Ana Café Núcleo Integrado de Psicologia e Psiquiatria

Ana Café Núcleo Integrado de Psicologia e Psiquiatria Referência em psiquiatria e psicologia nossas unidades se encontram em diversos bairros do Rio de J Internação, Hospital Dia

Tratamento personalizado para distúrbios mentais diversos: depressão, ansiedade, fobias, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), obesidade, anorexia, bulimia, esquizofrenia etc. Contamos com Psiquiatras e Psicólogos para avaliação, orientação e tratamento de crianças, adolescentes e adultos.

29/08/2026

Como você aguenta? Você deve ouvir muita história trote, isso não te faz mal? Como atender dependentes químicos? São tantas as perguntas que já ouvi que resolvi repostar esse vídeo deste profissional que eu amo Dra. Rosângela e que fala perfeitamente de tudo que vivemos no consultório e como lidamos com nossos sentimentos e emoções. Nos também temos medo de não conseguir ajudar um dependente em sofrimento. É é simplesmente porque não depende de nós. É ai vamos com medo mesmo. E no final da certo. Da certo simplesmente por que fomos, acolhemos, escutamos, orientamos. Mas cada um faz suas escolhas e nós nos acolhemos na impotência dos resultados.

20/08/2026

Negação, um dos principais mecanismos que se estabelece no desenvolvimento da dependência. Estar atento quando o uso passa para o abuso é fundamental para uma tentativa de contenção da doença. Buscar estratégias para que ela não evolua.

15/08/2026

A ilusão de controle é, muitas vezes, uma das primeiras barreiras para reconhecer a progressão da dependência.

“Eu paro quando quiser.”
“Eu consigo controlar a quantidade.”
“Só uso em determinadas situações.”
“Não preciso de ajuda.”

O problema é que a progressão do uso de substâncias pode acontecer de forma gradual e silenciosa. O consumo, inicialmente percebido como uma escolha sob controle, pode passar a ocupar cada vez mais espaço na vida, aumentar em frequência ou intensidade e produzir tolerância, prejuízos e necessidade crescente da substância.

Com a evolução do transtorno por uso de substâncias, a capacidade de controlar o consumo pode ser comprometida. Não se trata simplesmente de falta de força de vontade: alterações nos mecanismos de recompensa, motivação e tomada de decisão contribuem para a manutenção do comportamento, mesmo diante de consequências negativas.

Esperar a perda total do controle para buscar tratamento pode significar esperar a doença avançar.

Reconhecer os sinais e pedir ajuda precocemente pode mudar o curso dessa história.

Quanto tempo você ainda vai esperar para pedir ajuda?

Se o uso de uma substância já está causando prejuízos para você ou para alguém da sua família, procure avaliação profissional.

11/08/2026

Quanto mais a dependência avança, mais complexo pode se tornar o tratamento.

No início, muitas famílias percebem mudanças, mas ainda pensam:

“Ele consegue parar quando quiser.”
“Não está tão grave assim.”
“É só uma fase.”
“Quando ele perceber o que está fazendo, vai parar.”

Mas a dependência pode evoluir.

A tolerância faz com que a pessoa precise de quantidades cada vez maiores ou de comportamentos cada vez mais intensos para obter o mesmo efeito.

A abstinência pode trazer sofrimento físico e emocional quando há redução ou interrupção do uso.

E, à medida que a doença avança, o comportamento passa a ocupar cada vez mais espaço na vida da pessoa — afetando relações, trabalho, saúde, decisões e projetos.

Por isso, não é preciso esperar chegar ao fundo do poço para buscar tratamento.

Quanto mais cedo a intervenção acontece, maiores podem ser as possibilidades de trabalhar o problema em diferentes níveis, muitas vezes sem que a internação seja necessária.

O momento de procurar ajuda não é quando tudo já desmoronou.

É quando os primeiros sinais começam a mostrar que algo está saindo do controle.

Se você percebe que o uso de álcool, dr**as ou outro comportamento compulsivo está avançando, procure ajuda especializada.

Cuidar cedo também é uma forma de prevenir consequências mais graves.

10/08/2026

Quando uma pessoa adoece, a família também é atravessada pela doença.

Medo. Raiva. Culpa. Impotência. Exaustão.
A tentativa de controlar, vigiar, proteger, esconder ou resolver tudo sozinho.

Essas reações não significam falta de amor. Muitas vezes, são respostas de uma família que está tentando sobreviver a uma situação que não sabe mais como manejar.

A dependência não afeta apenas quem faz uso. Ela modifica relações, papéis familiares, limites e formas de comunicação. E, quando a família permanece sem orientação, pode acabar entrando em ciclos de proteção, confronto, permissividade ou controle que, embora tenham a intenção de ajudar, podem manter o sofrimento.

