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Hoje eu não sofro mais com a obesidade. Mas por muito tempo foi ela que decidia como eu me sentia todos os dias: no espe...
16/09/2026

Hoje eu não sofro mais com a obesidade. Mas por muito tempo foi ela que decidia como eu me sentia todos os dias: no espelho, na roupa que não servia mais, na vergonha de sair de uma consulta ouvindo “só precisa se cuidar mais”.

Eu tentei de tudo. Dieta restritiva, corrida sem orientação nenhuma, promessa de suplemento milagroso. E toda vez que o resultado não se sustentava, eu achava que o problema era eu. Falta de força de vontade, falta de disciplina.

Não era isso. Era falta de alguém que enxergasse meu corpo inteiro, e não só o número na balança.

Foi vivendo esse ciclo que entendi o que viria a guiar a forma como eu pratico medicina hoje: obesidade não se resolve com culpa, se resolve investigando hormônio, metabolismo, sono, estresse, histórico de vida, e sim, comportamento também, mas nunca só comportamento.

Quando um paciente chega até mim depois de já ter tentado de tudo e desacreditado de si mesmo, eu não vejo preguiça. Eu vejo alguém que ainda não teve a chance de ser investigado direito. Porque esse paciente já fui eu.

Se você se reconheceu nessa história, essa é a conversa que precisa ter. Me manda uma mensagem.

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
CRM: 212725. RQE: 89229

Testosterona baixa não começa com um diagnóstico. Começa com anos de sono ruim, pouco movimento, gordura acumulada na ci...
14/09/2026

Testosterona baixa não começa com um diagnóstico. Começa com anos de sono ruim, pouco movimento, gordura acumulada na cintura e estresse que não para.

O problema é que esses sinais aparecem devagar. O cansaço que não passa, a libido que cai, o músculo que some sem explicação, o humor que muda. E a maioria dos homens atribui tudo isso à idade — quando parte significativa tem origem na rotina.

Isso não substitui avaliação clínica. Se os sinais já estão presentes, o passo seguinte é um exame, não um protocolo de internet.

Mas antes de chegar na prescrição, vale saber o que a rotina ainda pode fazer.

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
CRM: 212725. RQE: 89229

Depois dos 40, o que acelera o envelhecimento é o acúmulo de hábitos mal ajustados.O corpo não envelhece de forma aleató...
11/09/2026

Depois dos 40, o que acelera o envelhecimento é o acúmulo de hábitos mal ajustados.

O corpo não envelhece de forma aleatória. Ele responde diariamente ao sono que você tem, à forma como se alimenta, ao nível de estresse que sustenta e ao quanto estimula ou negligencia seus músculos.

Pequenas escolhas repetidas moldam hormônios, metabolismo, força e energia ao longo do tempo.

O calendário apenas avança. Quem define se o corpo acompanha esse avanço com vitalidade ou com declínio é a rotina que se repete todos os dias.

Se você quer mudar os seus hábitos, agende sua consulta!

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
CRM: 212725. RQE: 89229

Reposição hormonal pode ser benéfica, sim — quando existe uma deficiência real, comprovada e bem acompanhada.Mas não é s...
09/09/2026

Reposição hormonal pode ser benéfica, sim — quando existe uma deficiência real, comprovada e bem acompanhada.

Mas não é sobre “tomar pra ter mais disposição”.
E muito menos sobre seguir o que fulano da academia indicou.

Uma revisão publicada agora em 2025 mostrou que o benefício da terapia só aparece quando há um diagnóstico sério, com exames e sintomas que justificam a reposição.

Mesmo assim, sem um plano completo — com sono, treino, alimentação e controle do estresse — os efeitos são limitados.

E mais: repor é bem diferente de abusar.

Seu corpo precisa do que está em falta, não do que está em excesso.

📲 Se você tem sentido queda de energia, libido, dificuldade no treino ou outros sinais, agende sua consulta.
Vamos avaliar de forma completa o que está por trás disso.

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
CRM: 212725. RQE: 89229

Você vive ouvindo que testosterona baixa depois dos 40 é a idade cobrando a conta. Que é assim mesmo, que não tem muito ...
08/09/2026

Você vive ouvindo que testosterona baixa depois dos 40 é a idade cobrando a conta. Que é assim mesmo, que não tem muito o que fazer.

Só que um estudo recente com quase 5 mil homens colocou isso à prova. Comparou dois fatores lado a lado, quantos anos cada homem tinha e quanto de gordura ele carregava, principalmente na região da barriga, pra ver qual dos dois realmente explicava a queda na testosterona.

O resultado incomoda quem sempre culpou o calendário. A idade sozinha explicou só 2,5% da diferença de testosterona entre os homens. A gordura corporal, sobretudo a visceral, explicou até 20%, quase oito vezes mais peso que os anos vividos.

