13/08/2026
Um que vale a pena: medicina regenerativa no tratamento da dor.
Semana passada fui convidado para palestrar no 1º Simpósio de Feridas Complexas e Terapias Regenerativas, no Hospital do Andaraí — um encontro que reuniu médicos, enfermeiros e nutricionistas em torno de uma mesma pergunta: como cuidar melhor de quem convive com a dor e com feridas de difícil resolução.
Minha parte foi falar sobre medicina regenerativa aplicada à ortopedia e ao tratamento da dor musculoesquelética — um campo que tem ampliado as opções para quem sofre com dores crônicas e busca alternativas além do alívio momentâneo.
É um tema que me move por um motivo simples: cada dor é única. E, se a dor é única, o tratamento também precisa ser. A medicina evoluiu muito nos últimos anos, e hoje temos mais recursos para oferecer a quem já passou por vários médicos e ainda busca uma resposta.
O que mais me marcou foi olhar para uma sala cheia, atenta, com profissionais interessados no assunto. Sinal de que a forma como cuidamos da dor está, de fato, mudando.
No fim, acredito numa medicina que une três coisas das quais não abro mão: ciência, atualização constante e cuidado de verdade. É isso que levo comigo — do consultório à rotina à frente de um dos maiores hospitais públicos do país.
Gratidão à organização pelo convite.
DorCrônica