07/08/2026
Neste Agosto Dourado, falar sobre amamentação também é falar sobre acolhimento, informação e rede de apoio.
A médica de família e comunidade Sanni Parente compartilha sua experiência pessoal com a amamentação de Maria Alice e aborda aspectos importantes que profissionais da Atenção Primária à Saúde podem orientar e acompanhar ao longo dessa jornada.
As primeiras mamadas, a adaptação da rotina com o bebê, os desafios do dia a dia, a volta ao trabalho e a importância da rede de apoio são alguns dos momentos em que informação qualificada e cuidado próximo podem fazer a diferença.
Segundo o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani) de 2019, 45,8% dos bebês brasileiros com até seis meses estavam em aleitamento materno exclusivo. O avanço é expressivo: em 2006, esse índice era de 37,1% e, quatro décadas atrás, chegava a apenas 4,7%.
Apesar dos avanços, ainda precisamos ampliar o apoio à amamentação. Na Atenção Primária à Saúde, médicos(as) de família e comunidade têm papel fundamental nesse processo: acolher dúvidas e dificuldades, reconhecer dores físicas e emocionais, orientar a família e fortalecer a rede de apoio.
Mais do que facilitar a experiência da lactante, esse cuidado contribui para que mães e famílias vivenciem a amamentação com mais confiança, conforto e segurança.
Confira o relato de Sanny e saiba mais sobre como a MFC pode apoiar mães e famílias durante a amamentação.