Espaço de Escuta

Espaço de Escuta • Psicologia/Psicanálise
• Enfermagem Obstétrica
• Nutrição
• Massoterapia/Aromaterapia
Espaço de escuta/cuidado à adultos, crianças e bebês.

Gabriela Oliveira é Psicologa Clinica, graduada pela UNESA - RJ. Pós graduanda em Psicanálise, Perinatalidade e Parentalidade, pelo Instituto Brasileiro de Psicologia - SP. Atua com atendimento psicoterápico, de base psicanalítica, a adultos, adolescentes e crianças. Possui vasta experiência no acompanhamento de gestantes, puérperas, lactantes, bebês e famílias no inicio de constituição.

Recentemente reli o livro "BLUE Nights", da escritora Joan Didion. Este livro me foi indicado em um curso sobre luto. Co...
27/09/2021

Recentemente reli o livro "BLUE Nights", da escritora Joan Didion.

Este livro me foi indicado em um curso sobre luto.

Comprei acreditando que leria um relato de luto de uma mulher que perdeu sua filha (jovem adulta).

Mas, ao longo da leitura me deparei com um romance.

Sim, uma história de amor de uma mãe por sua filha.

Didion relata com delicadeza e lindos jogos de palavras como foi ser mãe de Quintana. Sua chegada, sua infância, sua adolescência, seu casamento, as falhas que ela acredita ter cometido com a filha, e os acertos também.

E, ao final, como se sente envelhecendo sem a filha por perto.

Lembrei de uma frase que li no livro "amor e perda", do Parkes: "A medida da dor é a medida do amor."

Didion não relata, no livro, somente sobre o "depois", sobre a ausência. Ela relata sobre a relação, sobre o vínculo, sobre quem era Quintana para ela.

E assim, nos contando sobre esse amor. Ela pode nos dar alguma pista de como está a dor.

Indico a leitura.

• O que você deseja? Um mergulho dentro de si. Participando de um projeto de apoio a mulheres, surgiu a idéia de montar ...
05/06/2021

• O que você deseja? Um mergulho dentro de si.

Participando de um projeto de apoio a mulheres, surgiu a idéia de montar um encontro (no estilo roda de conversa virtual) chamado: "O que você deseja? Um mergulho dentro de si.".

Este primeiro encontro será com duração de duas horas e com valor bastante acessível.

O intuito deste trabalho é possibilitar que cada vez mais mulheres se escutem e se abram a possibilidade de se encontrarem com seus desejos.

As vagas são limitadas, e o link para inscrição está na Bio do Instagram .

Espero por você!

Em 2011, concomitante com a graduação em psicologia, inicie meus estudos psicanalíticos. Naquela ocasião, já contabiliza...
22/03/2021

Em 2011, concomitante com a graduação em psicologia, inicie meus estudos psicanalíticos. Naquela ocasião, já contabilizava alguns bons anos de análise pessoal.

Ainda na graduação, no SPA da faculdade, inicie a minha escuta a sujeitos que buscavam naquela instituição um lugar para lidar com suas questões. Nesse época, comecei também a fazer sessões de supervisões (ainda no ambiente universitário).

Após me graduar psicóloga e ter percorrido o tripé (que não se cessa) análise, estudos e supervisões, me autorizei (sim, a autorização precisa ser interna) a escutar (o inconsciente dos) sujeitos no consultório particular apartir da ética/técnica da psicanálise.

Em 2020, após alguns anos abrindo portas, sentando em uma poltrona e escutando (o inconsciente dos) sujeitos que sentando ou deitando em um divã me (se) confiavam suas dores, segredos, dilemas e questões, precisei me haver com a mudança de setting. O celular e/ou o computador viraram os novos divãs. Mas, a escuta e a ética permaneceram/permanecem.

No último fim de semana li esse livro, que comprei pela beleza da capa e pela inquietação com a pergunta que dá título a ele.

Nele uma jovem, que deseja se tornar uma psicanalista, troca correspondências com um já psicanalista. Não é um livro de respostas (como quase nada é, na psicanálise). Mas, é uma leitura saborosa e divertida.

Indico a todes que estejam em algum momento deste percurso de ser/se tornar um psicanalista e que também se inquietem com a pergunta.



