W.REICH e a VIDA VIVA orgonomia em movimento

W.REICH e a VIDA VIVA      orgonomia em movimento Instituição voltada para a Orgonomia de W.Reich, formada por terapeutas, psicólogos e profissiona

Hoje é o dia de quem escolheu se dedicar ao que é mais complexo e mais humano: a vida interior das pessoas.Parabéns a to...
27/08/2026

Hoje é o dia de quem escolheu se dedicar ao que é mais complexo e mais humano: a vida interior das pessoas.

Parabéns a todos vocês que se dedicam a ouvir, acolher e investigar as dores humanas, a abrir caminhos para o crescimento e a transformação profunda.

A psicologia é uma arte e uma ciência a serviço da vida. E alguns caminhos dentro dela se arriscam a ir mais fundo, tocando o corpo, a energia, os bloqueios que congelam emoções e experiências.

Wilhelm Reich foi um desses pioneiros.

Ele uniu ciência, sensibilidade e coragem para ir além da escuta. Nos legou uma abordagem que integra corpo e psique, emoção e pulsação vital, e que até hoje desafia e expande o que entendemos sobre saúde emocional.

Se você é psicólogo/a ou está em busca de ferramentas para compreender mais profundamente o ser humano, conhecer a Orgonomia pode transformar sua visão clínica e sua atuação.

O Curso de Introdução à Orgonomia de Wilhelm Reich está com inscrições abertas. É o primeiro passo para mergulhar nesse universo da terapia reichiana e entender como a energia vital se expressa, bloqueia e pode voltar a fluir.

Que possamos seguir ampliando nosso olhar e nossa escuta. Com mais corpo, mais verdade e mais vida.

Link na bio para saber mais sobre o curso. 💚

O termo foi desenvolvido por Reich para explicar como nos protegemos da dor e do trauma emocional. A couraça pode se man...
20/08/2026

O termo foi desenvolvido por Reich para explicar como nos protegemos da dor e do trauma emocional. A couraça pode se manifestar tanto no corpo quanto na mente, como um mecanismo de defesa inconsciente.

No corpo, aparece como tensões musculares, rigidez, respiração superficial, alterações de postura ou até dormência. Na mente e no comportamento, surge em gestos e atitudes repetidas: evitar contato visual, sorrir sempre sem motivo, cruzar os braços, se manter distante dos outros ou, ao contrário, ser excessivamente submisso ou dominante.

Essa proteção nasce quando, para atender às expectativas da família e da sociedade, aprendemos a reprimir nossas emoções verdadeiras e a moldar uma versão artificial de nós mesmos. O problema é que, junto com a dor, a couraça também bloqueia nossa vitalidade, prazer, intimidade e capacidade de conexão.

A boa notícia é que é possível se libertar.

O desencouracamento corporal utiliza recursos como respiração, expressão, toque consciente e práticas somáticas que permitem liberar tensões, sentir de novo e curar feridas emocionais.

Libertar-se da couraça é recuperar o direito de viver com autenticidade, presença e conexão profunda.

Em breve abrimos as inscrições para a 17ª turma do curso de Introdução à Orgonomia de Wilhelm Reich. Se você quer se tornar terapeuta reichiano e esse conteúdo faz sentido pra você, deixa aqui nos comentários uma palavra que representa o que você está buscando. Assim você f**a entre os primeiros a saber quando as vagas abrirem. 💚

Nunca se falou tanto em coaching. E não é à toa: pessoas querem resultados, querem movimento, querem sair do lugar.Mas e...
14/08/2026

Nunca se falou tanto em coaching. E não é à toa: pessoas querem resultados, querem movimento, querem sair do lugar.

Mas existe uma pergunta que o coaching raramente faz: por que você continua sabotando o que quer, mesmo quando sabe o que precisa fazer?

É aí que a terapia reichiana começa onde o coaching para.

Abordagem
A terapia reichiana busca compreender o indivíduo de forma global, considerando mente, emoções e corpo. O coaching foca nos aspectos mentais e comportamentais para metas e desenvolvimento de habilidades.

Emoções reprimidas
A terapia reichiana explora emoções reprimidas, traumas e bloqueios energéticos, usando técnicas como análise corporal e respiração. O coaching se concentra em estratégias para objetivos, com discussão emocional menos intensa.

