Dra. Marcia Babo

Dra. Marcia Babo Medicina Integrativa 💮

28/07/2026

Quando pensamos em melatonina, quase sempre lembramos apenas do sono.

Mas esse hormônio tem funções que vão muito além de regular o ciclo sono-vigília.

O intestino também produz melatonina, onde ela exerce importantes ações locais relacionadas à proteção da mucosa intestinal e ao equilíbrio do trato gastrointestinal.

Por isso, quando existe um desequilíbrio da microbiota (disbiose), inflamação e alterações metabólicas, esse sistema também pode ser afetado.

Isso ajuda a entender por que, em algumas pessoas, simplesmente tomar melatonina não resolve completamente o problema. É preciso investigar e cuidar da causa.

Na medicina, dificilmente existe uma solução isolada para problemas complexos.

Você já sabia que o intestino também participa da produção e das ações da melatonina?

28/07/2026

Quando pensamos em menopausa, é comum imaginar que os cuidados só começam quando os sintomas aparecem.

Mas a verdade é que a saúde na menopausa é construída ao longo da vida.

Alimentação, atividade física, qualidade do sono, controle de doenças como o hipotireoidismo, acompanhamento ginecológico e outros hábitos podem influenciar a forma como muitas mulheres atravessam essa fase.

Isso não significa que seja possível evitar todos os sintomas ou garantir uma menopausa sem dificuldades. Cada organismo é único.

Mas investir em prevenção aumenta as chances de chegar a essa etapa com mais saúde, autonomia e qualidade de vida.

A melhor hora para cuidar da menopausa pode ser muito antes de ela começar.

Você já tinha pensado nisso?

27/07/2026

Você já imaginou que um simples termômetro pode trazer informações úteis sobre o funcionamento do seu organismo?

Em alguns casos, acompanhar a temperatura corporal logo ao acordar pode servir como um dado complementar na avaliação de pessoas com suspeita de hipotireoidismo ou que continuam apresentando sintomas mesmo durante o tratamento.

Isso acontece porque os hormônios da tireoide participam da regulação do metabolismo e da temperatura corporal.

Mas atenção: a temperatura, sozinha, não faz diagnóstico. Ela deve ser interpretada junto com os sintomas, o exame físico e os exames laboratoriais.

Na medicina, muitas vezes são os detalhes que ajudam a montar o quebra-cabeça completo.

Você já tinha ouvido falar dessa avaliação?

24/07/2026

A reposição hormonal pode ajudar muito na qualidade do sono durante o climatério e a menopausa.

Mas ela não explica tudo.

Se você continua acordando várias vezes durante a noite, levanta cansada ou sente que nunca descansa de verdade, vale investigar outras possíveis causas.

Apneia do sono, excesso de peso, estresse crônico, deficiência de nutrientes, sedentarismo e outros fatores podem interferir tanto quanto as alterações hormonais.

Por isso, tratar apenas o sintoma nem sempre resolve o problema.

Na medicina, um bom resultado quase sempre vem de uma avaliação completa, olhando para o organismo como um todo.

Sono de qualidade não depende de uma única peça. Ele é resultado do equilíbrio de várias delas.

Como anda o seu sono hoje?

21/07/2026

Muita gente acredita que a atividade física ajuda na depressão apenas porque “distrai a mente”.

Na verdade, existe muito mais ciência por trás disso.

O exercício melhora a sensibilidade à insulina, influencia o metabolismo, favorece o aproveitamento de nutrientes importantes, como o triptofano, e contribui para a produção de substâncias envolvidas no bem-estar e no sono, como a serotonina e a melatonina.

Isso não significa que a atividade física substitua o tratamento da depressão, mas ela pode ser uma aliada importante dentro de um cuidado mais amplo.

Na medicina, corpo e mente não funcionam separados.

Quanto mais entendemos essa conexão, mais percebemos que saúde é construída por hábitos consistentes.

Você pratica atividade física regularmente? Como ela faz você se sentir?

21/07/2026

A depressão é uma doença complexa e multifatorial.

Em algumas pessoas, além do tratamento adequado, também pode ser importante investigar fatores que influenciam o funcionamento do organismo como um todo.