Na prática: homens com mais de 110 a 115 cm de cintura tinham, em média, quase 400 ng/dL a menos de testosterona do que homens com cintura menor. E o motivo tem explicação. Essa gordura ao redor dos órgãos converte parte da testosterona em estrogênio, atrapalha o comando que o cérebro dá pros testículos produzirem o hormônio, e ainda reduz a proteína que carrega a testosterona no sangue. Três frentes agindo ao mesmo tempo contra você.

Isso muda o jeito de olhar pro problema. Você não está fadado a ter menos testosterona só porque fez mais um aniversário. Grande parte dessa queda tem endereço: a gordura que se acumula na cintura. E essa parte dá pra trabalhar.

Se você tem mais de 35 anos e sente que perdeu disposição, libido, força, essa é a conversa que precisa ter antes de aceitar que “é assim mesmo”. Me manda uma mensagem.

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
CRM: 212725. RQE: 89229

Você sabia que a maior pista de quanto tempo você vai viver não está no colesterol nem no peso da balança? Está no quant...
04/09/2026

Você sabia que a maior pista de quanto tempo você vai viver não está no colesterol nem no peso da balança? Está no quanto de músculo você tem.

Boa parte das pessoas trata músculo como coisa de quem quer ficar “sarado”. Mas seu músculo funciona como um órgão vivo, que conversa o tempo todo com o resto do corpo: ele guarda até 80% do açúcar que entra no seu sangue depois de uma refeição, libera substâncias que controlam a inflamação, ajuda na recuperação depois do esforço e equilibra hormônios como testosterona, hormônio do crescimento e cortisol.

Por isso, perder músculo aos poucos, o que começa a acontecer já a partir dos 30 anos, anda lado a lado com mais risco de diabetes tipo 2, doença do coração, Alzheimer e declínio cognitivo, osteoporose e fraturas, fragilidade e quedas.

Cuidar do músculo não tem a ver só com estética. Tem a ver com a chance de você continuar andando, pensando com clareza e vivendo de forma independente daqui a 20 ou 30 anos.

Se você já sentiu que seu corpo está mudando e quer entender o que está acontecendo de verdade, essa é a conversa certa. Me manda uma mensagem.

Dr. Vinicius Lourenço | Emagrecimento e Hipertrofia
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Eu já senti na pele o que é viver com obesidade.Lembro do cansaço diário, das desculpas para não treinar, do Cheetos e P...
03/09/2026

Eu já senti na pele o que é viver com obesidade.

Lembro do cansaço diário, das desculpas para não treinar, do Cheetos e Passatempo quase todos os dias, do iFood várias vezes por semana. Refluxo, intestino ruim, sono péssimo e café para conseguir atravessar o dia.

Toda segunda-feira parecia uma derrota.

Com o tempo, fui deixando de me reconhecer. Tinha vergonha da praia, evitava fotos e não gostava do que via no espelho. Qualquer esforço maior já fazia meu corpo reclamar.

Até que decidi mudar.

E entendi que não seria apenas sobre emagrecer. Eu precisava reconstruir a forma como pensava, dormia, comia e me relacionava com o exercício.

Fui estudar. Me especializei em Medicina do Esporte, busquei meu título, encontrei profissionais e mentores que me ajudaram nessa jornada e utilizei as ferramentas que a medicina tinha disponíveis para tratar minha obesidade.

Elas foram importantes. Mas nenhuma ferramenta faria isso sozinha.

Eu precisava agir.

Anos depois, estou aqui: de sunga, pintado, segurando um troféu de terceiro lugar em um campeonato de fisiculturismo.

Para quem olha de fora, talvez essa foto seja apenas sobre um físico.

Para mim, ela é sobre uma vida inteira de transformação.

Sobre aquele cara que um dia não queria ser fotografado. Sobre escolher, inúmeras vezes, o que era importante em vez do que era fácil. Sobre entender que grandes mudanças começam em pequenas decisões, repetidas por tempo suficiente.

E talvez seja justamente por ter vivido os dois lados que hoje consigo compreender tantos homens que querem mudar, mas não sabem por onde começar.

Eu sei como é estar aí.

E também sei que é possível sair daí.

Não existe fórmula mágica. Existe conhecimento, estratégia, tratamento e, principalmente, disposição para dar o primeiro passo.

Eu ainda estou em construção.

Mas talvez uma das coisas mais bonitas da vida seja olhar para trás e perceber que você não precisa mais caber na pessoa que um dia foi.

Seguimos evoluindo.. 🥷🏻

Tem um estudo que analisou mais de 4 milhões de noites de sono, olhando pro que acontece no corpo quando o treino pesado...
02/09/2026

Tem um estudo que analisou mais de 4 milhões de noites de sono, olhando pro que acontece no corpo quando o treino pesado acontece perto da hora de dormir. Os pesquisadores separaram por intensidade, leve, moderada, alta e máxima, e mediram o sono de cada pessoa dependendo de quanto tempo antes de deitar o treino tinha terminado.