Energia vital
A terapia reichiana reconhece a importância da sexualidade e da energia vital, explorando a reintegração saudável dessas energias. O coaching normalmente não aborda essas questões.

Profundidade da transformação
A terapia reichiana busca transformações profundas, explorando as raízes dos problemas para mudanças duradouras. O coaching foca em mudanças práticas e tangíveis no curto prazo.

O corpo na cura
A terapia reichiana reconhece o corpo como parte integral do processo, usando técnicas corporais para liberar tensões. O coaching enfoca principalmente estratégias mentais.

Coaching tem valor real para quem quer desenvolver habilidades e atingir objetivos específicos. Mas se você sente que já tentou de tudo e algo continua travado, talvez a resposta não esteja nas estratégias. Talvez esteja no que seu corpo ainda carrega.

Você já fez coaching ou terapia? Qual foi sua experiência? Me conta aqui.💚

Dia dos Pais se aproxima. E essa data não é simples para todo mundo.Para alguns, é celebração. Para outros, é uma data q...
05/08/2026

Dia dos Pais se aproxima. E essa data não é simples para todo mundo.

Para alguns, é celebração. Para outros, é uma data que aperta o peito de um jeito difícil de explicar. E para muitos, é as duas coisas ao mesmo tempo.

Reich foi um dos primeiros a colocar em palavras algo que muitos sentiam mas não conseguiam nomear: as primeiras experiências com nossos pais moldam nossos padrões de comportamento, nossos bloqueios emocionais e nossa capacidade de amar e de sermos amados. Não como condenação, mas como ponto de partida para o autoconhecimento.

Ele nos desafiou a explorar essa relação de forma profunda e autêntica, confrontando as emoções reprimidas e as barreiras emocionais que podem estar enraizadas nessas experiências familiares. Sua crença na importância de uma expressão saudável do amor e do afeto dentro da família ressoa até hoje.

Olhar para o pai que tivemos, com tudo que ele foi e com tudo que ele não conseguiu ser, não é um gesto de fraqueza. É um dos movimentos mais corajosos do autoconhecimento. Porque quando entendemos de onde vieram nossos padrões, ganhamos a liberdade de escolher outros.

Neste Dia dos Pais, o convite é esse: olhar para essa história com compreensão, sem romantizar e sem condenar. Honrar nossos pais como seres humanos que também carregam suas próprias feridas e desafios.

Antes do domingo chegar, f**a esse convite: como você quer chegar nessa data? Me conta aqui. 💚

Muitas mulheres saem do parto com uma ferida indetectável. Não é física. É a de ter sido ignorada, apressada, tocada sem...
30/07/2026

Muitas mulheres saem do parto com uma ferida indetectável. Não é física. É a de ter sido ignorada, apressada, tocada sem permissão ou tratada como um corpo que precisa ser gerenciado, não como quem que está vivendo um dos momentos mais intensos da sua vida.

Isso tem nome: violência obstétrica.

Esse é um tema complexo e controverso que envolve a gravidez, o parto e o pós-parto como experiências da vida sexual e afetiva das mulheres. É violência exercida por profissionais de saúde sobre o corpo e os processos reprodutivos das mulheres, e pode incluir abuso físico, abuso sexual, abuso verbal, estigmatização, falha nos padrões de atendimento e relação deficiente entre mulheres e profissionais de saúde.

A medicina, vista como uma autoridade na sociedade, pode ser influenciada por estereótipos sociais e culturais, perpetuando a violência simbólica. Profissionais de saúde podem cometer violência obstétrica devido à falta de formação e competências emocionais.

Os direitos se***is e reprodutivos das mulheres são fundamentais nessa análise e a discussão sobre a violência obstétrica deve incluir a sociedade como um todo, promovendo a educação ética para tomadas de decisão responsáveis.

A violência obstétrica pode ser vista como uma manifestação da repressão emocional e da opressão social. Reich acreditava que a sociedade repressora contribui para a construção de sistemas de autoridade nos quais profissionais de saúde podem abusar de seu poder sobre as mulheres. A repressão emocional se manifesta de várias formas, e a sala de parto é um dos lugares onde isso aparece com mais crueldade.

