Tatiana Rom - Nutrição para Saúde, Fertilidade e Gestante

Tatiana Rom - Nutrição para Saúde, Fertilidade e Gestante Orientação Nutricional para aqueles que buscam qualidade na vida, desde a programação da gestação até a idade adulta!

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06/08/2026

Esse é um daqueles temas que precisa ser falado com equilíbrio, porque nem é frescura de quem vê problema em tudo, nem é motivo pra você entrar em pânico e achar que está tudo contaminado.

A verdade f**a no meio, existem sim substâncias no dia a dia que interferem no sistema hormonal, e a ciência mostra associação com fertilidade e gestação, mas o efeito é de exposição repetida ao longo do tempo, não de um contato isolado.

E é justamente por ser acumulado que você tem mais controle do que imagina, porque cada pequena troca no dia a dia reduz a sua carga total sem exigir que você vire a casa de cabeça pra baixo.

A ideia nunca é te culpar pelo que você não sabia, é te dar informação pra escolher melhor daqui pra frente, principalmente nessa fase.
Me manda uma mensagem.

Existe uma pressão silenciosa e cruel no pós-parto, a de recuperar rápido o corpo enquanto você ainda está aprendendo a ...
05/08/2026

Existe uma pressão silenciosa e cruel no pós-parto, a de recuperar rápido o corpo enquanto você ainda está aprendendo a ser mãe, dormindo pouco e se doando por inteiro pra outra pessoa.

Essa cobrança não vem só de fora, ela se instala por dentro, e acaba roubando de você a única coisa que esse momento realmente pede, que é tempo e gentileza consigo mesma.

Seu corpo não está atrasado nem falhando, ele está fazendo um trabalho enorme de reconstrução que simplesmente não cabe em três meses, por mais que a internet insista no contrário.

Cuidar da alimentação aqui é sobre te fortalecer e te nutrir nessa fase, nunca sobre apagar às pressas o corpo que gerou seu filho. Se você quer viver isso com mais leveza, me manda uma mensagem.

30/07/2026

💧 Perda de urina após o parto é comum, mas não deve ser ignorada.

A incontinência urinária de esforço acontece quando há perda involuntária de urina ao tossir, espirrar, rir, correr, pular ou carregar peso.

Durante a gestação e o parto, o peso do útero e a passagem do bebê podem sobrecarregar e enfraquecer os músculos do assoalho pélvico, responsáveis pela sustentação da bexiga.

Em alguns casos, os escapes melhoram naturalmente nas primeiras semanas ou meses após o parto. Porém, quando persistem, é importante procurar avaliação profissional.

A fisioterapia pélvica é uma das principais formas de tratamento. Por meio de exercícios específicos, ela ajuda a fortalecer o períneo, melhorar o controle urinário e devolver mais segurança para as atividades do dia a dia.

Além disso, alguns hábitos podem contribuir para a melhora, como manter um peso saudável e reduzir o consumo de alimentos e bebidas que irritam a bexiga.

✨ Ter perda de urina não precisa ser considerado “normal para sempre”. Existe tratamento e recuperação.

Procure um profissional especializado em saúde pélvica.

Alguns hábitos do dia a dia influenciam a fertilidade, e vale um combinado, isso não é pra ninguém se culpar, porque dif...
28/07/2026

Alguns hábitos do dia a dia influenciam a fertilidade, e vale um combinado, isso não é pra ninguém se culpar, porque dificuldade pra engravidar tem muitas causas, várias fora do controle.

Ainda assim, dá pra cuidar de alguns fatores, dos dois lados do casal: o sono, que regula os hormônios da ovulação e do es***ma, o estresse constante, o cigarro e o álcool em excesso, que estão entre os que mais impactam, a alimentação equilibrada, e o peso corporal, já que tanto o excesso quanto o muito baixo desregulam o corpo. Nada disso é comida ou hábito milagroso, é o conjunto que conta.

Quase tudo aqui vale pro casal, não só pra mulher, porque fertilidade é assunto de dois.
Se você quer cuidar disso com apoio, me chama no direct.

24/07/2026

A cobrança sobre quem demora a engravidar quase sempre cai sobre a mulher, que investiga, se questiona e carrega sozinha o peso de que algo nela não está certo, enquanto uma parte signif**ativa da história f**a de fora, porque o fator masculino está envolvido em cerca de metade dos casos e ainda assim é investigado com muito menos frequência.

A qualidade dos gametas de ambos responde a hábitos e alimentação, e cuidar disso juntos é mais eficiente do que dividir a responsabilidade de forma tão desigual. Isso não substitui avaliação médica, mas é o terreno que os dois podem preparar.

Me chama no direct. Link na bio.

O esgotamento que permanece no pós-parto tem origem nos meses anteriores ao nascimento, quando o organismo priorizou o b...
21/07/2026

O esgotamento que permanece no pós-parto tem origem nos meses anteriores ao nascimento, quando o organismo priorizou o bebê e chegou ao parto com reservas já reduzidas, e a amamentação mantém essa demanda alta enquanto a recuperação segue incompleta.

Esperar que isso se resolva sozinho em poucas semanas é subestimar o que o corpo entregou. Me chama no direct. Link na bio.

