Espaço Tarot DNA Sagrado

Como chegar Entre em contato com o consultório

Espaço Tarot DNA Sagrado Expansão da Consciência! Facilitar a busca e encontrar o Divino de cada um, desconstruindo dogmas e crenças religiosas. A Espiritualidade de forma livre!

Através do Tarot, fazer a Reconexão com a FONTE, com a DIVINA PRESENÇA e o EU SUPERIOR!

16/08/2026
14/07/2026

🕯️ O Oráculo não apenas fala... ele evoca.
​Muito prazer, eu sou a Alessandra Sacerdotisa Sarah Good.
​Minha caminhada é guiada pela sabedoria do Tarot e pelos mistérios da Bruxaria Ancestral. Mas o meu trabalho vai muito além de interpretar arcanos na mesa. EU SOU O ORÁCULO VIVO DA DEUSA.
Através da minha mediunidade, eu atuo como uma ponte entre os mundos, entre você e a sua própria ancestralidade.
​Durante as minhas consultas, eu não olho apenas para o seu presente ou futuro. Eu olho para trás, para a sua raiz. Eu sinto e acesso a energia, as dores, os aprendizados e a força daqueles que vieram antes de você.
​Muitas das respostas e dos bloqueios que você carrega hoje não começaram em você. Eles são ecos do passado que esperam por cura e liberação.
​Ao sentar-se comigo diante do Tarot, nós iniciamos um processo de:
​Revelação Mediúnica: Entender as influências espirituais e ancestrais que atuam na sua vida hoje.
​Cura de Padrões: Quebrar ciclos repetitivos familiares que travam a sua prosperidade, o seu amor e a sua saúde.
​Resgate de Força: Reconectar você com a proteção e o poder que a sua linhagem carrega.
​Se você sente que o seu caminho precisa de mais do que respostas superficiais — se você busca uma verdadeira chave de transformação guiada pelo invisível —, eu convido você a se sentar à minha mesa.
​🔮 O portal está aberto. Os seus ancestrais querem falar com você. O que você está pronto(a) para ouvir?

18/06/2026

Por que a ampulheta com as areias do deserto do Egito é uma ferramenta mágica?
Para o povo beduíno, os verdadeiros nômades do deserto, o conceito de uma "ampulheta das areias do tempo" vai muito além de um mero objeto de vidro e madeira que conta os minutos. No coração da cultura beduína, o próprio deserto é a ampulheta, e cada grão de areia carrega a memória da eternidade.
​Para compreender essa ligação mística e prática, precisamos olhar através dos olhos de quem fez das dunas a sua casa.
​1. O Deserto como a Própria Ampulheta
​Os beduínos tradicionalmente não mediam o tempo em horas mecânicas, mas sim pelos ciclos da natureza.
​O Fluxo Constante: Assim como a areia escorre pelo gargalo de uma ampulheta, as dunas do deserto mudam de lugar com o vento (Shamal). A paisagem de ontem nunca é a mesma de hoje.
​A Transitoriedade: Esse movimento constante ensinou aos beduínos a maior das lições: a impermanência. Acampar em um lugar é temporário; a vida é uma jornada fluida.
​2. A Areia como Testemunha da História
​Na tradição oral beduína, a areia não é poeira estéril, mas sim um registro.
​Pegadas no Tempo: Um rastreador beduíno experiente (Murrah) consegue ler a areia como um livro. Ao olhar para as marcas na areia, ele sabe quem passou por ali, se o camelo estava carregado, se era homem ou mulher, e há quantas horas isso aconteceu.
​Memória dos Ancestrais: Dizer que o tempo está "escorrendo na areia" para um beduíno é lembrar que eles pisam no mesmo solo que seus antepassados cruzaram há milênios. A areia guarda os segredos do passado.
​3. A Poesia do Tempo Beduíno
​Na poesia Nabati (a poesia vernacular dos beduínos), o tempo é frequentemente comparado aos elementos do deserto. A passagem do tempo é implacável, mas a atitude do beduíno diante dela é de resiliência e paciência (Sabr).
​"O tempo gasta as montanhas, move as dunas e muda o curso dos vales, mas a honra e a hospitalidade do homem do deserto permanecem firmes."