O debate é multidisciplinar e envolve ética, direitos humanos e igualdade de gênero. A visão reichiana acrescenta a importância de compreender a ligação entre repressão emocional, opressão social e violência obstétrica, destacando a necessidade de promover a liberação emocional e o bem-estar das mulheres. É essencial ampliar esse discurso para abordar todas as formas de violência contra as mulheres e buscar a erradicação dessa violência.

Você ou alguém próxima viveu isso? Falar sobre essas experiências é também uma forma de cura. Me conta aqui, se quiser. 💚

Quantas vezes você olhou no espelho e o primeiro pensamento foi uma crítica? Isso não é acaso. É o resultado de décadas ...
28/07/2026

Quantas vezes você olhou no espelho e o primeiro pensamento foi uma crítica? Isso não é acaso. É o resultado de décadas de um sistema que lucra com a sua insatisfação.

A estética imposta pela sociedade perpetua padrões inatingíveis, resultando em danos à saúde física e emocional. A busca incessante por um único ideal de beleza é promovida pelo capitalismo, que lucra com cirurgias, moda e cosméticos. A relação entre corpo, estética e a necessidade de ser desejada está intrinsecamente ligada à sexualidade feminina, muitas vezes transformada em objeto de consumo.

O valor social da mulher é frequentemente associado à sua atratividade física, perpetuando a ideia de que seu poder reside na capacidade de despertar o desejo masculino. Essa dinâmica reflete a objetif**ação e sexualização constantes das mulheres, amplif**adas por discursos sociais e representações midiáticas que estabelecem normas discriminatórias de beleza.

A visão patriarcal e capitalista, alimentada por indústrias como prostituição e pornografia, perpetua a noção de que o corpo feminino é mercadoria. Uma educação centrada em aspectos humanos, valores e sexualidades pode contribuir para uma sociedade mais saudável e equitativa, em parceria com o feminismo.

É extremamente crucial expor e desafiar o sistema opressor, evidenciando a construção social e política do corpo.

Você já sentiu o peso disso no seu próprio corpo? Me conta nos comentários. 💚

Você já se sentiu "fora" de uma situação enquanto ela acontecia? Como se estivesse assistindo sua própria vida de longe?...
24/07/2026

Você já se sentiu "fora" de uma situação enquanto ela acontecia? Como se estivesse assistindo sua própria vida de longe?

Isso tem nome: dissociação. E não é fraqueza, nem loucura. É o seu sistema nervoso fazendo o que aprendeu a fazer para te proteger de uma dor grande demais para sentir naquele momento.

A dissociação é a desconexão entre aspectos da nossa mente e corpo, frequentemente como uma resposta a traumas ou situações estressantes. Essa desconexão pode se manifestar de diversas maneiras, desde lapsos de memória até a sensação de estar fora de si mesmo. Reich acreditava que a dissociação ocorria como uma forma de defesa, um mecanismo que nosso corpo e mente usavam para lidar com experiências intoleráveis.

A Terapia Reichiana reconhece que a dissociação é uma resposta à dor e ao sofrimento profundos. Ela se concentra em reconectar o paciente com suas sensações corporais e emoções reprimidas. Reich acreditava que a "couraça muscular" era o mecanismo físico que sustentava a dissociação, bloqueando a livre circulação da energia orgone no corpo. Por isso, o trabalho na Terapia Reichiana envolve a liberação desses bloqueios por meio de técnicas como a massagem bioenergética, a respiração e o movimento corporal.

O processo de cura é um caminho de reconexão com as sensações corporais, os sentimentos reprimidos e as memórias traumáticas. À medida que a couraça muscular é liberada e a energia vital flui livremente, o paciente pode gradualmente se reconectar com partes de si mesmo que foram dissociadas. Essa jornada pode ser desafiadora, mas é fundamental para a cura e a transformação.

Se você se reconheceu aqui e sente que precisa de apoio nessa jornada, entre em contato. Estamos aqui para caminhar com você. 💚

Sabe aquela reação que você tem e depois pensa 'por que eu fiz isso de novo'? Pode não ser seu jeito de ser. Pode ser um...
17/07/2026

Sabe aquela reação que você tem e depois pensa 'por que eu fiz isso de novo'? Pode não ser seu jeito de ser. Pode ser uma defesa antiga que ainda está te protegendo de uma dor que já passou.

