Diana Aragão

Diana Aragão Atuação em UTI Neo Pediátrica
Dificuldade Alimentar
Introdução Alimentar

10/06/2026

Para muita gente, foi só um detalhe.
Para ele, foi uma vitória inteira.

Hoje celebramos uma pequena grande conquista.

Por trás desse momento existe muito trabalho, vínculo, paciência e desejo de aprender.

Na infância, cada avanço tem um tamanho diferente.
E para essa criança, esse passo foi gigante.

É por momentos assim que amo o que faço. 💙


Nem toda tentativa precisa começar com “come só mais um pouquinho”.Às vezes, a criança precisa primeiro olhar.Depois toc...
01/06/2026

Nem toda tentativa precisa começar com “come só mais um pouquinho”.

Às vezes, a criança precisa primeiro olhar.
Depois tocar.
Depois cheirar.
Depois se aproximar.
E só então, talvez, experimentar.

Na alimentação infantil, o caminho não é sempre direto para a boca.
O processo começa muito antes.

Por isso, transformar a refeição em uma brincadeira simples pode ajudar a criança a se sentir mais segura diante dos alimentos.

Durante a Copa, você pode criar pequenas missões em casa, como:

“Gol da coragem: tocar em um alimento novo.”
“Missão do campeão: cheirar uma fruta diferente.”
“Medalha da tentativa: colocar no prato um alimento que ainda está conhecendo.”
“Desafio do goleiro: proteger o prato com uma escolha colorida.”
“Torcida da família: todos experimentam algo juntos.”

O objetivo não é vencer a criança.
É caminhar com ela.

Quando o alimento deixa de ser uma obrigação e passa a fazer parte de uma experiência segura, o corpo da criança começa a baixar a defesa.

E isso muda tudo.

Porque alimentar também é construir vínculo, confiança e repertório.

👉 Salve este post para brincar com seu filho durante a Copa e me conta: qual missão você faria primeiro aí na sua casa?

24/05/2026
Esses dias com a minha família me fizeram observar algo que vejo também na alimentação infantil:antes da comida chegar à...
18/05/2026

Esses dias com a minha família me fizeram observar algo que vejo também na alimentação infantil:

antes da comida chegar à mesa, a criança já viveu muita coisa.

Ela já sentiu o ambiente.
Já percebeu o tom da conversa.
Já leu a pressa, o acolhimento, a tensão ou a leveza ao redor.

A refeição não começa quando o prato chega.

Ela começa antes:
no clima da casa,
na forma como todos se sentam,
na expectativa colocada sobre a criança,
nas memórias que aquele momento desperta.

Por isso, muitas vezes, a recusa alimentar não nasce no alimento.

Ela aparece no prato,
mas pode ter começado muito antes dele.

O prato revela.
Mas nem sempre ele explica tudo.

E nesses dias vivendo momentos em família, isso f**a ainda mais claro:
comer também é relação, segurança e presença.

👉 Você já tinha parado para pensar que a refeição começa antes mesmo da comida chegar a boca do seu filho?

Céu infinito, dunas e memórias que f**am pra sempre
18/05/2026

Céu infinito, dunas e memórias que f**am pra sempre

Minhas meninas🩵
11/05/2026

Minhas meninas🩵

Uma das frases que mais escuto é: ‘Ele comia bem. Depois piorou do nada.’Mas, quando a gente volta na história, quase se...
04/05/2026

Uma das frases que mais escuto é:

‘Ele comia bem. Depois piorou do nada.’

Mas, quando a gente volta na história,
quase sempre os sinais estavam lá.

Só não tinham sido ligados entre si.
A alimentação é construída nas pequenas experiências.

No jeito que a criança sente.
No jeito que o adulto responde.
No quanto o corpo se percebe seguro ou não diante da comida.

Por isso, olhar cedo muda tudo.
Porque quando a recusa f**a muito rígida, o desgaste da família também já está grande.

👉 Teve algum sinal que hoje você percebe que já estava lá antes?

Uma das frases que mais escuto é: ‘Ele comia bem. Depois piorou do nada.’Mas, quando a gente volta na história, quase se...
04/05/2026

Uma das frases que mais escuto é:
‘Ele comia bem. Depois piorou do nada.’

Mas, quando a gente volta na história,
quase sempre os sinais estavam lá.

Só não tinham sido ligados entre si.
A alimentação é construída nas pequenas experiências.

No jeito que a criança sente.
No jeito que o adulto responde.
No quanto o corpo se percebe seguro ou não diante da comida.

Por isso, olhar cedo muda tudo.
Porque quando a recusa f**a muito rígida, o desgaste da família também já está grande.

👉 Teve algum sinal que hoje você percebe que já estava lá antes?

Tem muito julgamento em volta da alimentação infantil. E isso pesa ainda mais para quem já está cansado de tentar.Cheira...
16/04/2026

Tem muito julgamento em volta da alimentação infantil.

E isso pesa ainda mais para quem já está cansado de tentar.

Cheirar antes de comer.
Separar os alimentos.
Oscilar de um dia para o outro.

Esses comportamentos costumam ser tratados como capricho.

Mas, em muitos casos, eles são respostas do corpo.
O corpo procura previsibilidade.
Procura segurança.
Procura um jeito menos desconfortável de atravessar aquela experiência.

Quando a família entende isso, para de lutar contra o sintoma e começa a olhar para a causa.

👉 Qual desses comportamentos mais acontece aí na sua casa?

Diana Aragão
Fonoaudióloga | Terapia Alimentar Infantil

14/04/2026

Falar sobre autismo, especialmente sobre o nível 1 de suporte, exige cuidado, responsabilidade e muita sensibilidade.

Nem sempre aquilo que está visível aos olhos de quem observa de fora revela a complexidade que existe por trás de um diagnóstico. E é justamente aí que mora o perigo: quando a falta de conhecimento se veste de opinião e transforma vivências profundas em julgamentos apressados.

Embora eu tenha usado uma frase provocativa para abrir essa reflexão, esse é um tema que não pode ser tratado de forma rasa, muito menos com comparações que reforçam estigmas ou alimentam visões capacitistas.

Cada pessoa autista é única.
Cada diagnóstico carrega critérios, história, contexto e avaliação técnica.

Por isso, antes de questionar ou invalidar o que não parece “óbvio”, talvez o mais importante seja reconhecer que nem tudo precisa ser facilmente percebido para ser real.

Informação de qualidade, escuta e responsabilidade continuam sendo caminhos essenciais para que a gente fale sobre autismo com mais respeito e menos julgamento.

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Rio De Janeiro, RJ

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