Hipotireoidismo, deficiência de vitamina D, vitamina B12, ferro, resistência à insulina, diabetes, alterações hormonais da menopausa, apneia do sono e processos inflamatórios são alguns exemplos que podem coexistir e impactar a saúde mental.

Isso não significa que essas condições sejam a causa de toda depressão ou que os antidepressivos não tenham seu papel. Mas significa que, em alguns casos, olhar apenas para os sintomas pode não ser suficiente.

Cuidar da saúde mental também pode envolver cuidar da saúde metabólica.

Você já passou por uma investigação mais ampla durante o tratamento da depressão?

18/07/2026

Quando falamos em depressão, muita gente pensa apenas no cérebro.

Mas a saúde mental também pode ser influenciada pelo que acontece no intestino, no fígado e no metabolismo como um todo.

Uma microbiota intestinal em desequilíbrio pode favorecer inflamação, alterar a produção de substâncias importantes para o organismo e sobrecarregar um fígado que já não está funcionando da melhor forma, como acontece na esteatose hepática.

Isso não significa que toda depressão tenha essa causa ou que o tratamento medicamentoso deva ser abandonado. Significa apenas que, em alguns casos, olhar para o organismo de forma integrada pode ajudar a entender por que algumas pessoas continuam sofrendo apesar do tratamento.

Na medicina, raramente existe uma única causa para um problema complexo.

Por isso, cuidar do intestino, do fígado, do metabolismo e do estilo de vida também pode fazer parte do caminho para uma saúde mental melhor.

Você já conhecia essa relação entre intestino, fígado e cérebro?

18/07/2026

Quando foi a última vez que você caminhou ouvindo apenas os sons ao seu redor?

Vivemos conectados a telas, notificações, músicas, podcasts e estímulos o tempo todo. E, muitas vezes, esquecemos que o nosso cérebro também precisa de momentos de presença.

O som dos pássaros, do vento, do mar, das árvores e até da cidade faz parte da forma como percebemos e interagimos com o ambiente.

Nem toda caminhada precisa de um fone de ouvido.

Às vezes, tudo o que o cérebro precisa é de alguns minutos para se reconectar com o mundo real.

Experimente fazer isso na sua próxima caminhada e depois me conte como você se sentiu!

16/07/2026

Muitas mulheres acreditam que sentir dor, ardência, ressecamento ou desconforto durante a relação sexual após a menopausa faz parte do envelhecimento.

Mas não precisa ser assim.

A queda do estrogênio pode provocar alterações importantes na v***a e na va**na, causando ressecamento, dor durante a relação e até aumentando o risco de infecções urinárias de repetição.

Esse quadro tem nome: síndrome geniturinária da menopausa. E, principalmente, tem tratamento.

Você não precisa sentir vergonha de falar sobre isso e muito menos aceitar esse sofrimento como algo “normal da idade”.

Cuidar da saúde íntima também é cuidar da sua qualidade de vida, da sua autoestima e dos seus relacionamentos.

Se esse conteúdo pode ajudar outra mulher, compartilhe.

**nal

14/07/2026

“É só uma gordurinha no fígado. Está leve, não precisa se preocupar.”

Você já ouviu isso?

A esteatose hepática não é apenas um achado no ultrassom. Ela pode estar associada a alterações metabólicas importantes, como resistência à insulina, diabetes tipo 2, aumento dos triglicerídeos e maior risco cardiovascular.

E não acontece simplesmente porque alguém “come muita gordura”.

Excesso de açúcares, carboidratos refinados, alimentos ultraprocessados, sedentarismo e alterações metabólicas também podem contribuir para o acúmulo de gordura no fígado.

A boa notícia é que, principalmente nas fases iniciais, é possível melhorar e até reverter o quadro com mudanças consistentes no estilo de vida.

Mas, para mudar, primeiro precisamos parar de normalizar.

Comum não significa normal. 🤍

Você já recebeu um diagnóstico de esteatose e ouviu que “não era nada”?

Endereço

R. Almirante Cochrane, 280
Rio De Janeiro, RJ
20550-000

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