15/06/2026

A Força Sagrada do Babaio da Cigana Ayin: A Feiticeira das Areias do Deserto
​Nas tradições mais profundas da magia cigana espiritual, existem entidades que carregam segredos tão antigos quanto o próprio tempo. Entre elas, destaca-se a Cigana Ayin Bedúina do Deserto, uma entidade de imenso respeito, mistério e poder. E, dentro do seu culto, o Babaio (o mistério, o fundamento ou o transe sagrado associado à sua manifestação) representa a conexão direta com a magia ancestral das caravanas que cruzavam as areias escaldantes sob o manto da noite.
​Diferente das ciganas das praças europeias, a Cigana Ayin traz a força dos povos nômades do deserto — os beduínos. O seu Babaio não é apenas uma dança ou uma consulta comum; é um portal de alta magia, onde o vento do deserto limpa as impurezas e o fogo da fogueira transmuta as dores em poder.
​O Poder da Cigana Ayin na Magia Cigana
​A atuação da Cigana Ayin Bedúina através do seu fundamento é marcada por uma energia de sobrevivência, misticismo e precisão. Quem recorre ao seu Babaio busca transformar o impossível.
​Vidência no Olhar e nas Areias: "Ayin", em algumas tradições linguísticas e esotéricas, está ligado ao conceito do "olho" ou da "fonte". Ela tudo vê. No seu Babaio, a leitura de destino não se prende apenas às cartas (Tarot ou Baralho Cigano), mas sim à leitura do destino nas areias, nas estrelas e na intuição pura. Ela enxerga o que está oculto nas sombras.
​Quebra de Demandas e Amarras: O deserto é implacável, e a energia desta cigana também o é contra a injustiça. O Babaio da Cigana Ayin tem um poder avassalador para cortar feitiços, inveja, amarrações negativas e abrir caminhos trancados. Ela limpa a alma com a força do vento Siroco.
​Prosperidade e Proteção: Os beduínos conheciam os segredos das rotas comerciais e da sobrevivência na escassez. Por isso, a magia de Ayin atrai a fartura, o ouro e o sucesso nos negócios, ensinando seus devotos a florescerem mesmo nos momentos mais áridos da vida.
​O Domínio dos Elementos: O seu axé trabalha fortemente com o elemento Fogo (a fogueira do acampamento) e a Terra (a areia do deserto). Suas

10/06/2026

No Antigo Egito, a música não era vista apenas como entretenimento ou expressão artística; ela era uma força cósmica viva, uma forma de canalizar o Heka (a magia primordial que sustentava o universo). E, entre todos os instrumentos sagrados, nenhum carregava tanto misticismo e reverência quanto o sistro.
​Conhecido em egípcio antigo como sesheshet — uma palavra onomatopéica que imitava o próprio som do instrumento —, o sistro era um chocalho sagrado de metal (geralmente bronze ou latão) ou faiança. Mas o seu verdadeiro valor residia no que os egípcios acreditavam que ele podia fazer no plano invisível.
​O Som da Criação e o Sussurro do Papiro
​O sistro consistia em uma estrutura em forma de U ou de arco, atravessada por hastes metálicas com pequenos discos que chocalhavam quando agitados. Para os ouvidos egípcios, aquele som metálico e persistente não era um barulho qualquer: ele reproduzia o som do vento soprando suavemente através dos vastos canaviais de papiro às margens do Nilo.
​Esse simbolismo visual e sonoro estava diretamente ligado aos mitos de criação. Os pântanos de papiro representavam o caos primordial de onde a vida emergiu e onde a deusa Ísis escondeu e protegeu o jovem deus Hórus. Assim, cada vez que uma sacerdotisa agitava o sistro, ela estava, magicamente, reativando a energia da criação e da proteção da vida.
​O Poder de Acalmar os Deuses: De Sekhmet a Hathor
​O sistro estava intimamente ligado ao culto de Hathor, a deusa do amor, da música, da fertilidade e da alegria (cujo rosto com orelhas de vaca frequentemente decorava o cabo do instrumento). Na mitologia egípcia, as divindades podiam ser imprevisíveis e destrutivas. Quando Hathor se enfurecia, ela se transformava em Sekhmet, a leoa terrível da destruição, capaz de exterminar a humanidade.

Endereço

Rua Santo Cristo, Casa 134/Bairro Santo Cristo
Rio De Janeiro, RJ
20220303

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Espaço Tarot DNA Sagrado publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para Espaço Tarot DNA Sagrado:

Atalhos

Compartilhar

Categoria