansiedade, Depressão, Orientação Parental Psicóloga Clínica, Personal & Professional Coach.

Às vezes, esquecemos que uma criança não é um adulto pequeno.Esperamos que ela saiba controlar a raiva, lidar com a frus...
12/10/2026

Às vezes, esquecemos que uma criança não é um adulto pequeno.

Esperamos que ela saiba controlar a raiva, lidar com a frustração, se expressar adequadamente, entender as consequências dos seus atos e ainda manter uma postura “adequada” em qualquer situação.

Mas essas habilidades ainda estão em construção - e continuarão assim até o final da adolescência.

Isso não significa deixar a criança fazer tudo o que quiser. Crianças precisam de limites, orientação e segurança. A questão é: como oferecemos tudo isso? É preciso ter respeito e compreensão sobre a etapa de desenvolvimento em que ela está.

Talvez uma boa pergunta para os adultos seja:

“Estou ensinando essa criança a lidar com o que aconteceu ou apenas exigindo que ela se comporte como eu gostaria?”

Educar também é aprender a enxergar a criança a partir da idade que ela tem e não da maturidade que esperamos que ela tivesse 💛 Que desafios você tem enfrentado, me conta aqui nos comentários 📩

O direito ao voto feminino foi uma conquista histórica. No Brasil, ele foi garantido em 1932, depois de décadas de mobil...
03/10/2026

O direito ao voto feminino foi uma conquista histórica. No Brasil, ele foi garantido em 1932, depois de décadas de mobilização e luta pela participação das mulheres na vida pública.

Hoje, as mulheres representam 52,8% do eleitorado brasileiro. Somos maioria entre quem vai às urnas, mas a participação feminina nos espaços de poder ainda é muito menor.

Por isso, votar também é um exercício de responsabilidade.

Pesquisar candidaturas, conhecer propostas, observar trajetórias, questionar promessas e entender como cada escolha pode afetar temas importantes para mulheres, crianças e famílias faz parte desse processo.

O voto é seu. E informação é uma das ferramentas para exercê-lo com consciência.

Você costuma pesquisar as candidaturas antes de votar? 🗳️
Vou falar mais sobre isso nos stories!

Fonte: Dados da Justiça Eleitoral.

A entrada em vigor do ECA Digital trouxe uma mudança importante: proteger crianças e adolescentes no ambiente on-line é ...
30/09/2026

A entrada em vigor do ECA Digital trouxe uma mudança importante: proteger crianças e adolescentes no ambiente on-line é uma responsabilidade compartilhada entre plataformas, Estado e famílias. 
A segurança digital não começa apenas com aplicativos de controle. Ela começa nas conversas, nos combinados, na presença e no exemplo que damos todos os dias.
Este post foi pensado como um mini manual para pais e mães que desejam criar filhos mais preparados para navegar na internet com autonomia e senso crítico.
💛 Salve e compartilhe com outras famílias.

Falar sobre vi0lência contra crianças exige também desfazer alguns conceitos que costumamos tratar como sinônimos.Ped0fi...
16/08/2026

Falar sobre vi0lência contra crianças exige também desfazer alguns conceitos que costumamos tratar como sinônimos.

Ped0filia e abus0 sexu4l infantil não são a mesma coisa.

Ped0filia é um transtorno de parafilia relacionado à atração sexu4l persistente por crianças pré-púberes (menos de 13 anos). Já o abuso sexual infantil é a prática de uma vi0lência contra uma criança — e pode acontecer mesmo quando não existe esse diagnóstico.

Essa diferença importa porque a proteção não pode depender de identificar quem é ou não é “pedófil0”. Precisamos estar atentos a comportamentos, situações de risco, violações de limites e, principalmente, criar relações em que crianças saibam que podem falar e serão ouvidas.

Informação também é uma forma de proteção.

💬 Você já sabia dessa diferença? Compartilhe este post para que mais pessoas tenham acesso a essa informação!

Duas notícias recentes chocaram o Brasil: um pai preso após o “vazamento” de um vídeo em que chuta a própria filha, e ou...
23/07/2026

Duas notícias recentes chocaram o Brasil: um pai preso após o “vazamento” de um vídeo em que chuta a própria filha, e outro preso após a agressão que culminou no falecimento de seu filho de apenas três anos.

Diante de histórias tão dolorosas, é natural sentir indignação. Porém, também precisamos fazer uma pergunta incômoda: por que ainda normalizamos formas de violência contra crianças no cotidiano?