Por Gabriela Oliveira
Psicóloga
Crp 05/50112

Aos poucos, com cuidado e protocolos de segurança, o Espaço de Escuta vai retomando as atividades e recebendo profission...
01/12/2020

Aos poucos, com cuidado e protocolos de segurança, o Espaço de Escuta vai retomando as atividades e recebendo profissionais da saúde, da psicologia e da psicanálise que estejam com demanda de atendimento presencial e/ou buscando um espaço tranquilo e confortável para dar continuidade aos atendimentos no formato on LINE.

Hoje foi dia de mudar os móveis de lugar e tornar a nossa sala de atendimento mais arejada e mais fácil de higienizar.

Sabemos que o cenário no Rio de janeiro está bastante preocupante. A pandemia do Covid-19 continua e, infelizmente, os números não param de subir. Sentimos muito por todas as pessoas que foram e/ou estão sendo afetadas por este cenário cheio de nuances que beiram o inacreditável.

Contamos que este movimento de reabertura será feito de forma ética e comprometida por parte das profissionais parceiras que por aqui já circulam, e também das que vierem a chegar.

No último dia 13, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 30 anos de existência. Instituído  pela lei 8.0...
15/07/2020

No último dia 13, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 30 anos de existência. Instituído pela lei 8.069, o estatuto nasceu a partir da necessidade de acabar com resquícios de autoritarismos do Regime Militar.

Em tempos atuais, o recém nomeado ministro da educação defende a educação de crianças pela dor.

Que giro foi esse que nosso país deu nas últimas três décadas? Do que se trata o fato de um presidente que nomeia um ministro com essa concepção de educação ter sido eleito?

Não acho que existam respostas absolutas para essas perguntas, nem estou aqui com a intenção de respondê las. Escrevo essas palavras soltas, com o intuito de abrir um espaço para reflexão sobre as formas de relações que nós - adultos de hoje - recebemos nas nossas infâncias e de que forma essas relações atravessam as infâncias das crianças de hoje.

O que o atual ministro chama de educação pela dor pode ser traduzido em castigos e punições de ordens físicas e psicológicas. Vale salientar que não estou aqui para dizer como cada adulto deve educar/criar/parentar seus filhos. Mas, preciso citar que, em 2014, o Estatuto da Criança e do Adolescente sancionou a Lei da Palmada. E assim, o uso de castigos físicos passou a ser legalmente proibido.

São tantas nuances que atravessam essa reflexão de hoje, que ao invés de seguir com as minhas palavras soltas, deixo aqui duas perguntas:

1 - Como você (pai, mãe, cuidador, educador, avô, avó, tio e tia) cuida dos seus medos e das suas dores?

2 - De que forma o seus medos e as suas dores atravessam as crianças e o adolescentes do seu entorno?

Não transmita violência e dor. Cuide do que te amedronta e te dói. Para que seja possível transmitir proteção e respeito.

Por Gabriela Oliveira
Psicóloga
CRP 05/50112

O que sobra, quando a rotina do “ir e vir” é "substituída" pelo isolamento social?  Após quase 4 meses de pandemia e qua...
08/07/2020

O que sobra, quando a rotina do “ir e vir” é "substituída" pelo isolamento social? Após quase 4 meses de pandemia e quarentena, vejo as mais variadas sobras, destinos e possibilidades. Mas, algo se repete (quase que unanimemente): novos significados para a palavra tempo.
Quando minha filha nasceu, meu analista da época me disse que era bonito de ver o respeito ao tempo das coisas. Nunca mais esqueci dessas palavras e uso essa expressão, “o tempo das coisas”, quando quero dizer que vou deixar as coisas fluírem. É meio redundante, até. Mas, pleonasmos a parte, ele tinha razão. Naquela altura, no meio de um puerpério - surpreendentemente - me sentia desacelerada, sem pressa, aproveitando o que era de aproveitar, surtando com o que era de surtar, cuidando de quem era para cuidar. Tinha, sim, uma beleza naquele caos.
Em 2020, cinco anos depois, eu já estava “funcionando” no modelo “mulher moderna”. Aquela divisão - (im) possível - entre trabalho, carreira, maternidade, autocuidado, lazer, relacionamentos e etc. Talvez, não mais “respeitando” o tempo das coisas. Eis que um vírus, com alto potencial de propagação, acomete meu país. A medida mais eficaz para contenção da propagação do vírus? Isolamento social.
Não, não estamos em um puerpério coletivo. Não citei aquele tempo, para fazer esse tipo de analogia. Estamos em uma pandemia, mesmo. Com milhares de mortes (minha solidariedade a todos que perderam pessoas queridas), com a desigualdade social gritando, e com o pior cenário político que poderíamos ter.
Mas, sim, estamos todos precisando lidar com o isolamento. Quem pode fazê lo , e quem não pode. Quem o valida e quem o invalida. Todos, de alguma forma, com algo em suspenso. Com novas noções de tempo, de intervalos, de pausas. Com novas noções de intimidade, de relação, de solidão e de solitude. Alguns se havendo com seus vazios, outros querendo espaço para o vazio. Cada um a seu tempo, e do seu jeito, apostando tentativas de sobrevivência e sentido para esse tempo fora do tempo.
Que marcas serão deixadas por essa experiência que é coletiva, mas é vivida e sentida singularmente por cada sujeito? Só o tempo, dirá.