O padrão apareceu rápido: quanto mais forte o treino e mais perto da hora de dormir, pior o sono ficava. Demorava mais pra pegar no sono, a noite ficava mais curta, mais fragmentada, e o coração continuava acelerado horas depois do treino ter acabado.

A explicação é simples, mesmo que quase ninguém explique assim. Pra dormir bem, o corpo precisa desligar o alerta, baixar a temperatura, reduzir adrenalina e cortisol, e deixar o sistema nervoso entrar em modo de descanso. Um treino pesado faz o oposto disso: mantém tudo ligado por horas. Enquanto seu corpo tenta desacelerar, ele ainda está reagindo ao esforço que você fez três, quatro horas antes.

Tem um detalhe que muda tudo nesse estudo: quando o treino terminava 4 horas ou mais antes de dormir, esse efeito desaparecia, em qualquer intensidade.

Se você treina forte à noite e sente que não recupera direito, talvez o ajuste não esteja na dieta nem no suplemento. Esteja no relógio. Me manda uma mensagem.

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Treinar de manhã, cozinhar em vez de pedir, marcar aquele exame que você vem adiando há meses: cuidar da saúde pede esco...
31/08/2026

Treinar de manhã, cozinhar em vez de pedir, marcar aquele exame que você vem adiando há meses: cuidar da saúde pede escolha o tempo todo, e essa dificuldade é real. Ninguém devia fingir que é fácil.

O problema é que a outra opção parece de graça. Pular o treino ou empurrar o exame com a barriga não dói na hora, não atrapalha o dia, não aparece no espelho. Por isso é sempre mais tentador escolher esse lado, mesmo sabendo que algo ali não está certo.

Só que essa conta não desaparece, ela só muda de tamanho e vem cobrar depois. Cuidar da saúde custa uma hora de treino, uma escolha melhor no prato, uma manhã perdida num exame de rotina. Cuidar da doença custa exame atrás de exame, remédio contínuo, e às vezes uma cirurgia que dava pra ter evitado.

E o mais caro nem é o dinheiro. Doença raramente vem sozinha: uma puxa a outra, o remédio de uma mexe na próxima, e o que começou pequeno vira uma engrenagem difícil de parar. É essa engrenagem que faz alguém precisar de ajuda pra levantar da cama, tomar oito remédios por dia e sentir que perdeu o controle sobre o próprio corpo, mesmo fazendo tudo que o médico manda naquele momento.

Por isso treinar, comer melhor, fazer o exame que você anda adiando vale muito mais do que estética. É a parcela mais barata dessa conta, antes que ela chegue com os juros de uma doença já instalada.

Se esse ciclo te soa familiar, essa é a conversa que vale a pena ter agora, não depois que a conta ficar mais cara. Agenda sua consulta, o link tá aqui na bio.

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Você trava no meio de uma frase. Esquece o nome de alguém que você conhece há anos. E o primeiro pensamento não é “estou...
28/08/2026

Você trava no meio de uma frase. Esquece o nome de alguém que você conhece há anos. E o primeiro pensamento não é “estou com sono” ou “tive um dia puxado”. É outro medo, mais fundo: o de estar vendo em você o começo do que você viu em alguém que ama.

Isso é muito comum na menopausa, e quase ninguém fala sobre esse lado dela. A queda de estrogênio nessa fase mexe com sono, humor e memória de curto prazo, e sentir essa neblina mental de vez em quando é esperado. Mas o medo que vem junto, o de que isso seja o início de um Alzheimer, raramente é nomeado numa consulta.

Um estudo grande, publicado esse ano, foi atrás dessa pergunta de um jeito que nunca tinha sido feito: acompanhou mais de 21 mil mulheres por décadas e analisou o cérebro de quase 3 mil delas depois da morte. O achado: mulheres que fizeram reposição hormonal só com estrogênio depois da menopausa tiveram 35% menos chance de mostrar sinais graves de Alzheimer no exame direto do tecido cerebral, além de menos acúmulo de beta-amiloide, a proteína que forma as placas ligadas à doença, medida no sangue e no líquido que envolve o cérebro. Ao longo da vida, essas mulheres também tiveram quase 40% menos diagnóstico clínico de demência.

Só que esse achado vem com dois avisos que eu não posso deixar de fora. Primeiro: é um estudo observacional, ele mostra uma associação, não prova que o hormônio causa essa proteção. Mulheres que fazem reposição costumam ter mais acesso a cuidado de saúde ao longo da vida, e isso também entra na conta. Segundo: o estudo olhou pra um tipo específico de terapia, só com estrogênio, indicada pra quem já não tem útero. A maioria das mulheres que faz reposição hoje usa a combinação de estrogênio com progesterona, que é uma história diferente e ainda sendo estudada.

Esse achado não garante que hormônio evita Alzheimer. Ele reforça que a decisão sobre reposição hormonal merece ser levada a sério, olhando pro seu histórico inteiro, não só pro calor da noite.

Se esse medo já passou pela sua cabeça, ele merece ser levado a sério. Me manda uma mensagem.

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