Mais uma etapa concluída! 🎓Após vários cursos..finalizei a pós-graduação em Nutrição e Fertilidade, ampliando ainda mais...
20/07/2026

Mais uma etapa concluída! 🎓

Após vários cursos..finalizei a pós-graduação em Nutrição e Fertilidade, ampliando ainda mais meus conhecimentos para compreender como a alimentação, o estilo de vida e o equilíbrio do organismo podem contribuir para a saúde reprodutiva.

Seguir estudando é uma forma de oferecer um cuidado cada vez mais atualizado, individualizado e responsável. Muito feliz por mais essa conquista e por tudo o que ainda está por vir! 🌱

16/07/2026

A confusão entre quantidade e qualidade dos óvulos é uma das mais comuns e das mais consequentes quando o assunto é fertilidade, porque ela leva a leituras equivocadas dos próprios exames, gerando tanto otimismo infundado em quem tem boa reserva quanto desespero desnecessário em quem recebe um resultado mais baixo, e nenhuma dessas leituras corresponde ao que o número de fato signif**a.

A reserva ovariana, estimada por exames como o AMH, representa o estoque disponível nos ovários, mas não diz nada sobre a capacidade de cada óvulo de ser fertilizado e originar um embrião geneticamente saudável, que é justamente o que determina as chances reais de uma gestação bem-sucedida, e essa distinção importa porque são dois aspectos separados do mesmo sistema, ambos influenciados pela idade mas de formas diferentes e com pesos diferentes sobre o resultado reprodutivo.

A qualidade não pode ser medida diretamente por exame de sangue e é estimada principalmente pela idade da mulher, o que explica por que uma paciente mais jovem tende a ter óvulos de melhor integridade genética mesmo com reserva menor, enquanto uma paciente mais velha com reserva preservada pode enfrentar maior proporção de óvulos com alterações cromossômicas, e o número sozinho não revela nada disso.
Compreender essa distinção é o que permite uma leitura honesta e completa do próprio cenário reprodutivo, afastando tanto as conclusões apressadas de otimismo quanto as de preocupação, porque fertilidade é um quadro que precisa ser interpretado por inteiro e não reduzido a um único número.

Me chama no direct e a gente conversa

A ansiedade que o tema de fertilidade e idade gera em tantas mulheres tem origem em parte numa narrativa que polariza a ...
14/07/2026

A ansiedade que o tema de fertilidade e idade gera em tantas mulheres tem origem em parte numa narrativa que polariza a discussão entre dois extremos igualmente inúteis, o que nega qualquer relevância do tempo e o que converte idades específ**as em pontos de virada irreversível, e f**ar presa entre esses dois discursos é o que impede uma leitura serena e útil sobre o próprio cenário reprodutivo.

O que a evidência científ**a mostra é um declínio progressivo e gradual que começa a partir dos 30 anos e se intensif**a no final dessa década e início dos 40, motivado pela redução natural na quantidade e qualidade dos óvulos, e esse é um dado biológico relevante que merece ser incorporado ao planejamento de vida, mas que perde qualquer utilidade quando é apresentado como regra rígida e universal aplicada sem considerar que a variação individual é enorme e que genética, histórico familiar e condição de saúde geral influenciam essa curva de formas que tornam qualquer generalização imprecisa.

Há ainda uma dimensão que sistematicamente f**a de fora dessa conversa, a de que a fertilidade do casal envolve dois organismos, e que a qualidade seminal e a idade do homem também exercem influência documentada sobre as chances de concepção, tornando qualquer análise que considera apenas o organismo feminino necessariamente incompleta.

Entender a própria realidade reprodutiva com serenidade e precisão, em vez de através do filtro do pânico ou da negação, é o que possibilita tomar decisões conscientes e buscar acompanhamento adequado no momento certo, e é exatamente esse tipo de clareza que um olhar individualizado consegue oferecer. Me chama no direct e a gente conversa.

09/07/2026

Existe uma solidão particular nas noites mal dormidas da gravidez.
A gestante vira de um lado para o outro, não encontra posição, acorda várias vezes, e no silêncio da madrugada surge aquela sensação de que algo está errado com ela, de que deveria estar conseguindo descansar.

A verdade é que isso é uma das experiências mais comuns da gestação, e entender o porquê alivia bastante.
O sono muda ao longo da gravidez porque o corpo inteiro está mudando.

No primeiro trimestre, o aumento expressivo da progesterona tem um efeito curioso, provoca muito sono durante o dia e ao mesmo tempo fragmenta o sono da noite, e a isso se somam o enjoo, a sensibilidade e a necessidade de ir mais vezes ao banheiro.

Muitas mulheres notam uma melhora no segundo trimestre, quando o corpo se ajusta um pouco.
Já a reta final costuma ser a mais desafiadora, porque o crescimento da barriga dificulta encontrar uma posição confortável, e desconfortos como dor nas costas, azia, câimbras e a própria ansiedade diante do parto interrompem o descanso. Ou seja, não é frescura nem falha, é o resultado natural de um corpo que está se reorganizando para sustentar uma nova vida.

Compreender que essas mudanças são esperadas tira da gestante a cobrança injusta de dormir como antes. Existem ajustes simples que ajudam a descansar melhor, e o mais importante é não tratar o sono apenas como um detalhe, porque ele é parte do cuidado com a gestação. Quando as noites mal dormidas se tornam persistentes ou começam a pesar demais no dia a dia, vale levar isso ao pré-natal, que pode investigar se há algo a ajustar.
Se você anda travando noites difíceis e achando que é só com você, saiba que não está sozinha nisso.
Me chama no direct e a gente conversa.

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