Por Gabriela Oliveira
Psicóloga
Crp 05/50112

Estar em consultório foi (e é) minha escolha desde o princípio do meu percurso na psicologia/psicanálise.Em 2017, após a...
30/06/2020

Estar em consultório foi (e é) minha escolha desde o princípio do meu percurso na psicologia/psicanálise.

Em 2017, após alguns anos atendendo em consultório individual, passei a realizar meus atendimentos na saudosa casa azul - perinatalidade e parentalidade.

(Um salve para minha querida amiga , que criou e dirigiu aquele lugar incrível)

Trabalhar na casa azul me possibilitou uma troca até então não experimentada. O cafézinho nos intervalos com colegas de diferentes áreas, uma sala com espaço suficiente para promover rodas e atendimentos em grupo. Um lugar de movimento, de compartilhamento.

Apartir daí, ter um consultório não significava mais ter uma sala única, que me possibilitasse "somente" exercer o meu trabalho clínico. Ter um consultório passou a significar ter um espaço com possibilidade de troca e partilha. E assim nasceu o Espaço de Escuta.

Seu nascimento físico se deu em junho de 2019. Uma sala linda e aconchegante (modéstia a parte), composta por dois consultórios, recepção e copa.

Em março de 2020, devido a pandemia do novo corona vírus, eu e os profissionais parceiros que circulam por lá suspendemos nossos atendimentos presenciais.

Estamos, cada um de suas casas, realizando seus trabalhos por plataformas on line.

Este cenário me aproximou da internet e dos aplicativos. E até para lives já fui convidada. (Quem diria?) Portanto, passarei a usar essa página virtual do meu querido consultório como um lugar, também, de transmissão de conteúdo.

Fiquem ligados! Tentarei manter uma frequência. Mas, não garanto. Minhas habilidades com essas ferramentas estão ainda sendo lapidadas.

O importante é que o Espaço de Escuta vive, e pulsa, mesmo com as portas fechadas! 💛

Por Gabriela Oliveira
Psicóloga
Crp 05/50112

"No início da quarentena, quando decidi suspender os atendimentos no  e seguir trabalhando de casa por meio de plataform...
18/05/2020

"No início da quarentena, quando decidi suspender os atendimentos no e seguir trabalhando de casa por meio de plataformas on line, acreditei que as adaptações seriam somente de ordem simbólica. E que, fisicamente, a estrutura que tinha "daria conta". Mas, minha lombar disse o contrário. E ontem, depois de quase dois meses precisando fazer yoga para dor nas costas no final de todos os dias, a poltrona de atendimento que uso lá no consultório veio morar (temporariamente) aqui em casa.
Daqui, com mais conforto, seguirei realizando os atendimentos no formato on LINE, por quanto tempo for preciso.
Confesso um leve aperto no peito, de ter deixado - lá no consultório - o espaço da poltrona vazio. Mas, já fazem 58 dias, que é aqui que estou em presença física e simbólica, oferecendo suporte, escuta e acolhimento. E agora, com uma lombar mais bem acomodada. ♥️"

Por Gabriela Oliveira, psicóloga e administradora do espaço.