Por isso, tratar a dependência também significa cuidar da família.

O familiar precisa compreender o que está acontecendo, aprender a estabelecer limites, reconhecer o que está — e o que não está — sob seu controle e recuperar a própria vida.

E quem está vivendo a dependência precisa de um tratamento estruturado, individualizado e multidisciplinar.

💙 Toda quinta-feira, às 19h, realizamos nosso Grupo de Família, um espaço de acolhimento, orientação e tratamento para familiares que estão vivendo essa realidade.

E para aqueles que precisam de tratamento para a dependência, contamos com o Hospital Dia, com acompanhamento especializado e uma proposta terapêutica estruturada.

Você não precisa continuar tentando resolver tudo sozinho.
Existe tratamento. Existe caminho. E a recuperação pode começar pelo cuidado de quem está sofrendo.

📍 Grupo de Família — quintas-feiras, às 19h.
📍 Hospital Dia — para avaliação e tratamento especializado.

Procure ajuda. Às vezes, o primeiro passo para mudar uma história é admitir que sozinho já não está funcionando.

09/08/2026
08/08/2026

Quando pensamos em Dependência Química são inúmeras as ideias distorcidas que passsam pela imaginação. Temos fantasias que passam distante das características de um comportamento adicto. É preciso lembrar que dependência é uma doença reconhecida e assim deve ser tratada. O tratamento é fundamental. Mas muitas vezes tanto eles quanto familiares acham que a mudança vira se tiverem força de vontade. Começa o ciclo de tentativas e frustrações, raiva e impotência. O adoecimento da família se manifesta. Tratar de todos é fundamental.

06/08/2026

A dependência é uma doença biopsicossocial, com repercussões importantes no funcionamento cerebral, no comportamento, nas relações familiares e na vida emocional. Em muitos casos, aspectos ligados ao propósito, aos valores e ao sentido de vida também influenciam o processo de recuperação.

Ainda existe um estigma de que a dependência está necessariamente associada à pobreza, à marginalização ou à situação de rua. Isso não corresponde aos critérios diagnósticos.

Os manuais diagnósticos, como o DSM-5, avaliam aspectos como perda de controle sobre o uso, fissura (craving), tolerância, síndrome de abstinência, prejuízos nas relações, no trabalho e em outras áreas da vida. A condição socioeconômica ou o local onde a pessoa vive não definem o diagnóstico.

A dependência pode acometer homens e mulheres, adolescentes, adultos e idosos; profissionais liberais, empresários, estudantes, trabalhadores e pessoas aposentadas. Muitas vezes, ela permanece invisível por anos, preservando uma aparência de normalidade enquanto provoca um sofrimento progressivo.

Neste trecho da live, explico por que compreender a dependência como uma doença — e não como uma falha moral ou um problema restrito a determinados grupos — é um passo essencial para reduzir o preconceito, favorecer o diagnóstico precoce e ampliar as possibilidades de tratamento.

▶️ Assista ao vídeo e compartilhe este conteúdo. Quanto mais informação baseada em evidências circula, maior é a chance de substituirmos o julgamento pelo conhecimento e pelo conhecimento e pelo cuidado. Este é recorte da série no YouTube‘O que os familiares precisam saber sobre a dependência’. Na continuidade do vídeo e nos próximos vídeos, abordarei o funcionamento do cérebro, a perda do controle e o impacto da doença na família. Segue meu canal e receba mais conteúdo.
https://youtube.com/.psicologa

Família Tratamento Prevenção Psicoeducação Psiquiatria

24/07/2026

O começo da minha caminhada eu creio que foi espiritual. Um despertar! Não planejei fazer o que faço, falar do que falo . E o que é mais importante, ser ouvida, compreendida e poder ajudar tantas famílias, tantas escolas e tantos jovens com problemas com substâncias.

19/07/2026

A prevenção começa nas pequenas conversas, nos exemplos diários e no amor que também sabe colocar limites.

Se você acredita que fortalecer famílias é uma das formas mais poderosas de proteger nossas crianças e adolescentes, compartilhe este vídeo.Esse roteiro evita prometer que “bons valores impedem o uso de dr**as” — o que não seria correto — e transmite uma mensagem consistente com as evidências: vínculos familiares, diálogo, supervisão e valores são fatores de proteção importantes, embora não garantam que um jovem nunca fará uso de substâncias. Isso fortalece sua credibilidade como psicóloga.

Endereço

Barra Da Tijuca, Recreio E Copacabana
Rio De Janeiro, RJ
22640-102

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
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