A proteção da infância não depende apenas das leis. Ela começa quando deixamos de justificar agressões, humilhações e negligências como formas de educar. Mudar essa cultura é uma responsabilidade de todos nós.

A eliminação da Seleção Brasileira na Copa de 2026 despertou emoções intensas mais uma vez. Essa perda também nos lembra...
09/07/2026

A eliminação da Seleção Brasileira na Copa de 2026 despertou emoções intensas mais uma vez. Essa perda também nos lembra de algo que todos nós — e principalmente nossas crianças — precisamos aprender: perder faz parte da vida.

O relato de Richarlison sobre a depressão que enfrentou após a Copa de 2022 reforça que até pessoas admiradas e bem-sucedidas podem sofrer. Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem.

Como pais, não podemos evitar todas as frustrações dos nossos filhos. Podemos, sim, ajudá-los a atravessá-las, mostrando que o valor de uma pessoa nunca depende apenas do resultado.

👉 Que mensagem você gostaria que seu filho levasse para a vida depois de uma derrota? Escreva aqui nos comentários.

Durante muito tempo, bater em crianças foi visto como uma forma “normal” de educar. Hoje, a ciência nos mostra outro cam...
03/07/2026

Durante muito tempo, bater em crianças foi visto como uma forma “normal” de educar. Hoje, a ciência nos mostra outro caminho.

A punição física pode até interromper um comportamento naquele momento, mas não ensina autorregulação, responsabilidade ou empatia. O que ela costuma ensinar é medo.

Educar sem bater não significa deixar a criança fazer tudo o que quer. Significa construir limites com firmeza, respeito e conexão - habilidades que fortalecem o vínculo e favorecem um desenvolvimento emocional mais saudável. Pais que cresceram sofrendo violência verbal e/ou física podem reproduzir com mais facilidade o que vivenciaram em suas infâncias sob o pretexto de que "não morreram", "hoje tudo é mimimi". A verdade é que é doloroso reconhecer a violência vivida e acolher a criança (interna) que precisou de escuta, de colo e não teve. Não por acaso estes mesmos pais costumam se incomodar muito quando veem crianças sendo respeitadas e acolhidas.

💬 E você? Como essa conversa aconteceu na sua infância?

Neste Dia dos Namorados, convido você a olhar para o amor além dos idealismos. Relações profundas e duradouras são const...
12/06/2026

Neste Dia dos Namorados, convido você a olhar para o amor além dos idealismos.

Relações profundas e duradouras são construídas na rotina, no detalhe e na disposição de verdadeiramente ouvir o outro.

Amar de forma saudável não é encontrar alguém perfeito: É escolher, todos os dias, cultivar o respeito, a paciência e o acolhimento mútuo, pois é na costura diária do afeto que os laços se fortalecem.

No dia de hoje, reflita: Como você tem cuidado das suas conexões verdadeiras? 🌱❤️

Autonomia feminina não começa na vida adulta. Ela começa nas conversas do dia a dia.Na forma como escutamos meninas, val...
25/05/2026

Autonomia feminina não começa na vida adulta. Ela começa nas conversas do dia a dia.

Na forma como escutamos meninas, validamos emoções, permitimos opiniões e acolhemos discordâncias.

Muitas vezes, pais querem criar filhas fortes e independentes, mas sentem medo da autonomia — porque autonomia também significa aceitar que elas terão escolhas próprias.

E talvez o desafio não seja controlar cada passo… mas construir vínculo, diálogo e segurança emocional suficientes para que essa menina siga conectada consigo mesma ao crescer.

💬 O que você gostaria que sua filha soubesse sobre si mesma antes de crescer?

As trends sobre “esposas troféu” parecem leves e estéticas, bem como comunicam ideias sobre valor feminino, amor e perte...
20/05/2026

As trends sobre “esposas troféu” parecem leves e estéticas, bem como comunicam ideias sobre valor feminino, amor e pertencimento.

Muitas adolescentes estão aprendendo que ser desejada é mais importante do que construir autonomia, identidade e segurança emocional.

O problema não está apenas na internet, está também nas mensagens que meninas recebem todos os dias sobre aparência, comportamento e validação em outros espaços, como é o caso da própria família, escola etc

💬 O que estamos ensinando às meninas sobre o que faz alguém ter valor?

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