Os profissionais parceiros do Espaço de Escuta, também estão com suas idas ao espaço suspensas. E também seguem realizando atendimentos por plataformas on LINE, de suas casas.

carolfigueiredo

atendimentogestacional

-19

"Preciso de alguma estabilidade", foi uma frase que disse na minha sessão de análise da semana passada.  A primeira sess...
22/03/2020

"Preciso de alguma estabilidade", foi uma frase que disse na minha sessão de análise da semana passada. A primeira sessão on line, como analisanda, que fiz na vida.
O motivo da sessão remota? Tem um vírus lá fora, com um enorme potencial de propagação, e por isso estamos todos vivendo sob o veredito de recolhimento social. O objetivo é conter a propagação do vírus, evitar que o sistema de saúde colapse e um número absurdo de pessoas venham a óbito por falta de assistência. Eu, minha analista, meus analisandos, minha filha, meu marido, meus amigos, meus familiares, TODOS estamos sob esse veredito.
E o que isso tem a ver com a minha prática clínica? E o que isso tem a ver com o fato de eu ser psicanalista, e ter (recentemente) montado um consultório todo lindo para realizar meu trabalho? O que isso tem a ver com o fato de que nem todas as pessoas que acompanho como psicanalista estão dispostas/querem/podem fazer suas sessões on line?
Tem a ver com o fato de eu precisar me reinventar profissionalmente. Eu, e mais todo um grupo de colegas que acredita na importância do setting terapêutico e na presença física como um agente importante no processo analítico.
Um desafio, no meio do caos. Manter a nossa saúde mental, nos organizarmos internamente e seguirmos oferecendo escuta. Encontrar, em meio a tantas incertezas, alguma estabilidade para seguir. Sendo suporte.
Por hora, o Espaço de Escuta ficará de portas fechada. Os atendimentos seguirão por plataformas on line.
Dito isso, o formato de atendimento na quarentena organizado e as possibilidades desenhadas, a reinvenção da minha prática clínica se torna o menor dos problemas.
Tem um mundo, lá fora, que precisa ser cuidado. E só tem uma forma desse cuidado se dá: respeitar o recolhimento social e viver a quarentena.
Aos meus amigos, também da área da saúde, que estão na linha de frente colocando (literalmente) o corpo em ação meu muito obrigada! Que as melhores energias de força e proteção estejam com vocês.

Vai passar!

-19

Por Gabriela Oliveira, psicóloga e administradora do espaço.

Neste mês de março o Espaço de Escuta estará recebendo as maravilhosas consultoras em amamentação  e . 😊Será dia 28/03, ...
06/03/2020

Neste mês de março o Espaço de Escuta estará recebendo as maravilhosas consultoras em amamentação e . 😊

Será dia 28/03, SÁBADO, com a oficina de amamentação e volta ao trabalho! 🖤

A oficina de amamentação e volta ao trabalho foi criada para aquelas mulheres que vão voltar ao trabalho e desejam manter a amamentação.

Este é um momento que envolve planejamento e organização, a oficina tem a finalidade de auxiliar nesses aspectos, orientando, sanando dúvidas e confortando os corações! 🤗

👩‍⚕👩‍🎓👩‍🏫👩‍⚖👩‍🌾👩‍🍳👩‍🔧👩‍🏭👩‍💼👩‍🔬👩‍💻👩‍🎨👩‍✈👩‍🚀👩‍🚒👮🕵👷
PROGRAMA:

- Como planejar para se ausentar e manter a amamentação;
- Estoque de leite materno : como iniciar, transportar e manter o seu estoque;
- Oferta de leite materno na ausência da mãe: como treinar cuidador e bebê;
- Como ordenhar fora de casa;
- Otimizando sua ordenha e estoque;
- Introdução alimentar: é preciso adiantar?
- Culpa, escolhas e desejo: aspectos emocionais da volta ao trabalho;
- Amamentação e as relações trabalhistas.

Dia: 28/03/2020
Local: Espaço de Escuta - Rua Conde de Bonfim - Tijuca
Horário: 10 às 13hs
Investimento: R$ 300,00 (Mãe + 01 acompanhante)

INSCRIÇÕES pelo WhatsApp 21 99688-3111 / 98208.2423

Vocês pensam que é só cuidar, com carinho, da sala de espera e dos consultórios? Que nada! Banheiro e copa funcionais e ...
19/01/2020

Vocês pensam que é só cuidar, com carinho, da sala de espera e dos consultórios? Que nada! Banheiro e copa funcionais e bonitos fazem toda diferença no conforto e acolhimento dos profissionais e pacientes/clientes que circulam por aqui.

Chegou, na última sexta-feira, o tão esperado espelho do banheiro do Espaço de Escuta. 😊💛✨

Endereço

Rua Conde De Bonfim/Tijuca
Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 13:00
Terça-feira 13:00 - 20:00
Quarta-feira 13:00 - 20:00
Quinta-feira 13:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 13:00

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