Te dou alguns exemplos, mas lembre-se que você não está "condenado" a isso para o resto da vida e pode se transformar:

- Medo de relacionamentos. Pouco interesse pela intimidade. Necessidade de se retirar para o seu mundo interno quando os outros pedem muito de você.
- Desconfiança do seu parceiro ou de outras pessoas, quando fazem ou dizem algo que não te soa. Em vez de perguntar, você teme o confronto (diz a si mesmo que é bobagem), tira conclusões, julga, se fecha e a intimidade vai se perdendo no relacionamento.
- Complacência, ajuda, dificuldade de dizer o que incomoda, de se sentir amado. Às vezes você rumina, por dentro você sente a raiva. Mas você se sente incapaz de expressar isso, é doce e gentil, mesmo quando se sente magoado.
- Necessidade da opinião e apoio dos outros, medo de f**ar sozinho. Sensação de falta de sentido por estar sozinho, sem energia. Você faz muito pelos outros, não por si mesmo. Você espera que os outros cuidem de você. No final você explode de raiva porque eles não te dão o que você precisa.
- Medo de perder, de falhar, de passar uma imagem ruim. Procura ser “impecável”. Competitividade nos relacionamentos. Precisa seduzir para se sentir bonita e amada. Dificuldade em conflito e necessidade de que os outros validem como você se sente.

Poderia continuar… Estas são algumas das defesas mais signif**ativas, cada uma vem de uma ferida diferente. É normal termos várias, e dependendo da relação e das circunstâncias, despertam uma ou outra ferida.

Qual dessas você reconhece em você? Pode ser mais de uma, e tudo bem. 💚

No problema... Ou na solução?No que está perdendo... Ou no que você conseguiu?No erro... Ou na experiência?Onde você col...
14/07/2026

No problema... Ou na solução?
No que está perdendo... Ou no que você conseguiu?
No erro... Ou na experiência?

Onde você coloca sua atenção, você coloca sua energia!

Você sabia que é nossa decisão diária qual lado queremos ver das coisas e com o que escolhemos f**ar...?

Você vai f**ar com o bem? Com o positivo?

Me conta nos comentários 💚

Vocês sempre pedem e deixo aqui  um exercício simples para ajudá-los a reconectar-se com o corpo e liberar tensões emoci...
01/07/2026

Vocês sempre pedem e deixo aqui um exercício simples para ajudá-los a reconectar-se com o corpo e liberar tensões emocionais:

1️⃣ Encontre um Espaço Tranquilo: Escolha um local calmo e confortável onde você possa se concentrar em si mesmo.

2️⃣ Posição de Relaxamento: Sente-se ou deite-se de forma confortável. Feche os olhos e respire profundamente várias vezes para se acalmar.

3️⃣ Exploração Corporal: Comece a se concentrar em diferentes partes do seu corpo, começando pela cabeça. Observe qualquer sensação de tensão, dor ou desconforto. Visualize essas sensações como bloqueios de energia.

4️⃣ Respiração e Visualização: Concentre-se na área do corpo onde você sentiu a tensão. À medida que você inspira, imagine a energia fluindo para essa área. À medida que você expira, visualize a tensão sendo liberada e dissolvida.

5️⃣ Movimento Espontâneo: Permita-se fazer movimentos espontâneos e naturais à medida que trabalha em diferentes partes do corpo. Isso pode incluir alongamentos suaves, tremores ou movimentos que parecem intuitivos.

6️⃣ Expressão Emocional: Conforme você se concentra nas áreas de tensão, permita-se expressar qualquer emoção que possa surgir. Pode ser choro, riso, raiva ou qualquer outra emoção. Deixe-a fluir sem julgamento.

7️⃣ Integração: Continue explorando e liberando tensões em diferentes partes do corpo. À medida que você faz isso, observe como se sente emocionalmente. A integração das emoções liberadas é parte fundamental do processo.

Lembrando que este exercício é apenas uma introdução ao trabalho com o corpo na Terapia Reichiana. Se você suspeita que está lidando com traumas ou depressão, é altamente recomendável buscar a orientação de um terapeuta. Eles podem guiá-lo de forma segura e ef**az no processo de desbloqueio emocional e recuperação da vitalidade. A jornada para a cura começa com a conscientização e a conexão com seu próprio corpo e suas emoções.

Nos mande uma mensagem 💚

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